Veja joga a toalha

 


Depois de matéria do Comunique-se, Veja insere "A Privataria Tucana" entre os mais vendidos

Livro escrito pelo jornalista Amaury Ribeiro Júnior, A Privataria Tucana foi inserida na lista dos mais vendidos da semana produzido pela Veja.com. A entrada da no ranking do site acontece um dia após o Comunique-se noticiar que classificação do veículo da Abril não estava de acordo com os números divulgados por algumas livrarias do País.

Nas livrarias Cultura, Publifolha e Saraiva, A Privataria Tucana aparece na segunda colocação entre os livros mais vendidos do Brasil. A obra figura na mesma posição no site especializado em literatura, Publishnews. Areportagem do Comunique-se assinada por Izabela Vasconcelos também mostra que a produção de Ribeiro Júnior é a décima mais comercializada na Fnac. Cultura, Saraiva e Fnac estão entre as fontes pesquisadas para a formulação do ranking da Veja.com.

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Livro de Amaury Ribeiro Júnior apareceu na lista da Veja.com. (Imagem: Divulgação)

 

Mudanças de um dia para o outro
Ausente até a noite de segunda-feira, 26, no ranking dos “20 mais” da Veja.com, o livro que mostra supostas irregularidades durante as privatizações no governo Fernando Henrique Cardoso apareceu na manhã desta terça-feira, 27, na sexta colocação na lista do site da revista da Editora Abril.  Ontem, esta posição era do livro Feliz por Nada, de Martha Medeiros, que agora está em terceiro.

Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, do jornalista Leandro Narloch, que aparecia na segunda colocação, amanheceu na quinta colocação. A vice-liderança dos mais vendidos de acordo com a Veja.com. passou a ser de O livro do Boni.

Alteração da data
Na terça-feira, o dia 28 de dezembro era a data que simbolizava a semana de validade do ranking do site da Veja. Um dia depois, no entanto, o dia que aparece em cima da lista é 21 de dezembro, ou seja, refere-se à semana passada.

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Apesar da data, ranking estava publicado na segunda-feira, 26. (Imagem: Reprodução/Veja.com)

 


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Veja alterou data e inseriu A Privataria Tucana na lista dos mais vendidos. 

(Imagem: Reprodução/Veja.com)

 

Nenhum voto
65 comentários
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Humberto Hermeto - Arquiteto

Essa lista é do dia 21 de dezembro. Na verdade, o livro sumiu da lista da Veja!

 
 
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Vânia

Nem tem mais o que comentar sobre essa palhaçada. Sendo assim, segue uma musiquinha pra animar o blog.

difícil vai ser dar a volta por cima, mesmo reconhecendo a queda...

 
 
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macedo

Que coincidência.

Na lista onde "A Privataria Tucana" aparece entre os mais vendidos também está o livro "Em Algum Lugar do Paraíso", do Luís Fernando Veríssimo.

Será que ele se refere a algum lugar no "paraíso fiscal"?

 
 
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Roberto Locatelli

Essa foi maldosa!!

 
 
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Humberto Hermeto - Arquiteto

Nassif, de novo:

A lista em que o livro aparece é do dia 21/12 (semana passada).

A Veja não jogou a toalha...

 
 
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frederico - rio de janeiro

jogou sim. com a habitual dissimulação. atualmente eles estão divulgando essa lista do dia 21, fanzendo de conta que a do dia 28, onde não constava o livro, simplesmente não existiu.

 
 
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Ieda

Você ainda não entedeu que eles só mudam a lista 1 vez por semana? Que será hoje, dia 28/12, porém depois que acordarem (no expediente)? E que havia sumido daquela lista, que é a única existente? Quer que repita???

 
 
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Ricardo,.,.,.,.

É impressionante como uma revista supostamente de informação joga fácil com a informação, confiando na ignorância dos próprios leitores, que deveria informar. Enquanto o fato não veio à tona na marra, por outros meios de comunicação, manteve-se a cortina de ferro sobre uma fato social extremamente relevante. Que bronca eu tenho da minha professora de português do colégio, que obrigava a jogar dinheiro fora, comprando esse negócio para fazer trabalhos.

 
 
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Helio Rubens

Se continuam comprando, lendo e acreditando, é porque são ignorantes mesmo. Não têm a mínima noção da manipulação e da realidade, diferente daquela transmitida pelo esgoto editorial que é a revista. Enquanto continuarem de olhos vendados (ou vendidos) será isso mesmo. 

 
 
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Robson Porto

Hoje em dia, quando sou apresentado a alguém, antes mesmo de perguntar o nome pergunto que revista costuma ler. Pode parecer uma coisa grosseira e mal educada mas, no caso da Veja, poupo-me do trabalho de ter que, mesmo por alguns minutos, escutar um monte de asneiras. 

 
 
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Pedro Pereira

Hoje em dia, quando sou apresentado a alguém, antes mesmo de perguntar o nome pergunto que revista costuma ler. Pode parecer uma coisa grosseira e mal educada mas, no caso da Veja, poupo-me do trabalho de ter que, mesmo por alguns minutos, escutar um monte de asneiras. 


Parabéns pela idéia, vou colocá-la em prática e divulgá-la também.

 
 
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Diego Rafael - DF

Me parece um pouco de grosseria, mas com certeza evita o desgaste de ter de confrontar ideias com um militante de Caco Antibes.

 
 
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maria utt

Porque os "guias do politicamente incorreto" nem são livros de jornalistas ligados à Veja, né?

 
 
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Aleandro Chavez

Eu gostaria de saber como são verificadas essas vendagens. Eu viajei bastante neste último mês, e conheço bastante gente. Entretanto, o único lugar que tenho notícias sobre este livro é aqui na net, em sites simpáticos ao governo. Não vi sequer uma pessoa carregando ou lendo este livro em aeroportos, livrarias ou cafés. Não ouvi um comentário de conhecidos.


Pode ser que ele esteja tendo realmente esta vendagem, mas desconfio que pode ser restrita à militância petista. E essa seria a razão de eu não ter notícias, já que não sou militante partidário.


Nesse caso, seria um monólogo.


Outra possibilidade é que o Brasil seja realmente um país sem leitores. Que um livro no primeiro lugar entre os vendidos não produza repercussão no dia a dia da classe média.

 
 
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Geraldo Galvão

Você deve estar frequentando ambientes de tucanos usuários de offshore’s. Nesse ambiente você não vai ter noticia do livro "Privataria Tucana": eles não gostam desse tipo de literatura.

 
 
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Louzada

Alexandro, a primeira edição foi de 15 000 exemplares (esgotados em dois dias) para uma população de mais de 150 000 000 de habitantes e vc ainda esperava encontrar alguem com o livro na mão, no meio da rua? Alem do mais somos um povo que compra pouco livro mesmo. O pessoal mais ligadão está comprando virtual na net

 
 
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Manoel Fernandes Thomaz

Com certeza vc é mais um daqueles da espécie Tapirus Terrestris.

 

 
 
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Lais

KKKKKKKKKKKKKKkkk.......... desculpe, mas só dando boas gargalhadas com este seu comentário. Você disse isto sério mesmo ??

Pelo jeito você É um leitor  ( não só da Veja, espero, rsrsrsr) então, tá ... Leia "O Livro".. Tem muito, muito documento... não é uma invenção eleitoreira, nem "dossiê" fajuto... Leia, e tenha um Ótimo 2012 !! 

 
 
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AlvaroTadeu

Alejandro Chavez, ou qualquer que seja seu nome. Eu fui ao debate sobre o livro no Sindicato dos Bancários de SP. Numa sala com mais de duzentas pessoas, apenas umas 30 tinham lido o livro. As outras 170 não o encontraram. Entendeu? Então, leia novamente. Não há ninguém na rua nem nos aeroportos com ele, porque ninguém acha. Sua revista e jornais favoritos, seu canal de notícias estão boitocanto o livro intensamente. A primeira edição esgotou-se em 4 horas. Já vendeu mais de 120 mil e ainda o ano nem terminou.

 
 
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edisilva

Ontem, (27/12/2011) o Azenha noticiava 130.000 vendidos. Um está comigo agora. Comprei o último na Leitura do Taguatinga Shopping, DF.

 
 
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Eduardo Ramos

Aleandro, concordo com você, e entendi o que você quis dizer: como a grande mídia ou ignorou, ou espinafrou o livro, a imensa parte das classes média/média alta, que nem sonha ainda com esse mundo da globosfera, e se deixa pautar pelas TVs e os jornalões, jamais comprará o livro do Amaury. No meu trabalho, todos ganham relativamente bem, são formados, a maioria pessoas entre 30 e 55 anos, conheço centenas, de uma alienação, de chorar! É assim mesmo. Muitos, votaram na Dilma, não por qualqur convicção política, mas "porque tenho uma certa sensação de que o país melhorou um pouco com o Lula, por isso votarei nela..." - e, mesmo assim, éramos minoria, uns 40%. O voto que decidiu a eleição veio do que chamamos "povão". Aqui no Rio, por exemplo, quem acompanhou nos sites do TRE ou TSE os resultados por bairros, o que verificou? Leblon, Ipanema, Gávea, Lagoa, redutos dos ricos e classe média alta, Serra ganhou de 65 a 35%, em média. Rocinha, 55.000 eleitores, Lula e Dilma ganharam, 80 a 20%, e assim em praticamente todos os bairros onde predominavam as classes C, D e E. Então, hé preconceitos enraizados e fortes na cabeça dessas pessoas que compõem a elite econômica do Brasil. Se é este o seu meio, você não deve estranhar que simpatizantes de Lula e Dilma sejam a minoria, e o livro não seja sequer citado. Não ligue para provocações de alguns radicais do blog, infelizmente, mesmo aqui, nesse espaço que deveria ser democrático - o que exige respeito às opiniões dos outros - alguns se julgam não só superiores, como também detentores do direito de patrulhar e até agredir as opiniões que não sejam  "IGUAIZINHAS" - rs - a deles mesmos. São minoria, só que barulhentos e arrogantes, como todo "patrulha" que se preza. Abraço!

 
 
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Roberto Santos

A imprensa corporativa esqueceu-se que esconder o livro agora, dificultará qualquer tentativa de defender os envolvidos depois, quando a CPI for iniciada (ainda que acabe em pizza). Os telespectadores da Gororobo (mistura de Globo com gororóba) por exemplo, vão querer saber de onde partiram as denúncias.

 
 
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Fabio (o outro)

Não sei de que ponto do país você fala.


Aqui em SP - capital o livro está em todas as principais livrarias , e na principal livraria do país - a LIVRARIA CULTURA - você verá pilhas dele .

 
 
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Affon

Eu também viajei bastante neste último mês e também conheço bastante gente. Não vi esse livro na mão do José, nem de sua filha Verônica. O Daniel também não estava lendo este livro, nem ninguém que trabalhe no banco de propriedade dele. E olhem que é muita gente. Nem o Reinaldo, o Augustinho, nem o Victor, nem nenhum dos jornalistas que eu conheço que trabalham numa grande revista cuja redação eu frequento estava lendo esse livro. Algumas pessoas que trabalham naquela revista, mas que nao são de minhas relações, estavam lendo algo, mas não consegui saber o que, porque os livros estavam encapados com papel de presente.Roberto, um deputado pernambucano, eleito por São Paulo, muito meu amigo, também não estava lendo. Mas eu creio que o ErreEfe - a gente costuma chamar o Roberto de Erre Afe porque ele erra demais - não lê nada há muitos anos, desde que ele acabou com os últimos comunas que conheceu.

 

Affon

 
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Neco

Realmente a mídia não noticiou nem um pingo sobre o livro Pirataria Tunaca.

Mesmo assim vendeu horrores.

Ainda não li, mas pela mudez do PIG, desconfio que haja coisas importantes em suas páginas.

 

 
 
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Oskar

É muito raro ver gente lendo livros no Brasil. Eu, p/ex, que vivo em Porto Alegre, uma das cidades mais eruditas do país, nunca vi alguém lendo a biografia de Steve Jobs, segundo as pesquisas, o mais vendido atualmente. Então, por que deveria haver gente lendo "A Privataria Tucana" em qualquer canto? Pois, comprei o livro, terminei de ler ontem e espero, sinceramente, que alguém pague bem caro pelo bombástico conteúdo: ou Amaury Ribeiro Jr ou José Serra. Um dos dois é um criminoso, e o silêncio da grande mídia aponta diretamente ao culpado.

 
 
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Pizato

Oskar, parabéns pelo escrito aqui. Um dos dois é um crimisoso sim!

 
 
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Oskar Dante

É muito raro ver gente lendo livros no Brasil. Eu, p/ex, que vivo em Porto Alegre, uma das cidades mais eruditas do país, nunca vi alguém lendo a biografia de Steve Jobs, segundo as pesquisas, o mais vendido atualmente. Então, por que deveria haver gente lendo "A Privataria Tucana" em qualquer canto? Pois, comprei o livro, terminei de ler ontem e espero, sinceramente, que alguém pague bem caro pelo bombástico conteúdo: ou Amaury Ribeiro Jr ou José Serra. Um dos dois é um criminoso, e o silêncio da grande mídia aponta diretamente ao culpado.

 
 
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del39

mais cedo ou mais tarde eles vão abandonar o ex-candidato à própria sorte (como aconteceu com o Collor)...

daí o Serra vai fazer o que todo bandido faz: colocar a culpa nos comparsas, nesse caso a própria filha... terrível, não? mas é isso mesmo!

 
 
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Ricardo Pereira da Silva

O pior é que é verdade. Além de usar a própria filha como laranja, não é nada difícil do cerra (grafia utilizada em homenagem PHA) abandonar ela na estrada como fez com o Paulo Afro Descendente (por que o Serra não é racista).

 
 

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