Villa, o PSTU da direita

Por Sebastião

Pelo jeito a coisa tá braba!!!!!

Não sei como colocar o link, mas alguém leu a coluna do filósofo, historiador, astrólogo, etc, da UFSCAR( Villa), no Estadão de ontem? Acho que nem o analista mais radical do PSTU conseguiria desconstruir a imagem do FHC como ele...

Por Luís Nassif

Há uma característica comum aos artigos de Marco Antonio Villa, critique Lula ou FHC: a mediocridade absoluta, indecorosa, ofensiva a qualquer forma de inteligência.

O debate público brasileiro já contou com radicais terríveis, como Olavo de Carvalho. O radicalismo entranhado necessita de brilho para ser digerido. E Olavo dá esse brilho. Outros intelectuais aproveitaram a demanda por radicais da velha mídia para emprestarem seu nome a afirmações oportunistas. Mas recheavam as declarações com um mínimo de embasamento.

Mas Villa é um acinte pela mediocridade tosca, vazia. Só conseguiu o espaço que tem pela reduzida oferta de intelectuais dispostos a falar para o Homer Simpson perseguido pela mídia. De quem dá espaço para ele, só resta a mesma avaliação de Chico Buarque para o intelectual que dirigia a Veja (após ler o seu livro): bem feito!

Oposição sem rumo

MARCO ANTONIO VILLA - O Estado de S.Paulo

Nesta semana fomos surpreendidos por uma entrevista de Fernando Henrique Cardoso. Não pela entrevista, claro, mas pela análise absolutamente equivocada da conjuntura brasileira. Esse tipo de reflexão nunca foi seu forte. Basta recordar alguns fatos.

Em 1985 iniciou a campanha para a Prefeitura paulistana tendo como aliados o governador Franco Montoro e o governo central, que era controlado pelo PMDB, além da própria Prefeitura, sob o comando de Mário Covas. Enfrentava Jânio Quadros, um candidato sem estrutura partidária, sem programa e que entrou na campanha como livre atirador. Fernando Henrique achou que ganharia fácil. Perdeu.

No ano seguinte, três meses após a eleição municipal, propôs, em entrevista, que o PMDB abandonasse o governo, dias antes da implementação do Plano Cruzado, que permitiu aos candidatos da Aliança Democrática vencer as eleições em todos os Estados. Ele, aliás, só foi eleito senador graças ao Cruzado.

Passados seis anos, lutou para que o PSDB fizesse parte do governo Fernando Collor. Ele seria o ministro das Relações Exteriores (e o PSDB receberia mais duas pastas). Graças à intransigência de Covas, o partido não aderiu. Meses depois, foi aprovado o impeachment de Collor.

Em 1993, contra a sua vontade, foi nomeado ministro da Fazenda por Itamar Franco. Não queria, de forma alguma, aceitar o cargo. Só concordou quando soube que a nomeação havia sido publicada no Diário Oficial (estava no exterior quando da designação). E chegou à Presidência justamente por esse fato - e por causa do Plano Real, claro.

Em 2005, no auge da crise do mensalão, capitaneou o movimento que impediu a abertura de processo de impeachment contra o então presidente Lula. Espalhou aos quatro ventos que Lula já era página virada na nossa História e que o PSDB deveria levá-lo, sangrando, às cordas, para vencê-lo facilmente no ano seguinte. Deu no que deu, como sabemos.

Agora resolveu defender a tese de que a oposição tenha um candidato presidencial, com uma antecedência de dois anos e meio do início efetivo do processo eleitoral. É caso único na nossa História. Nem sequer na República Velha alguém chegou a propor tal antecipação. É uma espécie de dedazo, como ocorria no México sob o domínio do PRI. Apontou o dedo e determinou que o candidato tem de ser Aécio Neves. Não apresentou nenhuma ideia, uma proposta de governo, nada. Disse, singelamente, que Aécio estaria mais de acordo com a tradição política brasileira. Convenhamos que é um argumento pobre. Ao menos deveria ter apresentado alguma proposta defendida por Aécio para poder justificar a escolha.

A ação intempestiva e equivocada de Fernando Henrique demonstra que o principal partido da oposição, o PSDB, está perdido, sem direção, não sabendo para onde ir. O partido está órfão de um ideário, de ao menos um conjunto de propostas sobre questões fundamentais do País. Projeto para o País? Bem, aí seria exigir demais. Em suma, o partido não é um partido, na acepção do termo.

Fernando Henrique falou da necessidade de alianças políticas. Está correto. Nenhum partido sobrevive sem elas. O PSDB é um bom exemplo. Está nacionalmente isolado. Por ser o maior partido oposicionista e não ter definido um rumo para a oposição, acabou estimulando um movimento de adesão ao governo. Para qualquer político fica sempre a pergunta: ser oposição para quê? Oposição precisa ter programa e perspectiva real de poder. Caso contrário, não passa de um ajuntamento de vozes proclamando críticas, como um agrupamento milenarista.

Sem apresentar nenhuma proposta ideológica, a "estratégia" apresentada por Fernando Henrique é de buscar alianças. Presume-se que seja ao estilo petista, tendo a máquina estatal como prêmio. Pois se não são apresentadas ideias, ainda que vagas, sobre o País, a aliança vai se dar com base em qual programa? E com quais partidos? Diz que pretende dividir a base parlamentar oficialista. Como? Quem pretende sair do governo? Não será mais uma das suas análises de conjuntura fadadas ao fracasso?

O medo de assumir uma postura oposicionista tem levado o partido à paralisia. É uma oposição medrosa, envergonhada. Como se a presidente Dilma Rousseff tivesse sido eleita com uma votação consagradora. E no primeiro turno. Ou porque a administração petista estivesse realizando um governo eficiente e moralizador. Nem uma coisa nem outra. As realizações administrativas são pífias e não passa uma semana sem uma acusação de corrupção nos altos escalões.

O silêncio, a incompetência política e a falta de combatividade estão levando à petrificação de um bloco que vai perpetuar-se no poder. É uma cruel associação do grande capital - apoiado pelo governo e dependente dele - com os setores miseráveis sustentados pelos programas assistencialistas. Ou seja, o grande capital se fortalece com o apoio financeiro do Estado, que o brinda com generosos empréstimos, concessões e obras públicas. É a privatização em larga escala dos recursos e bens públicos. Já na base da pirâmide a estratégia é manter milhões de famílias como dependentes de programas que eternizam a disparidade social. Deixam de ser miseráveis. Passam para a categoria da extrema pobreza, para gáudio de alguns pesquisadores. E tudo temperado pelo sufrágio universal sem política.

Em meio a este triste panorama, não temos o contradiscurso, que existe em qualquer democracia. Ao contrário, a omissão e a falta de rumo caracterizam o PSDB. Para romper este impasse é necessário discutir abertamente uma proposta para o País, não temer o debate, o questionamento interno, a polêmica, além de buscar alianças programáticas. É preciso saber o que pensam as principais lideranças. Numa democracia ninguém é líder por imposição superior. Tem de apresentar suas ideias.

MARCO ANTONIO VILLA, HISTORIADOR, É PROFESSOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS (UFSCAR)

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72 comentários
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Jotavê

Xico Graziano foi escalado para dar a botinada "interna" em Villas. Está aquiaqui. Chama o Villa de "Maquiavel mequetrefe".

 
 
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Vânia

Pô, JV. Até você vai abandonar o barco?

 
 
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aleXandre

 Vada a bordo,cazzo!!!!!

 
 
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André LB

  Vânia, pode até me cobrar depois (se é que você vai ter o menor interesse nisso), mas o Jotavê, apesar dos pesares, parece um raríssimo exemplo de tucano lúcido. O apoio dele não é irrestrito, não.

 
 
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Alan Souza

"Tucano" é água e "lúcido" é óleo...

 

Demóstenes Torres na cadeia: uma campanha pelo bem do Brasil!

 
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Celio Mendes

Tucano lúcido é que nem o "buraco negro" na astronomia, em teoria ele existe mas ninguem nunca viu um.

 

Srªs Senadoras e Srs. Senadores, a Transparência Internacional divulgou, nesta terça-feira, a classificação anual dos países mais corruptos do mundo, e a situação do Brasil, sob o império do “lulismo”, só piorou. Demóstenes Torres 08/10/2003

 
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Sanzio

Tucano lúcido é um oximoro. Alguns são oxiúros.

 
 
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Moraes

Esse Graziano tem uma ficha de lascar. Foi ministro de FHC, começo do primeiro mandato. Tinha um inimigo, embaixador Julio Cesar G.Santos, que chefiava o cerimonial do Planalto e tinha ligacoes um tanto intimas com uma empresa, Raitheon,  aquela do caso SIVAM, vigilancia aérea da Amazonia, aquela que envolveu tremenda maracutaia. Pra enterrar o inimigo, Graziano, que dirigia a casa civil, simplesmente grampeou, ludibriando a justiça, os  telefonemas do embaixador no proprio palácio. Grampeou a casa do chefe e mandou avisar! FHC o demitiu e ele enfiou a gravação no saco (por assim dizer). Quanto ao debate entre ele e Villa, de certo modo, ambos têm razão... A divergência será resolvida no octógono do vale-tudo.

 
 
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Clever Mendes de Oliveira

Jotavê (terça-feira, 31/01/2012 às 00:23),


A sua indicação virou post "Xico Graziano e o "maquiavel mequetrefe"" de terça-feira, 31/01/2012 às 09:54 aqui no blog de Luis Nassif como se pode ver no seguinte endereço:


http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/xico-graziano-e-o-maquiavel-mequetrefe


O que me deixou insatisfeito é que não surge ninguém para querer analisar as diatribes do pessoal do PSDB. Salvo o Luis Nassif que fez um post muito duro com o Marco Antonio Villa.


Um pouco da crítica de Luis Nassif a Marco Antonio Villa deve ser entendida como uma crítica a quem Marco Antonio Villa serve. Pelo menos me parece que Luis Nassif considerou que o artigo foi feito a mando de José Serra. Agora mesmo para um crítico como a mim de Fernando Henrique Cardoso que menciona como crítica a Fernando Henrique Cardoso as mesmas passagens que Marco Antonio Villa utilizou e que não trata José Serra com o mesmo viés crítico de Luis Nassif, o artigo de Marco Antonio Villa me pareceu muito próximo do que Luis Nassif caracterizou como "a mediocridade absoluta, indecorosa, ofensiva a qualquer forma de inteligência".


Dizer que Fernando Henrique Cardoso faz a "análise absolutamente equivocada da conjuntura brasileira" e que "esse tipo de reflexão nunca foi seu forte" é ir um pouco além das sandálias, pois, embora eu não seja admirador das análises de Fernando Henrique Cardoso, critico-o como político mais pela incapacidade de tomar decisão e não de fazer a análise.


E o pior foi para provar a afirmação dele, passar por cima do Plano Real e dos oito anos de presidência de Fernando Henrique Cardoso com uma reeleição sem nem mesmo segundo turno, como se as coisas tivessem acontecido ao acaso. Costumo dizer que sem G. Henrique de Barroso F. o Plano Real não teria dado certo (Bem delimitado antes o que significa o Plano Real dar certo), mas é preciso que fique ciente que sem Fernando Henrique Cardoso não haveria Plano Real. Para mim que sou crítico do Plano Real por considerar que ele foi a causa do aumento do endividamento interno brasileiro, do estrangulamento do Balanço de Pagamentos durante os oito anos de governo de Fernando Henrique Cardoso, da elevação dos juros, do baixo crescimento econômico que o Brasil enfrentou durante os oito anos de governo de Fernando Henrique Cardoso quando o país cresceu menos do que nos cinco anos do governo de José Sarney, tão vilipediado aqui e em outras plagas, omitir a participação de Fernando Henrique Cardoso no Plano Real pode até ser tido como um ato de boa vontade de minha parte, mas para Marco Antonio Villa que tem o Plano Real em alta conta, omitir a participação de Fernando Henrique Cardoso a serviço de outrem me pareceu de uma grande dose de cabotinismo.


Quanto a seguinte passagem no texto de Marco Antonio Villa:
"No ano seguinte, três meses após a eleição municipal, propôs, em entrevista, que o PMDB abandonasse o governo, dias antes da implementação do Plano Cruzado, que permitiu aos candidatos da Aliança Democrática vencer as eleições em todos os Estados. Ele, aliás, só foi eleito senador graças ao Cruzado",
Lembro que ele está se referindo a entrevista que Fernando Henrique Cardoso deu ao Jornal do Brasil no final de fevereiro de 1986, na véspera do Plano Cruzado. Quando saiu o Plano Cruzado, Antonio Carlos Magalhães aproveitou a entrevista para criticar Fernando Henrique Cardoso. Era divertido ver Fernando Henrique Cardoso dando entrevistas dizendo que ele não tinha dito nada daquilo que as pessoas estavam dizendo, que houve um mal entendido, etc.


Bem, mesmo ali a análise de Fernando Henrique Cardoso fora correta. Tanto em criticar o governo antes do Plano Cruzado como ficar humilde e voltar para o guarda-chuva do Plano Cruzado.


E sobre Marco Antonio Villa eu deixo a indicação de um outro post aqui no blog de Luis Nassif. Trata-se do post "O esgoto do Villa, segundo Janio" de domingo, 01/01/2012 às 19:07 e que pode ser visto no seguinte endereço:


http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-esgoto-do-villa-segundo-janio


No post "O esgoto do Villa, segundo Janio" originado de chamada de Sergio Saraiva para o artigo de Jânio de Freitas na Folha de S. Paulo intitulado "Mais que o impossível" eu faço uma série de comentários e ainda remeto para outro post que tinha Marco Antonio Villa como objeto. Trata-se do ótimo post "Villa e a Clio envergonhada" de quarta-feira, 28/12/2011 às 13:42, montado a partir de um comentário de Weden aqui no blog de Luis Nassif e que pode ser visto no endereço a seguir:


http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/villa-e-a-clio-envergonhada


Fiz menção a este post com comentário de Weden porque em um dos comentários que eu enviei para lá eu fiz uma comparação de Marco Antonio Villa com Mauro Chaves (O autor do célebre artigo "Pó pará governador". Para mim, Marco Antonio Villa estava substituindo Mauro Chaves que havia morrido.


Clever Mendes de Oliveira


BH, 31/01/2012

 
 
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Daniel VM

Juro que a UFSCar não é assim em todas as disciplinas.... Eu e meus amigos Cientistas da Computação formados na federal oferecemos um serviço da melhor qualidade, pode confiar...

 
 
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Ricardo Cesar

A UFSCAR ainda perde para o CAASO?

 
 
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Tony

Nassi, vc esqueceu de citar o Professor Hariovaldo, com certeza, um representante intelectual dos "homens bons" com muito mais brilho que o pseudo historiador e dublê de cientista politico. O Villa faria um belo par com Mônica Waldvogel...

Villa parece o síndico do meu prédio...

 
 
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AlessandroBispo

O Nassif disse que o Olavo tem brilho, mas acho que no fundo ele quis dizer que Olavo é caricato, hehe.

 
 
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Nilson

Olavo de Carvalho diz que será aprovada a  pedofilia. E o Lula entrou no meio do assunto.

Se ela deu eu também posso comer também. A Juíza introdusiu o consentimente." F. D. P."

Chamou a juíza de Vagabunda .

 

Nilson Fernandes

 
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antonio barbosa filho

O Villa está bravinho com o FHC porque este, num raro momento de lucidez, decretou anunciou a morte política de Serra. Aqueles poucos que ainda se mantinham fiéis ao grande economista da Móoca e feroz inimigo dos aborteiros de sobrenome diferente do seu, estão se sentindo viúvos. Há os que receberam adiantado pela fidelidade canina (nunca usei uma palavra tão apropriada!); outros, mais néscios, ainda tinham esperança de ganhar uma boquinha, um ministério, uma assessoria, uma migalha da privataria que viria num sonhado "governo" do Zé Serra.

Veja-se como babam o Rei do Esgoto, o Villa, e os "intelectuais" que fazem plantão nas portas do PIG.

É deprimente, mas não deixa de ser risível...

 

Antonio Barbosa Filho

 
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karlos

Alexandro convida o Olavo para um debate, conhece mais de Marxismo do que toda a corriola marxista, humanista e vagabundista junta destes pais, meu jovem não menospreze quem conhece, você pode discordar mas vai ter que suar muito, E você pode estar enganado, não?Ha sempre a possibilidade de errarmos?Parece-me que há ai um medo por estar aparecendo uma pequena oposição conservadora no Brasil, a casos no SUL, em Brasília, no Nordeste e o povo não é besta e gosta de ouvir os dois lados, não é?ISSO É DEMOCRACIA, eu ouço vocês ouço FHC, OUÇO LULA a DILMA, assim a perspectiva de vivermos no mundo real e não é a louca utopia socialista que se tenta implantar. E tem mais ouço também a Igreja Católica,pois sou católico,e parem de achar que os outros são paspalhos e vocês a inteligência em pessoa,o mundo é diversificado e é sabido há  sempre alguém mais inteligente do que eu.MAS NA ESQUERDA NÃO POIS O CONHECIMENTO É COLETIVO NÃO?ENTÃO TODOS ADEREM ACHANDO QUE SE TORNAM POR MÁGICA INTELIGENTES E SÁBIOS, mas infelizmente o conhecimento é individual e vem do esforço de cada um. O que significa trabalho, horas perdidas na solidão do estudo. Ai talvez a inveja,cuidado este não é um bom caminho.

 
 
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Geraldo Galvão

Católico que gosta de meninas? Ou católico que gosta de meninos? Ou pra você é indiferente?

 
 
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Filipe Rodrigues

Verdade, o Nassif errou ou trocou, o Villa tem mais brilho intelectual, Olavo é um Pit Bull igual ao Reinaldo Azevedo.

 
 
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Adjutor Alvim

Mas a questão é: o que está por trás deste artigo?

Com esse texto, Villa demonstra, uma vez mais, que está a soldo de alguém.

Serra disse que não iria polemizar com um amigo (FHC), mas será que liberou a guarda pretoriana para perseguir?

Villa colabora com a TV Cultura. Sera que Alckmin ficou satisfeito em ver FHC ser atacado dessa maneira? Ou também tem esperanças presidenciais e não concorda com a "prioridade" de Aécio?

Por que o Estadão publicou? Será que continua o espírito "Pó pará, governador"?

 
 
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Antônio CDS

He, he, he

Adjutor, não tenha dúvida, o nome do verdadeiro autor começa com José e termina com Serra. 

Houve um tempo que apenas a esquerda só se unia na cadeia. Parece que agora a direita também.

Mais uma façanha do Serra: conseguir desunir a direita.

A diferença é que eles ainda não vão para a cadeia.

 
 
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Sergio SS

É isto mesmo, e a senha está no próprio texto:

"É uma espécie de dedazo, como ocorria no México sob o domínio do PRI."

É o dedazo do Serra, claro... o patrão das redações paulistas.

 

Viver é afinar um instrumento...

 
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Marco Antonio L.

Claríssimo que não leu o livro do Amaury. E se leu, não entende porra nehuma de nada, como dizem por aí e por aqui. Fraquinho, fraquinho.

 
 
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Jose de Almeida Bispo

Hehehehehehehehehehehe!

 
 
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Edson Joanni

Me dá vergonha ver esse cara como professor na UFSCar, onde estudei e onde hoje estuda minha filha.

 

Milicos de pijamas não terão mais sossego em suas camas! Comissão da Verdade já!

 
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Vânia

Se for julgar por uns e outros, nos envergonhariamos de várias instituições de ensino pelas quais passamos, como USP, UNICAMP, UNESP, UFRJ etc.

 
 
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Gunter Zibell - SP

Melhor lembrar dos bons tempos. Entre 1981 e 1990 cursei duas graduações na USP e achei muito bom. Professores ruins eram pouquíssimos, os alunos eram interessados, o ambiente estimulante. Não lembro de nada muito negativo daquele período.

Quanto a este artigo do Villa, olha, li uns 6 ou 7 ao longo dos últimos 2 anos, mais uma entrevista à Globo News, e a minha opinião é de que este é o melhor ou mais realista. Mesmo considerando as bobagens contidas.

O que é curioso observar é a guinada no Estadão, incluindo a coluna do Serra. O Estadão, por uns dois anos, foi mais veículo do pensamento FHC (coluna no 1º domingo de cada mês) e do grupo de Alckmin (denúncias pontuais a problemas na prefeitura, gestão Serra.) A FSP era o contrário. A gente acostumou a só ver denúncias na mídia paulista quando originadas em alguma dissensão interna. Agora esse tiroteio ficou confuso.

 

Tutu, Zapatero, Cristina, Hollande, Obama já deram o recado : não vote em quem não se declarar favorável ao Casamento Gay

 
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aleXandre

 Também achei . Pro padrão Villa tá até bem lúcido, salvo meia dúzia de delírios.

  no Mais ele está , evidentemente, sendo cavalgado pela Serra. Nitidamente. Só mais um "especialista" em qualquer coisa. Um Pangaré.

 
 
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Edson Joanni

tens razão.

 

Milicos de pijamas não terão mais sossego em suas camas! Comissão da Verdade já!

 
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Vânia

Se fossemos julgar por uns e outros, nos envergonhariamos de várias instituições de ensino pelas quais passamos, como USP, UNICAMP, UNESP, UFRJ etc.

 
 
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Sérgio Leandro

Na minha modesta opinião, o Serra é o Ghost riter do "artigo".


 


Me perguntava qual a relação que une tão "carnalmente" Serra e Velha Mídia. Ao ler a "Privataria Tucana", pude ter pistas ...

 
 

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