Resposta à matéria suspeita de Veja

Por Jair Fonseca

Carta da Associação Brasileira de Agroecologia - ABA - à Veja, sobre recente defesa dos agrotóxicos feita pela revista, em forma de matéria jornalística.

Da Associação Brasileira de Agroecologia

Prezado Diretor de Redação,

Referentemente à matéria de Veja, da edição de 04 de janeiro/2012, sobre o tema dos agrotóxicos, chamou-nos primeiramente a atenção o tratamento parcial e tendencioso dado ao assunto, uma vez que se trata de um tema controverso, mesmo nos meios científicos, e que recebeu apenas o veredito de profissionais com legitimidade e isenção questionáveis, considerando que é possível que alguns representem, eles próprios, um comprometimento com a indústria de agrotóxicos, a qual é, obviamente, parte interessada na venda desses produtos. Segundo, soa como prepotente, para dizer o mínimo, a Revista tentar apresentar-se como dona da verdade em um tema sensível e controverso como esse. Por uma questão de imparcialidade e ética, o que se esperaria é que a matéria desse também amplo espaço para o contraditório.

O alto custo de acreditar

Sacolinhas de ouro

SÃO PAULO - O assunto das sacolinhas de supermercado está parecendo plástico: não se degrada. Volto, portanto, a comentá-lo, agora à luz de informações que recebi de leitores. Na verdade, tenho mais dúvidas do que respostas, mas são questões que valeria a pena esclarecer.

Comecemos pela ciência por trás das sacolas ecológicas agora vendidas pelos supermercados paulistas. Elas são feitas com o plástico oxibiodegradável, que são essencialmente polímeros convencionais aos quais se acrescenta um aditivo de amido de milho, que tem a propriedade de enfraquecer algumas das ligações químicas entre as moléculas -conhecidas como forças de Van der Waals.

A cortina de fumaça sobre o pico do petróleo

Por Almeida

Notícias do Pico do Petróleo.

O semanário científico Nature publicou, na sua edição de 26 de janeiro de 2012, um artigo intitulado Política climática: O ponto de inflexão do petróleo foi ultrapassado (Climate policy: Oil's tipping point has passed). O artigo está disponível para assinantes.

Os autores do artigo são James Murray, que trabalha na Escola de Oceanografia de Washington, em Seattle, ligado ao assunto das mudanças climáticas, e David King, diretor da Smith School of Enterprise and the Environment de Oxford.

A relevância do artigo reside na importância da revista que o acolhe, os autores abordam de modo furtivo o tema Pico do Petróleo, que chamam de "ponto de inflexão do petróleo", uma forma de amenizar a apresentação do fenômeno geológico. Se faltou coragem para tratar o assunto pelo nome certo, sobrou desonestidade em não citar estudos, gráficos e argumentos produzidos pela comunidade que estuda o Pico do Petróleo.

Alckmin, do cassetete de borracha às sacolinhas plásticas

Menos sacolas, mais lixo nas ruas

As moscas sumiram, pois o lixo orgânico é embalado nas sacolas plásticas; com o seu banimento, veremos lixo pelas ruas ou em caixas de papelão

Quem está com a razão? Os supermercados, os fabricantes, o poder público ou o consumidor?

Japão pesquisa efeitos da radiação na fauna e flora

Autor: 

Japão pesquisa efeitos da radiação na fauna e flora de FukushimaAnálise registrará os níveis de césio radioativo na fauna e na flora em 25 pontos concretos da província de Fukushima, tanto em terra firme como no mar - Efe  

O Japão começou uma investigação exaustiva para estabelecer os efeitos da radiação procedente da usina nuclear de Fukushima em animais e plantas das regiões mais afetadas pelo acidente atômico, informou neste domingo a emissora 'NHK'.

Modinha, com Roberta Sá e Yamandu Costa

Por Vânia

Roberta Sá e Yamandu Costa - Modinha

Quem denuncia o roubo de Ipê, na Amazônia, morre

Por wilson yoshio.blogspot

Da Época

A Amazônia, segundo um morto e um fugitivo

Dois homens denunciaram a quatro órgãos federais e dois estaduais uma milionária operação criminosa que rouba ipê de dentro de áreas de preservação da floresta amazônica, no Pará. Depois da denúncia, um foi assassinado – e o outro foge pelo Brasil com a família, sem nenhuma proteção do governo. A partir do relato desses dois homens, é possível unir a Amazônia dos bárbaros à floresta dos nobres

 

ELIANE BRUM

 ÉPOCA)

ELIANE BRUM Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de  reportagem. É autora de um romance - Uma Duas (LeYa) - e de três livros de reportagem: Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).
E codiretora de dois documentários: Uma História Severina e Gretchen Filme Estrada.
elianebrum@uol.com.br
@brumelianebrum 

João Chupel Primo é o morto. Junior José Guerra é o que luta para se manter vivo, depois de pedir e não receber proteção das autoridades. Eles denunciaram o que pode ser uma das maiores operações criminosas de roubo de madeira na Amazônia. Segundo testemunhas, as quadrilhas chegaram a transportar, em um único dia, cerca de 3.500 metros cúbicos – o equivalente a 140 caminhões carregados de toras e 3, 5 milhões de dólares brutos no destino final. A maior parte da produção é ipê, hoje a madeira mais valorizada pelo crime organizado pelo potencial de exportação para o mercado internacional. Toda a operação passa por uma única rua de terra de um projeto de assentamento do Instituto Nacional de Reforma Agrária (Incra), controlado por madeireiros: o Areia, localizado entre os municípios de Trairão e Itaituba, no oeste do Pará. Pelo menos 15 assassinatos foram cometidos na região nos últimos dois anos por conflitos pela posse da terra e controle da madeira. Este é o começo da explicação de por que João Chupel Primo morreu – e Junior José Guerra precisa fugir para não ter o mesmo destino.

Agência de energia atômica terá escritório em Fukushima

Autor: 

 

Agência de energia atômica terá escritório em Fukushima

DA FRANCE PRESSE

A AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) vai abrir um escritório em Fukushima para garantir um acompanhamento dos esforços empreendidos para amenizar as consequências do acidente nuclear, provocado por um terremoto seguido de tsumani do dia 11 de março do ano passado.

O anúncio foi feito neste sábado pelo diretor da AIEA, Yukiya Amano, em entrevista à agência de notícias japonesa Kyodo News, em Davos, na Suíça.

A criação do escritório atende a um pedido da população japonesa, agora desconfiada em relação à energia nuclear, após a tragédia. A central de Fukushima foi palco do pior acidente nuclear da história, depois do de Chernobyl.

Tóquio deseja a presença de especialistas internacionais para tranquilizar a população sobre a segurança de suas instalações, antes de pôr novamente em funcionamento os outros reatores do país que foram parados após a catástrofe.

Vale recebe o prêmio "Oscar da Vergonha"

De O Globo

Vale recebe o nada honroso 'Oscar da Vergonha' com 25 mil votos
Tepco, que opera usinas nucleares de Fukushima, e Samsung completam o ranking

O Globo

Carregamento de minério de ferro em uma das minas de Carajás Foto: Marco Antônio Teixeira/28-11-2003

Carregamento de minério de ferro em uma das minas de Carajás Marco Antônio Teixeira/28-11-2003

RIO - Mais de 88 mil pessoas participaram da votação, promovida pelo site Public Eye People's e patrocinada pelo Greenpeace, para eleger a pior empresa do ano. E os eleitores decidiram entregar o "Oscar da Vergonha" para a Vale. O resultado final foi divulgado em Davos, onde está sendo realizado o Fórum Econômico Mundial, entre os dias 25 e 29 de janeiro.

A sustentabilidade como questão de vida ou morte, por Boff

Por wilson yoshio.blogspot

Do Sul 21

FST 2012

Sustentabilidade é questão de vida ou morte, define Leonardo Boff


Leonardo Boff falou sobre sustentabilidade no Fórum Sócial Temático em Porto Alegre| Foto: André Carvalho/Sul21

Vivian Virissimo

“Colocar em prática a sustentabilidade é uma questão de vida ou morte diante de um cenário que coloca em risco toda a civilização. Penso que o grande legado desta crise será a discussão de ideias de que planeta nós queremos”, falou o teólogo Leonardo Boff na conferência Rumo à Rio+20 dos povos que debateu os desafios das grandes questões urbanas na Mesa Cidades Sustentáveis na tarde desta quarta-feira (25) no FST 2012.

Cruzeiros marítimos e sustentabilidade

Por Andre Araujo

CRUZEIROS MARITIMOS E SUSTENTABILIDADE - Os cruzeiros maritimos, como ramo da navegação de passageiros distinto do transporte de linha, nasceram nos anos 20 e se expandiram nos anos 30 para uma clientela basicamente anglo-americana que curtia o verão no Mediterraneo e ocasionalmente em longos roteiros volta ao mundo ou continentais. Um livro hoje clássico LINERS TO THE SUN, em grande formato, de John Maxime-Graham, descreve essa epoca glamourosa que foi muitas vezes fixada em romances e filmes, aonde os passageiros eram ricos com muito tempo e dinheiro, os cruzeiros desses anos dourados duravam no minimo 20 dias e muitos 30 ou 40 dias, o celebre cruzeiro do luxuoso NORMADIE de Nova York ao Rio de Janeiro, em 1938,  durou 35 dias e foi materia de intensa cobertura nas colunas sociais da época, eu mesmo autorei aqui no blog um post sobre esse cruzeiro.  Os passageiros tinham que levar muta bagagem, os cruzeiros, como todos os navios de linha (na primeira classe)  exigiam traje a rigor para jantar e eram palco de um desfile fashion durante o dia e noite no navio e nos passeios nos pontos de visita.

Lei reforça competência dos órgãos ambientais

Por Erick M

Do Valor Econômico

Novo cenário com a Lei Complementar 140

Sérgio Guerra

Era consenso que o país precisava ter uma definição do Poder Legislativo - e não do Judiciário, como vem ocorrendo insatisfatoriamente - sobre as competências dos entes federados em matéria ambiental (União, Estados, Distrito Federal e Municípios). O caminho mais eficaz seria a regulamentação do parágrafo único do artigo 23 da Constituição de 1988 que outorga competência comum a todos os entes federados para adotar ações necessárias à proteção do ambiente.

Finalmente, após 23 anos foi promulgada em 8 de dezembro a Lei Complementar (LC) nº 140, fixando normas para a cooperação nas ações administrativas decorrentes do exercício dessa competência relativa à proteção do ambiente. Bastante aguardada, a pergunta passa a ser se a nova lei possui elementos suficientes para equacionar as dúvidas e reduzir riscos e litígios acerca dos limites de atuação dos órgãos ambientais.

Incêndio destrói árvore de 3,5 mil anos

Do G1

Árvore de 3,5 mil anos de idade pega fogo nos Estados Unidos

Planta conhecida como 'O Senador' era uma das mais velhas do mundo.
Bombeiros tentaram conter o incêndio, mas a planta foi destruída. 

Do Globo Natureza, em São Paulo

Uma árvore de cipreste, com 3,5 mil e tida como uma das mais velhas do mundo, pegou fogo no começo da segunda-feira (16) em um parque localizado em Longwood, no estado da Flórida, nos Estados Unidos.

Conhecida como "O Senador", a planta tinha quase 36 metros e ficava dentro do Big Park Tree. Após falhar em tentar salvar a planta, os bombeiros locais afirmaram não saber o que motivou o incêndio.