As mudanças na casa grande e senzala

Por Assis Ribeiro

Comentário ao post "A inteligência estratégica de Dilma"

Das várias análises que já li sobre a política e o governo Dilma esta é a mais profunda e precisa.

O Brasil tem mudado, tem procurado avançar nos aspectos democráticos, e tem conseguido, mesmo com a enorme resistência das forças conservadoras que temem a mudança do "status quo", prevendo a perda de vários privilégios já solidificados no conceito da "casa grande e senzala", portanto, um trabalho árduo de mudanças que está sendo levado adiante frente a persistência de Lula e Dilma.

Esse avanço, esta mudança, dentro de uma sociedade já tão acostumada, desde os tempos da sua colonização, aos favorecimentos, ao jogo do faz de conta, à submissão completa aos desejos dos nossos senhores da "casa grande" quase sempre em prejuízo aos da senzala, faz o autor deste belíssimo texto afirmar: - "Esse país não está sabendo pensar."

PSDB contrata laudo para a lista de Furnas

Por anonimo

Do Estadão

PSDB paga laudo para anular Lista de Furnas

"Nilton Monteiro foi quem trouxe a público a Lista de Furnas em 2006"

BRASÍLIA - Um laudo de 56 páginas, encomendado pelo PSDB ao perito americano Larry F. Stewart, ex-integrante do serviço secreto dos Estados Unidos e especialista em fraude de documentos, ajuda a desmontar a Lista de Furnas - uma relação de 156 políticos de oposição, a maioria tucanos, supostamente beneficiados com doação de caixa 2 na eleição de 2002. A lista falsa trazia os nomes dos ex-governadores José Serra (São Paulo), Eduardo Azeredo e Aécio Neves (Minas).

Cafezá - Catarina e Jarirí, uma paixão sobre-humana

Autor: 

–Inté qui chegaru.

–Deu ciértinhu, fia. Nósi num fumus vista. Já podemo cuntinuá cos nuóssos prano, agóra nósi vai pudê arrésgatá as tua criansa deisse poço imundu in quieiles istão. Nósi temos di i divagá i cum muitu cuidadu, ié a parti finá do nuósso pranejamientu ié tumém a maisi pirigósa, quarqué erru i tudu vai révertê pá trajédia du cumessu, i tudas nósi vai cai di novo naszunha di Asdrebal.

–Ié vérdadi, dona véinha. Nósi vamo passá na béradinha, nu iscuru tatiá, cos pézinhu a malapoiá i a boca féchada a cólá. Si uma telha cai nu chão, adeus mundu dos cagão.

Entonces, dona véinha subiu na cagunda da mãe di Nica di nuóvo i, na parte mais baxa  da parede, cunsiguiu subí in cima du telhado.

 

Vidas ignoradas: fascismo paulista apaga o que não é igual

Escolhas que escancaram o radicalismo ultra conservador fascista, que mostra a cara sem temor: o governo de São Paulo fez sua escolha

Dilma: combate à imigração ilegal deve focar intermediários

Por Paulo F.

Dilma: Brasil está aberto a haitianos; combate é contra coiotes

1 Fev (Reuters) - Após a entrada ilegal de milhares de haitianos no Brasil, a presidente Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira, em Porto Príncipe, que o país está aberto a receber cidadãos da nação caribenha, e que o combate à migração irregular deve focar os grupos que agenciam o transporte entre os dois países, conhecidos como coiotes.

O Haiti, país mais pobre das Américas, ainda se recupera dos efeitos do devastador terremoto de janeiro de 2010, que destruiu a capital Porto Príncipe e paralisou a economia local, elevando o desemprego e a pobreza, fator principal para a saída de haitianos.

"Reiterei que continuaremos cooperando para criar para os haitianos condições de vida melhores no próprio Haiti. Deixei claro, no entanto, que como é da natureza dos brasileiros, estamos abertos a receber cidadãos haitianos que optem por buscar oportunidades no Brasil", disse Dilma em um comunicado após reunião com o presidente haitiano, Michel Martelly.

Cafezá - Catarina e Jarirí, uma paixão sobre-humana

Autor: 
  • Poisi entonces, fia. Ucê tiem di ficá di zói abértu, piensá ciértu sobri tudu uilsso. Dagóra indianti ucê tiem di piensá nucê i nas tua criansa. Uma montanha di piédra foi jógada in cima ducêis.

  • Sim, ieu tô intendenu tudu. Ieu tô venu qui ieu i a mia famia num semos os premero niem os úrtimu a passá pur uilsso.

    Indaí, éilas urtrapassaru uma curva da rua i viru qui us sordadus num pudia inxérgá éilas. Entonces éilas pégaru a córda i isconderu a carrócinha num térrenu baudiu i vortaru a pé, si isgueranu pelos muro das casa.   

Dilma, de Cuba, denunciou o telhado de vidro de Serra

Serra atirou pedras sobre a visita de Dilma a Cuba, mas esquece de cuidar de seu já destroçado telhado (de vidro)... 

Dilma parte para o Haiti

De AFP / Terra

Sem imprensa, Dilma parte de Cuba ao Haiti após acordos

A presidente Dilma Rousseff concluiu nesta quinta-feira sua primeira visita a Cuba, na qual fortaleceu a cooperação com a ilha e conversou com Fidel e Raúl Castro, informou a embaixada brasileira. Dilma partiu na manhã desta quarta-feira em direção ao Haiti, segunda e última escala de seu giro, confirmou à AFP a Embaixada do Brasil em Havana, já que a cobertura da imprensa da despedida no aeroporto foi cancelada.

Em suas menos de 48 horas em Havana, a presidente assinou acordos de cooperação técnico-científicos com a ilha, referentes à criação de um banco de dados geológicos em Cuba; o fortalecimento do Centro de Tecnologia e Qualidade do Ministério da Indústria Siderúrgica; e a criação de uma rede de bancos de leite materno. Nos três casos, o Brasil se comprometeu a preparar técnicos cubanos no Brasil para essas atividades e a enviar a Havana especialistas para a implementação dos programas.

Paraguaios reivindicam terras ocupadas por brasileiros

Do G1

Sem-terra paraguaios reivindicam áreas ocupadas por brasileiros

Terras são ocupadas há décadas por agricultores brasileiros.
Em Santa Rosa del Monday, muitos produtores já foram vítimas de invasão.

 

Agricultores sem-terra chegam de todas as partes do Paraguai a acampamentos na região de fronteira com o Brasil para reivindicar parte das áreas ocupadas há décadas por agricultores brasileiros.

Na cidade de Santa Rosa del Monday, que fica há 70 quilômetros da fronteira com o Brasil, dos oito mil habitantes, seis mil são descendentes de brasileiros, a maioria agricultores. Muitos deles já foram vítimas de invasão.

Dilma planeja obras de infraestrutura no Haiti

Por Marco Antonio L.

Do Vermelho.org

Haiti: Dilma vai assinar convênio para desenvolver infraestrutura

A presidente Dilma Rousseff deve ficar menos de oito horas no Haiti, após deixar Havana, no dia 1º de fevereiro, mas a expectativa é que ela faça um firme pronunciamento em relação ao futuro da missão de paz das Nações Unidas (Minustah), aquartelada no país sob comando das Forças Armadas do Brasil.

Na avaliação do governo brasileiro, o problema de segurança no Haiti já não é crônico e o momento é oportuno para a ONU começar a organizar um esforço efetivo dos países ricos em torno de um projeto de reconstrução institucional e material do país.

O essencial, de acordo com fontes ligadas à missão brasileira, é que as forças de paz deixem o país quando o Haiti tiver as mínimas condições para caminhar com as próprias pernas. Na prática, isso demanda construir a infraestrutura - ou reconstruir o que havia antes do terremoto de 2010 - básica do país. Isso significa desde a capacitação institucional, como a criação de uma nova força policial e projetos de segurança alimentar até a construção de hospitais e usinas de energia.

Cafezá - Catarina e Jarirí, uma paixão sobre-humana

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–Memu sabenu cucê ié uma muié apaxónada pelo marido, eiles acha qui siucê ficá viúva, ucê vai sintí vontadi di tê ômi pá satisfazê u déseju da carni. In poco tiempo, u puóvo vai cuméçá a armá a rede di fófóca, a teia pá cólocá a tua aranha. As mueirada tiem invéja ducê, puqui ucê ié uma muié muitu bunita. Di um ladu, u déseju daszomarada i, di oto, a invéja das muiérada. Ié cumu si diz: Uma rês disgarrada, uma boa muié na istrada, dexa doido a peãozada. I, cuandu ucê caí em si, ucê vai tá fazenu u juógo deiles. Maisi, na vérdadi, u jogo num ié biem deiles, ié maisi um dus juógus in qui foi armada maisi uma arapuca pá prendê u puóvo. Ié a carência matériá in qui dexaru os póbri. Nósi póbri semos obrigadus a piensá só no dinerinho das nuóssa comprinha. Ié só trabaio i maisi trabaio pá cumprí cum acuílu qui si fala: Ganhá a vida. Num sóbra ninhum tiempo pá piensá sobri tudu uilsso uquí ieu ti falei, achá a salução prissu i acabá cum éissas doris.  

–A sinóra tá ciérta, dona véinha. Ieu já vi eisse tipo di cousa acuntecê.

 

Especial CAPS: evolução desde a reforma psiquiátrica

ESPECIAL CAPS - parte I: A reforma psiquiátrica e a consolidação dos CAPS

Por Bruno de Pierro, no Brasilianas.org
Da Agência Dinheiro Vivo

Considerada o marco da reforma psiquiátrica no Brasil, a lei nº 10.216/2001 não chega a citar os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), dispositivo que está no centro da saúde mental no país e que surgiu a partir da década de 1980. Contudo, está indicado no artigo 4º que a internação só será indicada quando os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes, e que a finalidade do tratamento deve ser a reinserção social do paciente em seu meio. Em nenhum momento é vetada a internação; apenas são definidas algumas restrições. O portador de transtorno mental não pode ser encaminhado para instituições com características asilares e incapazes de proporcionar a integração social, por meio do lazer, assistência social e ocupacional e atendimento psicológico. A internação psiquiátrica não é amaldiçoada, mas se torna apenas umas das vias possíveis, em casos agudos, sob orientação médica e em leitos de hospitais gerais.

Imagens: 
Os Tipos de CAPS
Evolução da expansão dos CAPS
CAPS por Estado

O posicionamento do Brasil em Davos

Por Marco Antonio L.

No Correio do Brasil 

Empenho dos brasileiros garante crescimento sustentável, diz Patriota em Davos

Por Redação, com ABr - de Davos, Suíça - No Correio do Brasil

Patriota
Patriota representa o Brasil no encontro de bilionários em Davos

Neste domingo, último dia do 42º Fórum Mundial Econômico, em Davos, na Suíça, a repercussão foi positiva para o Brasil que, na véspera, foi tema de um painel de debates. O presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luís Moreno, elogiou os resultados positivos obtidos nos últimos anos no país. Segundo os participantes do evento, o modelo brasileiro de crescimento associado ao desenvolvido social é destaque no cenário internacional.

Cafezá - Catarina e Jarirí, uma paixão sobre-humana

Autor: 

I a mãe di Nica tocô a carrocinha i foi déscenu a rua.

–A sinóra viu, dona véinha, uquí aqueli sórdadu mi falô? Coszômi tão mi quérenu i qui eile é um deisses? Eiles tão ispéranu a mórti di Tião, eiles qué qui uilsso acunteça. Tarveiz, inté, eiles vão cabá di matá eile. 

I a mãe di Nica pôs as mão nu rosto i disandô a chórá duído. Dona véinha oiô préla i pércebeu toda a tristesa quéla tava sintinu. Entonces falô:

–Cuidadu, fia! A égua tá lévanu a carrocinha pá cima da carçada. Sigura as rédia i pára di piensá néissas cousa.

–Ieu num cunsigu rrancá uilsso da mia cabesa. Ieu to mi sintinu curpada pur tudu uquí tá acuntécenu.

–Maisi ucê mi contô, fia, qui Asdrebal i us sordadus foru atraizi du seo marido pur causa da farsa dénúncia du médico. Num tiem nada a vê cocê não. Maisi ieu seio purquê ucê tá si sintinu anssim.

–Purquê, dona véinha? Fala pá mim.

 

São Paulo sob PSDB: Isto não pode ser "obra de Deus"

A imagem que traduz fielmente a triste política higienista praticada pelo partido que governa São Paulo há 17 anos