Obama: EUA não precisam de aval da ONU para atacar Síria

Da Agência Brasil

EUA não precisam de autorização da ONU para atacar a Síria, diz Obama

06/09/2013 - 14h28

Pedro Peduzzi*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse hoje (6) que não depende de autorização da Organização das Nações Unidas (ONU) para um eventual ataque à Síria. Os Estados Unidos afirmam ter provas de que foram usadas armas químicas em ataques na Síria, cuja responsabilidade é atribuída ao governo do presidente sírio, Bashar Al Assad.

“Diante da paralisia do conselho das Nações Unidas na questão, uma resposta internacional é demandada, e não deve vir de decisão do Conselho de Segurança. Preferiria trabalhar por meio de canais multilaterais e ONU, mas acredito que a segurança mundial e dos EUA demandam [decisões por outros meios]”, disse o presidente norte-americano durante coletiva de imprensa em São Petersburgo, na Rússia, onde ocorre a cúpula do G20.

Obama informou que fará na próxima terça-feira (10) um pronunciamento aos cidadãos norte-americanos, a fim de buscar respaldo do Congresso a um eventual ataque à Síria. Perguntado sobre se o ataque pode ser feito sem a autorização do Congresso, ele disse que, entre os motivos da consulta, está o de fazer com que o Legislativo explique ao povo americano “que esta é a coisa certa” a fazer.

“Há várias decisões que tomo que são impopulares, mas é o que se há para fazer”, disse, ao reconhecer que ações desse tipo, envolvendo operações militares, são sempre impopulares. “Fui eleito para acabar com uma guerra, e não para começar outras. Mas tenho o dever da proteção, e há tempos difíceis se quisermos defender aquilo que acreditamos”, acrescentou.

Segundo ele, o uso de armas químicas é uma ameaça à segurança global, principalmente para países vizinhos como Turquia e Israel. "Há riscos de essas armas caírem nas mãos de terroristas", alertou. Apesar de não confirmar se fará ou não o ataque, Obama disse ter condições para uma intervenção “hoje, amanhã ou daqui a um mês”.O presidente norte-americano acrescentou que continuará a contatar líderes mundiais “para tomar as ações necessárias”, e pediu união contra o uso de armas químicas pelo regime de Assad.

Também da Rússia, a presidenta Dilma Rousseff havia informado, anteriormente, que o Brasil não reconhece qualquer ação militar na Síria sem que haja aprovação das Nações Unidas.

Segundo Obama, “a conferência foi unânime à ideia de que armas químicas foram usadas, e a maioria dos presentes está aceitando e concordando que o governo de Assad é o responsável pelo uso delas. Isso, claro, foi questionado por [Vladimir] Putin [presidente da Rússia, país contrário a qualquer ataque à Síria]”, disse Obama.

A conversa com o presidente russo foi “tranquila e construtiva”, segundo Obama, e não abrangeu a questão do asilo dado pela Rússia a Edward Snowden, ex-funcionário de uma empresa terceirizada que prestava serviços para a Agência Nacional de Segurança norte-americana (NSA) e principal responsável pelas denúncias de espionagem pelo governo norte-americano.

“Temos uma relação muito direta [com Putin]. Discutimos a questão da Síria. Foi citado que em todos os pontos de interesse comum, teremos de trabalhar de forma conjunta”, disse o presidente dos EUA.

*Colaborou Danilo Macedo

Edição: Carolina Pimentel

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24 comentários
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Flics

New York Times : "

Brutality of Syrian Rebels Posing Dilemma in West"

 

http://www.nytimes.com/2013/09/05/world/middleeast/brutality-of-syrian-r...

 

Flics

 
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jcordeiro

Nassif: há certas questões que o mundo não quer entender. Desde quando os norteamericanos precisam de autorização ou consentimento para invadir ou matar alguém? A CIA precisou de algum motivo senão o lucro para as empresas americanas ou que com elas negociavam para matar pessoas? No Iraque o que justificou? Portanto Obama está certíssimo: ele não precisa de autorização nem do seu povo, desde que as empresas norteamericanas vejam interesses nisto ou naquilo, em redor do mundo. Dilma que fique de olho, porque o présal é um botim em tanto e o Brasil, com a esquadra ianque em suas águas, como ocorre no memento, pode ser a bola da vez.

 
 
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Cunha

No Iraque a justificativa era armas de destruição de massa.


Talvez daqui a 50 anos publiquem um mea culpa.


Até quando vai durar a fantasia de xerife no vilão?


O que está faltando para que todo o planeta enxergue a suprema hipocrisia?


 


 

 
 
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BUDA DO FUSCAO

Palestra com o cartunista Carlos Latuff / 3º Semana Latina Americana / parte 03Vale lembrar! O que Barack Obama quer na Síria não é acabar com a tirania, e sim trocar de tirano! Vale lembrar! O que Barack Obama quer na Síria não é acabar com a tirania, e sim trocar de tirano!D'Incao Brasil

 
 
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Deia

Tiramos sarro do Obama, ficamos indignados, ressaltamos sua hipocrisia...

... mas, sinceramente, eu fico MUITO preocupada com isso.

Eu acompanhei o último debate presidencial, torci pela reeleição do Obama, e agora estou muito assustada.

E se os USA tiverem um interesse comercial forte em algo que a America Latina possui?

 

 
 
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CB

É, o tal Prêmio Nobel da Paz deve dar o respaldo necessário pra que George W. Obama ataque quem ele bem entender na hora em que julgar mais conveniente. Até a quem nada esperava este Barack Bush está decepcionando.

"Yes, we can!" atacar quem a gente quiser.

 

 

 
 
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edson tadeu

so tem um jeito de se parar  a prepotencia  americana: As naçoes que  sao contra  a invasao  da  Siria  mandam  tropas  e  todo o equipamento belico  e entram na  SIRIA,  se eles  atacarem a Siria  vao atacar tambem  tropas  dos  países que  estao  dando apoio  inclusive  a  propria  tropa  da ONU  deveria  la estar .  e  devem responder a altura  vamos ver  se  Obama  acha  é é o todo poderoso do mundo como anda  dizendo. se os EUA  vai ageuntar uma guerra  sozinho . 

 
 
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Renato1

Essa do Obama é pra quem ainda acredita em Direito, Civilização, etc. 

É a lei da força na veia!!!

Ou "o direito reside na força", como diria o inominável..

Só nos resta rezar pq o capeta tá solto!!

Att

 
 
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carlos afonso quintela da silva

Covarde! Vai brigar com alguem do teu tamanho.

 
 
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Leonardo Melo

A pelegada do Assad pira no blog. Impressionante como os esquerdistas idolatram ditadores assassinos.

 
 
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chanceLer

Sim, e pra que serve a ONU  desde a sua fundação?

China e Russia tem de se firmarem como contraponto a essa hegemonia criminosa do tio sam.

 
 
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Luís CPPrudente

Barack Obama encarnou o espírito de Adolf Hitler.

O império belicista e terrorista dos EUA vão atacar para defender a $$$$democracia estadunidense$$$$$$.

 
 
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Carlos G P Lenz

Srs e Sras.

Eis aí em estado bruto a face (?) escarrada do imperialismo com seu ventriloquo marionete !!!

Seguramente a maioria silenciosa está perplexa e acompanha a caminhada da humanidade rumo ao fim dos tempos. Conclamo todos os cidadãos de bem a não se deixarem manipular pelas manhas ardilosas dos inimigos da paz ! Mesmo que as palavras deles sejam sedutoras e as idéias sejam de justiça. Devemos lutar contra a nossa natureza belicosa e pela salvação de toda alma (todos os homens de boa vontade) e contra toda corrupção, que consegue ser obscena em alguns seres humanos (?). Todas a lutas dos injustiçados e oprimidos devem ser nossas lutas, pois eles são os nossos IRMÃOS. Que a NOSSA resistencia seja pacifica e sábia, para combater a escravidão moral, intelectual e fisica da dominação espúria do poder corrupto e imperialista. Resistencia essa mesmo que seja simbólica ! PAZ ! Carlos G P Lenz 

 
 
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junior50

    Obama está dependendo do Congresso ?

     Sem um mandato expedido pela ONU, qualquer presidente americano depende do Congresso, para "declarar guerra" a um outro Estado, MAS esta declaração caiu em desuso desde a década de 50, afinal os Estados Unidos jamais declaram guerra ao Vietnã, o Congresso sempre é "dobrado" pela expressão: autorização de uso de força militar - referendada em 1973 pela lei 50 USC 1541 -1548, ainda em vigor, e utilizada por B.Hussein Obama, quando do incidente libio em 2011. O que ela permite:

       O Presidente pode ordenar um ataque imediato a outro estado, de até 48 horas, e enviar concomitantemente mensagem ao Congresso, com suas justificativas, para que este vote a continuação da ação militar proposta pelo executivo, com um prazo maximo de 60 dias, ou discorde da ação, Clinton a utilizou quando de ataques a Somalia, Sudão, e Reagan contra a Libia, na década de 80 (ações de menos de 48 horas).

          Devido a esta legislação (USC50 1541-48), que alguns jornais brasileiros (que não conhecem a legislação americana ) que vivem de "orelhada e press-releases", colocaram em manchetes: Congresso americano pode autorizar Obama a atuar por 60 dias na Crise da Siria.

 

junior50

 
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-Charlie-

Alguém já conseguiu sacar qual o interesse geopolítico do império por trás de mais essa guerra?

No caso do Iraque havia o desejo de controlar as reservas de petróleo, o medo de Saddam passar a cotar barris e liquidar pagamentos em outra moeda que não o dólar (euro) e a necessidade dos "falcões" em destinar centenas de bilhões do orçamento americano para sua máquina de guerra e os conglomerados industriais que a subsidiam.

No caso atual, persiste esse último motivo (desde a década de 50, como bem disse Eisenhower), mas só ele me parece pouco.

Se alguém conseguiu descobrir, favor compartilhar.

 

"Ahora el Corinthians ha alcanzado al club español Barcelona, y es el segundo bicampeón del mundo." É competição oficial FIFA, e não jogo amistoso organizado por montadora de jipe. http://es.fifa.com/tournaments/archive/clubworldcup/japan2012/index.html

 
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jvicente

uinta-feira, 5 de setembro de 2013

O nome do jogo da guerra norte-americana: Um mundo mais seguro para os banqueiros 5/9/2013, [*] Ellen Brown, CounterpunchLarry Summers and the System - Making the World Safe for BankstersTraduzido pelo pessoal da Vila Vudu
 

 Os membros da OMC foram induzidos a assinar o novo acordo; foram ameaçados de ver fechado seu acesso aos mercados globais, se recusassem. Todos assinaram, exceto o Brasil. O Brasil foi então ameaçado com um embargo. Mas a resistência valeu a pena: só o Brasil, de todas as nações ocidentais, sobreviveu e cresceu durante a crise 2007-2009. [1] 
 Greg PalastEm artigo de agosto de 2013, intitulado “Larry Summers e o Memorando Secreto Chute-direto-ao-gol [2]” [orig. Larry Summers and the SecretEnd-gameMemo” [3]], Greg Palast apresentou provas de um plano secreto, do final dos anos 1990s, construído por funcionários de Wall Street e do Tesouro dos EUA, para abrir as atividades bancárias ao lucrativo negócio dos derivativos.
 Para obter esse resultado, era indispensável afrouxar as regulações dos serviços bancários, não só nos EUA, mas globalmente. O veículo a ser usado era o Acordo de Serviços Financeiros [orig. Financial Services Agreement] da Organização Mundial do Comércio.
 O “chute-direto-ao-gol” exigia não só coagir os membros da OMC para que apoiassem, mas também assumir o controle nos países que se recusassem a fazê-lo. Alguns países permaneceram como fortalezas contra os avanços da OMC, entre os quais Iraque, Líbia, Irã e Síria.
 Nesses países islâmicos, os bancos são predominantemente estatais; e a “usura” – auferir lucro do “uso” do dinheiro – é vista como pecado, quando não como crime. [4] Cria-se assim oposição forte ao modelo ocidental, no qual intermediários privados podem auferir lucro do próprio dinheiro.
 Bancos públicos também são ameaça à expansão do negócio de derivativos, porque governos que possam operar seus próprios bancos não precisam manipular taxas de juros nem ficam subordinados a agências privadas que construam tabelas de qualidade do crédito para empurrar as próprias operações.
 BankstersA desregulação dos serviços bancários avançou conforme o plano, e o negócio dos derivativos sancionados e alimentados pelos governos converteu-se num esquema de pirâmide de mais de $700 trilhões. Altamente alavancado, completamente desregulado e perigosamente insustentável, desmoronou em 2008, quando o banco de investimentos Lehman Brothers faliu, arrastando com ele um grande segmento da economia global. Só escaparam os países que contavam com bancos públicos, externos à rede bancária privada internacional.
 Nem todos esses países são países islâmicos. 40% dos bancos em todo o mundo são bancos públicosA maioria dos bancos públicos concentra-se nos países BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China – quatro países onde vive 40% da população do planeta. Safaram-se da catástrofe global na crise de crédito de 2008, mas todos fizeram, pelo menos, algum “arremedo”, ou deram algum sinal de que se adaptariam às regras bancárias do ocidente.
 Mas não as nações islâmicas “bandidas” [rogue states], onde a usura permaneceu proibida pela lei islâmica. Para “libertar” o mundo para a usura, para criar “usura segura”, esses estados islâmicos tiveram de ser silenciados por outros meios.
 E afinal, dado que não sucumbiram à coerção econômica, todos entraram na alça de mira dos poderosos exércitos norte-americanos.
 Aqui, alguns dados que apoiam essa tese.
 O Memorando “Chute-direto-ao-gol”
 Em seu artigo de 22/8, Greg Palast postou a fotografia de um memorando de 1997, de Timothy Geithner, então vice-secretário de Negócios Internacionais do secretário Robert Rubin, endereçado a Larry Summers, então vice-secretário do Tesouro dos EUA. No texto, Geithner referia-se ao “chute-direto-ao-gol nas negociações de serviços financeiros na OMC” e exigia que Summers entrasse em contato imediatamente com os presidentes dos bancos Goldman Sachs, Merrill Lynch, Bank of America, Citibank, e Chase Manhattan Bank, cujos telefones privados Geithner informava a Summers.
  BankstersO jogo que estava sendo jogado era a desregulação dos bancos como meio para que pudessem continuar a jogatina no lucrativo novo campo dos derivativos. Para chegar lá, era preciso, para começar, pôr fim à Lei Glass-Steagall, de 1933, que impunha uma porta corta-fogo entre os bancos de investimento e os bancos de depósitos, e visava a proteger os fundos dos depositantes contra a especulação bancária. Mas o plano exigia mais do que apenas a desregulação dos bancos norte-americanos. Era preciso eliminar os controles regulatórios sobre os bancos também no plano global, de modo a impedir que o dinheiro voasse para países com legislação bancária mais protegida contra a especulação. O “chute-direto-ao-gol” seria conseguir essa desregulação global mediante um obscuro adendo aos acordos de comércio internacional policiados pela OMC, o Acordo de Serviços Financeiros [ing. FSA]. Palast escreveu:
 Antes de os banqueiros começarem a jogatina, os acordos da OMC só tratavam do comércio de produtos – meu carro, pelas suas bananas. As novas regras que estavam sendo implantadas por Summers e os bancos forçariam todas as nações a aceitar o comércio de ativos “ruins”, tóxicos, como os derivativos financeiros.
 Antes de os banqueiros reescreverem os acordos FSA, cada nação controlava e enquadrava os bancos dentro das próprias fronteiras nacionais. As novas regras do jogo forçariam todas as nações a abrir seus mercados ao Citibank, JP Morgan e aos seus “produtos” derivativos.
 E todas as 156 nações reunidas na OMC teriam de pôr abaixo suas portas corta-fogo, da Lei Glass-Steagall, que dividiam bancos comerciais de depósitos e os bancos de investimentos que jogam com derivativos.
 O serviço de converter os acordos FSA em aríete a serviço dos banqueiros foi dado a Geithner, que foi nomeado Embaixador dos EUA na OMC.
  BankstersOs membros da OMC foram induzidos a assinar o novo acordo; foram ameaçados de ver fechado seu acesso aos mercados globais, se recusassem. Todos assinaram, exceto o Brasil. O Brasil foi então ameaçado com um embargo. Mas a resistência valeu a pena: só o Brasil, de todas as nações ocidentais, sobreviveu e cresceu durante a crise 2007-2009. [4] Quanto às demais:
 Os novos acordos FSA abriram a caixa de Pandora do comércio mundial de derivativos. Dentre outras transações, foram legalizadas as seguintes: o banco Goldman Sachs (do qual o Secretário do Tesouro fora co-presidente) acertou uma troca secreta de euro-derivativos com a Grécia, que destruiu o país. O Equador, que desregulou e demoliu o próprio sistema bancário, explodiu em tumultos. A Argentina teve de vender suas empresas de petróleo (aos espanhóis) e o sistema de água (à Enron) enquanto professores argentinos tinham de recolher comida nas latas de lixo. Os banqueiros europeus que mergulharam de cabeça nas piscinas de derivativos, mas sem saber nadar, logo se afogaram e, agora, o continente está sendo fatiado e vendido, em pedaços pequenos, baratos, à Alemanha.
 As fortalezas “contra”
 Aquele foi o destino dos países na OMC, mas Palast não discutiu o destino dos países que não participavam da OMC, entre os quais Iraque, Síria, Líbano, Líbia, Somália, Sudão e Iraque. Esses sete países foram chamados pelo general (aposentado) Wesley Clark dos EUA, em entrevista em 2007 a Democracy Now, [vídeo a seguir, em inglês] de os novos “estados bandidos” que os EUA definiu como alvos, depois do 11/9/2001. O general disse que dez dias depois do 11/9, ouviu de um general que a decisão estava tomada, para guerra contra o Iraque. Em seguida, o mesmo general disse que o plano era ocupar os sete países em cinco anos: Iraque, Síria, Líbano, Líbia, Somália, Sudão e Irã.
 
 O que esses países têm em comum? Além de serem países de religião islâmica, não são membros, nem da OMC, nem participam do Banco Internacional de Compensações [ing. BIS].Assim, não são alcançados pelo longo braço regulatório do banco dos bancos centrais, na Suíça. Outros países adiante também incluídos como estados bandidose que não são membros do BIS são Coreia do Norte, Cuba e Afeganistão.
 O corpo que hoje regula os bancos e chamado de Financial Stability Board (FSB) [aprox. Comitê de Estabilidade Financeira], e funciona no Banco de Compensações Internacional (BIS) na Suíça. Em 2009, os chefes de estado dos países do G20 acordaram que aceitavam as regras do FSB, ostensivamente para impedir uma segunda crise global dos bancos. Suas regulações não são apenas consultivas, são cogentes [têm de ser seguidas] e elas podem promover ou quebrar, não só bancos, mas nações inteiras. Foi o que ficou demonstrado em 1989, quando o Acordo Basel I aumentou a exigência de capital em meros 2%, de 6% para 8%. O resultado foi que a mudança forçou redução drástica nos empréstimos feitos pelos maiores bancos japoneses, que eram então os maiores e mais poderosos distribuidores de crédito do mundo. Mas ficaram descapitalizados, em relação a outros bancos. A economia japonesa afundou com os seus bancos e ainda não se recuperou completamente.
 Dentre outras regras para inverter o jogo impostas pelo FSB estão os acordos de Basel III e novas regras de bail-in[5] Pelo acordo Basel III, impuseram-se exigências de capital a bancos comunitários, cooperativos e públicos, que impediram que continuassem a operar e facilitaram a venda a grandes bancos multinacionais.
  BankstersAs regras da operação de bail-in foram testadas pela primeira vez em Chipre e seguiram a regulação imposta pelo FSB em 2011. Bancos “grandes demais para falir” devem redigir “testamentos” nos quais exponham o modo como evitarão a insolvência, no caso de não serem resgatados por dinheiro público. A solução criada pelo FSB é jamais oferecer o recurso de bail-in a depositantes de bancos comunitários, cooperativos e públicos – o que converte os depósitos de seus depositantes em estoque do próprio banco; na prática, o banco confisca os depósitos.
 A alternativa dos bancos públicos
 Países submetidos a um sistema bancário “de extração” estão sendo forçados a fazer “ajustes estruturais” e curvar-se à “austeridade” sob o peso de dívidas impagáveis. Mas alguns países conseguiram escapar. No Oriente Médio, são os países que estão sendo atacados pelo exército dos EUA e aliados e parceiros, reunidos sob a designação de “países bandidos”. Os bancos estatais nesses países podem usar o crédito do estado a favor do estado, alavancando fundos públicos para uso público, sem pagar o alto custo da intermediação bancária privada. Abundância de recursos públicos permite oferecer serviços públicos necessários à vida do povo naqueles países.
 Como a Líbia e o Iraque já foram envolvidos na guerra, a Síria também oferece educação gratuita em todos os níveis, da escola primária à universidade e assistência pública gratuita universal. Também subsidia a moradia (embora esse programa tenha sido comprometido em 2006, quando o país adotou um programa de ajuste estrutural do FMI e, hoje, pela presença de cerca de 2 milhões de refugiados iraquianos e palestinos). O Irã também oferece universidade subsidiada, quase gratuita e assistência básica à saúde.
 Como a Líbia e o Iraque antes da invasão e ocupação, Síria e Irã também têm bancos centrais estatais que emitem a moeda nacional e são controlados pelo estado. Se esses países conseguirão ou não manter a soberania financeira, frente à enorme pressão de que são alvo hoje, pressão econômica, política e militar, só o futuro dirá.
  
Quanto a Larry Summers, depois de deslizar pela porta giratória entre o governo dos EUA e o mundo privado e tornar-se presidente do Citigroup, foi o maior doador de campanha do então senador Barack Obama. Teve papel crucial na desregulação bancária que levou à crise atual, e levou milhões de cidadãos norte-americanos a perder o emprego e a casa.
 Apesar disso, Summers é hoje o nome preferido do hoje presidente Obama para substituir Ben Bernanke na presidência do Federal Reserve. Por quê? Porque é homem que tem comprovada capacidade para manipular o sistema e tornar o mundo mais seguro para Wall Street. E, no mundo às avessas no qual os banqueiros reinam, esse parece ser o nome do jogo._________________
 [*] Ellen Brown é advogada, presidente do Public Banking Institute e autora de doze livros, incluindo o best-sellerWeb of Debt.EmThe Public Bank Solution, seu mais recente livro, ela explora modelos bancários públicos bem-sucedidos, historicamente e no mundo.  Seus sitessão: http://WebofDebt.com, http://PublicBankSolution.com http://PublicBankingInstitute.org.

 
 
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C. Khosta y Alzamendi

Rapaz, isso devia ser promovido a "post"... Também o texto colocado pelo Alexandre Weber em outra postagem acerca da "encrenca" síria poderia perfeitamente ser promovido, por esclarecedor. Ambos os textos ajudam a clarear dúvidas como a do nosso comentarista Charlie.


Esse texto traz uma informação interessante, a de que o Brasil teria sido ameaçado com um embargo. Qual foi, à altura, a cobertura dada pela nossa "gloriosa" imprensa, hein?

 
 
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drigoeira

Disto a gente já sabe.

Pega o Nobel da Paz e enfia...

 
 
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BUDA DO FUSCAO

  Esta Guerra é um grave erro.

 
 
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jvicente

Há riscos de essas armas caírem nas mãos de terroristas.......fala sério Baraka.

Os EUA forneceu sarin para o Saddam, esperou o estoque acabar pra atacar o Iraque

A Arabia Saudita para os mercenários na Siria.

Ter que ouvir isto de um Nobel da Paz é o ínicio do fim.

Vou ter que rezar pra que insanos adquiram um mínimo de equílibrio

 
 
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Ivan de Union

"EUA não precisam de autorização da ONU para atacar a Síria, diz Obama":

Uma pipifia duzia de REPUBLICANOS (!) americanos estao dispostos a declarar publicamente suporte a essa "guerra", e praticamente zero lideres internacionais:  porque Obama ainda esta latindo a respeito disso?

 
 
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Ulisses s

As mesmas provas que o Iraque tinha armas de destruição em massa? Quem acredita hoje nos EUA? E a Academia do Nobel, como estão a cara dos que deram o da paz para o indivíduo? 

 
 
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Luís CPPrudente

A Academia do Nobel é um antro de mercenários e capitalistas.

O prêmio nobel da paz é uma propaganda usada pelos EUA para desqualificar os oponentes dos próprios EUA.

O Silvester Stalone deveria ter ganho   um prêmio nobel da paz no início dos anos 80, pois a propaganda que ele fez nos  filmes, mostrando que a América é a Terra da Liberdade e da Justiça, é 10!

Agora esse Barack Obama fez o quê para merecer esse prêmio nobel da paz? Essa Academia do Nobel e a do Oscar se equivalem.

 
 
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jvicente

Premio Nobel de la Paz 2009 entre bastidorespor Thierry Meyssan

“Esta mañana, al escuchar las noticias, mi hija entró y me dijo: ‘Papá, eres Premio Nobel de la Paz’”. Ésta fue la conmovedora historia que el presidente de Estados Unidos contó a los periodistas como testimonio de que nunca deseó esa distinción y de que era el primer sorprendido. Sin tratar de indagar más sobre el tema, los periodistas publicaron titulares sobre la “humildad” del hombre más poderoso del mundo.

Socios | 26 de octubre de 2009 + -

A decir verdad, no se sabe qué resulta más sorprendente: la atribución de tan prestigiosa distinción a Barack Obama o la grotesca farsa que la acompaña, o quizás el método utilizado para corromper al jurado y desviar ese premio de su vocación inicial.

En primer lugar, hay que recordar que, según el reglamento del Comité Nobel, las candidaturas son presentadas por instituciones (parlamentos nacionales y academias políticas) y personalidades calificadas para ello, principalmente magistrados y ganadores de ese mismo premio. Teóricamente es posible presentar una candidatura sin que el candidato lo sepa; sin embargo, cuando el jurado toma la decisión, se pone directamente en contacto con el interesado para comunicarle la noticia una hora antes de la conferencia de prensa. Sería ésta la primera vez en la historia que el Comité Nobel viola esa regla de cortesía. Según su vocero, lo que pasó es que el Comité Nobel no se atrevió a despertar al presidente de Estados Unidos en medio de la noche. Parece que no sabía que en la Casa Blanca hay consejeros que se turnan para recibir las llamadas urgentes y despertar al presidente de ser necesario.

La conmovedora historia de la niñita que le anuncia a su papá que le han dado el Premio Nobel no basta para disipar la incomodidad que provoca esa decisión. Por voluntad de Alfred Nobel, el premio debe recompensar a “la personalidad que (en el transcurso del año anterior) haya realizado la mayor o la mejor contribución al acercamiento entre los pueblos, a la supresión o a la reducción de los ejércitos permanentes, a la reunión y a la propagación de los progresos por la paz”. Lo que el fundador del premio tenía en mente era apoyar la acción militante, no simplemente conceder un certificado de buenas intenciones a un jefe de Estado. Ciertos laureados pisotearon el derecho internacional después de recibir el premio, así que el Comité Nobel decidió hace cuatro años dejar de recompensar un acto en particular y conceder el premio únicamente a las personalidades que hayan dedicado su vida a la paz. Así que, al parecer, Barack Obama ha sido el militante por la paz más meritorio de 2008 y no ha cometido ninguna violación importante del derecho internacional en lo que va de 2009. ¿Qué piensan de eso los hondureños que actualmente viven bajo la bota de una dictadura militar? ¿O los pakistaníes cuyo país se ha convertido en el nuevo blanco del imperio? Sin entrar a mencionar a las personas que siguen detenidas en la base estadunidense de Guantánamo y en Bagram, ni a los afganos y los iraquíes que enfrentan la ocupación extranjera.

Vayamos al punto central del tema, a lo que los expertos en “relaciones públicas” de la Casa Blanca y los medios de la prensa anglosajona quieren esconder al público: los sórdidos lazos entre Barack Obama y el Comité Nobel.

En 2006, el European Command (es decir, el comando regional de las tropas estadunidenses cuya autoridad cubría entonces toda Europa y la mayor parte de África) solicita al senador de origen kenyano Barack Obama que participe en una operación secreta que reúne los esfuerzos combinados de varias agencias –la Central Intelligence Agency (CIA), la National Endowment for Democracy (NED), la United States Agency for International Development (USAID) y la National Security Agency (NSA)–. Se trataba de utilizar su condición de parlamentario para que realizara un recorrido por África, lo que le permitiría al mismo tiempo defender los intereses de los grupos farmacéuticos (ante las producciones no patentadas) y rechazar la influencia china en Kenya y Sudán. En este trabajo abordaremos solamente el episodio kenyano.

La desestabilización de Kenya

Barack Obama y su familia llegan a Nairobi en compañía de un agregado de prensa (Robert Gibbs) y de un consejero político-militar (Mark Lippert), a bordo de un avión especial fletado por el Congreso. Detrás de aquel avión llega otro, fletado por el US Army, a bordo del cual viaja un equipo de expertos en guerra sicológica bajo las órdenes del general, supuestamente retirado, J Scott Gration.

Kenya se encuentra entonces en pleno ascenso económico. Desde el principio de la presidencia de Mwai Kibaki, el crecimiento ha pasado del 3.9 al 7.1 por ciento del Producto Interno Bruto y la pobreza ha retrocedido de un 56 por ciento a 46 por ciento. Tan excepcionales resultados han sido posibles gracias a la reducción de los lazos económicos poscoloniales con los anglosajones y a su reemplazo por acuerdos comerciales más justos con China. Para poner fin al milagro kenyano, Washington y Londres han decidido derrocar al presidente Kibaki e imponer a un oportunista obediente, Raila Odinga. Para ello, la National Endowment for Democracy ha propiciado la creación de una nueva formación política, el Movimiento Naranja, y está preparando una “revolución coloreada” en ocasión de las próximas elecciones legislativas de diciembre de 2007.

A su llegada, el senador Obama es recibido como un hijo de Kenya y los medios dan a su visita la más amplia cobertura. El senador estadunidense no vacila en inmiscuirse en la vida política local y participa en los mítines políticos de Raila Odinga. Aboga por una “revolución democrática”, mientras que su “acompañante”, el general Gration, entrega a Odinga 1 millón de dólares en efectivo. Estas intervenciones desestabilizan el país y Nairobi protesta oficialmente ante Washington. Al término de la gira y antes de regresar a Estados Unidos, Obama y el general Gration rinden su informe en Stutgart, ante el general James Jones (a la sazón jefe del European Command y comandante supremo de la Organización del Tratado del Atlántico Norte).

Continuando la misma operación, Madeleine Albright viaja a Nairobi, en calidad de presidenta del NDI (la rama de la National Endowment for Democracy especializada en las relaciones con los partidos de izquierda), donde supervisa la organización del Movimiento Naranja. Más tarde, John McCain también viaja a Kenya, como presidente del International Republican Institute (la rama de la National Endowment for Democracy especializada en las relaciones con los partidos de derecha), para completar la coalición de oposición con pequeñas formaciones de derecha.

Durante las elecciones legislativas de diciembre de 2007, un sondeo financiado por la United States Agency anuncia la victoria de Odinga. El día de la votación, John McCain declara que el presidente Kibaki ha “arreglado” el escrutinio a favor de su propio partido y que la victoria es en realidad de la oposición que liderea Odinga. La National Security Agency, en contubernio con operadores locales de telefonía, envía SMS (mensajes cortos) anónimos a la población. En las zonas pobladas por los luos (la etnia a la que pertenece Odinga), los SMS difunden el siguiente mensaje: “Queridos kenyanos: los kikuyus han robado el porvenir de nuestros hijos… Tenemos que darles el único tratamiento que ellos entienden… la violencia”. Mientras tanto, en las zonas pobladas por los kikuyus, la redacción es la siguiente: “No se derramará la sangre de ningún kikuyu inocente. Los masacraremos hasta en el corazón de la capital. Por la justicia, hagan una lista de los luos que conozcan. Haremos llegar a ustedes los números de teléfono a los que se debe enviar esa información”. En pocos días, un apacible país se ve sumido en la violencia étnica. Los motines dejan más de 1 mil muertos y 3 mil desplazados. Se pierde medio millón de empleos. Regresa Madeleine Albright. Propone servir de mediadora entre el presidente Kibaki y la oposición que está tratando de derrocarlo. Hábilmente, Albright se aparta y pone bajo la luz de los proyectores al Oslo Center for Peace and Human Rights. El nuevo presidente de esta respetada Organización No Gubernamental (ONG) es el exprimer ministro de Noruega, Thorbjorn Jagland. Rompiendo con la tradicional imparcialidad del Oslo Center, Jagland envía a Kenya dos mediadores, cuyos gastos corren por cuenta del NDI que preside Madeleine Albright (dicho de otra manera, el dinero que paga las cuentas proviene del presupuesto del Departamento de Estado de Estados Unidos). Los mediadores son otro exprimer ministro noruego, Kjell Magne Bondevik, y el exsecretario general de la Organización de las Naciones Unidas, Kofi Annan (ghanés muy presente en los Estados escandinavos desde que se casó con la sobrina-nieta de Raoul Wallenberg).

Obligado a admitir el compromiso que se le impone como condición para el restablecimiento de la paz civil, el presidente Kibaki acepta la creación de un puesto de primer ministro y la nominación de Raila Odinga en ese cargo. Lo primero que hace Odinga es reducir los intercambios con China.

Regalitos entre amigos

Ahí termina la operación kenyana, pero la vida de los protagonistas sigue adelante. Thorbjom Jagland negocia un acuerdo entre la National Endowment for Democracy y el Oslo Center, acuerdo que se hace formal en septiembre de 2008. Se crea una fundación adjunta en Minneapolis, permitiendo así que la CIA pueda subvencionar indirectamente a la ONG noruega. Esta interviene por cuenta de Washington en Marruecos y principalmente en Somalia.

Obama es electo presidente de Estados Unidos. En Kenya, Odinga decreta varios días de fiesta nacional para celebrar el resultado de las elecciones estadunidenses. El general Jones se convierte en consejero de seguridad nacional, y nombra a Mark Lippert jefe de su equipo y al general Gration como adjunto.

Durante la transición presidencial estadunidense, el presidente del Oslo Center, Thorbjorn Jagland, es electo presidente del Comité Nobel, a pesar del riesgo que un político tan retorcido representa para la institución. La candidatura de Barack Obama al Premio Nobel de la Paz es presentada a más tardar el 31 de enero de 2009 (fecha límite reglamentaria), es decir, 12 días después de su entrada en funciones en la Casa Blanca. Ásperos debates se desarrollan en el seno del comité que no logra ponerse de acuerdo en cuanto al nombre del laureado para principios de septiembre, contrariamente a lo previsto en su calendario habitual. El 29 de septiembre, Thorbjorn Jagland es electo secretario general del Consejo de Europa como resultado de un acuerdo, convenido por debajo de la mesa, entre Washington y Moscú. Cuando se recibe un regalo, hay que devolver la cortesía. La condición de miembro del Comité Nobel es incompatible con una importante función política de carácter ejecutivo, pero Jagland se mantiene en el comité argumentando que el reglamento se refiere a una función ministerial pero que no dice nada del Consejo de Europa. Así que regresa a Oslo el 2 de octubre. Ese mismo día, el comité designa al presidente Obama como Premio Nobel de la Paz 2009.

En su comunicado oficial, el comité declara con la mayor seriedad del mundo: “Es muy raro que una persona, Obama en este caso, logre cautivar la atención de todos y transmitirles la esperanza de un mundo mejor. Su diplomacia está basada en el concepto de que los que dirigen el mundo tienen que hacerlo sobre la base de valores y de comportamientos compartidos por la mayoría de los habitantes del planeta. Durante 108 años, el Comité del Premio Nobel se ha esforzado por estimular el tipo de política internacional y de acción cuyo principal vocero es Obama”.

Por su parte, el feliz laureado declaró: “Recibo la decisión del Comité Nobel con sorpresa y con profunda humildad (…) Aceptaré esta recompensa como un llamado a la acción, un llamado a todos los países a que se alcen ante los desafíos comunes del siglo XXI”. Así que este hombre “humilde” se ve a sí mismo como representante de “todos los países”. Eso no parece augurar nada de paz.

Thierry Meyssan

 
 

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