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TelevisãoGlobo prepara Roberto Marinho Neto para assumir cargoEnviado por Daniel Eduardo Miyagi, ter, 31/01/2012 - 16:49
Autor:
Daniel Miyagi Globo prepara Roberto Marinho Neto para assumir cargo de direção 31/01/2012 - 10h05 DE SÃO PAULO A Globo deve começar em breve a preparação de Roberto Marinho Neto para assumir, depois de um longo estágio, um cargo de direção no grupo. Neto é filho de Roberto Irineu Marinho, presidente das Organizações Globo. Oficialmente, porém, ele ainda segue nos EUA cursando um MBA e não tem previsão de retorno para 2012. A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta terça-feira (31). Erro promove Silvio Santos no site da TV CulturaEnviado por luisnassif, seg, 30/01/2012 - 08:43Do Blog do Mauricio Stycer Site da TV Cultura exibe programação do SBT ao vivo Por várias horas, no domingo, o “Programa Silvio Santos” foi exibido ao vivo não apenas no SBT, mas também no site da TV Cultura. O erro não foi percebido na emissora pública paulista, apesar dos muitos comentários feitos nas redes sociais. No momento em que o site da Cultura mostrava as atrações do palco do SBT, na própria emissora era exibido o programa “Café Filosófico”. O problema persistiu até pouco depois da meia-noite, quando a Cultura apresentava o “Ensaio”. Pink Floyd: A "Bad Trip" da Cultura PsicodélicaEnviado por luisnassif, qui, 26/01/2012 - 19:35
Comparando os dois momentos da banda Pink Floyd representados pelo filme "Pink Floyd The Wall" de Alan Parker e o documentário “The Pink Floyd and Syd Barrett Story” é flagrante o contraste entre o imaginário pulsante, enérgico e desafiador das origens da banda na era psicodélica e a narrativa amarga e pessimista da trilogia final ("Animals", "The Wall" e "Final Cut"). A perda da dimensão épica do rock psicodélico, cujas armas eram o surrealismo e o “non sense”, derrotada pelo princípio de realidade: o indivíduo que, impotente, só lhe resta a vitimização, auto-indulgência e pena de si mesmo.
Pink Floyd: A "Bad Trip" da Cultura PsicodélicaEnviado por Wilson Ferreira, qui, 26/01/2012 - 16:29
Comparando os dois momentos da banda Pink Floyd representados pelo filme "Pink Floyd The Wall" de Alan Parker e o documentário “The Pink Floyd and Syd Barrett Story” é flagrante o contraste entre o imaginário pulsante, enérgico e desafiador das origens da banda na era psicodélica e a narrativa amarga e pessimista da trilogia final ("Animals", "The Wall" e "Final Cut"). A perda da dimensão épica do rock psicodélico, cujas armas eram o surrealismo e o “non sense”, derrotada pelo princípio de realidade: o indivíduo que, impotente, só lhe resta a vitimização, auto-indulgência e pena de si mesmo.
O BBB e a tese da ameaça à coletividadeEnviado por luisnassif, qui, 26/01/2012 - 10:00
Por Assis Ribeiro
Comentário do post "A posição correta do MPF no caso BBB" O colega comentarista do blog, Válber, já tinha feito uma belíssima análise, semelhante e mais profunda, sobre o maior problema de programas como o BBB, no post "Porque o BBB tem que ser proibido" que tomo a liberdade de reproduzir: Por Válber Almeida Nassif, parece-me que a questão deve ser tratada por outro ângulo que não o do puro proibicionismo. O que está em questão não é a mera exposição da intimidade ou da privacidade. Se fosse por isso, o caso Bianca Abnader não poderia ter sido exposto aqui, tampouco os comentadores deste blog poderiam expor suas opiniões nesta rede global de comunicação que é a internet. Quando se fala em privacidade ou privado está se referindo a um bem que, reconhecidamente, somente um indivíduo é legitimamente garantido o acesso, privando-se todos os demais do acesso ao mesmo. Individualidade é um conceito abstrato, na medida em que somos, por imposição da própria realidade, para lembrar das lições básicas de sociologia, seres sociais, ou seja, coletivos. 'O Brado Retumbante' e as eleições para a prefeitura de SPEnviado por DiAfonso, qua, 25/01/2012 - 23:49
Autor:
DiAfonso O Brado Retumbante, minissérie global que estreou no último dia 17, seria uma obra de ficção? É a pergunta que todos andam fazendo. Eu diria - em função de uma leitura muito particular - que, em certo sentido, sim. Mas, se deitarmos um atento olhar para alguns coincidentes detalhes que vão surgindo ao longo da "trama ficcional", ele nos revelará, aos poucos, que a ficção cede lugar à maquiavélica construção de uma realidade que se pretende instaurar num futuro não muito distante. A obra foi escrita por Euclydes Marinho que contou com a colaboração de Nelson Motta, Denise Bandeira e... Guilherme Fiuza. Fiuza, como se sabe, é um notório articulista da oposição sem rumo que tenta, sem sucesso, retomar o poder e compartilhá-lo com uma elite pouco afeita ao papel de coadjuvante em uma sociedade que vem se construindo, desde o Governo Lula, a partir do principal personagem: o povo. Se juntarmos - num caldeirão bruxo-midiático - a Rede Globo [emissora que veicula a minissérie] e, especialmente, o colaborador Fiuza, teremos uma "diabólica porção mágica" cujo intuito é intervir nos processos eleitorais que se avizinham: 2012 e 2014. A campanha política no seriado 'O Brado Retumbante'Enviado por luisnassif, sab, 21/01/2012 - 08:27
Por JB Costa
No que se refere a Globo não existe paranóia: qualquer apontamento de conspiração/manipulação é a mais pura realidade. O seriado "O Brado retumbante" atesta isso: apesar de se auto-entitular ficção as ilações com o contexto político são mais do que óbvias: os movimentos sociais são ridicularizados, a carga para cima do Ministro da Educação(quem é o provável candidato do PT para a prefeitura de São Paulo), o episódio do livro didático com erros de concordância é enfocado de uma forma a consolidar a crítica do grande mídia e muito, muiito mais coincidências. Poderão aparecer ainda remissões ao assassinato de Celso Daniel, mensalão, caos aéreo etc etc. Aproveitando a deixa: observaram que diariamente o Jornal Nacional(assisto só as chamadas) enfoca os problemas do ENEM? Quem é o provável candidato do PT a Prefeitura de São Paulo? PS: atentem também para a cobertura acerca do fechamento do site Megaploud: totalmente direcionado. Trivial do ChacrinhaEnviado por luisnassif, sex, 20/01/2012 - 19:00
Por Assis Ribeiro
Acho que o blog nunca fez uma homenagem ao tropicalista Chacrinha. Do Tropicalia.com.br “eu vim para confundir não para explicar“ Abelardo Barbosa, o Chacrinha, apresentador de programas de auditório, tornou-se, nos anos 60, uma das figuras mais populares da televisão brasileira. Nesse período, comandava dois programas de grande audiência, a Discoteca do Chacrinha e A Hora da Buzina. Excêntrico e espalhafatoso, cara e corpo de palhaço, antítese do astro televisivo, o “velho guerreiro”, como era também conhecido, dirigia seus programas num ambiente de total liberdade cênica e espírito carnavalesco. Os concursos de calouros e as apresentações de artistas eram marcados pela algazarra de um auditório que Chacrinha estimulava arremessando bananas e pedaços de bacalhau entre apelos verbais que se tornaram famosos, como “vocês querem bacalhau?”, “quem não comunica se trumbica”, “alô, alô, Terezinha” e “alegria, alegria”, este último utilizado por Caetano Veloso para dar nome à famosíssima canção tropicalista. Língua de Trapo na TV GazetaEnviado por luisnassif, sex, 20/01/2012 - 13:00Bom Dia Brasil: "Incontinência verbal" expõe incompetência dEnviado por DiAfonso, qua, 18/01/2012 - 08:51
Autor:
DiAfonso Por DiAfonso [Terra Brasilis]
No Bom Dia Brasil de hoje [ver vídeo aqui], Rodrigo Pimentel - consultor de segurança e ex-capitão do BOPE - comentou as mazelas de um estado como Alagoas no que diz respeito à segurança. Ao falar da situação dos peritos, do número de homicídios e da violência reinante naquele estado nordestino, Pimentel foi categórico em três oportunidades:
"BBB": a precisa e imediata decisão da Rede GloboEnviado por Milton Corrêa da Costa, ter, 17/01/2012 - 09:51
Autor:
Milton Corrêa da Costa Os “realities shows”, uma febre de consumo na televisão brasileira dos novos tempos e desejo de sonho de participação de milhares de brasileiros, a maioria jovens, em busca da fama e do polpudo prêmio em pecúnia, programas atentamente acompanhados por milhões de espectadores em suas edições anuais, ainda que se constituam um jogo de eliminar oponentes, também tem suas regras comportamentais baseadas em princípios de moralidade e de ordem pública, estando sujeitos, seus participantes, às leis penais e as regras dos bons costumes, em razão de qualquer de suas atitudes tomadas. A televisão, principalmente os canais abertos ao acesso de todos, tem um papel fundamental num estado democrático de direito, inclusive nos cuidados necessários à boa formação social dos mais jovens. Em "Dead Set" o Reality Show Ri de Si MesmoEnviado por luisnassif, sex, 13/01/2012 - 19:18
O gênero “reality show” já consegue rir de si mesmo? É o que parece quando descobrimos que a produtora holandesa Endemol, cujo maior produto é o “reality show”, produziu a série da TV inglesa chamada “Dead Set” (2008) onde uma epidemia transforma o mundo em zumbis... menos os participantes e a produção de um Big Brother que nada sabem o que está acontecendo fora dos muros da emissora. Combinando extrema violência, ironia e humor negro, a série faz referências às principais críticas e indignações contra o gênero. Se a Endemol consegue rir de si mesma é porque por trás há duas estratégias bem definidas: “Agenda Setting” e “tolerância repressiva”. Em "Dead Set" o Reality Show Ri de Si MesmoEnviado por Wilson Ferreira, sex, 13/01/2012 - 16:35
O gênero “reality show” já consegue rir de si mesmo? É o que parece quando descobrimos que a produtora holandesa Endemol, cujo maior produto é o “reality show”, produziu a série da TV inglesa chamada “Dead Set” (2008) onde uma epidemia transforma o mundo em zumbis... menos os participantes e a produção de um Big Brother que nada sabem o que está acontecendo fora dos muros da emissora. Combinando extrema violência, ironia e humor negro, a série faz referências às principais críticas e indignações contra o gênero. Se a Endemol consegue rir de si mesma é porque por trás há duas estratégias bem definidas: “Agenda Setting” e “tolerância repressiva”. Globo não participa de reunião com concorrente do IbopeEnviado por luisnassif, qui, 12/01/2012 - 15:08Do F5 / Folha.com Uma segunda opinião sobre ibope, além do Ibope Por Ricardo Feltrin O Instituto Ibope pode ganhar um concorrente ainda este ano. Mas, se isso depender da Globo, não. A emissora não participou de uma reunião com a empresa Nielsen, que pretende iniciar sua própria medição de audiência da TV brasileira. Na reunião com as TVs, cerca de três semanas atrás, a Nielsen informou que, se todas as TVs estivessem de acordo com seu plano, a medição poderia ser iniciada já em julho... Do Projeto Biosfera 2 ao Gênero "Reality Show"Enviado por luisnassif, dom, 08/01/2012 - 15:30O que há em comum entre o fracasso científico do Projeto Biosfera 2 em 1991 e o atual sucesso do gênero reality show? A chamada "ecologia maléfica" humana. Das baratas e ervas daninhas que destruíram o Biosfera 2 à crueldade, preconceito e violência dos reality shows, ambos mantêm um vínculo secreto: a endocolonização (a colonização interna da mente humana). O gênero reality show transformou-se em laboratório etnográfico para prospectar dados e análise dos comportamentos e motivações. Mais ainda, as dinâmicas, jogos e pegadinhas desses programas acabaram formando um estoque de táticas aplicáveis por técnicos de recursos humanos em seleção e treinamento em empresas. |
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