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Novo MundoNOVO CÓDIGO, VELHO DESENVOLVIMENTOEnviado por Caetano Scannavino, sex, 18/05/2012 - 15:13
Autor:
Caetano Scannavino O meio ambiente não é nem deve ser exclusividade dos ambientalistas ou Ongs, que também não desejam isso. O fato é que todos pedem #VetaDilma: empresários, advogados, redes sociais, o relator do Código Florestal, este que escreve e quase 80% da população brasileira, segundo as pesquisas de opinião. Uma razão a mais para que esta discussão não seja vista ou reduzida a um mero embate entre ambientalistas e ruralistas. Enxergar todos os ecologistas como travas do desenvolvimento ou todos os agricultores como inimigos da natureza só ajuda a ofuscar o debate do mérito do que poderia vir a ser uma nova legislação florestal para o país. Em outras palavras, a oportunidade que se tem para pensar as escolhas do Brasil que queremos nesse século 21. Sem as florestas e seus serviços ecossistêmicos, não tem agricultura. A Amazônia, por exemplo, evapora diariamente 20 bilhões de toneladas de água doce, que seguem regiões afora na forma de rios voadores, tornando férteis as terras do sul do país e de outras nações. Leia mais » Aumenta visibilidade da Frente de Esquerda francesaEnviado por luisnassif, dom, 29/04/2012 - 09:44
Por Marco Antonio L. “Front de Gauche”, França: Reinventar a esquerda Da Al Jazeera (tradução: Vila Vudu) Paris, França – A candidatura de Jean-Luc Mélenchon à presidência na França, embora não tenha sido vitoriosa, deu à Front de Gauche [Frente de Esquerda], aliança de partidos de extrema esquerda, massiva visibilidade na França. O candidato da Front de Gauche recebeu menos votos que os esperados, depois de pesquisas que indicavam que poderia ter 16-17% dos votos. Apesar de a coalizão de esquerda tem obtido 11,1%, o que a pôs em 4º lugar entre dez candidatos, a extrema-esquerda reafirmou-se e voltou a ter espaço na discussão política no país. Yasmine Ryan (YR), da rede Al Jazeera, entrevistou Raquel Garrido (RG), da Frente de Esquerda francesa, aliada há muito tempo de Mélenchon. Como Mélenchon, Garrido também deixou o Partido Socialista no final de 2008, para engajar-se no novo movimento. RIO+20: Florestas, Amazônia e Inclusão – Parte IEnviado por Caetano Scannavino, sab, 28/04/2012 - 19:13
Autor:
Caetano Scannavino Parte I - OU MUDAMOS JÁ O JEITO DE VIVER OU O JEITO QUE VIVEMOS VAI MUDAR “Sou filho dos antigos Yanomâmis, habito a floresta onde vivia o meu povo desde que nasci e eu não digo a todos os brancos que a descobri! Ela sempre esteve ali, antes de mim. Eu não digo: ‘Eu descobri esta terra porque meus olhos caíram sobre ela, portanto eu a possuo! Ela existe desde sempre, antes de mim. Eu não digo: ‘Eu descobri o céu!’. Também não clamo: ‘Eu descobri os peixes, eu descobri a caça!’. Eles sempre estiveram lá, desde os primeiros tempos. Digo simplesmente que eles são parte da vida, assim como eu. Isso é tudo.” - Davi Kopenawa Yanomami (Psa, 2006: p.03) A sociedade dita civilizada deveria ouvir e aprender mais com os povos da floresta, muitas vezes considerados os primitivos. Como nos ensina Davi Kopenawa, líder dos Yanomamis, etnia indígena da Amazônia, as florestas podem até existir sem a gente, mas nós não podemos existir sem ela, que não nos pertence, nós que pertencemos a ela. Se a vida é a maior riqueza que o nosso Planeta nos proporciona, temos que respeitá-lo assim como as árvores, os animais e as gerações que ainda estão por vir. Davi Yanomami relata que quando os índios estão a caminho de um ponto de destino prospectando uma área desconhecida, eles o circundam seguindo uma rota na forma de espiral para que, quando alcançado, já tenham domínio de tudo que está em sua volta e, aí sim, interagir de forma mais harmônica com o entorno. Já os brancos, com todo aparato tecnológico, seguem em linha reta direto ao ponto e quando o alcançam, aí então vão ver o que destruíram no caminho. Algum dia no passado todos eram povos da floresta. Hoje, em um mundo com 7 bilhões de seres humanos – mais da metade vivendo em cidades – muitos esqueceram ou nunca tiveram contato com suas origens. Esta estratégia de ir direto ao ponto já consumiu boa parte das riquezas naturais da mãe Terra, que conta hoje apenas com 31% de áreas florestadas (Fao, 2010). Leia mais » Bauman: as conseqüências humanas da GlobalizaçãoEnviado por luisnassif, dom, 01/04/2012 - 10:38
Por Assis Ribeiro
Globalização: As conseqüências humanas. BAUMAN, Zygmunt. Países correm para defender território no ÁrticoEnviado por luisnassif, dom, 01/04/2012 - 09:02
Por Paulo F. Da Deutsche Welle Países se armam para defender território no Ártico Estudo revela como as nações que clamam território no Ártico estão se equipando para manter controle da zona gelada. Corrida é alimentada pelas riquezas escondidas debaixo da paisagem branca. A defesa do território gelado e inóspito do Ártico entrou na lista dos gastos militares dos países com área costeira na região. Um estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa sobre a Paz de Estocolmo (Sipri, na sigla em inglês), revela como Canadá, Dinamarca, Noruega, Rússia e Estados Unidos estão investindo para não perder o controle das zonas onde clamam soberania. Leia mais » Occupy Wall Street não apoiará ninguém nas eleiçõesEnviado por luisnassif, sab, 31/03/2012 - 11:53
Por alfeu
Do Opera Mundi Occupy Wall Street critica Obama e diz que não apoiará ninguém nas eleições A camisa social de manga curta, a expressão simpática e o sorriso de Stephen Lerner não denunciam a fala enfática e a atuação num dos movimentos mais contundentes do início do século XXI. Entretanto, o norte-americano de 54 anos é um dos mentores do movimento Occupy Wall Street. O reducionismo dos conflitos mundiaisEnviado por luisnassif, sab, 31/03/2012 - 10:46
Por Assis Ribeiro
Do Le Monde Diplomatique Brasil A boa consciência faz a esquerda dormir Por Jean Bricmont* Reduzidos a uma luta entre o bem e o mal, longe de qualquer referência à história e à sociedade, os conflitos das últimas décadas desembocaram na estigmatização do antigo terceiro mundo e na instrumentalização dos direitos humanos. Tudo isso em nome de uma ideologia fundada sobre falsas simetrias A queda do comunismo provocou um grande número de efeitos colaterais, em particular na maneira de pensar da esquerda. Enquanto existia, o comunismo forçava tanto seus partidários quanto seus adversários a refletir politicamente, quer dizer, a propor programas a curto e longo prazo, a fixar prioridades e a avaliar as correlações de força. A filosofia moral subjacente, “científica” ou “materialista”, consistia em inserir as tragédias e os crimes, grandes ou pequenos, na cadeia de causas e consequências, e em pensar que a condição humana só podia ser melhorada por mudanças nas estruturas socioeconômicas. Além de estar presente nos comunistas, essa maneira de pensar se encontrava também nos social-democratas, quando eles realmente o eram, assim como na maior parte dos movimentos anticolonialistas. Toda a elaboração do direito internacional e a maioria dos esforços na busca pela paz eram ligadas a essa filosofia. As várias frentes na integração da América do SulEnviado por luisnassif, sab, 03/03/2012 - 09:43Por Marco Antonio L. Do Blog Democracia&Política IDEIAS SOBRE A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA DA AMÉRICA DO SUL “De modo geral, parece existir consenso de que o processo de integração econômica da América do Sul tende a avançar de forma consistente nos próximos anos. Essa expectativa otimista é resultante direta da atual crise do neoliberalismo e da recente ascensão de governos progressistas, desenvolvimentistas e de esquerdas na região. Apesar dos obstáculos, este é o momento de aproveitar as oportunidades e aprofundar as políticas integracionistas. O Brasil no caminho do desenvolvimento diferenciadoEnviado por luisnassif, dom, 29/01/2012 - 08:12Por Marco Antonio L. Do Blog Democracia&Política / Agência Estado MODELO DE DESENVOLVIMENTO PRÓPRIO FAZ BRASIL SE DESTACAR NO MUNDO Do "Estadão" [jornal que já se declarou, em editorial de out 2010, ser tucano-serrista] O eterno "faça o que eu digo" europeuEnviado por luisnassif, sab, 28/01/2012 - 18:09Por Mariana Silveira O Brasil quer porque quer ser europeu e, para ser europeu, quer esconder o negro debaixo do tapete. E o que é pior, esquece que este modelo de homem dominar homem foi trazido pelo próprio europeu. As elites brasileiras nunca viram o negro como ser humano. Tudo foi e é negado a ele: dignidade, justiça, honradez, sua crença. E, olha, falo isto com orientação religiosa protestante. Leia mais » Proflorestas para quem ama a terra, a água e o arEnviado por Prof. Azevedo, seg, 28/11/2011 - 15:00
Autor:
acmba www.youtube.com/proflorestas Águas de Camboriú(30-10-2011 18-49).wmv Youtube convoco stake holder´s para formarmos uma associação na cidade de Camboriú pra produzirmos FLORESTAS e capturar carbono para limpar o ar de nossos filhos, netos e o NOSSO. Leia mais » Movimento denuncia perseguição de caciques no MSEnviado por luisnassif, ter, 22/11/2011 - 08:59Por Lucas Gordon URGENTE: Lideranças Guarani-Kaiowá estão sendo perseguidos nesse momento no Mato Grosso do Sul São Paulo, 21 de novembro de 2011, 19:25hs. O Tribunal Popular está em contato direto com lideranças indigenas no Estado do Mato Grosso do Sul e recebeu denúncia urgente que pode resultar no assassinato de caciques na região. István Mészaros - O Capital além do capitalismoEnviado por Edson Joanni, ter, 28/06/2011 - 21:05
Autor:
Edson Joanni Entrevista de István Mészaros no OPOVO online
Polêmico e radical pensador marxista explica por que nenhuma das experiências socialistas até hoje podem ser consideradas fieis ao pensamento de Karl Marx.
A perspectiva política adquire ares proféticos, quase messiânicos. O socialismo é o destino inescapável da humanidade. É o futuro inexorável. Será ele ou a barbárie, como disse Rosa Luxemburgo. Isso na melhor das hipóteses, acredita István Mészaros. Pois a crise do Capital é tão grave que periga não deixar nem a barbárie.
Um dos mais radicais pensadores do marxismo atual, Mészaros virou trabalhador de fábrica aos 12 anos de idade. Metalúrgico, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva - lembrou ele durante a entrevista. Mais tarde, tornou-se intelectual, com estudos voltados para a exploração da classe trabalhadora. Leia mais » E Quem Pensa no Haiti? E Quem Reza pelo Haiti?Enviado por luisnassif, dom, 03/04/2011 - 16:38
Autor:
Guilherme de Alarcon Pereira
E Quem Pensa no Haiti? E Quem Reza pelo Haiti? E o Ayiti, bem longe dos holofotes, acaba (em 20/03) de sofrer mais um deprimente Golpe-de-Estado na sua história, agora na versão 3.0. Forçaram até não poder mais para que houvesse uma eleição, última das prioridades trazida para o topo das urgências. Já em 13 e 14 de janeiro de 2010, sob a poeira que não se assentara e em meio aos cadáveres que nem ainda estavam todos mortos, a Secretária de Estado Hillary Clinton já clamava pelas tais eleições absurdas em meio ao caos. O Exmo. Sr. Presidente Préval, presidente-refém como todos os outros, de um estado amputado, ao governo sequestrado de uma nação (das mais dignas, altivas e honradas de que tenho notícia) secularmente violentada, era por demais ligado em seu passado (ainda que já distante) a certas causas e movimentos mais independentes. E um presidente-refém e, portanto, insatisfeito, nunca seria tão benéfico (para o povo Aysién é claro) quanto uma Presidente devidamente adestrada. Leia mais » E Quem Pensa no Haiti? E Quem Reza pelo Haiti?Enviado por Alarcon, sab, 02/04/2011 - 18:37
Autor:
Guilherme de Alarcon Pereira
E Quem Pensa no Haiti? E Quem Reza pelo Haiti? E o Ayiti, bem longe dos holofotes, acaba (em 20/03) de sofrer mais um deprimente Golpe-de-Estado na sua história, agora na versão 3.0. Forçaram até não poder mais para que houvesse uma eleição, última das prioridades trazida para o topo das urgências. Já em 13 e 14 de janeiro de 2010, sob a poeira que não se assentara e em meio aos cadáveres que nem ainda estavam todos mortos, a Secretária de Estado Hillary Clinton já clamava pelas tais eleições absurdas em meio ao caos. O Exmo. Sr. Presidente Préval, presidente-refém como todos os outros, de um estado amputado, ao governo sequestrado de uma nação (das mais dignas, altivas e honradas que tenho notícia) secularmente violentada, era por demais ligado em seu passado (ainda que já distante) a certas causas e movimentos mais independentes. E um presidente-refém e, portanto, insatisfeito, nunca seria tão benéfico (para o povo Aysién é claro) quanto uma Presidente devidamente adestrada. Leia mais » |
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