Peranzzetta e Da Rós -Misturinha boa de violão e piano

Autor: 

 

Murillo Da Rós e Gilson Peranzzetta no Paço da Liberdade

O título acima bem que poderia ser o tema de um chorinho. Mas da música que vou falar, de choro só tem o belo e espontâneo improviso de quando se misturam dois talentos, um virtuoso no violão e outro com dedos mágicos, libertinos descaradamente feliz em brincar com as teclas do piano, como deve ser toda a alegria de quem faz o que gosta. O resultado, para quem vê e ouve é indescritível. Falo do show de Murillo Da Rós (violão) e Gilson Peranzzetta, um mestre do piano, que aconteceu no Paço da Liberdade, em Curitiba, no dia 26 de janeiro.

Peranzzetta e Da Rós -Misturinha boa de violão e piano

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Murillo Da Rós e Gilson Peranzzetta no Paço da Liberdade

O título acima bem que poderia ser o tema de um chorinho. Mas da música que vou falar, de choro só tem o belo e espontâneo improviso de quando se misturam dois talentos, um virtuoso no violão e outro com dedos mágicos, libertinos descaradamente feliz em brincar com as teclas do piano, como deve ser toda a alegria de quem faz o que gosta. O resultado, para quem vê e ouve é indescritível. Falo do show de Murillo Da Rós (violão) e Gilson Peranzzetta, um mestre do piano, que aconteceu no Paço da Liberdade, em Curitiba, no dia 26 de janeiro.

Wandula ressoa o que foi e o que virá

Autor: 

 Conheci o grupo Wandula no Festival de Inverno de Antonina em 2000. E a impressão que me causou era a de estar assistindo a um belo filme com uma trilha sonora carregada de sentimentos e revelações. A música do Wandula é assim. Tem cheiro de música de cabaré dos anos 30 na velha Paris, mas tem cor e sabor de música que nunca foi ouvida. Evoca milhares de velhas imagens e de emoções novas, mas tem algo que vai um pouco além. Talvez seja por causa dos múltiplos sotaques instrumentais e idiomáticos. Talvez seja por causa de uma bagagem universal que o grupo carrega misturando uma velha cultura européia com um Brasil erudito e popular novíssimo.

Eis o que diz seus próprios integrantes: Wandula é o resultado da união de músicos e compositores vindos de diferentes formações e experiências.

Imagens: 
Edith de Camargo (suíça radicada no Brasil), vocalista e acordeonista do grupo
Vídeos: 
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Wandula ressoa o que foi e o que virá

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 Conheci o grupo Wandula no Festival de Inverno de Antonina em 2000. E a impressão que me causou era a de estar assistindo a um belo filme com uma trilha sonora carregada de sentimentos e revelações. A música do Wandula é assim. Tem cheiro de música de cabaré dos anos 30 na velha Paris, mas tem cor e sabor de música que nunca foi ouvida. Evoca milhares de velhas imagens e de emoções novas, mas tem algo que vai um pouco além. Talvez seja por causa dos múltiplos sotaques instrumentais e idiomáticos. Talvez seja por causa de uma bagagem universal que o grupo carrega misturando uma velha cultura européia com um Brasil erudito e popular novíssimo.

Eis o que diz seus próprios integrantes: Wandula é o resultado da união de músicos e compositores vindos de diferentes formações e experiências.

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Edith de Camargo (suíça radicada no Brasil), vocalista e acordeonista do grupo
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O reencontro de Peranzzetta e Da Rós

Dinheiro do peixe morto ou o dinâmico folclore

Autor: 

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=9BhFtO72aZY&feature=share]

As manifestações folclóricas são muitas vezes tratadas como uma tradição estática, reproduzidas em datas específicas e que quase nunca sofrem alterações. Mas isso é só pra quem observa de longe. De perto, o folclore é dinâmico, mutante e capaz de se adaptar as transformações. 

É o que acontece, por exemplo, com o fandango paranaense. Estudiosos afirmam sempre que o fandango preserva oa refrões fixos em cada uma das suas chamadas marcas, que podem ser  bailadas(dançadas) e batidas (sapateadas, usando tamancos de madeira)  e algumas valsadas.

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Dinheiro do peixe morto ou o dinâmico folclore

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[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=9BhFtO72aZY&feature=share]

As manifestações folclóricas são muitas vezes tratadas como uma tradição estática, reproduzidas em datas específicas e que quase nunca sofrem alterações. Mas isso é só pra quem observa de longe. De perto, o folclore é dinâmico, mutante e capaz de se adaptar as transformações. 

É o que acontece, por exemplo, com o fandango paranaense. Estudiosos afirmam sempre que o fandango preserva oa refrões fixos em cada uma das suas chamadas marcas, que podem ser  bailadas(dançadas) e batidas (sapateadas, usando tamancos de madeira)  e algumas valsadas.

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Waltel Branco completa 82 anos e ganha CD inédito

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Ele regeu diversas orquestras, foi um dos precursores do jazz fusion, influenciou Baden Powell e o violão de João Gilberto, fez trilhas para cinema entre as quais uma dos mais famosos temas da sétima arte, fez trilhas para novelas, arranjos e direções musicais para Dorival CaymmiNana CaymmiJoão Gilberto, fez arranjos para Roberto Carlos

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O VIOLÃO PLURAL DE WALTEL BRANCO

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Waltel Branco completa 82 anos e ganha CD inédito

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O VIOLÃO PLURAL DE WALTEL BRANCO

Murillo Da Rós apresenta Triskle em Brasília

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Murillo Da Rós apresenta-se pela primeira vez em Brasília com o espetáculo Triskle – Violão Trio, acompanhado dos violonistas David Tavares e Juan Tomas Alvarez, do baixista Glauco Solter e do percussionista Luciano Madalozzo.

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Sorria, o mundo é opaco

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Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay, diria ainda hoje Cervantes. O sistema de vigilância em tempo real, Echelon, não existe. É apenas uma grande fantasia, afirmam os que querem manter o controle de tudo e de todos em segredo. E para desacreditar os que denunciam tal sistema, classificam como “Teoria da Conspiração”.

Por obra do acaso

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Instado pela postagem "A fórmula Veja de Jornalismo", por Henrique, o Outro, no blog do Nassif, fui pesquisar no Google - sim! Porque sempre me sinto intimado a ir mais fundo, até mesmo para absorver melhor a informação. O autor do artigo cita o livro "O andar do bêbado", do físico norte americano Leonard Mlodinow, argumentando ser dessa obra que a Veja extraiu a sua fórmula de jornalismo de esgoto. Cliquei no primeiro link do Google e, não por obra do acaso, caí exatamente numa página da revista Veja que resenha o tal livro. O título da resenha, que li empolgado, confirma a tese de Henrique: "Por obra do acaso".  Num trecho do livro, publicado na própria Veja, Mlodinow cita: 

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Por obra do acaso