Porque o Brasil é caro

Por esquiber

Da Istoé

Por que é tão mais barato?

Os produtos nos Estados Unidos custam até três vezes menos do que no Brasil. A combinação de dólar barato, imposto alto e custos elevados leva o consumidor brasileiro a torrar bilhões no Exterior em vez de gastar aqui e impulsionar a economia nacional

Renata Agostini, de Nova York, Adriana Nicacio e João Loes

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NA TIMES SQUARE
Marco Coutinho e a família em Nova York: giro por oito
cidades americanas e mala cheia na volta ao Brasil

O estímulos para Veículos Leves sobre Trilhos

Por Hermes Renato

VLTs.

Nassif, há uma onda de novos projetos de VLT pelo Brasil, principalmente nas cidades da copa2014.

No Nordeste há uma empresa que produz trens para VLT, inclusive sendo responsável pelo primeiro implatado no Recife.

Não se vê no governo federal, via ministério das cidades ou do planejamento, um projeto para estimular e preparar o planejamento de VLTs aproveitando as melhores experiências e aprendizagem de cada cidade, e principalmente em apoiar e estimular o desenvolvimento de empresas nacionais, a começar por essa do Nordeste que já deu um passo a frente.

Pelo que parece a maioria das cidades está caindo no lobby dos europeus e estamos perdendo mais uma oportunidade de gerar empregos de qualidade com empresas de ponta na industria de trens e VLT.

Seria bom abordar esse tema e quem sabe alguém do governo federal possa "acordar" e barrar esse nossa tendencia colonial de "entregar o ouro".

O investimento na infraestrutura ferroviária

Por Marco Antonio L.

Carta Capital

Dilma anuncia investimentos de R$ 46 bilhões até 2014

Em sua coluna Conversa com a Presidenta, Dilma diz que governo federal vai investir 46 bilhões de reais em ferrovias até 2014. Foto: Nikolay Doychinov/AFP

A presidenta Dilma Rousseff informou em sua coluna Conversa com a Presidenta, publicada nesta terça-feira 3, que o governo federal vai investir 46 bilhões de reais em 4,6 mil quilômetros de ferrovias até 2014. A ação ocorre por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2.

A mesa de negociação para grandes obras de infraesturura

Por raquel_

Do Valor Econômico

Centrais e empresas fecham pacto mediado por governo para grandes obras

Por Fernando Exman | De Brasília

Aproximadamente nove meses depois da instalação da mesa de negociação da construção civil pelo governo Dilma Rousseff, sindicalistas e empresários chegaram ontem a um entendimento para a assinatura de um acordo que visa a melhora das condições de trabalho nos canteiros das grandes obras de infraestrutura do país. 

A mesa de negociação foi criada no fim de março pela Secretaria-Geral da Presidência da República, depois que Camargo Corrêa e Odebrecht enfrentaram graves problemas com milhares de trabalhadores insatisfeitos com as condições de trabalho nos canteiros de obras das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio.

o pacto, que será redigido nas próximas semanas e assinado em janeiro durante cerimônia que deve contar com a presença da presidente Dilma, o objetivo do governo é evitar que problemas semelhantes voltem a ocorrer. Uma comissão permanente será instalada para acompanhar a implementação do compromisso.

Acordo Brasil-EUA vai estruturar hidrovia no São Francisco

Por wilson yoshio.blogspot

Do UOL

Ministério assina acordo com exército dos EUA para estruturação de hidrovia do São Francisco

  • Fernando Bezerra Coelho, ministro da Integração Nacional

    Fernando Bezerra Coelho, ministro da Integração Nacional

O Ministério da Integração Nacional e o Usace --Corpo de Engenheiros do Exército Americano-- firmaram nesta quarta-feira (14) em Brasília, um acordo de três anos para controle da erosão e garantia de navegabilidade na hidrovia do São Francisco, na Bahia.

As atividades terão início em janeiro de 2012 e o total de investimento foi de US$ 3,8 milhões --cerca de R$ 7,12 milhões.

Os polos da indústria ferroviária no Brasil

Por Jose Saguy tenorio

Do iG

País tem mais de dez polos da indústria ferroviária

Três Rios (RJ), Contagem (MG), Sete Lagoas (MG) estão entre as cidades onde a indústria ferroviária ganha corpo

Dubes Sônego, iG São Paulo

A retomada dos investimentos da indústria ferroviária no Brasil está fazendo pipocar pelo país uma série de pequenos polos de produção de trens, implementos ferroviários e peças. A maior parte deles se encontra nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Mas há iniciativas em cidades improváveis como Barbalha (CE) e Salgueiro (PE).

A modernização da frota da Transpetro

Por alfeu

Da Agência Brasil

Primeiro navio do Promef será entregue à Transpetro

Vitor Abdala

Rio de Janeiro – A Petrobras Transporte (Transpetro), subsidiária responsável pelo transporte marítimo de petróleo e derivados, receberá hoje (25) o primeiro navio de seu Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). O navio Celso Furtado, construído no Estaleiro Mauá, em Niterói (RJ), é também o primeiro petroleiro a ser entregue no Brasil à Petrobras desde 1997.

União pode assumir risco cambial do trem-bala

Por raquel_

Do Valor Econômico

União deve bancar o risco cambial do projeto trem-bala

Por Daniel Rittner | De Brasília

O governo federal poderá assumir o risco cambial para os investimentos na construção do trem de alta velocidade Rio-São Paulo-Campinas. A ideia em estudo é criar uma "blindagem" no financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que será oferecido ao vencedor da licitação contra as variações do real até a entrada em operação do trem-bala.

A construção do ramal Parangaba-Mucuripe, em Fortaleza

Do G1

Oito consórcios e duas empresas concorrem à licitação do VLT no Ceará

Propostas foram apresentadas na manhã desta terça-feira (8) em Fortaleza.
VLT é uma das obras do projeto para Copa de 2014.

Consórcios e empresas apresentam propostas para obra do VLT - Ramal Parangaba Mucuripe, em Fortaleza. (Foto: Governo do Estado/ Divulgação)C
Consórcios e empresas apresentam propostas
para obra do VLT - Ramal Parangaba Mucuripe em
Fortaleza. (Foto: Governo do Estado/ Divulgação)

Oito consórcios e duas empresas apresentaram na manhã desta terça-feira (8) propostas de obras civis para a licitação do ramal Parangaba-Mucuripe com Veículos Leves sobre Trilhos (VLT). A apresentação foi realizada na Comissão da Central de Concorrência da Procuradoria Geral do Estado (PGE). A obra do VLT faz parte da matriz de responsabilidade do Governo do Estado para a Copa de 2014 no Ceará.

Novas regras corrigem erros na concessão de ferrovias

Por Paulo Cezar

Novas regras devem elevar eficiência das ferrovias
 

Autor(es): Stefânia Grezzana
Valor Econômico - 04/11/2011
 

O governo estuda um novo modelo de concessão de ferrovias, que está parado desde o ano passado sem mostrar grandes avanços, tanto por parte da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), como pela Associação Nacional dos Transportes Ferroviários (ANTF). A ANTT, no entanto, decidiu aperfeiçoar algumas regras vigentes no atual modelo, como forma de conferir mais eficiência e competitividade ao setor.

Brasil investe pouco em rodovias, diz CNT

Do G1

Brasil é o que menos investe em rodovias entre BRICs, diz estudo

País aplicou 0,36% do PIB no setor em 2010, informou a CNT.
Governo deixou de aplicar R$ 29,5 bilhões da CIDE desde 2002.

Fábio Amato Do G1, em Brasília

O Brasil é o país que menos investe em infraestrutura de transporte entre os BRICs, grupo de países em desenvolvimento que inclui ainda Russia, Índia e China, aponta estudo divulgado nesta quarta-feira (26) pela Confederação Nacional do Transporte (CNT).

A ferrovia abandonada da ALL

Folha de S.Paulo - Ferrovia abandonada custa um trem-bala - 03/07/2011

Ferrovia abandonada custa um trem-bala

Ministério Público Federal diz que país já perdeu R$ 40 bilhões com malha ferroviária largada após privatização

Instituição afirma que 16 mil quilômetros de ferrovias foram desprezados e pede investigação ao TCU

Caio Guatelli/Folhapress

Catador de banana atravessaa estrada de ferro abandonada Cajati-Santos em Itariri, litoral sul do Estado de São Paulo

AGNALDO BRITOENVIADO ESPECIAL A MIRACATU (SP)

O ex-mascate Marino Soffiati, 47, precisou de tempo para entender como 360 metros de trilhos desapareceram numa madrugada. Parado sobre o talude de brita vazio, onde um dia repousou o quilômetro 221 da estrada de ferro Cajati-Santos, Soffiati avistara apenas as marcas do maçarico no chão.Uma quadrilha muito bem entrosada retalhou e furtou 16 toneladas de trilhos naquela madrugada chuvosa.

Paulo Bernardo e a megainternet para a Copa

Do Valor

Governo planeja usar Telebrás para ter megainternet na Copa 

André Borges e Cristiano Romero | De Brasília 

A construção de aeroportos e estádios está longe de ser a única preocupação do governo entre os projetos de infraestrutura ligados à Copa do Mundo. As prioridades também passam diretamente pela pasta das Comunicações, onde uma estratégia começou a ser desenhada para atender a demanda por internet e transmissão de dados em tempo real.

Por meio da Telebrás, o governo vai instalar uma rede sofisticada de internet nas 12 cidades que sediarão os jogos de 2014, um projeto que, pelo orçamento inicial, é estimado em cerca de R$ 200 milhões. O projeto é parte de um conjunto de medidas desenhadas pelo governo para disseminar o acesso à internet rápida pelo país.

O petroleiro João Cândido

Por george vidipo

Nassif,

Li esta matéria abaixo e achei relevante o comentario pelo blog, uma vez que estamos discutindo a industrialização brasileira. Esta matéria demonstra a dificuldade do seu renascimento.

Do Poder Naval

Por onde anda o N/T ‘João Cândido’?

Apontado há um ano como marco da recuperação naval brasileira, o petroleiro João Candido, lançado ao mar na presença do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da, à época, pré-candidata petista Dilma Rousseff, jamais deixou o cais do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), no litoral de Pernambuco.

A predominância das plataformas petrolíferas estrangeiras

Da Folha

90% das plataformas de petróleo ainda são compradas no exterior

Falta de componentes nacionais e valorização do real tornam produto importado mais barato

Nos últimos quatro anos foram encomendadas 22 plataformas; dessas, só 3 serão totalmente construídas no Brasil

LEILA COIMBRA
DO RIO