Rapazes de Programa na música

Emicida foi autor de um belo rap sobre uma profissional do sexo, o famoso “Rua Augusta”, com direito a um muito sensível clipe:

http://advivo.com.br/blog/luisnassif/rua-augusta-por-emicida

Por outro lado, questionou a liberdade sexual da mulher em “Trepadeira”:

http://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2013/08/23/trepadeira-nova-musica-de-emicida-e-tachada-de-machista-e-gera-polemica.htm

Então, fica a dúvida, o que ele acharia das clientes de “Garoto de Aluguel”, canção de 1979 de Zé Ramalho?

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Uma homenagem ao aniversário de Paula Toller

As entradas do meu rosto
E os meus cabelos brancos
Aparecem a cada ano
No final de um mês de Agosto...

Há vinte anos você nasceu
Ainda guardo um retrato antigo
Mas agora que você cresceu
Não se parece nada comigo...

Esse seu ar de tristeza
Alimenta a minha dor
Tua pose de princesa
De onde você tirou... Leia mais »

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Clima de Rodeio (duas versões)

"Clima de Rodeio", também conhecida como "Alô Galera de Cowboy", foi escolhida como melhor música country do Brasil em 2002 e vendeu 250 mil cds.

CLIMA DE RODEIO

(Dallas Country [ex-Dallas Company])

A magia está no ar
Vejo fogo na arena
O cavalo a selar
Isso é coisa de cinema

Uma beca invocada
Um pingente no chapéu
Ouço uma oração
Sinto um pedaço do céu

Alô galera de cowboy
Alô galera de peão
Quem gosta de rodeio bate forte com a mão Leia mais »

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Debatendo o pacote das PECs de abril

Micareta em Abril: quando quase ninguém tem razão

Eu não desejava me aprofundar nesse assunto, pois considero as quatro leis envolvidas como tolas e de nenhuma chance de aprovação nas duas casas do Congresso. E, se alguma prosperasse, seria fatalmente considerada inconstitucional no STF (eventualmente o PL 4470/2012 poderia escapar disso.)

Líderes partidários (de governo ou oposição), imprensa, ministros do STF, blogueiros, etc falarem coisas insensatas é algo que acontece sempre mesmo... É tudo de uma imaturidade e oportunismos que causam uma desolação que podemos já ver como tradicional.

No entanto, a discussão sobre esse festival de besteiras que assolou o país, neste mês de abril, tomou conta também de redes sociais e blogs, causando inimizade desnecessária entre as pessoas. Que não raro se manifestam antes de se informarem com alguma profundidade maior nos temas.

No entanto, a discussão sobre esse festival de besteiras que assolou o país, neste mês de abril, tomou conta também de redes sociais e blogs, causando inimizade desnecessária entre as pessoas. Que não raro se manifestam antes de se informarem com alguma profundidade maior nos temas.

Assim, vamos a um “Entendendo o Pacote de Abril - versão 2013".

Trata-se da discussão em torno de três PECs e um PL recentes. Todos de iniciativa da Câmara dos Deputados.

A associação do apelido em redes sociais, que remete ao autoritarismo de 1977, vem de que todas as leis afetariam negativamente pelo menos alguma instituição democrática. As leis são também apelidadas de PEC da Ditadura (do Congresso), PEC da Teocracia e PEC da Impunidade. Leia mais »

O Secularismo como causa política

As pessoas podem defender as mais variadas causas e há tempos a política saiu daquela situação binária “direita-esquerda”, que remete basicamente a classes sociais. Com o mundo convergindo para modelos de manutenção do capitalismo com esforços para promoção de bem-estar social, estes especialmente nos países em desenvolvimento, um outro eixo se interpôs, o que leva de conservadorismo social ou religioso (ou mesmo “ditadura da maioria”) a libertarianismo (o que inclui forte defesa do secularismo.) E será assim enquanto não houver uma completa transição para sistemas que garantam a liberdade de expressão individual em comportamento.

Nos países ocidentais, durante muito tempo e mesmo após a disseminação dos modelos de democracia representativa partidária com Estado Laico, foi muito mais frequente do que não que o conservadorismo religioso, com muitos ditames a respeito de como as pessoas deveriam não apenas se portar, como também “ser”, tivesse se aliado ao conservadorismo econômico. Leia mais »

20 cenas musicais inesquecíveis

Faço 49 anos hoje. Quem tem a partir de +/- essa idade pode lembrar de uma sessão especial que tinha na Globo, no final dos anos 1970, nas madrugadas de 5ª para 6ª, só para passar filmes musicais. Era difícil trabalhar e estudar no dia seguinte (os filmes terminavam lá pelas 03:00), mas valia muito a pena.

Alguns filmes que conheci assim, como “Desfile de Páscoa” e “O Pirata”, nunca revi, mas também não cheguei a esquecê-los. Havia também muitos filmes que eram “para esquecer”, pois a Hollywood dos anos 1940 e 1950 não vivia só de clássicos, mas também de entretenimento “linha de montagem”.

Mas filmes musicais muito bons (assim como desenhos, comédias e suspense) sempre foram negligenciados pela Academia, historicamente favorecedora de dramas. Alguém lembra de filme musical que ganhou o Oscar de filme, de roteiro, de direção, de ator ou atriz? Eu, de bate pronto, não lembro.

O que não têm muita importância, pois esses filmes frequentemente são os que mais ficam na nossa memória!

Ponho a seguir a cena favorita (ou a que não esqueço) dos filmes que mais gostei. (Cinema pode ser algo pessoal... Nem sequer assisti a todos os filmes que eu gostaria nem tampouco todos os filmes que eu aprecio podem ser bons para todos os gostos.) Leia mais »

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11 Hits de Avenida Brasil

11 Hits de “AVENIDA BRASIL”

E afinal, quem matou Max?

Hoje termina Avenida Brasil. Eu vou sentir falta dessa novela. Achei que ficou bom o conjunto de citações de cinema (como o que me parece “Morte sobre o Nilo”, agora no final.)

As situações inacreditáveis, exageradas e desconexas, como a de Nina não ter um pen drive (o que virou meme há umas semanas atrás), Cadinho perder tudo, etc, não deixaram de dar um ar descolado pro todo, como se o autor (João Emanuel Carneiro) se divertisse conosco.

Junto com “Cheias de Charme” e “Gabriela”, lá se vai uma das melhores safras de novelas... :-( 

Já achei no YouTube as minhas favoritas (YTs abaixo)

Paolo - Tanta Coisa (Darkson e Tessália)

Adele - Set fire to the rain (Tema de Nina) Leia mais »

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Eleições: trabalho para malabarista

O que eu acho das eleições de SP no estágio em que estão, faltando 10 dias:

- Não vale a pena ficar questionando partidarismo em pesquisas, oscilações de 2 ou 3 pp. não são inusuais com amostras de 1000 a 2000 pessoas. O Datafolha tem um certo viés classista (faz pesquisa de fluxo, não na residência, e não coloca partido no disco de respostas, acaba mostrando um pouco mais para o preferido por segmentos mais informados, mas isso se dilui até a eleição propriamente dita.) Mas olhe-se o gráfico de dispersão (proporcional em relação a tempo/data), é difícil perceber que plotagem é de cada instituto. Eu não gosto de ficar olhando ponto a ponto, a informação que se pode obter em pesquisas é mais a tendência das “nuvens”. Por esse enfoque CR estaria no teto para 1º turno e JS e FH ainda com algum deslocamento.

- Com vários candidatos viáveis os votos não vão necessariamente de um para o outro. Isso só acontece em eleições binárias (como Obama x Romney.) Eu acho (frise-se o “acho”) que Haddad passou parte da campanha recuperando as intenções de voto que foram de Paulinho e Netinho (em tese, do mesmo campo), que Russomanno absorve, de Serra, votos em todas as classes, que Haddad pode estar ainda recuperando, de CR, votos dos “mais pobres” (os últimos programas televisivos batem muito nessa tecla, o “PT governa para os pobres”.) Leia mais »

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Eleições: trabalho para malabarista

O Mito do Conservadorismo Eleitoral Paulista

Da Sala Eleições 2012

Talvez imagens digam mais que palavras. Não se pára de falar que paulista é politicamente conservador (moralmente é dos menos conservadores no país ainda mais conservador nisso, mas isso fica pra pesquisas específicas.)

Até é. Como o brasileiro é (votar em petista para presidente/a - e só quando não se trata de chapa pura - mas mantendo o Congresso 70% centro-direita NÃO é ser não-conservador. É, talvez, ser não-neoliberal.) Leia mais »

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O Mito do Conservadorismo Eleitoral Paulista

O Mito do Conservadorismo Eleitoral Paulista

Talvez imagens digam mais que palavras. Não se pára de falar que paulista é politicamente conservador (moralmente é dos menos conservadores no país ainda mais conservador nisso, mas isso fica pra pesquisas específicas.)

Até é. Como o brasileiro é (votar em petista para presidente/a - e só quando não se trata de chapa pura - mas mantendo o Congresso 70% centro-direita NÃO é ser não-conservador. É, talvez, ser não-neoliberal.)

Mas SP não é mais antipetista que outros estados. O estado dá 16 deputados federais da bancada de 88 do PT, 18%; mais que a proporção de vagas desse estado : 14% (70 em 513). E deve ser um dos poucos estados (se não for o único) com 2 senadores do PT. SP tem 3 das 81 vagas para esse cargo, mas elegeu 2 dos 13 senadores petistas (se bem que agora uma vaga passará para o suplente... do PR!) E, nas três vezes que Eduardo Suplicy concorreu em anos de vaga única, 1990, 1998, 2006, ganhou dos concorrentes do PSDB, PP, PTB ou DEM. Leia mais »

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O Mito do Conservadorismo Eleitoral Paulista

São Paulo merece uma avaliação melhor

Virou lugar comum chamar paulistas e paulistanos de “conservadores”. Temos como sustentar essa tese tão somente pelas dificuldades do PT em fazer aumentar seu eleitorado por aqui? Ao meu ver não, seria um reducionismo apenas cômodo.

O texto é bem longo, cabe a indicação de atalhos, as partes podem ser lidas separadamente: 1. Busca reduzir o estranhamento com o conservadorismo econômico do paulistano; 2. Busca mitigar esse estereótipo de que paulistano é conservador em política; 3. Atribui-se a sinais do governo federal e do próprio PT a grande aceitação atual a Celso Russomanno; 4. Comenta-se porque nem sempre as tradicionais visões “esquerda/direita” são suficientes para definir conservadorismo; 5. Apresenta-se uma hipótese de desempenho favorável a Fernando Haddad.

(observação pessoal: lembro que nem Russomanno nem Fernando Haddad são meu/minha candidato/a. Ambos defendem um programa muito conservador para meu gosto. E eu também faço parte dos 43% que rejeitam Serra. Eu ainda acho que CR é franco favorito, mas debruçando-me sobre a questão, penso agora que percebi que esse quadro ainda pode mudar.) Leia mais »

Dropes eleitorais paulistanos

Serra corre o risco de não estar entre os 2 primeiros por sua elevada rejeição, muito maior que para os demais. Pode nem ser o mais votado dos candidatos de perfil conservador. É o único mais claramente de oposição ao governo federal , o que não é vantagem no momento, nem tem o monopólio de identificação ao estadual. Eterno favorito para primeiro turno, pode repetir as experiências de Maluf e Marta em algumas das eleições recentes : ser a “vidraça” para todos e não agregar muito entre turnos. Mas conta com a experiência de vários cargos e candidaturas e pode usar o “recall” e o tempo de TV para se manter à tona.

Chalita depende do (3º) tempo de TV para tentar estar entre os 2 primeiros. É o “candidato de marca” no que se refere a religião, mas o partido “religioso” é o PRB (Russomano.) É o genérico no conservadorismo (original é Serra) e no dilmismo (Haddad). Também é “novo” (na idade, que já apareceu na inserção inicial), mas precisa arrancar algo como 4 ou 5% em cada frente e simultaneamente, o que é muito difícil. Leia mais »

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Dropes eleitorais paulistanos
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O Sertanejo chiclete

Há algo de particularmente curioso... Eu acompanho as “timelines” de dezenas de amigos no facebook, onde é comum as pessoas colocarem “youtubes” de “hits” dos quais gostam (oh! 4 palavras/nomes em inglês numa frase!), mas apenas uma amiga (além de mim, claro) admite gostar de músicas “de sucesso”. Do tipo que enche as trilhas de novelas da Globo (Avenida Brasil e Cheias de Charme, em especial.)

É estranho, pois tanto toca, tanto vende, e quase ninguém gosta... (Como de 10 anos pra trás parecia que ninguém gostava de música brega ou mesmo de Roberto Carlos...) Vivemos uma superposição de mundos paralelos? Ou um pouco de preconceito elitista misturado com enrustimento? ;-) Leia mais »

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Análise de uma peça de propaganda neocon

Lew Rockwell, presidente do Ludwig von Mises Institute, publicou artigo, cuja tradução para o português pode ser encontrada aqui:

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1343

Esse artigo é apenas peça de propaganda neoliberal, provavelmente talhada para a campanha eleitoral atual dos Estados Unidos. Não tem substância nenhuma, abusa de manipulação de ideias e da ingenuidade do eventual leitor. Usa basicamente um estrategema de comunicação conhecido como "falácia do espantalho", isto é, atribuir ao antagonista características negativas que não tem, a um ponto que o leitor desatento passe a temê-lo. O mais importante é a desqualificação, posto que a argumentação necessária para o convencimento não se faz presente. Leia mais »

Ordem e Progresso

[ou, porque sou da oposição]

O problema

As propostas para atualização do Código Penal foram encaminhadas ao Congresso. Entre elas a classificação da homofobia como crime inafiançável e imprescritível.

Isto é óbvio e necessário, como diz Mair Pena Neto em http://bit.ly/LxeuNj Mas ele também salienta que a mudança “não será aprovada facilmente pelo Senado e pela Câmara." Leia mais »