O MUNDO BIPOLAR

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Sinceramente pensei que com o fim da Guerra Fria e com a queda do Muro de Berlim estava extinto o Mundo Bipolar. Acreditei que era o fim do pensamento cindido, viciado em separar tudo em duas pastas: Certo ou Errado, Bom ou Ruim, etc. Nestas manifestações coletivas de quebra da barreira divisória, vislumbrei o início da integração dos tais "lados", da unificação dos aspectos diversos numa só idéia. Agora o vício de julgar iria ceder em favor do exercício de ponderar, refletir, considerar o terceiro, quarto, quinto elemento na formação de uma opinião. Iríamos tomar mais tempo digerindo as coisas, teríamos mais cuidado antes de chegar às conlcusões. Já faz tanto tempo que o pluralismo partidário se estabeleceu nesta nação, fomos libertos daquele modelozinho da Guerra da Secessão, onde tiranos reacionários lutavam para manter seus latifúndios e seus escravos a salvo da ameaça da industrialização, que queria libertar as massas para transformá-las em operários para suas máquinas. Leia mais »

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O MUNDO BIPOLAR
O MUNDO BIPOLAR

Le Monde celebra o Brasil

BRASIL/ ELEIÇÕES - Artigo publicado em 13 de Setembro de 2010 - Atualizado em 16 de Setembro de 2010
'Le Monde' diz em suplemento que o Brasil é um gigante que se impõeDetalhe da capa do suplemento do 'Le Monde' sobre o Brasil.Detalhe da capa do suplemento do 'Le Monde' sobre o Brasil.ReproduçãoElcio Ramalho -Rádio França Internacional

Com o título "O gigante se impõe", jornal francês Le Monde fala da reta final da campanha eleitoral no Brasil e faz um balanço das transformaçoes alcançadas em 25 anos de democracia.

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O Katrina e o culto da intolerância

Por NeyLima

Alguns costumam considerar que a pobreza material sustente e promova a violência, o que nem sempre é demonstrado. Mas a intolerância, esta sim, sempre que encontra o campo livre, costuma trazer divergências e expor violências. O rico EUA, nos traz um fato para que nos acautelemos diante de um futuro incerto, com menos espaços, alimentos e empregos:

Investigações pós-Katrina revelam ataques raciais pelos brancos

Trymaine Lee
Nova Orleans (EUA)

Nos dias que se seguiram após o furacão Katrina ter deixado grande parte de Nova Orleans em ruínas inundadas, a cidade estava tomada de histórias de violência e derramamento de sangue.

A narrativa daqueles primeiros dias caóticos –construída em grande parte com base em relatos incompletos e rumores infundados– rapidamente se transformou em uma espécie de consenso terrível: negros pobres e saqueadores assassinavam inocentes e aterrorizavam quem quer que cruzasse o caminho deles na cidade escura, desprotegida. Leia mais »

A VIDA NO ANO DE 2012

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Nasci em família de artistas durante o períiodo da resistência à ditadura e testemunhei o golpe militar de 64. Aprendi a ler na ANTOLOGIA POÉTICA de Mário Quintana aos 4 anos de idade. Lembro que havia livros e discos de vinil que ficavam escondidos em casa, e de me ensinarem que ninguém podia saber onde estavam. Aprendi também que nunca poderia repetir alguns nomes de poetas, autores e até de alguns parentes. Alguns desapareceram e só muitos anos depois soube que foram assassinados pelos militares. Meio século se passou e pude ver a bandeira comunista tremular livremente na Av. Paulista durante a posse do primeiro Presidente representante do proletariado brasileiro. Lamentei que meus pais não viveram para testemunhar este momento, mas eu estava lá. Minha mãe ainda teve o prazer de poder votar no Lula, mas não de vê-lo na presidência. Em meados do tão falado ano de 2012, acompanhei a virada do milênio e todas as profundas transformações que ocorreram neste tão pouco tempo, em todos os setores da sociedade. Leia mais »

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A VIDA NO ANO DE 2012

Castels e a sociedade em rede

Caro Nassif,

Aproveitado que vivemos falando dos impactos da internet por aqui, veja só essa matéria com o Manuel Castells na revista de cultura do Clarín. Tenho questionamentos à sociedade em rede que ele estuda e descreve, sem deixar de reconhecer os (muitos) méritos intelectuais dele, mas essa análise me parece bastante afiada. O que você e a comunidade acham?

http://www.revistaenie.clarin.com/notas/2010/07/08/_-02204650.htm

Manuel Castells: "El negocio de Google es vender libertad"Invitado por la Fundación OSDE y la Universidad Nacional de San Martín, el sociólogo español pasó por Buenos Aires para hablar deComunicación y poder en la sociedad red, tema de su último libro. Explicó conceptos como el de la automediación y la autocomunicación y dijo que "twitter es fantástico para hacer la revolución, pero cuando hay que explicar el programa revolucionario nos vamos a Facebook".Por: HORACIO BILBAO

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A queda demográfica e a disputa pelos trabalhadores jovens.

A população mundial poderá começar a declinar na década de 2040. E não está muito longe para que isso aconteça, faltando, portanto, apenas 30 anos. Nessa época, haverá uma população muito grande de idosos, que em teoria, terá suas aposentadorias custeadas pela massa de trabalhadores jovens. A força de trabalho composta de jovens deverá ser altamente cobiçada pelas empresas a partir da metade deste século, e em virtude disso, também será muito bem remunerada, principalmente nos países desenvolvidos, onde muitos estarão ganhando altos salários, e que também, infelizmente, terão que pagar elevados impostos para sustentar as aposentadorias da população idosa. Esse cenário futurístico não é uma utopia, .....será uma realidade.

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A arrogância e o poderio militar chinês

Do Valor

A arrogância da potência chinesa

Por Brahma Chellaney
05/07/2010 

Para a China, o maior perdedor na crise financeira internacional é o Tio Sam

O sucesso gera confiança e o sucesso rápido gera arrogância. Em poucas palavras, esse é o problema que tanto Ásia como Ocidente enfrentam com a China, algo que voltou a ser demonstrado no encontro de cúpula do G-20 no Canadá. A ascensão de seu poder político e militar vem encorajando o governo da China a buscar uma política externa mais forte. Tendo pregado anteriormente o lema da "ascensão pacífica", a China agora começa a tirar as luvas, convencida de que ganhou os músculos necessários.

A abordagem tornou-se mais pronunciada com a crise financeira mundial iniciada no outono setentrional de 2008. A China interpretou a crise como símbolo do declínio da "marca" anglo-americana de capitalismo e do enfraquecimento da força econômica dos Estados Unidos. Isso, por sua vez, fortaleceu sua crença dual - de que seu tipo de capitalismo, guiado pelo Estado, oferece uma alternativa crível e que sua ascendência mundial é inevitável.

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A oposição e a democracia de massa

Coluna Econômica - 26/06/2010

A divulgação da última pesquisa do IBOPE mostra a candidata Dilma Rousseff a dois pontos da vitória no primeiro turno – se se levar em conta seu percentual de votos sobre o total de votos válidos. Há outros pontos sustentando seu favoritismo: empatou com José Serra no voto feminino; passou-o no sudeste. E ainda conta com 25% do eleitorado que ainda não sabe que ela é a candidata de Lula.

O grande desafio, daqui para frente, será preservar as bases do que poderá ser a oposição ao provável futuro governo Dilma.

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Para a oposição, o ponto central será entender a nova dinâmica social e política brasileira. Por não entender os novos tempos, o Partido Democrata norte-americano perdeu o bonde das eleições da Guerra da Secessão até a eleição de Franklin Delano Roosevelt, nos anos 30. Leia mais »

...enquanto isso, na argentina e na áfrica do sul...

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borges

"As ilusões do patriotismo não tem limite. Leia mais »

O "intransigente" Ahmadinejad?

Contra todas as previsões de um endurecimento  da posição iraniana pós-sanções, vemos Ahmadinejad honrando o acordo com Turquia e Brasil. Hillary e o C.S da ONU vão ficar cada vez mais com "as calças na mão".

Ahmadinejad diz que acordo nuclear 'ainda está vivo'

15 de junho de 2010 

AE - Agência Estado Leia mais »

Israel: os tiros na própria face

Os mais sólidos resultados da política de assassinatos de Israel são os realinhamentos estratégico de países, o descrédito mundial e o fortalecimento dos inimigos.

Artigo de Chico Villela

http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1538 Leia mais »

Minuta para um Estatuto Fundamental da Humanidade

Autor: 

 
O conteúdo a seguir é colocado como primeiro post de nosso blog aqui -  identificado como pluralf não por mera brincadeira - como um FUNDAMENTO, pois tudo o mais que venha a ser postado aqui terá essa proposta ético-política como teoria-em-ação.

É igualmente um convite a que mais pessoas se aventurem a investigar essa contrução, resultado de décadas de trabalho, como fundamento viável para uma sociedade viável.

Minuta para um
ESTATUTO FUNDAMENTAL DA HUMANIDADE

Ralf Rickli, 26.01.2008 (FSM)
em 'Liberdade Socialmente Sustentável' Leia mais »

A Aliança das Civilizações da ONU

Coluna Econômica - 31/05/2010

Os salões do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, de repente, parecem filmes de George Lucas como “Guerra Nas Estrelas”. Pessoas de todas as cores e vestimentas, de véus árabes a ternos ocidentais, senhores circunspectos com ar intelectual e jovens descolados.

A 3a Conferência Aliança de Civilizações das Nações Unidas – de quinta a domingo – é uma demonstração graúda da nova democracia social e nacional impulsionada pelo avanço da Internet e das comunicações no mundo.

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"Beijaço" na Paulista, em defesa do PNDH3

Por Raphael Tsavkko

Alow Nassif, divulga o Beijaço em defesa do PNDH-3! A direita está se movendo!

http://www.trezentos.blog.br/?p=4044 e http://tsavkko.blogspot.com/2010/02/ato-da-direita-contra-o-pndh-3-e-o.html

“Um ‘beijaço’ (Kiss in) acontecerá dia 07 de fevereiro na Avenida Paulista, esquina com Rua Augusta, às 17 horas na cidade de São Paulo.

Trata-se de um ato público, organizado por tuiteiros que usam o ciberativismo como ferramenta de mudança social.

Dele, participam mulheres e homens; homo, hétero e bissexuais, travestis e transexuais. Pessoas preocupadas em defender medidas históricas contempladas no 3º Plano Nacional de Direitos Humanos, apresentado pela Secretária Nacional de Direitos Humanos do Governo Federal. Leia mais »