O preço do café aqui e na Europa

Por João V.

Segundo reportagem da Folha um expresso em São Paulo começa nos 1,90 Reais, em Portugal a média do preço do expresso é de 0,55 Euros, ou seja, à cotação actual, 1,25 Reais. Portugal importa o grão do café e o brasil exporta, é produtor. Como é que se explica que, por exemplo, Portugal importe café do Brasil e sirva um expresso mais barato?

http://guia.folha.com.br/guloseimas/ult10080u632545.shtml

http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1235802&page=1

E já agora, falando de café expresso:

¿Por qué el café sabe siempre bien en Portugal? (y aquí no)
Lo voy a decir, aunque me crucifiquen: 

Solo conozco dos países en el mundo donde puedes pedir un café espresso, sea donde sea, y tienes un 99% de probabilidades de que esté bueno: en Italia y en Portugal. El resto, tierra quemada. O torrefactada.

Margaret Atwood e a questão da dívida

Por raquel_

Do Valor Econômico

As muitas caras da dívida

Por Diego Viana | De São Paulo

A escritora canadense Margaret Atwood foi considerada visionária em 2008. A crise de Wall Street, disparada pelo escândalo dos "subprimes" e a quebra do banco Lehman Brothers, acabara de estourar quando ela lançou o livro "Payback: A Dívida e o Lado Sombrio da Riqueza" (publicado no Brasil pela Rocco em 2009). Com base em palestras para a rádio canadense, proferidas em 2007, a escritora expunha seu estranhamento diante de uma sociedade fundada sobre o endividamento irresponsável dos cartões de crédito e das hipotecas, que resultaria em desastre, primeiro nos EUA, depois na Europa. 

As origens do HSBC

Por raquel_

Do Le Monde Diplomatique

HSBC, origem do ópio

De Londres a Hong Kong, as belas fachadas dos grandes centros de negócios com frequência escondem a violência de suas origens. Esse é o caso do banco HSBC, cujas raízes mergulham em guerras coloniais e comerciais conduzidas pelo Império Britânico na Ásia

por Jean-Louis Conne

Finalmente, o petróleo da Amazônia

Por Sérgio Troncoso

Do Terra

Petrobras anuncia descoberta de petróleo e gás na Amazônia

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira a descoberta de uma nova acumulação de óleo e gás na Bacia do Solimões, no Amazonas. Em comunicado ao mercado, a companhia informou que a reserva, localizada no Município de Coari, a 25 km da província petrolífera de Urucu (AM), indicou capacidade de produção diária de 1.400 barris de óleo de boa qualidade (41º API) e 45 mil metros cúbicos de gás, na Formação Juruá.

O poço foi perfurado a uma profundidade final de 3.295 m. "Este é o segundo sucesso exploratório no Bloco SOL-T-171, onde já está em andamento, desde 2010, o Plano de Avaliação da Descoberta do poço 1-BRSA-769-AM, informalmente conhecido como Igarapé Chibata", afirmou a Petrobras. 

Porque o Brasil é caro

Por esquiber

Da Istoé

Por que é tão mais barato?

Os produtos nos Estados Unidos custam até três vezes menos do que no Brasil. A combinação de dólar barato, imposto alto e custos elevados leva o consumidor brasileiro a torrar bilhões no Exterior em vez de gastar aqui e impulsionar a economia nacional

Renata Agostini, de Nova York, Adriana Nicacio e João Loes

chamada.jpg

NA TIMES SQUARE
Marco Coutinho e a família em Nova York: giro por oito
cidades americanas e mala cheia na volta ao Brasil

O padrão sangria na política monetária

Autor: 

Vamos ampliar um pouco mais a discussão sobre a relação Selic-PIB. Vou antecipar a coluna do próximo domingo.

A maneira como a Selic impacta a economia lembra muito o uso de sanguessugas para o uso da sangria no tratamento de saúde. Se contasse para um médico como a Selic atua sobre a economia, haveria denúncia ao Conselho Federal de Medicina.

O Banco Central aumenta a Selic e ocorrem os seguintes eventos:

1. O efeito sobre o canal de crédito é mínimo.

Um comentarista comentou que a cada aumento da Selic seu banco aumenta as taxas de juros. Experimente calcular o efeito sobre o valor final da prestação. Dado o elevadíssimo nível de juros do crédito, variações da Selic têm impacto inexpressivo sobre o valor final da prestação.

EUA iniciarão reforma do sistema financeiro em 2012

Por raquel_

De O Estado de S. Paulo

Parte da reforma financeira será implementada em 2012, diz Geithner 

A reforma do sistema financeiro dos EUA, conhecida como lei Dodd-Frank, tem como objetivo evitar a repetição da crise de 2008, reduzindo o impacto que algumas grandes empresas do setor teriam sobre a economia caso falissem

WASHINGTON - O secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, defendeu a reforma do sistema financeiro do país e afirmou que algumas das principais mudanças por ela previstas devem passar a vigorar neste ano. "Aqueles que ainda estão trabalhando para atrasar e enfraquecer as reformas apenas aumentarão a incerteza", disse a autoridade, durante um discurso preparado. 

A fetichização das metas de inflação

Por raquel_

Do ValorInveste

Postado por: Sergio Lamucci

“Estabilidade de preços é obviamente desejável, mas o regime de metas de inflação em si mesmo corre o risco de se tornar um fetiche”, adverte Stephen King, economista-chefe do HSBC Group. No artigo “É hora de reexaminar o regime de metas”, ele questiona e critica o sistema, poucos dias depois de o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ter anunciado que vai adotar formalmente um alvo explícito para a inflação.

Para King, é necessário reexaminar o sistema porque “uma das lições mais importantes da crise é que o regime de metas de inflação não entregou a estabilidade econômica duradoura” desejada por todos. A inflação baixa cria uma “aura de estabilidade”, mas frequentemente leva os banqueiros centrais a não dar atenção a pontos importantes. “A rápida expansão do crédito antes de 2008 foi amplamente ignorada simplesmente  porque a inflação estava bem comportada.”

A ficção da política monetária

Coluna Econômica - 03/02/2012

Vamos retomar o tema da coluna de ontem.

Como funciona a política monetária:

1. A cada fechamento do dia, os bancos trocam reservas entre si para fechar a conta. A taxa de juros dessas operações é dada pelo CDI (Certificado de Depósito Interbancário) diretamente afetado pela taxa Selic, a chamada taxa básica da economia fixada pelo Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central).

2. Tornando o dinheiro mais caro no interbancário, pretende-se que a elevação de custo impacte a taxa de juros na ponta, aquela que vai para o cliente de banco.

3. Com a taxa mais cara, teoricamente o consumidor vai consumir menos, devido ao encarecimento de crédito, e a empresa vai comprar menos, devido à redução de estoques, reduzindo os preços. E vice-versa.

Imagens: 
A ficção da política monetária

"A Europa está crescendo unida na crise", diz Merkel

Por Paulo F.

Da Deutsche Welle

Merkel defende o euro durante visita à China

O euro fortaleceu a UE, disse Merkel em Pequim

O euro fortaleceu a UE, disse Merkel em Pequim

Em discurso em Pequim, chanceler federal Angela Merkel diz que a Europa está crescendo unida na crise e que o euro tornou a União Europeia mais forte. China garante apoio, mas não dá detalhes sobre possível ajuda. 

Um dos objetivos da viagem de três dias da chanceler federal alemã, Angela Merkel, à China é aumentar a confiança internacional na zona do euro, após a crise da dívida que abalou a Europa e deixou a Grécia à beira da falência.  Em discurso na Academia Chinesa de Ciências Sociais, em Pequim, nesta quinta-feira (02/02), Merkel afirmou que a moeda comum fortaleceu a União Europeia (UE).

Alfândega brasileira taxa entrada de troféu

Por aliancaliberal

Do Instituto Ludwig von Mises

Governo brasileiro proíbe a premiação pelo mérito

Enrico de Paoli é um jovem e talentoso brasileiro que acabou de ser agraciado com o prêmio Grammy americano, concedido aos melhores do mundo na arte de gravação musical.

Se para nós brasileiros isso é motivo de orgulho, para o governo é apenas mais uma oportunidade de punir o mérito individual e confiscar a riqueza alheia para distribuí-la entres seus burocratas e toda a sua base de apoio.

Veja a foto abaixo e observe bem o que está em destaque:

Vídeos: 
Veja o vídeo

Acordo automotivo com o México será cancelado

Por Paulo Cezar

Do Valor Econômico

BRASIL VAI ROMPER ACORDO AUTOMOTIVO COM O MÉXICO
Autor(es): Por Sergio Leo | De Brasília

Valor Econômico - 02/02/2012

 

O governo decidiu romper o acordo automotivo mantido com o México, por ordem da presidente Dilma Rousseff, que está incomodada com o déficit crescente no comércio de automóveis entre os dois países. A decisão, mais uma de uma série de medidas protecionistas tomadas sem consulta prévia ao Itamaraty, segundo admitem seus autores, deve ser oficializada nos próximos dias, com a volta ao Brasil da presidente e dos ministros do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, e das Relações Exteriores, Antônio Patriota.

Putin instituirá cargo de "defensor do empresário"

No Opera Mundi

De Efe | Moscou

Rússia criará o "defensor do empresário", anuncia Vladmir Putin

Nova figura terá "status processual especial" para interceder na Justiça e nos outros Poderes

O primeiro-ministro e candidato à Presidência da Rússia, Vladimir Putin, anunciou nesta quinta-feira que irá criar no país a figura do "defensor do empresário" para proteger os interesses dos investidores nacionais e estrangeiros.

"Haverá um defensor dos interesses de todos os empresários, não só dos investidores estrangeiros", disse Putin, citado pela agência Interfax, no fórum "Rússia-2010", realizado em Moscou.

S&P: zona do euro sairá da recessão no 2º semestre

De EFE / UOL

Paris, 2 fev (EFE).- A zona do euro sairá progressivamente da atual recessão no segundo semestre deste ano, que terminará com crescimento zero, segundo a agência de classificação de risco Standard and Poor's (S&P).

Em estudo divulgado nesta quinta-feira, a S&P prevê o mesmo cenário que tinha estabelecido no final de 2011, no qual a Itália será o único dos grandes países da eurozona que apresentará uma queda no Produto Interno Bruto (PIB) em 2012, de 1%.

O PIB da Espanha ficaria estagnado, o da França subiria 0,5%, o da Alemanha cresceria 0,6% e o do Reino Unido se elevaria 0,5%.

Conflito agrário com brasileiros leva paraguaios à ONU

De O Globo.com

Sem-terra paraguaios pedem ajuda da ONU para solucionar conflito

Grupo quer solução para impasse com agricultores brasileiros, na região do Alto Paraná

ÑACUNDAY, CIUDAD DEL ESTE (Paraguai) - Contrariados com a política agrária do governo de Fernando Lugo, trabalhadores rurais paraguaios conhecidos como “carperos” (em espanhol, significa pessoas que vivem em carpas ou barracas) ingressaram esta semana com uma denúncia na Corte Internacional da ONU solicitando intervenção para resolver a questão agrária paraguaia. Eles lutam há 13 anos para obter a posse de 167 mil hectares que ficam na fronteira com o Brasil e que, segundo eles, são ocupadas atualmente por fazendeiros brasileiros, os chamados “brasiguaios”. Essas propriedades localizadas na fronteira, conhecidas como “terras fiscais”, não poderiam estar sendo ocupadas por fazendeiros estrangeiros e sim por agricultores paraguaios.