No SE, só São Paulo não atinge metas do milênio

Por Homero Pavan Filho

Do PNUD

Sete estados atingem ODM contra a pobreza

Ciclo de seminários regionais de acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio debate dados regionais de metas da ONU

da PrimaPagina

Das 27 unidades federativas brasileiras, sete conseguiram reduzir pelo menos à metade, entre 1991 e 2008, a proporção da população com renda familiar inferior a R$ 255 (meio salário mínimo), meta estabelecida pelo primeiro dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), cujos cumprimentos são previstos até 2015, revela o coordenador do Orbis (Observatório Regional Base de Indicadores de Sustentabilidade), Alby Rocha, que participou do 3º ciclo de Seminários Estaduais de Acompanhamento dos ODM, entre 23 de abril e 10 de junho.

Dos sete estados, seis ficam no eixo Sul-Sudeste: Santa Catarina lidera os avanços, com 67%, seguido de Paraná (60%), Rio Grande do Sul (54%), Minas Gerais (53%), Espírito Santo (51%) e Rio de Janeiro (50%). Goiás é o único de outra região a alcançar o objetivo 1, com progresso de 53%.

"Já São Paulo não avançou tão rapidamente", explica Rocha. A maior metrópole do país teve resultados bem inferiores: reduziu a pobreza em 30%. O estado possui 5,7 milhões de pobres, sendo que 1,63 milhão de pessoas possuem renda familiar mensal menor que R$ 127,5.

Se Se Santa Catarina foi o estado que apresentou melhor resultado, Roraima seguiu a direção inversa, com queda de apenas 4% no indicador de pobreza no período analisado. Em compensação, é o que apresenta o menor número de pobres no Brasil: 160 mil. Na região Norte, o Tocantins ficou perto de alcançar a meta, com avanço de 46% no objetivo 1.

Com exceção do Distrito Federal (25%), as outras três unidades federativas do Centro-Oeste fizeram progresso considerável. Goiás ultrapassou a meta, enquanto Mato Grosso (49%) e Mato Grosso do Sul (48%) quase chegaram lá. Por outro lado, o DF é quem possui menos pessoas sob a linha de pobreza na

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38 comentários
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Wladson Dalfovo

Olá Nassif!

Na verdade queria comentar a boa matéria da Carta Capital esta semana, onde trata da carga tributário brasileira e de acordo com a revista, esta carga é mais injusta do que excessiva. Vale a pena dar uma olhada e postar alguma coisa a respeito.

De Floripa, abraços.

Wladson Dalfovo

 
 
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Edison Filho

Já sei o que o Serra vai dizer, se não for trololó petista então a culpa é dos nordestinos que sempre puxam a média paulista pra baixo..

 
 
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foo

 

Infelizmente o artigo descontextualiza os fatos para transmitir um ponto de vista predeterminado (de que Sao Paulo vai mal).

Sao Paulo nao esta' mal em comparacao ao restante do Brasil, ao contrario, vai muito bem.

O estado de Sao Paulo tem uma populacao de 41 milhoes de habitantes, e 5,7 milhoes de pobres -- ou seja, 14% de pobreza. O indice de desenvolvimento humano (IDH) do estado de Sao Paulo e' de 0,833, considerado elevado. Os unicos estados com IDH maior sao Santa Catarina (com populacao de 6 milhoes) e Distrito Federal (3 milhoes).

O restante do Brasil ainda precisa avancar muito, para chegar perto de Sao Paulo. E precisam necessariamente avancar mais do que Sao Paulo, que continua melhorando seus indicadores.

Enfim:

Este e' o tipo de analise que a gente espera encontrar na Veja, que distorce os fatos e omite informacoes para transmitir ideias preconcebidas.

Nao e' o que eu esperaria encontrar num blog que condena este tipo de pratica jornalistica.

 

 
 
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luisnassif

Foo,

deixe-me explicar como sairia na Veja:

1. As metas do milênio visam acompanhar o trabalho dos governantes daqui até o milênio. Justamente por isso não trabalha com valores absolutos.

2. Se trabalhasse com valores absolutos, o pior governante do sudeste sempre seria melhor do que o melhor do nordeste, porque não se mudaria jamais a relação entre estados atrasados e desenvolvidos. E ele não precisaria perseguir meta nenhuma, porque o próprio desenvolvimento histórico do seu estado asseguraria a liderança sobre os estados mais atrasados.

3. Justamente por isso, analisa-se a melhoria relativa, a comparação do estado com ele mesmo.É a maneira de avaliar a competência de cada governo estadual para atingir as metas propostas.

5. Veja, como não sabe a diferença entre dados relativos e absolutos, faria como você: escolheria o que melhor se adequasse ao seu raciocínio e apresentaria aqui, mesmo desconsiderando a lógica das metas. Deixaria de lado a informação de que as Metas do Milênio SEMPRE trabalham com dados relativos. E acusaria quem pensa diferente de fazer como a Veja.

6. Tenho uma proposta: ou escreva para a UNCTAD mudar seus crotérios ou pare de ler a Veja.

 
 
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foo

A questao e' justamente essa: usar dados relativos para dizer que Sao Paulo esta' mal, o que simplesmente nao e' verdade.

E' muito mais facil reduzir a pobreza de 100% para 90%, do que de 10% para 0%.

Quando nos encontramos proximos da meta (Sao Paulo tem um indice de 14%), torna-se cada vez mais dificil conseguir ganhos significativos -- pelo simples fato de que os ganhos significativos foram conseguidos ha' muito tempo atras.

Entao, e' um exemplo de muita ma' vontade contra a administracao paulista querer comparar os ganhos incrementais paulistas com aqueles de outros estados, que precisam correr muito para chegar ao IDH de Sao Paulo.

 
 
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luisnassif

Não é verdade e já demonstrei a falácia desse argumento:

Estado 1: 60% de miséria. Para reduzir em 50% a miséria teria que melhorar a vida de 30% da população. É por definição é estado pobre.

Estado 2: 14% de miséria. Para reduzir em 50%, bastaria melhorar a vida de 7% da população. Sendo mais rico.

Você usa o conceito de ganhos incrementais - que se aplica a programas de qualidade - para dados sociais em que se trabalha com a miséria absoluta. Usa dados relativos quando deveria usar absolutos; e absolutos quando deveria usar relativos. Montar um programa para 7% da população é muito mais fácil do que para 30%.

 
 
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Bitt

Essa "lógica" do Rafael e do foo parece fazer sentido, mas é um sofima...

Basta observar outros estados que conseguiram atingir a meta (SC, RS, PR, MG, RJ), que também possuem IDH parecido com o de SP.

E o DF está no mesmo caminho que SP.

 
 
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natercia

Nassif,

Com esses resultados, deve-se perguntar ao Serra e ao Kassab quais os motivos para  São Paulo não abrir inscrições para o Programa Bolsa Família.

Deve ser porque em Sampa não há tem pobreza...

 

 
 
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Rafael Costa

hahahhahahahah!

Nada tendencioso este post.

é sempre mais difícil para o estado mais rico diminuir a pobreza relativa do q para um mais pobre.

Claro, mas quando se é para atacar SP deixam a lógica de lado.

 
 
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luisnassif

Estado 1: 60% de miséria. Para avançar em 50%, tem que tirar da miséria 30% da população.

Estado 2: 10% de miséria. Para avançar 50%, tem que tirar da miséria apenas 5% da população. E sendo o mais rico.
Entendeu a verdadeira lógica? 

 
 
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"o" Rafael

Caramba, Nassif, você tá passando vergonha. A crítica do meu xará faz todo o sentido sim. Esses 5% que vocÊ citou são grupos nas margens, capilarizados, que são mais difíceis de alcançar com políticas de massa.

Não é por outro motivo que países com 95% de alfabetização têm uma dificuldade imensa de alcançar os 5% restantes. É muito mais fácil -- e aqui sim está a "lógica", se você prefere chamar assim -- alfabetizar 50% de uma população completamente analfabeta do que alfabetizar 2% de uma população 95% analfabeta.

 
 
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Rafael Costa

Nassif,

Sua lógica faz sentido, mas a minha também não está errada!

Mesmo assim, obrigado por não podar meu comentário.

 
 
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luisnassif

Nunca podo comentários educados.

 
 
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Savio

Porque seria Rafael? O Estado que é mais rico tem muito mais capacidade de promover políticas sociais e não ao contrário como queres insinuar. Tendencioso é o teu comentário.

 
 
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Rafael Costa

Minha lógica é a seguinte:

Se você analisar o Brasil Vs Finlândia nos últimos 20 anos, certamente o Brasil diminuiu mais sua pobreza relativa do que a Finlândia. Mas isso não significa que os governos do Brasil foram mais competentes. Como o indice de pobreza na Finlândia é MUITO menor do que no Brasil é muito mais fácil para o Brasil reduzir, por exemplo, a pobreza em 30% do que a Finlandia reduzir a sua a 30%.

 

 

 
 
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Heitor

Meu caro,

O fato é que SC provavelmente tem menos pobres que SP ou são percentuais muitos próximo. Se SC  diminuiu em 67% porque SP só diminuiu 30%. Além do mais o parâmetro é a renda de R$ 255,00 (meio salário-minímo). Ou seja é muito mais difício para o Piaui que tem uma renda bem menor de São Paulo diminuir em 50 % o número de pobres.

E seguindo o seu raciocínio então provavelmente o Haiti vs Filândia nos últimos 20 anos deve ter reduzindo bem mais a miséria em números relativos. Já que o que importa é que o estado ou o país seja pobre, não importa o seu crescimento econômico, as suas políticas de inclusão social, não importa a melhoria na distribuição de renda, não importa o aumento na renda do trabalhador, não importa o governo investir para mudar uma realidade na faixa de menor renda da população.

Na  real, ou o estado de São Paulo não cresceu como o resto do Brasil ou em São Paulo houve um aumento de concentração de renda. Ou ambos. Ou quem sabe não teve uma boa administração?

 
 
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luzete

que lógica é esta que te ilumina e permite dizer que para o mais rico é mais difícil diminuir a miséria relativa?!

que coisa mais absurda! é assim mesmo que você vai defender teu candidato?

tá vendo que, com esta (falta de ) lógica vocês não o ajudam em nadinha a melhorar elaborar o programa de oposição!

 
 
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André Carmona

Lógica? Não precisamos de tanto. É só observar quais estados cumpriram a meta. Vejas os três primeiros. Certamente os mais pobres da federação ...

 
 
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LEOSPHERA

Não teve devido destaque o desastre da capital federal: a maior renda per capita do país, cercada de miséria. E não estamos avançando nada na melhoria desse quador: 25%, ou metade da meta. Com a política que temos (e a perspectiva da volta de Roriz), há pouca razão para otimismo.

 
 
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Savio

Engraçado isso. Se considerarmos que a "locomotiva" do Brasil deveria dar esse exemplo e no entanto o que se vê é esse retrocesso todo. Os paulistas que me desculpem, mas persistir na tucanada é burrice. E das grandes. 

ACORDA São Paulo!

 
 
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Rafael Costa

Quer dizer então que os "tucanos" são monstros malvados que propositadamente não deixam os miseráveis sairem da miséria?

Então o que os paulistas devem fazer é votar nos petistas que são os políticos cheios de "bondades", que com suas varinhas mágicas vão fazer os miseráveis do estado progredirem de vida?

 

Acho um tanto infantil a militância de muitos aqui no blog.

 
 
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Savio

Se deve votar em petista eu não sei, No meu estado, SC, o PT não é governo e não foi nos últimos 10 anos e é o Estado com melhor performance.

Agora, em São Paulo, a certeza que fica é essa mesmo: votar em "tucano" é burrice. Os números não mentem.

 
 
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Duarte

Foi pouco comentado, mas a Forbes fez um levantamento sobre as melhores cidades do mundo, São Paulo ficou atrás de Brasilia e Rio de Janeiro.

 
 
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Rafael Costa

E daí?

Mas deve ter ficado na frente de Belém, por exemplo...

 
 
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hc.coelho

Cômica a manchete do globoonline: FHC e Lula tirarma 13 milhões de pessoas da pobreza.

FHC????????? Que que este cara está fazendo aqui? Enterrou o país. Tornou mais pobres os pobres.

Vamos rir...

 
 
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Flaume

Acho engraçado este post, criticando o Serra pelo número atingido por SP. Vejam o nordeste por que será que ainda não atingiu números melhores ainda, por culpa do FHC? Ou culpa dos coronéis que vivem no Nordeste, vejam vocês, a maior bancada no congresso é do Nordeste, e mesmo assim tem números horriveis.!!!!???? 

 
 
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Savio

Bela comparação a tua, hein? Compare São Paulo com o Rio, ou com a nossa SC. O post é bem claro: NO SUDESTE só SP, não atinge a meta, e foi pior do que o RN, lá deu 39% em SP somente 30%.

 
 
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Arnaldo Costa

Perguntas para o Zé Limão:
 
- Com a contusão de Arruda e a fuga de Aécio, a chapa ficou desfalcada de vice?
- Você pretende em seu governo continuar sendo o maior cliente das revistas da Abril?
- Por que você se apropriou de programas e realizações de outros governos? Foi por falta de ter algo para chamar de seu?
- O buraco do metrô, bem como o alagamento generalizado em São Paulo, foram fortuitos? Apenas incidentes de percurso?
- Você acredita na frase: "Quem não faz, não erra. E quem não erra é promovido"?
- Você fará no Brasil o mesmo que não fez em São Paulo?
- Os pedágios são um bom negócio?
- Na falta do apoio do Arruda, vocÊ teve que abraçar o Roriz?
- O ex-deputado cassado Jeferson é um bom exemplo para sua campanha? Vocês irão baixar o nível da campanha mais ainda? Não têm medo de se afundarem na lama?
- O seu diploma de economia foi emitido pela imprensa?
- Caso ganhe, venderá o Petrobrax, o BB, a Caixa e outros, por preço de banana?
- As privatarias são um bom negócio? Geram caixa para a campanha e riqueza para turma?
- Através das alianças, principalmente com o DEM(ex-PFL, ex-PDS), os news coronéis, a elite separatista e a velha politicagem estarão bem representadas em seu desgoverno?
- Em relação à CLT, pretende rasgá-la?
- Você continuará apoiando a ditadura da imprensa? Inclusive mandando despedir quem fizer oposição a seu governo?
- Os trabalhadores e professores continuarão a ter o mesmo tratamento? O do cassetete...
- Como Caetano, você continuará acordando só depois das onze?

 
 
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Jorge Nogueira Rebolla

A carga tributária é injusta e excessiva. Injusta por onerar preferencialmente os mais pobres e excessiva se comparada aos países com desenvolvimento econômico semelhante ao nosso. Educação, saúde, segurança pública, habitação, transporte coletivo, tudo aqui é pior que nos outros países do mesmo nível de desenvolvimento econômico, geralmente com menores percentuais de tunga pelo Estado.

"Brasil situa-se entre os países de maior carga tributária e entre os de menores gastos sociais." fonte: Tesouro Nacional

Como dizia a canção da Gal Costa: onde está o dinheiro ...

Quanto ao pnud.

O atlas do desenvolvimento humano no Brasil, divulgado pela própria onu dizia que em 2000 o estado de São Paulo tinha 14,4% de pobres, isto é, pessoas com renda per capita familiar inferior a meio salário mínimo, de acordo com os seus parâmetros.

O pnud cita renda familiar inferior a meio salário mínimo, ou seja, concluímos renda de todo o grupo. Se considerarmos os 5,7 milhões de pessoas que se encontram atualmente nesta situação onde estão as conquistas sociais do governo lula? Visto que existe uma imensa diferença entre renda per capita familiar e renda familiar. A não ser que as famílias nesta situação possuam um único membro. Se o texto está correto involuímos na era lula.

Como então dizer que reduziu a quantida de brasileiros indigentes?

Por isto que sempre fico com os dois pés atrás quando são divulgadas estatísticas. Estes números simplesmente não batem. São publicados de acordo com o interesse do divulgador. Portanto o viés estrelista vermelhista  do post se analisado pode ser um gol contra.

No post também foi esquecido este parágrafo:

Já o Nordeste continua apresentando os menores avanços do país. O estado que mais se aproximou da meta 1 foi o Rio Grande do Norte (39%), enquanto o que ficou menos perto foi Alagoas. Em todas as unidades federativas nordestinas, cerca de metade da população se encontra abaixo da linha de pobreza, indicam os dados das sínteses estaduais da região, quando confrontados com estimativas populacionais do IBGE de 2007.

 

 
 
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Flaume

Graças a Deus o PT nunca governou o nosso Estado(SC) e quando governou a cidade de Blumenau colocou a Cidade numa marcha ré!!!!

 

Paulo

 
 

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