Os porcos do Natal

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Você, a família, enfim, a sua aldeia, vão comer pernil no Natal? Muitos de nós vamos, não é? O Odair também. Os vizinhos dele também. É que ontem o Odair matou seu porco. Era só um imenso porco sem nome. Mas não era só um imenso porco sem nome. Porque o imenso porco sem nome era o porco da aldeia do Odair: a favela das Mangueiras.

Na criação do mundo, os porcos receberam o dom de nunca levarem uma vida severina: transformam qualquer coisa em suculenta carne. E crescem e engordam e prosperam na saúde ou na doença, na alegria ou na tristeza. E assim o porco cresceu e prosperou na favela das Mangueiras. Mas o dom suíno não pode sozinho. Então, o Odair e seus vizinhos se organizaram: 2 vezes por semana, buscavam, nas aldeias próximas, restos de comida deixados pelos feirantes. O melhor do resto ficava para eles. O pior, para o porco. E assim foi que o leitão deu num porcão. Leia mais »

A vida íntima dos homens de gorro vermelho

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A vida íntima dos homens de gorro vermelho

O que Papai Noel e o Saci Pererê têm em comum? Toda criança sabe: o gorro vermelho. De resto, um é grande, gordo e branco, enquanto o outro é pequeno, magro e negro. Mas há outra coisa que os une: ambos tem um passado curioso. Leia mais »

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A vida íntima dos homens de gorro vermelho

Drummond revisitado! (por José Serra)

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Drummond revisitado! (por José Serra)

Na minha careca

Na minha careca bateu uma bolinha de papel
Bateu uma bolinha de papel na minha careca
bateu uma bolinha de papel
Na minha careca bateu uma bolinha de papel.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minha careca tão lisinha.
Nunca me esquecerei que na minha careca
bateu uma bolinha de papel
bateu uma bolinha de papel na minha careca
na minha careca bateu uma bolinha de papel