Minoria de baderneiros transforma sociedade em refém

Foram sete horas de nó no trânsito do Rio nesta quinta-feira, 15/08. O estado democrático impõe, no entanto, direitos e deveres. O direito de manifestação pública de uma minoria de arruaceiros radicais, não pode se sobrepor ao direito de ir e vir da maioria dos cidadãos, nem infringir regras de conduta social, prejudicar constantemente a circulação viária,  trazer prejuízos à vida em comunidade, destruir  o patrimônio público e privado, atentar contra a ordem pública e contra o funcionamento das instituições democráticas e ameaçar e cercear o trabalho da imprensa livre. Caso contrário estaremos diante de um estado anárquico. Neste caso cabe à força policial do estado, em sua missão de regular direitos, restaurar a ordem pública e a normalidade da circulação viária, em nome do relevante interesse social. A sociedade não pode permanecer refém do radicalismo e da intolerância. Isso é contra a democracia. Milton Corrêa da Costa é cidadão brasileiro que luta pela democracia responsável

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