Carta Iedi n. 516 – Assimetria cambial e indústria
Enviado por Rodrigo Medeiros, sab, 21/04/2012 - 10:59(...) países de empresas concorrentes das brasileiras tanto doméstica quanto internacionalmente praticam uma política cambial agressiva, com taxa real sobre-desvalorizada. Além da vantagem de preços conferida por menores custos de mão-de-obra e capital, os produtos importados da China, Índia, Paquistão, Bangladesh e outros possuem também a vantagem dos diferenciais de câmbio. Como o Brasil possui uma taxa sobrevalorizada, esta “dupla assimetria” ocasiona distorções graves nos preços dos bens transacionáveis, as quais não são cobertas e nem tampouco suavizadas de forma significativa por medidas de proteção tarifárias.
Clique aqui para ler mais.
Rebelde com causas...
Enviado por Rodrigo Medeiros, sab, 31/03/2012 - 11:02Desprotecionismo e desindustrialização
Enviado por Rodrigo Medeiros, qui, 29/03/2012 - 08:52Clique aqui para ler o artigo do prof. Bresser-Pereira.
Déficit nos bens da indústria de transformação
Enviado por Rodrigo Medeiros, seg, 23/01/2012 - 10:20Segundo o Iedi:
O déficit comercial dos bens típicos da indústria de transformação por si só não é ruim. Mas, a persistir o descompasso entre vendas do varejo e produção física interna da indústria, como aconteceu em boa parte de 2011, o quadro é distinto. Os obstáculos relativos a tanto são bem sabidos. Há capacidade ociosa na indústria asiática, concorrendo para agressivos preços baixos. A taxa de câmbio continua como óbice às vendas externas do Brasil, assim como os conhecidos problemas de infraestrutura, complexo sistema tributário, cara intermediação financeira e a carência de recursos humanos qualificados e mesmo de serviços especializados.
Leia mais (clique aqui).
Indústrias centrais e pioneiras no desenvolvimento regional
Enviado por Rodrigo Medeiros, seg, 19/12/2011 - 07:51O artigo trata a teoria do desenvolvimento a partir da identificação de indústrias-chave à sustentabilidade desse processo. Contribuições teóricas de Fernando Fajnzylber ajudam a identificar essas indústrias e a propor linhas de ação desenvolvimentistas para o presente. Uma nova taxonomia será criada para a proposição de políticas de desenvolvimento industrial regional: indústrias centrais e pioneiras.
Palavras-chave: teoria do desenvolvimento; indústrias-chave; Fajnzylber.
INDUSTRIALIZAÇÃO NA AMAZÔNIA BRASILEIRA
Enviado por Rodrigo Medeiros, qui, 08/09/2011 - 16:11Ipea: impactos do câmbio nos instrumentos de comércio internacional (tarifas)
Enviado por Rodrigo Medeiros, sex, 12/08/2011 - 11:02Guerras cambiais podem desencadear guerras comerciais. Chama a atenção no estudo do Ipea:
“a valorização cambial do Brasil, nos níveis considerados de 30%, significa não só a anulação das tarifas consolidadas na OMC, como incentivo às importações do país porque reduzem as tarifas aplicadas a níveis negativos. Diante desse quadro, exigir cortes mais significativos nas tarifas consolidadas, no âmbito da Rodada de Doha, seria impor maiores distorções aos níveis tarifários já negociados. A mesma consideração pode ser feita quando forem analisadas as opções de negociação de novos acordos preferenciais de comércio. Em síntese, para o Brasil, a valorização da sua moeda praticamente anula o instrumento das tarifas e representa incentivo às importações em geral. Diante de câmbio desvalorizado como o dos EUA e da China, os níveis tarifários negociados na OMC também são anulados, representando que o Brasil está oferecendo acesso a seus mercados de forma muito mais aberta do que negociou na OMC”.
Para uma valorização de 30% do câmbio do Brasil: Leia mais »
Carta Desenvolvimentista
Enviado por Rodrigo Medeiros, qua, 03/08/2011 - 16:11Preocupações no horizonte?
Enviado por Rodrigo Medeiros, sex, 22/07/2011 - 08:14O governo Dilma Rousseff tem condições políticas e coragem para efetivar uma nova política industrial sintonizada com mudanças necessárias na macroeconomia vigente?
Maior programa de concentração de renda do planeta?
Enviado por Rodrigo Medeiros, qui, 21/07/2011 - 09:35O Brasil gastou, em 2010, 44% do Orçamento Geral da União com o pagamento de juros, amortizações e refinanciamento da dívida, enquanto setores-chave como saneamento básico, transportes, urbanismo e cultura não chegam a ter 1% da fatia.
Balança comercial levanta preocupações no horizonte
Enviado por Rodrigo Medeiros, qua, 20/07/2011 - 16:38No contexto das precárias condições que se esperava que fosse perdurar por um bom tempo, Keynes (1932) recomendou que se "fizesse de conta, para nós mesmos e para todo mundo, que o certo é errado e o errado é certo; porque o errado é útil e o certo não". Não há como negar que o mundo vive ainda os efeitos perversos da crise de 2008.
Iedi: “A primarização das exportações brasileiras”.
Enviado por Rodrigo Medeiros, sab, 16/07/2011 - 11:26O debate tem crescente interesse e diz respeito ao aumento que vem ocorrendo exportações de produtos primários e um retorno a um passado em que o Brasil ainda não tinha empreendido sua industrialização. (Clique aqui para ler mais).
Economia nacional usa pouca mão de obra qualificada
Enviado por Rodrigo Medeiros, dom, 10/07/2011 - 23:29Professor Ben Ross Schneider, do MIT, abordou no Ipea as características do capitalismo na América Latina
A presença de um número elevado de multinacionais no país e a exploração de recursos naturais por grandes grupos econômicos nacionais reduz a demanda por mão de obra qualificada no Brasil. A tese foi defendida pelo professor Ben Ross Schneider, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Ele apresentou uma palestra sobre as variedades do capitalismo na América Latina nesta quinta-feira, 30, no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Leia mais »
Agenda Econômica com o professor José Luis Oreiro
Enviado por Rodrigo Medeiros, qui, 30/06/2011 - 14:19Brasil se desindustrializa e canta como cigarra a música da China
Enviado por Rodrigo Medeiros, seg, 13/06/2011 - 16:21Da Folha de S. Paulo, 12.06.2011:
PESSIMISTA, PROFESSOR DA UNICAMP PREVÊ FIM DE "FARRA DAS COMMODITIES" E RECLAMA DA AUSÊNCIA DE UMA ELITE INDUSTRIAL E DE UM GOVERNO MAIS "NACIONALISTA" NO PAÍS
A desindustrialização no Brasil avança. O país está regredindo. Não basta ter uma política industrial. É preciso mexer no câmbio e reduzir muito os juros. O diagnóstico é do economista Wilson Cano, 73.
Nacionalista e admirador de Celso Furtado, Cano tem sua vida acadêmica ligada à história da Unicamp. Doutor e livre-docente em economia, hoje aposentado, ele é professor voluntário na Universidade. Leia mais »








