As emissões de gases do setor elétrico

Por Gustavo Belic Cherubine

"Enquanto na média mundial a geração de eletricidade responde por 28,8% do total das emissões, o setor elétrico nacional totaliza apenas 1,2% das emissões nacionais. Os maiores emissores brasileiros são os setores “mudanças no uso da terra” (desmatamento, agricultura e pecuária), com 79,6%; “transportes”, com 6,1%; e “processos industriais”, com 3,6%."

Do Ambiente Energia

Da Agência Ambiente Enegia – O setor elétrico brasileiro é um exemplo a ser seguido pelos países e setores econômicos que precisam enfrentar os desafios relacionados às mudanças climáticas.  De acordo com estudo do Instituto Acende Brasil, apesar de o país ser o terceiro maior emissor de gases de efeito estufa (GEEs) global — atrás somente de China e Estados Unidos —  os setores nacionais responsáveis por esta posição são muito diferentes do perfil típico mundial.

Petrobras acha mais petróleo na Amazônia

Por Marco Antonio L.

De Blogs Fatos e Dados / Democracia e Política

PETROBRAS FAZ DESCOBERTA DE ÓLEO E GÁS NA AMAZÔNIA

“A Petrobras comunica a descoberta de nova acumulação de petróleo e gás na Bacia do Solimões, Bloco SOL-T-171, no estado do Amazonas.

A descoberta ocorreu durante a perfuração do poço 1-BRSA-961-AM, informalmente conhecido como “Leste do Igarapé Chibata”. Localizado no Município de Coari, a 25 km da “Província Petrolífera de Urucu”, o poço foi perfurado a profundidade final de 3.295 metros.

Finalmente, o petróleo da Amazônia

Por Sérgio Troncoso

Do Terra

Petrobras anuncia descoberta de petróleo e gás na Amazônia

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira a descoberta de uma nova acumulação de óleo e gás na Bacia do Solimões, no Amazonas. Em comunicado ao mercado, a companhia informou que a reserva, localizada no Município de Coari, a 25 km da província petrolífera de Urucu (AM), indicou capacidade de produção diária de 1.400 barris de óleo de boa qualidade (41º API) e 45 mil metros cúbicos de gás, na Formação Juruá.

O poço foi perfurado a uma profundidade final de 3.295 m. "Este é o segundo sucesso exploratório no Bloco SOL-T-171, onde já está em andamento, desde 2010, o Plano de Avaliação da Descoberta do poço 1-BRSA-769-AM, informalmente conhecido como Igarapé Chibata", afirmou a Petrobras. 

Desastre em Fukushima não prejudicou saúde de japoneses

Autor: 

Desastre em Fukushima não prejudicou saúde de japoneses, diz ONU
31 de janeiro de 2012 17h05

O impacto causado à saude da população pelo desastre do reator nuclear de Fukushima, no Japão, no ano passado, parece relativamente pequeno graças, em parte, à retirada imediata dos moradores do entorno, disse nesta terça-feira o presidente de um órgão científico da ONU que investiga os efeitos da radiação. O fato de que a radiação se espalhou sobre o oceano em vez de atingir áreas povoadas também contribuiu para limitar as consequências, disse Wolfgang Weiss do Comitê Científico da Organização das Nações Unidas para os efeitos da Radiação Atômica (Unscear).

A cortina de fumaça sobre o pico do petróleo

Por Almeida

Notícias do Pico do Petróleo.

O semanário científico Nature publicou, na sua edição de 26 de janeiro de 2012, um artigo intitulado Política climática: O ponto de inflexão do petróleo foi ultrapassado (Climate policy: Oil's tipping point has passed). O artigo está disponível para assinantes.

Os autores do artigo são James Murray, que trabalha na Escola de Oceanografia de Washington, em Seattle, ligado ao assunto das mudanças climáticas, e David King, diretor da Smith School of Enterprise and the Environment de Oxford.

A relevância do artigo reside na importância da revista que o acolhe, os autores abordam de modo furtivo o tema Pico do Petróleo, que chamam de "ponto de inflexão do petróleo", uma forma de amenizar a apresentação do fenômeno geológico. Se faltou coragem para tratar o assunto pelo nome certo, sobrou desonestidade em não citar estudos, gráficos e argumentos produzidos pela comunidade que estuda o Pico do Petróleo.

A independência energética americana

Autor: 

Por Ronaldo Bicalho, do Blog Infopetro

Em um curto período de uma semana, no final de Outubro do ano passado, três grandes jornais anunciaram que os Estados Unidos estavam a um passo de alcançar a sua independência energética.

Se no New York Times as novas tecnologias redesenhavam o quadro energético mundial, no Washington Post nascia uma nova ordem petrolífera mundial, enquanto que no Financial Times o pendulo energético mudava o seu curso e passava a apontar na direção da independência petrolífera americana.

Por trás das boas novas encontravam-se os avanços na produção de petróleo e gás não convencionais – das areias betuminosas do Canadá à revolução mundial do shale gás – e na exploração offshore em águas profundas – do Golfo do México às costas brasileiras e africanas – que colocavam à disposição do ocidente um volume significativo de hidrocarbonetos que redesenharia completamente o mapa energético mundial; em detrimento do oriente médio, que perderia a sua relevância no suprimento da energia ocidental.

Os 60 anos de "O Petróleo é Nosso", por Mino Carta

Por Webster Franklin

Da CartaCapital

Sessenta anos depois

Por Mino Carta

"O petróleo é nosso". Esta batalha os vetustos donos do poder perderam. Foto: José Vieira Trovão / Ag. Petrobras

O racionamento de energia na grande Tokyo

Por Daniel Miyagi

No IPC Digital

Japão tem 93% de seus reatores ainda paralisados depois de crise nuclear

Tepco conta agora apenas com a unidade 6 de Niigata para fornecer eletricidade à região metropolitana de Tóquio, na qual vivem cerca de 30 milhões de habitantes

- Efe

 

Com a paralisação do reator 5 da usina nuclear de Kashiwazaki-Kariwa, em Niigata, o Japão conta apenas com cinco de seus 54 reatores em funcionamento, ou seja, 93% deles permanecem detidos após a crise em Fukushima. A Tokyo Electric Power Company (Tepco), operadora da central de Niigata, anunciou a paralisação para revisar o reator 5 da usina nuclear, informou a cadeia japonesa 'NHK'.

A Tepco, também operadora da acidentada usina de Fukushima, epicentro da crise nuclear, conta agora apenas com a unidade 6 de Niigata para fornecer eletricidade à região metropolitana de Tóquio, na qual vivem cerca de 30 milhões de habitantes.

Petrobras oficializa indicação de Graça Foster

Autor: 
Por implacavel

 Fábio Guimarães / Fábio Guimarães

RIO - A Petrobras oficializou nesta segunda-feira que o presidente do Conselho de Administração da empresa, ministro Guido Mantega, vai indicar a atual diretora de gás e Energia da Empresa, Graça Foster, para o cargo de presidente da companhia. A empresa divulgou nota oficial sobre a mudança de comando, após a substituição do atual presidente José Sergio Gabrielli ter sido noticiada pela imprensa.

A conferência global contra a energia nuclear

Por Almeida

Do Portal Luis Nassif

Declaração de Yokohama por um Mundo Livre de Energia Nuclear.

Realizou-se em Yokohama, Japão, nos dias 14 e 15 de janeiro, a vés da Internet de cerca de cem mil pessoas. Segue a declaração do encontro:

Declaração de Yokohama por um Mundo Livre de Energia Nuclear.

O terremoto e o tsunami de 11 de março de 2011, com a consequente fusão nuclear na usina nuclear Fukushima Daiichi, tem causado um grande sofrimento ao povo do Japão e aumentado a contaminação radioativa, ao redor do mundo. Também fez soar um sinal de aviso ao mundo, sobre os riscos da energia nuclear a longo prazo para a saúde, o meio ambiente e a economia.

Argentina denuncia Petrobras e outras por cartelização

De O Globo.com

Argentina investiga cartel por Petrobras e outras petrolíferas

Empresas são acusadas de faturar US$ 780 milhões por ano com sobrepreço

Janaína Figueiredo, correspondente

BUENOS AIRES - O ministro do Planejamento argentino, Julio De Vido, e o vice-presidente e presidente interino do país, Amado Boudou, denunciaram uma suposta manobra de "cartelização" de preços nas vendas no atacado de diesel, envolvendo as companhias petrolíferas Petrobras, Repsol YPF, Shell, Esso e Oil. Segundo dois dos homens mais importantes do governo da presidente Cristina Kirchner, as cinco empresas "abusam de sua posição dominante" cobrando "sobrepreços" que, em média, superam em 8,4% os valores cobrados no mercado de varejo.

Com esta suposta operação irregular, as companhias, que serão investigadas pela Comissão Nacional de Defesa da Concorrência, obtêm, de acordo com a Casa Rosada, um lucro anual de US$ 780 milhões.

OGX descobre poço de petróleo na Bacia de Santos

Por Paulo F.

Do iG

Descoberta da OGX na Bacia de Santos é "promissora", diz especialista

Segundo diretor da Coppe, poço de petróleo da empresa de Eike parece ter óleo de boa qualidade e em grande quantidade

Mariana Sant'Anna, iG Rio de Janeiro

descoberta de hidrocarbonetos na Bacia de Santos anunciada nesta segunda-feira pela OGX, empresa de petróleo do grupo EBX, é considerada promissora pelo professor Luiz Pinguelli Rosa, diretor da Coppe/UFRJ. Segundo ele, as primeiras informações dão conta de que as reservas são significativas, embora não estime a quantidade de barris. A OGX também não divulgou estimativas do tamanho das reservas.

Quebra da Solyndra expõe políticas energética nos EUA

Por Ronaldo Bicalho

Do Blog Infopetro

O caso Solyndra: um revés às políticas de incentivos às renováveis nos EUA

Por Jacqueline Batista Silva

Na postagem anterior, discutimos alguns dos mecanismos de financiamento para as tecnologias de implantação de energias renováveis.  Vários incentivos foram apresentados e foi então discutido um ponto de fragilidade do sistema: o custo de oportunidade gerado por esses incentivos num momento de crise econômica mundial.

Nos EUA, a discussão sobre a quebra da Solyndra – empresa produtora de painéis solares –, depois de ter recebido vultuosos incentivos governamentais, serviu para promover um questionamento a respeito do direcionamento dos investimentos, explicitando de maneira ainda maior o atual contexto conflituoso da definição da política energética americana.

O caso Solyndra: a política energética de Obama na berlinda

Por Jacqueline Batista Silva, do Blog Infopetro

Na postagem anterior, discutimos alguns dos mecanismos de financiamento para as tecnologias de implantação de energias renováveis. Vários incentivos foram apresentados e foi então discutido um ponto de fragilidade do sistema: o custo de oportunidade gerado por esses incentivos num momento de crise econômica mundial. 

Nos EUA, a discussão sobre a quebra da Solyndra – empresa produtora de painéis solares –, depois de ter recebido vultuosos incentivos governamentais, serviu para promover um questionamento a respeito do direcionamento dos investimentos, explicitando de maneira ainda maior o atual contexto conflituoso da definição da política energética americana. (...) o texto continua no Blog Infopetro.