Aprendizado para a sustentabilidade
Enviado por Martim Assueros, sab, 10/03/2012 - 19:09
Aprendizado para a sustentabilidade
Nossa espécie tem a capacidade de adequar sua visão de mundo até que faça sentido com seus interesses e valores. A realidade é o que é, mas também inclui o que achamos e convencionamos que passará a ser, por que parte dela é matéria e parte é feita dos nossos sonhos, utopias, idéias que dão sentido à existência.
Nossos atos, comportamento, moral, ética são determinados por essas visões da realidade e, estas, são influenciadas pelas informações e pelos valores que recebemos.
Antônio Maria: dois frevos e uma saudade
Enviado por Martim Assueros, sex, 10/02/2012 - 12:19Frevo há mais de 100 anos
Enviado por Martim Assueros, qui, 09/02/2012 - 18:02Na terra como no céu
Enviado por Martim Assueros, qua, 08/02/2012 - 17:14
“Na terra como no céu” (Geraldo Vandré), do disco “Das terras de benvirá”, lançado pela Phonogram em 1973:
Não viemos por teu pranto
Nem viemos pra chorar
Viemos ao teu encontro
E estamos no teu altar
Por seguir nosso caminho
Que é também teu caminhar
Na força do teu carinho
Esperamos nos salvar
Na terra como no céu
No sertão como no mar
Nas serras ou na planura
Esperamos nos salvar
Estando sempre a altura
Dos teus caminhos de dar
Reparte entre nós senhor
Diante do teu altar
A justiça e a riqueza
Que fizemos por ganhar
Não deixa a gente passar
Pela fome em tua mesa
Não viemos por teu pranto
Nem viemos pra chorar
Cenouras para um domingo imaginário
Enviado por Martim Assueros, dom, 05/02/2012 - 18:45Ponte Mali-Brasil
Enviado por Martim Assueros, sex, 27/01/2012 - 17:34Uma palhinha do Projeto "A curva da cintura": duas músicas ("Um Senhor" e "Coração de Mãe") de um total de dezoito.
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Recife - João Pessoa
Enviado por Martim Assueros, qui, 15/12/2011 - 15:24Eu vi os olhos do canavial
Mirar meus olhos rumo ao fim do mundo
A varrer morros suave-ondulados
Onde a floresta atlântica um dia foi
Eu vi os olhos do canavial
A guiar carros multicilindrados
Sorver sistemas multifacetados
E tanta espécie que um dia foi
Ruídos na comunicação ambiental
Enviado por Martim Assueros, sex, 09/12/2011 - 18:51Artigo (autorizada a reprodução)
Por Vilmar Sidnei Demamam Berna*
Ruídos na comunicação ambiental
Os ruídos na comunicação ambiental podem atrapalhar o entendimento sobre consumo, recursos naturais, superpopulação, amadurecimento pessoal ou sobre a neutralidade na informação.
Quando se faz a crítica ao consumismo, por exemplo, não é ao ato de consumir, em si. Não há nada de errado em consumir. É o que fazemos, do berço ao túmulo. O que se critica é o consumo irresponsável; o desperdício, que destrói recursos que poderiam estar sendo melhor distribuídos; a redução da vida humana às dimensões de produzir numa ponta para consumir na outra, como se ganhar dinheiro e gastá-lo é que fosse o importante, e viver, amar, ser feliz nem tanto, claro, a não ser que tenha o consumo como intermediador.
Eu abstrato, concreto
Enviado por Martim Assueros, sex, 09/12/2011 - 17:04
Eu abstrato, concreto
Amanhã se casa a minha segunda filha
E novamente me sinto assim, satisfeito
Feito carregando a lua num lago tranqüilo
De Leonid Tish e Boris Bendikov.
Naquele quadro postado hoje aqui no Blog.
O azul embriagado abstrai, consola
Como fosse um remanso do rio Moldava
Na linda música de Bedrich Smetana.
Código Florestal e Escravidão
Enviado por Martim Assueros, sex, 09/12/2011 - 14:45Código Florestal e Escravidão: O que 2011 tem em comum com 1831 e 1850?Para os latifundiários leis não existem, se a Constituição contrariar seus interesses, que se rasgue a constituição. Foi assim em 1831, quando a escravidão, mesmo ilegalmente, foi mantida. Em 1850, quando foram fazendeiros escravistas foram anistiados pelo crime de sequestro, uma vez que mantinham em suas terras, a escravidão. E ocorre hoje, quando o Código Florestal perdoa os desmatadores.
Fonte: mst
Por Felipe Milanez e Roberto Araújo*
Da Carta Capital Leia mais »
Elegia crescente
Enviado por Martim Assueros, seg, 05/12/2011 - 18:22
Hoje eu queria pousar na lua
Dormir no seu quarto crescente
Antes que o seu clarão em cheia
Acorde o meu lado demente
Elegia minguante
Enviado por Martim Assueros, ter, 22/11/2011 - 21:15Sob a lua côncava minguante
Um juízo aluado em lua cheia
Que espera do alto seu calmante
Uma lua aplicada em sua veia
Hino à bandeira
Enviado por Martim Assueros, sab, 19/11/2011 - 09:05
Dê bandeira, hoje é dia/
Por aí a flamular/
Se requebre, feito enguia/
Mas... sem a voz afinar
Elegia para minha mãe
Enviado por Martim Assueros, qui, 17/11/2011 - 08:52
Da fotografia breve daquele maio
Como se estivesse a avistar adiante
Como se soubesse fosse o último flash
Como se soubesse fosse o último instante
(Maria Gomes de Lira: 22-12-1922 a 16-11-2011)
Da Serra de Taquaritinga do Norte
Enviado por Martim Assueros, dom, 06/11/2011 - 21:58
Lá na serra, na mata da Caatinga
Notas de manhã pelo corredor
Dos sombreados de Taquaritinga
O cheiro de café do coador
Cuscuz com leite, ovo e cafeína
Átomo de enxofre, alcaloide, amina
Gosto volátil, fugidio olor







