O INDESCULPÁVEL AUÊ DE UMA GRANDE ARTISTA

Custei aacreditar no que ouvi no rádio do carro de um amigo, na noite deste domingo, 29 de janeiro, no trajeto do bairro do Jardim Botânico para minha residência na Tijuca, no Rio. Era um desabafo, apimentado por ofensas com palavras de baixo calão, proferido pela famosa cantora Rita Lee, durante o show de despedida dos palcos que realizava em Aracaju, na Barra dos Coqueiros, no último sábado.


 

A única homenagem aos 70 anos de Nara Leão, por sua filha

Da Folha

Comemoração dos 70 anos de Nara Leão tem apenas site

 

MARCUS PRETO
DE SÃO PAULO

"Em 19 de janeiro de 2012, minha mãe faria 70 anos. E esse é o meu presente: compartilhar sua obra para que todos possam se deliciar, ouvir e pesquisar à vontade."

O recado foi publicado na semana passada por Isabel Diegues, filha mais velha de Nara Leão (1942-1989), em sua página no Facebook.

E, fora o presente da filha, nada de muito representativo está sendo preparado para o aniversário da cantora.

Reeditados em CD em duas caixas --metade em 2002, outra em 2005--, os álbuns de Nara esgotaram nas lojas e nunca mais foram repostos em catálogo. Hoje, estão totalmente indisponíveis e são vendidos a preço de ouro em sebos ou na internet.

  Bosco/Acervo UH/Folhapress  
A cantora Nara Leão em 1967
A cantora Nara Leão em 1967

Quatro respostas

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Interessante como alguns leitores e pessoas que me seguem reagem ao que digo no blog e nas redes sociais. No blog, por exemplo, embora haja espaço para comentários, não são poucos os retornos que recebo por email. O mesmo ocorre com o Facebook. Por se tratar de espaço de visibilidade pública, muitos não querem expor suas falas à bisbilhotice alheia, até porque, na maioria das vezes, quando me procuram em particular é para algo mais que simplesmente emitir uma opinião.

Há casos sérios e também os hilários. Recentemente postei no Twitter os versos do refrão da música “Quatro vezes você”, sucesso da banda Capital Inicial: “O que você faz quando / Ninguém te vê fazendo / Ou o que você queria fazer / Se ninguém pudesse te ver". Uma resposta engraçadinha apareceu e só. No Facebook – que tem conexão direta com o Twitter –, também houve alguma manifestação. Mas, por email, foram quatro mensagens dos que preferiram me contar ‘pessoalmente’ o que gostariam de fazer ou fazem quando ninguém está olhando. Foram três desconhecidos e uma conhecida.

A vida íntima dos homens de gorro vermelho

Autor: 

A vida íntima dos homens de gorro vermelho

O que Papai Noel e o Saci Pererê têm em comum? Toda criança sabe: o gorro vermelho. De resto, um é grande, gordo e branco, enquanto o outro é pequeno, magro e negro. Mas há outra coisa que os une: ambos tem um passado curioso.

Imagens: 
A vida íntima dos homens de gorro vermelho

Os porcos do Natal

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Você, a família, enfim, a sua aldeia, vão comer pernil no Natal? Muitos de nós vamos, não é? O Odair também. Os vizinhos dele também. É que ontem o Odair matou seu porco. Era só um imenso porco sem nome. Mas não era só um imenso porco sem nome. Porque o imenso porco sem nome era o porco da aldeia do Odair: a favela das Mangueiras.

Na criação do mundo, os porcos receberam o dom de nunca levarem uma vida severina: transformam qualquer coisa em suculenta carne. E crescem e engordam e prosperam na saúde ou na doença, na alegria ou na tristeza. E assim o porco cresceu e prosperou na favela das Mangueiras. Mas o dom suíno não pode sozinho. Então, o Odair e seus vizinhos se organizaram: 2 vezes por semana, buscavam, nas aldeias próximas, restos de comida deixados pelos feirantes. O melhor do resto ficava para eles. O pior, para o porco. E assim foi que o leitão deu num porcão.

A vida íntima dos homens de gorro vermelho

Autor: 

A vida íntima dos homens de gorro vermelho

O que Papai Noel e o Saci Pererê têm em comum? Toda criança sabe: o gorro vermelho. De resto, um é grande, gordo e branco, enquanto o outro é pequeno, magro e negro. Mas há outra coisa que os une: ambos tem um passado curioso.

Imagens: 
A vida íntima dos homens de gorro vermelho

COMO QUE FICA?

É possível seguir adiante sem credibilidade? A imprensa nacional há muito tempo tem muito do que se explicar. Apoiaram o golpe miitar e segundo Mino Carta não houve censura, a própria mídia se censurava. A Globo, por exemplo, nasceu no governo militar, relatizava a inflação, insuflava "os fiscais do Sarney", segundo Boninho minunciou Collor com uma pasta vazia para acusar Lula no debate, apoiou o plano Collor e segundo Lula na Copa/94 ao invés de gritar gol Galvão Bueno gritava PLANO REAL! Jornal Nacional e as novelas durante o governo Lula atacava o Bolsa familia e ainda, ano passado houve a bolinha de papel que se transformou em pedra. E a Veja e seus cronistas? Em breve eles faram uma matéria contra a abolição da escravatura. O Estadão demitiu a psicológa Maria Rita Kehl logo depois dela escrever um artigo elogiando o governo Lula. O SBT dono de uma concessão pública acha legitimo como iniciativa privada só pensar do lucro.

Elas não vão ao ginecologista

Autor: 

 

Impossível fugir do assunto. Creio que nunca mais vou parar de falar nisso. E o motivo é basicão: importante, importantíssimo. E começo contando uma conversa recente com minha mãe sobre saúde, visitas regulares a médicos, informação. Ela falou de uma amiga que sofre uma série de sintomas que a deveriam levar a um especialista. Mas, não. Não quer saber de médico, não se importa; ou foge, nega, toca a vida normalmente (!). Diante do meu espanto, minha mãe emendou com esta: “Minha filha, você sabe de nada. Conheço muita mulher da minha idade que nunca foi a um ginecologista; e nem vai.” Mamãe tem quase 80 anos.

Elas não vão ao ginecologista

Autor: 

 

Impossível fugir do assunto. Creio que nunca mais vou parar de falar nisso. E o motivo é basicão: importante, importantíssimo. E começo contando uma conversa recente com minha mãe sobre saúde, visitas regulares a médicos, informação. Ela falou de uma amiga que sofre uma série de sintomas que a deveriam levar a um especialista. Mas, não. Não quer saber de médico, não se importa; ou foge, nega, toca a vida normalmente (!). Diante do meu espanto, minha mãe emendou com esta: “Minha filha, você sabe de nada. Conheço muita mulher da minha idade que nunca foi a um ginecologista; e nem vai.” Mamãe tem quase 80 anos.

Velho e desdentado, mas com vontade de morder

Há uns dez anos, briguei com um amigo quando ele me disse algo neste mesmo estilo, mas acho que estou ficando velho. Acho que estou chegando à mesma condição que o Beethoven no concerto em Ré maior para violino, que podia celebrar o fim do velho mundo com a chegada das tropas revolucionárias do Napoleão à Alemanha e, ao mesmo tempo, lamentar a perda de tudo o que o aquele mundo tinha de gentil e cortês.

O velho mundo, hoje, tem muito pouco e cada vez menos de gentil e cortês e, ao contrário, tem muito e cada vez mais de selvagem e grosseiro. Comparado ao mundo cuja perda Beethoven celebrava e lamentava, o nosso só dá motivos de lamento, e a vida de quase todos (e, por osmose solidária, a de todos) é nele ainda mais "solitária, pobre, repelente, brutal e breve" do que o Hobbes imaginava ser a do homem das cavernas.

Caro Papai Noel, não esperava vê-lo tão cedo

Autor: 

 

Quem me lê há muito tempo sabe que não gosto do Natal. Aliás, não é do Natal; é da fervura natalina que se inicia cada ano mais cedo e termina no dia 24 de dezembro, quando finalmente fecham-se as portas do comércio. Também não vejo a menor graça na comilança exagerada que se faz na ocasião, mas nada tenho a ver com a gula alheia. Desde que começaram a bradar os blim-blim-blom-blom por aí, tento fingir que não ouço, da mesma forma que passo batida pelo piscar das luzinhas e pelo colorido (muitas vezes out) das decorações. Mas, como sempre acontece, o bicho papão corre atrás de quem tem medo, então...

Passei pelo shopping (o único da minha cidade!) na noite de domingo, tomei um sorvete, comprei umas cositas, porém, sem prestar a atenção aos apelos de Natal. Não vi mesmo, talvez por um movimento inconsciente, já que não quero ver nada. Há que se considerar que o estabelecimento estava tão cheio, que mal era possível ver algo ou alguém que se destacasse em meio a tanta gente. Afinal, que opções têm o voltarredondense num fim de tarde/início de noite de domingo? E lá estava eu entre todos os sem alternativa.

Caro Papai Noel, não esperava vê-lo tão cedo

Autor: 

Quem me lê há muito tempo sabe que não gosto do Natal. Aliás, não é do Natal; é da fervura natalina que se inicia cada ano mais cedo e termina no dia 24 de dezembro, quando finalmente fecham-se as portas do comércio. Também não vejo a menor graça na comilança exagerada que se faz na ocasião, mas nada tenho a ver com a gula alheia. Desde que começaram a bradar os blim-blim-blom-blom por aí, tento fingir que não ouço, da mesma forma que passo batida pelo piscar das luzinhas e pelo colorido (muitas vezes out) das decorações. Mas, como sempre acontece, o bicho papão corre atrás de quem tem medo, então...

Passei pelo shopping (o único da minha cidade!) na noite de domingo, tomei um sorvete, comprei umas cositas, porém, sem prestar a atenção aos apelos de Natal. Não vi mesmo, talvez por um movimento inconsciente, já que não quero ver nada. Há que se considerar que o estabelecimento estava tão cheio, que mal era possível ver algo ou alguém que se destacasse em meio a tanta gente. Afinal, que opções têm o voltarredondense num fim de tarde/início de noite de domingo? E lá estava eu entre todos os sem alternativa.

Certa saudade

Do Portal Luís Nassif

Certa saudade. Apenas certa. Pois ter tua presença sem poder te tocar é quase como

Christopher Cross, uma febre dos anos 1980

Por ROSE

Christopher Cross 

Sailing , em 1980

Arthur's Theme (Best That You Can Do) - clipe

All Right (1983)

Never Be The Same , Live 1998

Ride Like the Wind

I Will (Take You Forever) - em São Paulo

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