Etanol brasileiro com forte sotaque estrangeiro

Por A. Alvaro Guedes


CONTROLE ESTRANGEIRO DO SETOR SUCROALCOOLEIRO DEVE SE ACENTUAR


Com informações da Agência USP


Etanol estrangeiro


Já não é mais tão fácil falar em "etanol brasileiro", ou "indústria brasileira de biocombustíveis".


Pelo menos não se o critério adotado for o do controle da produção de etanol.


Um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira, o setor sucroalcooleiro conta hoje com 430 usinas em operação, distribuídas entre 180 grupos empresariais.


Mas há um forte movimento de aquisição das usinas por empresas estrangeiras.


E esse movimento deverá se manter nos próximos anos.


É o que revela uma pesquisa realizada por Mairun Junqueira Alves Pinto, na USP de Ribeirão Preto.


Proflorestas para quem ama a terra, a água e o ar

Autor: 

www.youtube.com/proflorestas Águas de Camboriú(30-10-2011 18-49).wmv Youtube

convoco stake holder´s para formarmos uma associação na cidade de Camboriú pra produzirmos FLORESTAS e capturar carbono para limpar o ar de nossos filhos, netos e o NOSSO.

Questionamentos sobre o Movimento Gota D'água

É isso aí, todo mundo compartilhando, facebook e twiter bombando, todos preocupados com o meio ambiente. Mas espere, alguém aí se perguntou o quanto se fez em pesquisas para a construção desta usina? E pq o IBAMA e a FUNAI liberaram a construção? A região Norte do Brasil não precisa de progresso? Você ao menos sabe a quanto equivale 640 Km²? Pra que você tenha uma idéia, dá em torno de 25 alqueires. Tem muita fazenda bem maior por aí abusando do agrotóxico e explorando muita gente.

Vamos então as propostas. Bem, e para adotar energia solar? Energia limpa ou relativamente limpa? Todos sabem que a noite não tem sol (Derp!), logo, a usina não produz nada a noite e para armazenar a energia gerada durante o dia, é necessário utilizar baterias, produzidas geralmente em chumbo e ácido sulfúrico, e tem uma vida útil. Para onde vão essas baterias, ácidos e outros resíduos quando a vida útil desses armazenadores acabarem? O que fazer com tanto lixo nas margens dos rios amazônicos?

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Alguns questionamentos sobre o Movimento Gota D'água

É isso aí, todo mundo compartilhando, facebook e twiter bombando, todos preocupados com o meio ambiente. Mas espere, alguém aí se perguntou o quanto se fez em pesquisas para a construção desta usina? E pq o IBAMA e a FUNAI liberaram a construção? A região Norte do Brasil não precisa de progresso? Você ao menos sabe a quanto equivale 640 Km²? Pra que você tenha uma idéia, dá em torno de 25 alqueires. Tem muita fazenda bem maior por aí abusando do agrotóxico e explorando muita gente.

Vamos então as propostas. Bem, e para adotar energia solar? Energia limpa ou relativamente limpa? Todos sabem que a noite não tem sol (Derp!), logo, a usina não produz nada a noite e para armazenar a energia gerada durante o dia, é necessário utilizar baterias, produzidas geralmente em chumbo e ácido sulfúrico, e tem uma vida útil. Para onde vão essas baterias, ácidos e outros resíduos quando a vida útil desses armazenadores acabarem? O que fazer com tanto lixo nas margens dos rios amazônicos?

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Biodiesel tem capacidade ociosa

Da Agência Estado

Produtores de biodiesel pressionam governo

EDUARDO MAGOSSI - Agencia Estado

SÃO PAULO - Em 2004, o plano nacional para o biodiesel, lançado pelo governo federal, parecia apontar um caminho de crescimento espantoso para o setor. Vários projetos foram lançados, principalmente no Nordeste, que beneficiariam principalmente a agricultura familiar. Mas o segmento estagnou nos últimos anos.

Inventor do biodiesel morre aos 70 anos

Do G1

Expedito Parente, inventor do biodiesel, morre aos 70 anos no CE

Engenheiro químico morreu após complicações em uma cirurgia.
Ele foi o responsável pela 1ª patente mundial da produção de biodiesel.

Engenheiro químico e professor da UFC foi inventor do biodiesel. (Foto: A.Capibaribe Neto/Agência Diário)
Engenheiro químico e professor da
UFC foi inventor do biodiesel. (Foto:
A. Capibaribe Neto/Agência Diário)

Energia eólica já é mais barata que térmica a gás no Brasil

19/08/2011 - 07h30 http://www1.folha.uol.com.br/mercado/962025-energia-eolica-ja-e-mais-bar...

O custo da energia eólica no Brasil, uma das principais fontes renováveis do mundo, já é menor do que o da energia elétrica obtida em termelétricas a gás natural.

O governo classificou essa situação como o novo paradigma do setor elétrico brasileiro. Em alguns casos, a energia eólica também tem custo inferior ao das usinas movidas a biomassa de cana.

Esse foi o principal resultado dos dois leilões realizados pelo governo entre quarta e ontem, em São Paulo.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) organizou leilões para garantir a oferta de energia às distribuidoras a partir de 2014. Foram contratados 1.929 MW em nova capacidade, que terá de ser montada em três anos.

Hoje, dos 110 mil MW de potência instalada no Brasil, 1.000 MW são provenientes de energia eólica. O país tem contratados atualmente, em leilões públicos, 5.700 MW, que serão instalados ao longo desta década.

Os combustíveis fósseis e o aquecimento global no intrincado jogo da política energética

Autor: 
Por Ronaldo Bicalho

Por Renato Queiroz, do Blog Infopetro

Ao formularem e reavaliarem as políticas energéticas, os países enfrentam uma questão: as futuras matrizes energéticas devem refletir as ações que diminuam em ritmo crescente a queima do petróleo, gás natural e carvão, na busca de frear o aumento da concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Essa questão vem acompanhada de relatórios de organizações respeitadas, como aqueles do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), advertindo que se tais ações não se concretizarem haverá elevação dos oceanos, secas em determinadas regiões, alterações no clima, etc.

O rating dos Estados Unidos

Por Marco Antonio L.

Do Yahoo!

Moody's mantém nota dos EUA, mas com perspectiva negativa

A agência de rating Moody's manteve a nota AAA para os Estados Unidos nesta terça-feira, depois de o Congresso ter aprovado uma nova legislação para elevar o limite da dívida, evitando um possível default. 

Mas a Moody's acrescentou uma "perspectiva negativa" para a nota, afirmando que o rebaixamento ainda pode ocorrer se a disciplina fiscal enfraquecer ou o crescimento econômico se deteriorar significantemente.

Em julho, a Moody's tinha alertado sobre a possibilidade de um rebaixamento devido aos temores de que o governo poderia ser forçado a um default caso não houvesse aumento do teto da dívida de 14,3 trilhões até 2 de agosto.

Depois de tensas negociações no Congresso durante o fim de semana, o presidente Barack Obama assinou a legislação nesta terça-feira que aumenta o teto e também cria um plano para reduzir o déficit do país nos próximos 10 anos.

A luta contra a especulação do etanol

Por Assis Ribeiro

Etanol: quem segura o rojão é a Petrobras

No meio da colheira, a indústria canavieira diz que houve uma “quebra de safra” e que vai produzir menos etanol este ano. Pronto, está justificado o aumento de preços, não é?. É o mercado, a oferta menor deve, naturalmente, refletir-se em preços maiores. Está no livrinho santo das regras mercadistas.

E quais as razões desta “quebra de safra”? Ah, foi o clima – sabe como é, chove, faz sol… – e também a falta de investimento na renovação e ampliação dos canaviais.

O suplemento da revista Nature sobre biocombustíveis

Por Gustavo Belic Cherubine

Nassif, material interessante da Nature sobre os biocombustíveis.

É um número especial dessa revista com o apoio da FAPESP.

Abraço.

Esse artigo merece destaque:

http://www.nature.com/nature/journal/v474/n7352_supp/pdf/474S025a.pdf

Da Agência Fapesp

Nature publica especial sobre biocombustíveis 

Por Elton Alisson

Agência FAPESP – A revista Nature lançou, em sua edição atual, um suplemento especial sobre biocombustíveis. A publicação tem apoio da FAPESP, do Biotechnology and Biological Sciences Research Council (BBSRC) do Reino Unido, do BioEnergy Science Center (BESC), ligado ao Departamento de Energia dos Estados Unidos, e das empresas Ceres e BP.

A termoelétrica a lixo de São Bernardo do Campo

Por Marcos Costa

Apesar do erro da manchete, que confunde São Paulo com São Bernardo, esta é uma notícia auspiciosa. A Globo Natureza deveria consultar seus livros de geografia antes de soltar uma manchete como esta.

Do G1

SP vai licitar primeira termelétrica movida a lixo do Brasil

São Bernardo do Campo abre processo nesta segunda-feira (6). Biodigestor vai eliminar resíduos e produzir energia para 200 mil habitantes.

Eduardo Carvalho 

O Brasil deve ganhar em breve sua primeira usina termelétrica movida a partir da queima de lixo. A tecnologia, empregada em 35 países, chega ao país atrasada na tentativa de resolver graves problemas relacionados à destinação dos resíduos sólidos.

Segurança energética e mudança climática

Autor: 

Segurança energética e mudança climática: diferentes visões, diferentes políticas

Por Ronaldo Bicalho, do Blog Infopetro

Segurança energética e mudança climática são os dois grandes eixos em torno dos quais se estruturam atualmente as políticas energéticas no mundo.

AS AGRURAS DO ETANOL

Autor: 

Quase todos aqueles que escrevem sobre a história do etanol no Brasil se repetem nos mesmos pontos e, portanto é desnecessário abordar aqui a historia do Proálcool e suas consequências inglórias nos idos de 1989.

Hoje voltamos a nos deparar com uma situação semelhante, e dizemos semelhante para não dizer igual, mas vale dizer que uma repetição de eventos que se julgava não aconteceria devido a um novo elemento figurante importante na história recente do etanol, a tão decantada tecnologia flex fuel. Desta se dizia o milagre dos peixes uma vez que não havendo etanol, como em 1989, não haveria problemas, o feliz motorista poderia voltar a abastecer seu veículo com a velha e conhecida gasolina.

A IMAGEM DO TRABALHO: UM ESTUDO QUALITATIVO USANDO FOTOGRAFIAS EM GRUPOS FOCAIS

Autor: 

Abstract

GONDIM, Sônia Maria Guedes; FEITOSA, Girleide Novaes  and  CHAVES, Marina. A imagem do trabalho: um estudo qualitativo usando fotografia em grupos focais. Rev. adm. contemp. [online]. 2007, vol.11, n.4, pp. 153-174.