O mundo gira... descontrolados são eles!

A Filosofia do Jeito

 

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Fernanda C. Borges: GAIARSA E EU

GAIARSA E EU

Posted: 31 Jan 2013 06:53 PM PST Leia mais »

NOJO DE CLASSE

Fernanda Carlos Borges: A Filosofia do Jeito

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BRIGUEI NO TRASITO

A Filosofia do Jeito
Fernanda Carlos Borges
SÁBADO, 27 DE OUTUBRO DE 2012

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Um jeito para expatriados

Um dia desses coordenei uma mesa redonda sobre o jeito brasileiro com expatriados alemães. Estrangeiros que trabalham no Brasil, no mundo corporativo. Eles se reunem uma vez por mês no prédio da Câmera Alemã. Ao encontrá-los, lembrei dos meus tios alemães: a mesma fala direta, o mesmo sotaque duro, a mesma risada com ritmo de marcha. E imediatamente senti uma grande empatia por eles. A primeira coisa que solicitei, antes de desenvolvermos o nosso tema (o jeito brasileiro), foi que me dissessem o que mais estranhavam no comportamento dos brasileiros no ambiente de trabalho. Para eles, os brasileiros não sabem ser criticados de modo direto e mentem com facilidade. No decorrer da nossa conversa, pudemos perceber que isso poderia ser compreendido de outro modo. A crítica é bem recebida quando a comunicação preza pela simpatia, pelo modo como se fala. Nós brasileiros colocamos muita atenção na comunicação não-verbal, resultante do fato de a nossa cultura popular não ter sido - ainda bem - demasiado absorvida pela educação erudita e teórica. Leia mais »

O jeitinho brasileiro na comunicação não-verbal

A comunicação não-verbal e o jeitinho brasileiro

Uma das coisas que chama nossa atenção a respeito do jeitinho brasileiro é o fato de que, dependendo do modo como é solicitado, pode ser atendido ou não. O modo como tem um peso tão grande quanto os motivos que levam a solicitar o jeitinho.

Para continuarmos a desenvolver a respeito desse modo como, precisamos antes circunscrever a situação que foi designada, originalmente, como Jeitinho Brasileiro. Para a antropóloga Lívia Barbosa, o jeitinho acontece dentro das instituições modernas, quando uma regra é relegada a segundo plano diante de uma situação onde o acaso dificultou o atendimento à regra, criando um problema pessoal que o jeitinho pode resolver. Não é o caso, portanto, de “levar vantagem”, nem de uso do poder de “sabe com quem está falando”. Para nós, trata-se do cultivo da percepção das circunstâncias que não podem ser generalizadas pela regra. Alguns chamam isso de bom senso. Leia mais »