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CabeçãoPretensão de provocar e ser desagradávelEnviado por Adir Tavares, ter, 10/01/2012 - 10:38Polêmica em torno da Faculdade de Filosofia da USPEnviado por luisnassif, ter, 22/11/2011 - 14:14
Por Sergio Saraiva
Da Folha de S. Paulo LUIZ FELIPE PONDE
A revolução do Irã e seu fascínio pelo martírio foram importantes no "último Foucault" Você sabia que o pensador da nova esquerda Michel Foucault foi um forte simpatizante da revolução fanática iraniana de 1979? Sim, foi sim, apesar de seu séquito na academia gostar de esconder esse "erro de Foucault" a sete chaves. Fico impressionado quando intelectuais defendem o Irã dizendo que o Estado xiita não é um horror. O guru Foucault ainda teve a desculpa de que, quando teve seu "orgasmo xiita", após suas visitas ao Irã por duas vezes em 1978, e ao aiatolá Khomeini exilado em Paris também em 1978, ainda não dava tempo para ver no que ia dar aquilo. Desculpa esfarrapada de qualquer jeito. Como o "gênio" contra os "aparelhos da repressão" não sentiu o cheiro de carne queimada no Irã de então? Acho que ele errou porque no fundo amava o "Eros xiita". Em respostaEnviado por Sergio Saraiva, ter, 22/11/2011 - 09:19
LUIZ FELIPE PONDE O erro de Foucault
A revolução do Irã e seu fascínio pelo martírio foram importantes no "último Foucault" Você sabia que o pensador da nova esquerda Michel Foucault foi um forte simpatizante da revolução fanática iraniana de 1979? Sim, foi sim, apesar de seu séquito na academia gostar de esconder esse "erro de Foucault" a sete chaves. O fim dos "cabeças de planilha"Enviado por luisnassif, qui, 31/03/2011 - 10:27Coluna Econômica Na semana passada, o seminário "Repensando a política macroeconômica", organizada pelo FMI com os economistas David Romer, Joe Stiglitz e Michael Spence e com seu economista-chefe Olivier Blanchard ,decretou oficialmente o fim da era dos "cabeças de planilha" - tipo de analista que contaminou o mercado financeiro nas últimas décadas, com simplificações que desmoralizaram o que se entendia por ciências econômicas. *** A Tecnologia Oculta do PoderEnviado por Alexandre Weber - Santos -SP, qua, 30/03/2011 - 22:07
Autor:
Anonymous The Occult Technology of Power by Anonymous The Occult Technology of Power, subtitled the "Arcane Secrets of Political Power," is an anonymous booklet describing the nature of power, the nature of rule, and the nature of oligarchy. The information is presented as a transcript of a dialog between a powerful father and his son - the heir to his realm. In handing the reins of power to his son, the father explains the mechanics of world control. A Tecnologia Ocultista do Poder, subtitulado os "Arcanos do Poder Político", é uma brochura anônima descrevendo a natureza do poder, a natureza da regra, e a natureza da oligarquia. A informação é apresentada como uma transcrição de um diálogo entre um pai poderoso e seu filho - o herdeiro do seu reino. Ao entregar as rédeas do poder ao seu filho, o pai explica os mecanismos de controle do mundo. O Pensamento 'Mais-Que-Hemisférico' do Sul – Professor Milton SantosEnviado por Alarcon, sex, 25/03/2011 - 10:21
Autor:
Guilherme de Alarcon Pereira O Pensamento 'Mais-Que-Hemisférico' do Sul – Professor Milton Santos 01. Por Uma Outra Globalização - Filme de Sílvio Tendler -------------------------------------------------- O que é TCC?Enviado por thais.petroff, ter, 01/03/2011 - 23:43
Autor:
Thaís Petroff Garcia TCC ou Terapia Cognitivo Comportamental é uma linha de atendimento psicoterapêutico (ou abordagem psicólogica). Uma das vertentes foi desenvolvida por Aaron Beck, na Universidade da Pensilvânia no início da década de 60. Sua filha, Judith Beck , assim como outros psicólogos e psiquiatras vêm aprimorando e adaptando essa abordagem para ser utilizada em diferentes distúrbios psicológicos. A TCC é uma terapia breve baseada no pressuposto de que as emoções e os comportamentos são influenciados pelos pensamentos.
O que isso quer dizer na prática? Estados começam a questionar telefoniaEnviado por luisnassif, qua, 26/01/2011 - 06:11Por Ricardo Souza Caro Nassif,veja essa:a justiça federal do RN suspendeu a venda de telefones da operadora Tim em todo estado .Os motivos são principalmente são a péssima qualidade dos serviços prestados, mesmo após várias notificações e pleitos de vários orgãos ligados a defesa do consumidor e do ministério público .A operadora sentiu o golpe principalmente após perder no TRF em Recife ,pois teme que esse tipo de medida se espalhe por todo Brasil.Iformações de que diretores da empresa já se encontra em Natal ,tentando buscar uma forma de resolver o problema. Juros: o previsível jogo de espalhar o pânicoEnviado por luisnassif, seg, 17/01/2011 - 10:28Mercado prevê longo ciclo de juro alto - economia - Estadao.com.brEconomistas apostam que o Banco Central iniciará esta semana uma série de altas na taxa Selic até chegar a 12,2% ao ano em dezembro As mudanças no Banco CentralEnviado por luisnassif, qui, 09/12/2010 - 09:37Coluna Econômica A sabatina no Senado do futuro presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, mostra mudanças sensíveis em relação ao estilo de Henrique Meirelles nos seus 8 anos de mandato – embora o próprio Tombini tenha sido peça relevante no período. Primeiro, demonstrou preocupação com o câmbio apreciado. Até pouco tempo atrás o BC insistia que não tinha metas de câmbio – que seria apenas uma derivada da política monetária. Depois, defendeu a utilização de outros mecanismos, além dos juros, para conter eventuais aquecimentos da economia. *** A ladainha do câmbio ganha créditoEnviado por Tomás Rosa Bueno, seg, 29/11/2010 - 17:43
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Tomás Rosa Bueno [Comentário a A volta dos cabeças de planilha] A volta dos cabeças de planilhaEnviado por luisnassif, seg, 29/11/2010 - 15:36As anotações em negrito-itálico-sublinhado são minhas. Há muito a discussão econômica midiática se converteu na arte de juntar argumentos para garantir os ganhos do setor representado. Mas às vezes se extrapola. Há anos os cabeças de planilha insistem em todo tipo de falácia para desviar a atenção do câmbio. Desviam a discussão para fatores menos relevantes, invertem os argumentos alegando que o problemas das contas externas brasileiras é falta de competitividade, não de câmbio (como se o câmbio não fosse o instrumento para compensar falta de competitividade). Mas, dentre todos os bordões, falácias e boutades, poucas vezes li algo tão primário como o artigo abaixo. O Valor é o melhor jornal brasileiro, ainda. Mas abusa da má escolha de colaboradores. Do Valor Guerra cambial: qual é o inimigo? Gino Olivares | A pobreza da macroeconomia de planilhaEnviado por luisnassif, ter, 26/10/2010 - 08:48Uma luz no fim do túnel | Valor OnlineAntonio Delfim Netto | Os cabeças de planilha norte-americanosEnviado por luisnassif, seg, 11/10/2010 - 11:15
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Luiz Droubi Por Luiz Droubi Olha essa Nassif, Outro dia aqui no seu blog você comparou o Brasil de hoje com os EUA do século 19. Krugman, no seu ótimo livro "A Consciência de um Liberal", compara os EUA de hoje com os EUA do século 19. No seu ótimo cabeças de planilha, você compara o Brasil do passado recente (era FHC), com o Brasil do século 19. Guardadas as devidas proporções, acho que a melhor comparação mesmo é a do Brasil e EUA atuais. Afinal, lá como cá, no passado recente, preponderou um movimento conservador absurdo que afetou as bases do estado do bem-estar social. Agora, temos o governo norte-americano tentando fazer as pazes com o Well-fare state, e o Brasil tentando criar o seu. Mas a oposição ainda é dura. Acho que você deveria mandar traduzir o cabeças de planilha para o inglês. Como ficaria? Heads of sheet? Agora não sei se o melhor é colocar um duplo e ou um i em sheet. http://krugman.blogs.nytimes.com/2010/10/09/macroeconomic-madness/ Os cabeças de planilha norte-americanosEnviado por droubi, seg, 11/10/2010 - 11:07
Autor:
Luiz Droubi Olha essa Nassif, Outro dia aqui no seu blog você comparou o Brasil de hoje com os EUA do século 19. Krugman, no seu ótimo livro "A Consciência de um Liberal", compara os EUA de hoje com os EUA do século 19. No seu ótimo cabeças de planilha, você compara o Brasil do passado recente (era FHC), com o Brasil do século 19. Guardadas as devidas proporções, acho que a melhor comparação mesmo é a do Brasil e EUA atuais. Afinal, lá como cá, no passado recente, preponderou um movimento conservador absurdo que afetou as bases do estado do bem-estar social. Agora, temos o governo norte-americano tentando fazer as pazes com o Well-fare state, e o Brasil tentando criar o seu. Mas a oposição ainda é dura. Acho que você deveria mandar traduzir o cabeças de planilha para o inglês. Como ficaria? Heads of sheet? Agora não sei se o melhor é colocar um duplo e ou um i em sheet. http://krugman.blogs.nytimes.com/2010/10/09/macroeconomic-madness/ |
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