Confronto entre EUA e Síria só terá consequências políticas

Do Jornal GGN

Confronto entre Estados Unidos e Síria só terá consequências políticas

Juliana Damasceno

Jornal GGN - A ameaça de um confronto entre os Estados Unidos e a Síria chamou a atenção e mudou o rumo dos mercados ao longo da semana. Após declaração do presidente Barack Obama sobre uma possível retaliação à autoridade do país pelo possível uso de armas químicas - que mataram centenas de pessoas durante manifestações contra o governo, os abalos na economia mundial foram sentidos ao redor do globo.

O preço do barril de petróleo explodiu – e os estoques sírios do produto também. Aliado à expectativa do corte de estímulos do Federal Reserve na economia norte-americana, o dólar subiu por mais uma semana de forma assustadora. A Inglaterra anunciou medidas para manter o crescimento da economia local, mesmo com a ameaça de intervenção civil. E até o chanceler chinês veio a público para pedir calma e cautela à população – e principalmente aos investidores. Os quatro cantos do mundo parecem já se preparar para o pior.

Mas ao contrário do que parece, a administração Obama ainda não dá como certa a ação militar prometida. Houve um recuo por parte das autoridades do país após encontrar certa resistência política interna da população e uma rejeição declarada do Reino Unido aos possíveis ataques – os ingleses chegaram a sair pelas ruas de Londres nesta semana para se manifestarem contra o governo norte-americano. O que pode significar muito inclusive para a economia, já que a relação comercial entre os dois países, que é pungente, também pode ser abalada.

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Internacional

Entrevista - Malalai Joya"Se isto é democracia, não queremos", diz afegã sobre EUAExpulsa do Parlamento após discurso contra violações, ativista afegã conta como vive na clandestinidade dentro de seu próprio paíspor Marsílea Gombata — publicado 31/08/2013 09:47, última modificação 31/08/2013 10:09  Malalai Joya

A ativista afegã Malalai Joya

 

Quando tinha 25 anos, Malalai Joya proferiu um discurso poderoso, no qual pedia que os senhores da guerra e os talebans fossem punidos pelas violações de direitos humanos que ocorrem sistematicamente no Afeganistão com o aval das autoridades internacionais. A fala no Parlamento deu início a uma jornada de medo e clandestinidade na vida da jovem ativista, que teve sua voz ao microfone imediatamente cortada e foi expulsa da Casa.

Desde então, foram dez anos marcados pela luta por direitos humanos, que foca a misoginia, o fundamentalismo, a ocupação do país por tropas estrangeiras na “guerra contra o povo afegão”. “Hoje, infelizmente, não temos sequer uma caricatura da democracia. E se o que os EUA e a Otan fazem no Afeganistão é sinônimo de democracia, então não queremos democracia”, disse em entrevista a CartaCapital durante a 9ª Marcha Mundial das Mulheres, da qual participou em São Paulo.

Antes de ser eleita para o Parlamento, que deixou em 2003, Malalai foi refugiada de guerra e professora para meninas no governo Taleban. Depois, manteve uma clínica para mulheres e um orfanato. Para ela, que foi considerada “a mulher mais corajosa do Afeganistão”, a militância é a única maneira de sobrevivência. “Todos que chegam ao poder apóiam a misoginia dos senhores da guerra e do Taleban. Não temos outra saída: ou enfrentamos ou ficamos em silêncio.”

Confira os principais trechos da entrevista:

 

CartaCapital -Como vive hoje? Como é sua rotina?

MalalaiJoya - Vivo clandestinamente no Afeganistão. Desde que comecei essa luta, autoridades perseguem meu ativismo, e,apesar de eu ter seguranças, não me sinto segura. No ano passado, atacaram meu escritório e dois meus seguranças foram feridos. Mas isso, felizmente, me dá mais força e determinação para continuar a luta contra a ocupação e também por justiça, paz e direitos humanos no meu país.


CC 
- Quantos dias costuma passar na mesma cidade? Tem de se mudar a cada semana? Como tem feito?

MJ – Depende muito da ajuda que cada casa pode oferecer. Por exemplo, se eu tenho um encontro com determinadas pessoas em algum lugar, é impossível ficar à noite na mesma casa. Então, vou para outra casa passar a noite. E, às vezes, a casa de um ativista que me apoia é segura para um dia ou dois. Então depende da ajuda, da localização da casa que me acolhe e também do meu trabalho. Alguns dias tenho muitos encontros, um em uma casa de manhã, depois em outra casa e à noite estou em outra casa. Uso diferentes técnicas para não ser um alvo fácil.

 

CC – Há quanto tempo está nessa situação?

MJ – Faz muito tempo, desde que fiz meu discurso em 2003, no qual disse que os “senhores da guerra” deveriam ser punidos pelos inúmeros crimes e atrocidades cometidos e não estarem em comitês constitucionais ao mesmo tempo que ocupavam cargos governamentais. E é por isso que eles se colocam contra mim e me ameaçam com tentativas de assassinato nesses 11 anos, em que aprendi a falar sobre democracia e direitos humanos.

 

CC – Tem família, filhos, marido?

MJ – Tenho. Mas infelizmente não posso viver com a minha família, inclusive com meu marido. Meu filho tem apenas 9 meses e, como tenho de me mudar de um lugar para outro, não o levo porque ficou preocupada com sua vida e os riscos que está correndo. E não me preocupo apenas com meu filho, mas também com as pessoas que dão apoio, os meus seguranças. Infelizmente, não posso viver com minha família por questões de segurança no Afeganistão de hoje.

 

CC – Quantos seguranças a acompanham?

MJ – Depende. Em alguns momentos chego a estar com 12 seguranças, em outros com seis ou dois. Mas muitas vezes são mais de 12. Eu os conheço há muito tempo, confio neles. Eles acompanham meu ativismo há dez anos, eu confio neles.

 

CC O que acha do título de “a mulher mais corajosa do Afeganistão” que lhe foi dado?

MJ – Eu não sou a única que arrisca a vida para enfrentar desafios. Mas conheço também mulheres e até mesmo homens dessa geração de guerra que fazem um corajoso ativismo. Na minha visão, não existe o mais corajoso, mas vários que, de maneiras diferentes,se solidarizam e dão mais esperança, determinação e força para continuar essa luta pelo direitos da mulher e os direitos humanos, contra a ocupação e por justiça.

 

CC –Qual foi o período mais difícil de sua militância?

MJ – Faz dez anos que vivo a minha vida com medo. Não é medo do inimigo, mas medo de que alguma coisa aconteça com meus seguranças e as pessoas que me apoiam. Pessoalmente, eu me preocupo com a direção que o país vem tomando. Os afegãos, quando saem de suas casas e se deparam com a presença das tropas estrangeiras, não estão esperançosos ou seguros com militares estrangeiros e senhores da guerra, que agem como um governo dentro do governo julgando as pessoas, punindo-as, sequestrando-as.

Para as mulheres, especialmente, a situação é infernal: sequestros, estupros, ataques, violência doméstica, terror nas escolas e até mesmo mutilação de partes como orelha e nariz. Muitas das violências em violações de direitos humanos que acontecem contra as mulheres continuam.

Quando olho a minha vida, não acho que sou melhor que as outras, sou apenas uma delas. Há tantas mulheres corajosas, como a policial MalalaiKakar [chefe do departamento de crimes contra mulheres no departamento de Kandahar]. E há muitas outras lutando contra essa situação de desastre na qual se estão mulheres e crianças em todos esses anos sangrentos.

 

CC – A senhora costuma dizer que ‘não esperava estar viva’. Por quê?

MJ – Meu povo e eu enfrentamos três inimigos: senhores da guerra, Taleban (ambos de maioria misógina), e também os seus padrinhos, como Estados Unidos e a OTAN que os apóiam, incluindo nações vizinhas como o Paquistão. Os senhores da guerra financiam eles, e são contra mulheres, especialmente as ativistas.

Eles querem me eliminar, mas eu nunca farei silêncio e continuarei minha luta dentro do Afeganistão. No exterior, quando vou à conferências eu extirpo suas máscaras. Então se alguma coisa acontecer fisicamente comigo, todos esses inimigos ficarão felizes, não só eles. Por isso, devo tomar muito cuidado e é por isso que eles podem se tornar um obstáculo, não só para mim, mas para muitos ativistas democráticos do Afeganistão, cuja maioria agora vive clandestinamente. E, também por isso, a minha mensagem para pessoas justas e "amorosas" ao redor do mundo é a de fortalecer uma mente democrática. Os intelectuais que temos ativos no Afeganistão, homens e mulheres, são uma alternativa para um futuro promissor para o país.

Os EUA e a Otan fortalecem terroristas reacionários, como os senhores da guerra. E agora, depois de passarem esses dez anos dizendo estarem lutando contra o Al Qaeda e o Taleban, soldados norte-americanos confessam, publicamente e sem qualquer constrangimento, que o Taleban não é seu inimigo. E é verdade. O que venho dizendo e compreendo é que o Taleban, os senhores da guerra e seus padrinhos, como os EUA, não são inimigos do Ocidente, e sim do povo afegão.

 

CC – Até que ponto o patriarcalismo é um grande entrave à igualdade de direitos?

MJ - O povo afegão enfrenta desafios, diferentes tipos de inimigos e problemas essenciais, como falta de comida. Mulheres e crianças são as mais afetadas. Todos que chegam ao poder apoiam a misoginia dos senhores da guerra e do Taleban.

A maioria das pessoas não são educadas. Acredito que exista uma grande parte da população feminina que não saiba nem mesmo ler ou escrever, que precisa ser educada e atuar na formação da identidade da mulher para ver como isso modela suas vidas.

Eu era muito jovem quando me envolvi com política e queria ser uma política honesta. As pessoas que vinham ao meu gabinete, pediam meus conselhos, que tipo de escola deveriam mandar suas filhas. São provas de que se a democracia chegar ao poder e tiver chances de ser executada a sociedade irá melhorar.

No entanto, os senhores da guerra fazem com que o Afeganistão seja mal visto pelos países estrangeiros. E todos que chegam ao poder protagonizam o mesmo problema: não deixam o país melhorar, não permitem que as mulheres cheguem ao poder.

O Afeganistão está melhorando devagar. Nesses últimos 12 anos o país teve sua democracia interrompida. E hoje, infelizmente, não temos sequer uma caricatura da democracia. E se o que os EUA e a Otan fazem no Afeganistão é sinônimo de democracia, então não queremos democracia.

 

CC O capitalismo, na sua opinião, fomenta a desigualdade de gênero?

MJ – Sim. É possível ver o papel que o capitalismo e o imperialismo têm nisso e não apenas no Afeganistão, mas em vários países do mundo. Mas no meu país você vê, dia após dia, aumentar o abismo entre ricos e pobres, a desigualdade, as mulheres sem seus direitos. E é isso que países imperialistas como os EUA e os da Otan fazem nessa guerra criminosa contra o Afeganistão. A cada dia, eles empurram o Afeganistão para sua era mais escura. Agora mesmo eles se comprometem com talebans misóginos que estão chegando ao poder. E essa situação está se tornando, cada vez mais, um desastre para as mulheres afegãs.

Acredito que essa “paz” que dizem termos é ainda mais perigosa do que o aquilo que costumávamos chamar de guerra. Por quê? Porque essa paz faz com que os inimigos do povo afegão fiquem ainda mais unidos. Quanto mais unidos estiverem os senhores da guerra e os talebans, mais ameaçado estará o espírito democrático no Afeganistão.

 

CC O que ainda precisamos conquistar em termos de gênero?

MJ – No Afeganistão, não se trata apenas de gênero, de homens e mulheres. É preciso que as tropas deixem o meu país. Nós não temos independência. Não podemos falar em democracia, direitos humanos, a não ser como piada.

Como eu disse, mulheres e crianças são as que mais sofrem nessa situação catastrófica. A condição em que vivem as mulheres foi apenas uma ótima desculpa para os EUA e a Otan ocuparem o Afeganistão.

E, de forma geral, homens e mulheres são, cada vez mais, sujeitos a altos índices de desemprego, pobreza, corrupção, violência doméstica e muitos outros tipos de problemas. Você pode ver as consequências depois de 12 anos de ocupação das tropas estrangeiras: eles trouxeram o Afeganistão para o centro do terror. E acredito que esse terror é ainda mais perigoso do que AlQaeda para a vida das pessoas.

 

CC- O que é pior em relação à desigualdade de gênero: pobreza ou violência às quais as mulheres estão submetidas?

MJ – No fim das contas, pobreza e violência doméstica são a mesma coisa. A violência doméstica não é apenas violência doméstica, mas também tem na raiz desse problema o regime patriarcal e misógino que vigora no país.

Não temos outra saída. Ou enfrentamos ou ficamos em silêncio. Dia após dia, mais pessoas se levantam contra os senhores da guerra do Taleban, contra a ocupação. A guerra no Afeganistão, infelizmente, não é apenas uma guerra militar, mas uma guerra de propaganda também.

 

CC – É impossível, portanto, ter fundamentalismo religioso com liberdade e igualdade de gênero?

MJ – Sim, é impossível. O fundamentalismo é extremamente misógino e é contra todas as mulheres. É impossível falar em direitos humanos quando se fala disso. As mulheres do Afeganistão não são mais as mesmas de 30 anos atrás. Nessas décadas de guerra em que perdemos tudo, ganhamos ao menos uma coisa boa: a consciência política, que tem crescido nos últimos anos. E a minha mensagem, nesse sentido, tem sido: falar em direitos humanos para o meu povo é educá-lo. A educação e a chave para empoderamento do povo afegão, assim como o fim da ocupação é para nos dar emancipação.

 

CC - O que mudou desde 2001 no país? Como era viver no Afeganistão nas décadas anteriores?

MJ – Durante os anos 60 e 70, as mulheres tinham seus direitos ilimitados. Há fotos delas com roupas modernas, sem “lenços”, andando nas ruas. Elas desempenhavam seus papéis e dirigiam suas vidas. No passado, homens e mulheres tiveram direitos ilimitados. Mas a guerra, infelizmente, fez das mulheres suas primeiras vítimas. Desde a Guerra Fria, a violência contra elas é muito forte.

Hoje o Afeganistão parece um corpo doente, e todos querem uma parte dele, em vez de nos oferecer uma ajuda honesta. Não há dúvida de que nós precisamos de ajuda, mas isso não significa que queremos uma ocupação. E nós temos orgulho de nossa história, nunca aceitaríamos uma ocupação.

Se um governo democrático estivesse no poder, se os países estrangeiros, especialmente os EUA, não interferissem nos nossos assuntos internos, o Afeganistão melhoraria muito. Mas empurram o Afeganistão em direção ao retrocesso. Poderiam chamar essa “guerra ao terror” no Afeganistão, que dizem ser feita em nome da democracia e dos direitos humanos, de guerra ao povo afegão encampada pelos EUA e a Otan.

 

CC Como enxerga o futuro do Afeganistão?

MJ – Enquanto as tropas estrangeiras continuarem, o sofrimento será prolongado. Não há outra maneira. A história mostra que a apenas a própria nação é capaz de se libertar. E as pessoas estão conseguindo entender isso a cada dia que passa. Muitos ainda mal têm o que comer, sofrem de muitos tipos de problemas, mas acredito que, com o passar do tempo, conseguirão se levantar.

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BUDA DO FUSCAO

OBAMA e HILLARY CLINTON NÃO TEM MORAL DE FALAR SOBRE DIREITOS HUMANOS EM LUGAR NENHUM DO MUNDO.

 
 
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BUDA DO FUSCAO

Obama = Bush.

http://www.tsavkko.com.br/2013/08/os-eua-irao-atacar-siria.html

"Obama está em vias de atacar a Síria. Como Bush, baseado em premissas falsas ou, ao menos, sem informações suficientes para chegar à conclusão que chegou: a de que a síria teria armas de destruição em massa e que as teria usado - no caso, armas químicas - contra a população.

Não há confirmação sequer de que o ataque que custou, diz-se, a vida de ao menos mil pessoas na Síria tenha ocorrido. Algumas fontes apontam para a falsificação de fotos e de dados.

Mas, assumindo a veracidade do ataque, novamente temos um problema: Ninguém sabe a origem. É óbvio que o exército Sírio poderia ter sido responsável, mas tal movimentação teria sido burra. Assad está vencendo a guerra, não teria razões para um ataque que faria a "comunidade internacional" ter argumentos para atacá-lo. Claro, um ditador é sempre um ditador e, como tal, imprevisível."

 
 
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BUDA DO FUSCAO

 
 
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BUDA DO FUSCAO

HILLARY E OBAMA não tem moral em falar de direitos humanos.

 
 
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Andre Araujo

1ª DE SETEMBRO DE 1939 - COMEÇA A SEGUNDA GUERRA - Ha 74 anos começava a Segunda Guerra com a invasão da Polonia pelas forças armadas do Terceiro Reich. Após forjar um incidente na estação de radio de Gleiwitz, pequena cidade de fronteira, soldados alemães entraram em territorio polonês com consideraveis forças terrestres e força aerea de apoio no total de  60 divisões. Por força do protocolo secreto do Pacto Germano Sovietico assinado uma semana antes, forças sovieticas entraram pela fronteira leste da Polonia em 17 de setembro com 33 divisões.

Contra essas duas forças invasoras os poloneses se defenderam com 39 divisões com equipamento antiquado e carente de blindados, ainda usando muita cavalaria.

As perdas polonesas foram altas, 66 mil mortos, quase 200 mil feridos e 700 mil prisioneiros.

Em  6 de outurbro a Polonia estava vencida, embora nunca tenha se rendido formalmente.

A Alemanha anexou seu quinhão da Polonia, criando um ""Governo Geral" para administrar o territorio.

Por causa da invasão da Polonia a Inglaterra e a França declararam guerra à Alemanha dois dias depois, por força de tratados de aliança com a Polonia.

http://www.youtube.com/watch?v=uNOqSSP1o94

 
 
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BUDA DO FUSCAO

EUA ameaça com intervenção na SíriaOs próximos passos do Tio SamRevolução síria?Imperialismo ianque jogando bilharBARACK OBAMA e HILLARY NÃO TEM MORAL em falar sobre direitos humanos.

 
 
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Nadraas

Teorias de Conspiracao todas sao, principalmente aqueles que envolvem uma geopolitica confusa com uma mistura explosiva de religiao, dinheiro, petroleo, destruicao de nacoes, etc. Porque nao atentar para aquelas que nao sao divulgadas pela midia a servico do ocidente e que geram ainda mais perguntas e duvidas? Pensei em fazer uma traducao livre do ingles mas o artigo e longo. 

Aqueles que se interessam: http://williambowles.info/2013/08/28/us-israeli-false-flag-gas-attack-unravels-by-william-bowles/

A notar: o otimo conceito do jornalista brasileiro Pepe Escobar a nivel mundial. Ainda existem jornalistas!

 

 
 
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Maco

Nassif.

Alguns hackers estão invadindo sites de empresas do Brasil para propagar o que tem acontecido na Siria.

 

Veja por exemplo este de empresa de engenharia:

http://www.pohligheckel.com.br/

acabo de consultar em 31/08/2013 - às 12:25H e a página foi invadida. Tenho imagem, mas não sei como colocar aqui.

A mensagem é a seguinte (seguida por muitas fotos, inclusive de crianças mortas):

"FREE SYRIA

HAcKeD BY NeT.Defacer

‫عذرا يا صاحب الموقع لوضع هذه الصفحة على موقعكم ولكن نريد أن نوصل رسالة لدولكم وللمجتمع الدولي الذي يدعي الحفاظ على حقوق الإنسان . فأين انتم مما يحدث في سوريا حتى الأطفال لم يسلموا من القتل  واليكم الصور 
حتى السلاح الكيماوي يتم استخدامه ولم نرى لدولكم أي تحرك لوقف هذا العدوان على الأبرياء‬‎

 

Sorry to put this page on Your Website but we want to Sent a message to your countries and the international community ... About What Happens In Syria 
which claims to maintain human rights . Where is Your Goverment and The international community , even children not spared from murder See There pictures
Even chemical weapons being used and did not see your countries any move to stop this aggression on the innocent People

"

 
 
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Paulo Henrique Tavares

Se queres a paz, prepare-se para a guerra.

No caso em questão acredito, como já disse antes, que na hora h, a direita inventa qualquer besteira e "aborta/adia" o ataque à Síria. Pois a idéia de simplemente chegar ao Irã, não parece tão simples, as portas estão se fechando, além do custo político também ser muito alto.

De mais a mais, não me parece que a coisa é tão simples como foi na Líbia, cujo custo foi praticamente zero.

O que eu acho é que o Bashar Al Assad sairá ainda mais fortelecido deste episódio. Quem, há dois anos atrás, achou que a Síria sobreviveria? quem achou que a Síria iria derrotar os terroristas bancado pelos judeus e americanos? O próximo passo e esmagar o que resta de terrorista e retomar as Colinas de Golã, roubado pelos judeus (para variar)

 
 
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Avelino de Oliveira

Caro Nassif e demais

A Síria será atacada, assim como JD será preso.

As mentiras vigoram nos dois casos.

Saudações

 
 
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Alessandre de Argolo

Isso já está previsto há muito tempo no palco armado nos últimos anos no Oriente Médio. Todos os últimos fatos ajudaram ao master plan de isolar o Irã e preparar o ataque. A Síria sempre foi historicamente um inimigo muito presente do Estado de Israel fundado em 1948.

Tecnicamente, vivem em estado de guerra por causa das Colinas de Golã, território sírio sob ocupação israelense desde 1967 (Guerra dos Seis Dias), de onde Israel extrai boa parte da água que consome.

Ou seja, num eventual conflito armado entre Irã e Israel, claro que a Síria escolheria o lado iraniano. Portanto, é do interesse de Israel uma Síria enfraquecida. Faz parte da estratégia dos EUA e de Israel na região. O que se esconde por trás da guerra civil na Síria são os interesses americanos e israelenses no Oriente Médio, cuja finalidade maior é atacar o Irã.

 
 
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leonidas

Argolo

nao é do interesse de Israel uma Siria nas maos de jihadistas

Ou um Libano arrastado novamente para uma guerra civil

E o que muito possivelmente aconteceria com uma intervençao ocidental

Aquele T.O.  é como m*&¨# quanto mais voce mexe mais fede...

 

leonidas

 
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Mariano S Silva

Mas é do interesse de Israel uma Síria dividida e governada por facções, onde nenhuma teria o poder do estado Sírio. Além disso, para os americanos e europeus eliminar a base russa de Tartus, livraria o Mediterrâneo da presença naval russa, confinando-a aos mares gelados, nem sempre navegáveis, do norte. Mais ainda, tem a estória do oleoduto Nabuco, hoje em estado latente, mas passível de ressureição.

 
 
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Edsonmarcon

  Uma coisa me incomoda:

  Assad autorizou a entrada dos inspetores da ONU na Síria, eles chegaram a Damasco no dia 18

http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2013/08/inspetores-de-armas-qu...

 

 Três dias depois Assad atacaria um subúrbio de Damasco com armas químicas?  Não tem sentido.

 E os que acusam Assad são os mesmos que diziam que Sadan Tinha armas de destruição em massa.

 já vi esse filme.

 

¨Liberdade é a liberdade dos que pensam diferente¨ -- Rosa Luxemburgo

 
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Andre Araujo

Nada a ver. Os inspetores da ONU chegaram POR CAUSA do ataque com armas quimicas

Assad obviamente não atacou com os inspetores da ONU la em Damasco. Que papo.

 
 
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Edsonmarcon

 Os inspetores chegaram no dia 18, veja link do G1

No site da BBC:

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/08/130826_quimico_siria_qa...

¨Na tentativa de expulsar forças rebeldes de uma área próxima ao leste da capital Damasco, as forças do governo iniciaram um intenso bombardeio na manhã de 21 de agosto. Grupos de oposição dizem que, durante esse ataque, foguetes com agentes tóxicos foram lançados em áreas civis na região de Ghouta.¨

 

¨Liberdade é a liberdade dos que pensam diferente¨ -- Rosa Luxemburgo

 
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Andre Araujo

http://worldnews.nbcnews.com/_news/2013/08/25/20179917-syria-to-let-un-i...

Se os inspetores foram a Siria PARA verificar o ataque com arams quimicas é porque o ataque antecedeu a visita dos inspetores ou será que os ispetores da ONU foram lá assistir a um ataque com dia e hora marcada pelo Assad?

 
 
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DUCO

 
 
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DUCO

Não à invasão imperialista da Síria (2) 

Até o fechamento dessa edição, a invasão não havia se concretizado. Depois de dez anos de guerra imperialista, contra o Iraque o Afeganistão, a iminente invasão da Síria gerou uma enorme crise. 

De um lado está a campanha dos EUA contra o governo de Assad, pintado como um dos últimos cruéis ditadores a serem derrubados. O recente ataque químico, cuja autoria o governo sírio não reconhece, foi o pretexto que faltava para o imperialismo concretizar seus planos. O ministro do Exterior britânico, William Hague, caracterizou o uso de armas químicas como “inaceitável”. 

No entanto, a posição de “salvadores do mundo” não resolveu. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, enfrenta oposição interna. Na quarta-feira, ele indicou que não iria propor votar a autorização da ação no Parlamento após oposição do Partido Trabalhista, cujo líder disse serem necessárias “provas contundentes” de que o governo sírio conduziu o ataque.

Dentro da ONU tampouco há consenso. Embora o secretário-geral, Ban Ki Moon, tenha se declarado favorável à intervenção, inspetores da ONU estão investigando o ataque e a Rússia, que tem poder de veto dentro do Conselho de Segurança, desautorizou qualquer operação militar. O presidente russo, Vladimir Putin, ameaçou uma invasão à Arábia Saudita caso se concretizasse o ataque imperialista à Síria.

Dentro dos próprios Estados Unidos já se inciaram protestos contra a possível guerra.

O ocorrido na Síria é o típico pretexto que o imperialismo utiliza para justificar suas guerras. Entram como os “pacificadores”, “humanitários”, “protetor dos civis indefesos”, quando seu verdadeiro objetivo é o controle econômico e político da região. 

A China, que também está contra a intervenção, comparou a situação com o período que precedeu a guerra do Iraque, cujos pretextos, as supostas armas de destruição em massa, se revelaram uma farsa. Além disso, foi possível ver no Iraque a devastação que provocou a ocupação imperialista.

A hesitação em dar início à guerra e a forte oposição, mostra que o imperialismo se encontra em uma situação frágil, na qual a crise econômica e as consequentes mobilizações em diversos países cumprem um papel fundamental. Uma intervenção na Sïria, nesse momento, poderia levar a uma convulsão em toda a região, que ja está bastante desestabilizada. 

No entanto, para o imperialismo não se trata de uma opção, mas de uma necessidade, que mostra como, diante do acirramento das suas enormes contradições, o sistema capitalista vai criando as condições para a sua própria destruição.

 
 
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Andre Araujo

O HOMEM BOM DA UNASUL - Os lideres da UNASUL enchem a boca com a palavra DEMOCRACIA quando

falam da deposição legal do Bispo galã Lugo mas se sentam a mesa com o Coronel Deseré Bouterse, presidente do Suriname, velha caudilho que já era bem conhecido ao tempo do regime militar brasileiro.

do qual é contemporaneo no poder, com ficha quilometrica que faz de Donadon ser noviço de convento,

Desi Bouterse está condenado na Holanda a 11 anos de cadeia por trafico internacional de cocaina, um carregamento de 474 quilos, a familia inteira opera no mercado, o filho está preso no Panama pelo mesmo motivo. Alem disso há massacres, assassinatos, todo Codigo Penal em cima do companheiro da UNASUL, aliás, agora presidente da UNASUL, que lindo.

 
 
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Paulo Figuiera

Diplomacia é assim mesmo, não tivemos que conviver anos nos fóruns internacionais com o sr. Bush a quem os adjetivos genocida e idiota se aplicam perfeitamente.

 
 
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Daytona

André, e a coalizão árabe de Democracias do Golfo, aliados dos EUA?

Nunca vi o senhor encher sua boca pra falar deles.

Por que será?

 
 
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Andre Araujo

Falar o que? São traficantes de cocaina como o Bouterse? Cada papo idiota.

 
 
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Marcos Carvalho Campos

Não são traficantes de cocaína porque lá não se pode nem tomar uma gota de alcool, mas financiam todas os grupos "rebeldes" sunitas oriente médio afora, começando pela Al-Qaeda. Para quê ?

 
 
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Daytona

André, e a coalizão árabe de Democracias do Golfo, aliados dos EUA?

Nunca vi o senhor encher sua boca pra falar deles.

Por que será?

 
 
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Marcel Santo

mas André!

 

Bouterse, Lugo, Donadon e Evo fazem parte da base aliada!  então tudo podem!! até mesmo envergonhar uma nação inteira!

 
 
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Marcel Santo

Obama desde que fez o discurso em Berlin antes de ser eleito já me pareceu uma fraude!  Imitando Kennedy, querendo criar a imagem de que representava o novo etc etc.  Não dá para confiar em produtos do marketing politico!!

os EUA querem atacar a Siria, pois isso se insere em um estrategia indireta para atingir o Irã!  Com a Siria "pacificada"  o Hezbolah e Hamas também irão aquietar, isso permitira a Israel impor suas condições de paz com mais facilidade,  ao mesmo tempo que encurralará o Irã. Os paises do golfo iniciaram uma corrida para compra de armas que o Irã não tem como acompanhar, devido ao bloqueio de vendas,  paises como Bahrein que vc atravessa em menos de 2 horas de carro compraram aviões de transporte estrategico que serviriam para paises como o Brasil,  caças de ultima geração, o Irã tem caças da 2ª e 3ª geração e ainda estão meia bomba!

Esta nitido que a Alqaeda não assusta mais o ocidente, pois segundo especialistas aqui do blog, os americanos se aliaram com grupos simpatizantes do grupo na Libia, no Egito e agora na Siria.  Se lembrarmos que o antepassada da Alqaeda se aliou aos americanos contra os sovieticos no Afeganistão, notaremos que eles estão mais juntos que separados!!!   mundo curioso!!!!

 

 
 
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leonidas

Esse eventual ataque americano a Siria é algo esperado de uma administraçao ao estilo louco de pedra da era Bush filho

No atual contexto ver os EUA querendo fazer algo assim é osso , muita burrice...

 

leonidas

 
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Marcel Santo

e obvio que isso de imediato beneficiara os EUA, Israel e demais governos conservadores da região (todos) ,  mas no medio prazo beneficiara a toda a população, essa situação de conflito na região precisa acabar, um lado terá que ser vencedor, mas com a paz, a região poderá voltar a se desenvolver e recuperar a qualidade de vida, e isso como vemos no Brasil traz mais vontade de liberdade do povo e de direitos, portanto, mesmo uma vitoria na força dos EUA e seus aliados, será benefica para a região no medio prazo. Sem guerras não sera possivel mais ditaduras manterem seus povos cativos!

 
 

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