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Uma cidade sem lixoEnviado por luisnassif, ter, 12/04/2011 - 12:00
Por jucapastori
Suécia tem cidade sem lixo Do Inovação Tecnológica
Agência Fapesp - 12/04/2011 Borás, a cidade sem lixo, mostra que progresso não precisa produzir sujeira. Em Borás, na Suécia, a maior parte dos resíduos sólidos gerados pela população de cerca de 64 mil habitantes é reciclada, tratada biologicamente ou transformada em energia (biogás), que abastece a maioria das casas, estabelecimentos comerciais e a frota de 59 ônibus que integram o sistema de transporte público da cidade. Em função disso, o descarte de lixo no município sueco é quase nulo, e seu sistema de produção de biogás se tornou um dos mais avançados da Europa. "Produzimos 3 milhões de metros cúbicos de biogás a partir de resíduos sólidos. Para atender à demanda por energia, pesquisamos resíduos que possam ser incinerados e importamos lixo de outros países para alimentar o gaseificador", disse o professor de biotecnologia da Universidade de Borás, Mohammad Taherzadeh. TaheTaherzadeh falou durante o encontro acadêmico internacional Resíduos sólidos urbanos e seus impactos socioambientais, realizado em São Paulo. Promovido pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Universidade de Borás, o evento reuniu pesquisadores das duas universidades e especialistas na área para discutir desafios e soluções para a gestão dos resíduos sólidos urbanos, com destaque para a experiência da cidade sueca nesse sentido. Gestão de resíduos sólidos De acordo com Taherzadeh, o modelo de gestão de resíduos sólidos adotado pela cidade, que integra comunidade, governo, universidade e instituições de pesquisa, começou a ser implementado a partir de meados de 1995 e ganhou maior impulso em 2002 com o estabelecimento de uma legislação que baniu a existência de aterros sanitários nos países da União Europeia. Para atender à legislação, a cidade implantou um sistema de coleta seletiva de lixo em que os moradores separam os resíduos em diferentes categorias e os descartam em coletores espalhados em diversos pontos na cidade. Dos pontos de coleta, os resíduos seguem para uma usina onde são separados por um processo óptico e encaminhados para reciclagem, compostagem ou incineração. "Começamos o projeto em escala pequena, que talvez possa ser replicada em regiões metropolitanas como a de São Paulo. Outras metrópoles mundiais, como Berlim e Estocolmo, obtiveram sucesso na eliminação de aterros sanitários. O Brasil poderia aprender com a experiência europeia para desenvolver seu próprio modelo de gestão de resíduos", afirmou Taherzadeh. Plano de Gestão de Resíduos Sólidos brasileiro Em dezembro de 2010, foi regulamentado o Plano de Gestão de Resíduos Sólidos brasileiro, que estabelece a meta de erradicar os aterros sanitários no país até 2015 e tipifica a gestão inadequada de resíduos sólidos como crime ambiental. Com a promulgação da lei, os especialistas presentes no evento esperam que o Brasil dê um salto em questões como a compostagem e a coleta seletiva do lixo, ainda muito incipiente no país. De acordo com a última Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 18% dos 5.565 municípios brasileiros têm programas de coleta seletiva de lixo. Mas não se sabe exatamente o percentual da coleta seletiva de lixo em cada um desses municípios. "Acredito que a coleta seletiva de lixo nesses municípios não atinja 3% porque, em muitos casos, são programas pontuais realizados em escolas ou pontos de entrega voluntária, que não funcionam efetivamente e que são interrompidos quando há mudanças no governo municipal", avaliou Gina Rizpah Besen, que defendeu uma tese de doutorado sobre esse tema na Faculdade de Saúde Publica da USP em fevereiro. Coleta seletiva e reciclagem Na região metropolitana de São Paulo, que é responsável por mais de 50% do total de resíduos sólidos gerados no estado e por quase 10% do lixo produzido no país, estima-se que o percentual de coleta seletiva e reciclagem do lixo seja de apenas 1,1%. "É um absurdo que a cidade mais importante e rica do Brasil tenha um percentual de coleta seletiva de lixo e reciclagem tão ínfimo. Isso se deve a um modelo de gestão baseado na ideia de tratar os resíduos como mercadoria, como um campo de produção de negócios, em que o mais importante é que as empresas que trabalham com lixo ganhem dinheiro. Se tiver reciclagem, terá menos lixo e menor será o lucro das empresas", disse Raquel Rolnik, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Nesse sentido, para Raquel, que é relatora da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre direitos humanos de moradia adequada, a questão do tratamento dos resíduos sólidos urbanos no Brasil não é de natureza tecnológica ou financeira, mas uma questão de opção política. "Nós teríamos, claramente, condições de realizar a reciclagem e reaproveitamento do lixo, mas não estamos fazendo isso por incapacidade técnica ou de gestão e sim por uma opção política que prefere tratar o lixo como uma fonte de negócios", afirmou. Produtos verdes A pesquisadora também chamou a atenção para o fato de que, apesar de estar claro que não será possível viver, em escala global, com uma quantidade de produtos tão gigantesca como a que a humanidade está consumindo atualmente, as políticas de gestão de resíduos sólidos no Brasil não tratam da redução do consumo. "O modelo de redução da pobreza adotado pelo Brasil hoje é por meio da expansão da capacidade de consumo, ou seja: integrar a população ao mercado para que elas possam cada vez mais comprar objetos. E como esses objetos serão tratados depois de descartados não é visto como um problema, mas como um campo de geração de negócios", disse. Na avaliação de Raquel, os chamados produtos verdes ou reciclados, que surgiram como alternativas à redução da produção de resíduos, agravaram a situação na medida que se tornaram novas categorias de produtos que se somam às outras. "São mais produtos para ir para o lixo", disse. Gaseificadores Uma das alternativas tecnológicas para diminuir o volume de resíduos sólidos urbanos apresentada pelos participantes do evento foi a incineração em gaseificadores para transformá-los em energia, como é feito em Borás. No Brasil, a tecnologia sofre resistência porque as primeiras plantas de incineração instaladas em estados como de São Paulo apresentaram problemas, entre os quais a produção de compostos perigosos como as dioxinas, além de gases de efeito estufa. Entretanto, de acordo com José Goldemberg, professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP, grande parte desses problemas técnicos já foi resolvida. "Até então, não se sabia tratar e manipular o material orgânico dos resíduos sólidos para transformá-lo em combustível fóssil. Mas, hoje, essa tecnologia já está bem desenvolvida e poderia ser utilizada para transformar a matéria orgânica do lixo brasileiro, que é maior do que em outros países, em energia renovável e alternativa ao petróleo", destacou.
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Comentários + votados
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Monier,
12/04/2011 - 12:30
Quando vejo essas coisas sempre me pergunto o que meu avô descobriu que São Paulo tinha, e que Estocolmo não tinha. Hehehe. Tempos atrás parece que chegou a circular um ônibus em São Paulo, produzido...
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Mario Blaya
12/04/2011 - 12:44
ah!!! Suecia não vale, tem que ser algum pais aqui do planeta Terra!
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Uelinton Morais de Oliveira
12/04/2011 - 13:07
Em Belo Horizonte entra em vigor este m~es a proibição de sacolinhas plásticas nos supermercados. ou o cliente traz a sua sacola ou compra a biodegradável por 19 centavos. É mais um engodo da...
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cyro
12/04/2011 - 13:25
Parabéns ao povo sueco. É realmente um desperdício de recursos tudo aquilo que jogamos no lixo, e mais vergonhoso ainda são aqueles outros que jogamos latrina abaixo. Estes...
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Sergio SS
12/04/2011 - 13:40
Desde que foi implementada, há 10 anos, a coleta seletiva em SP não sai do 1%.
É decisão e opção política a falta de investimento nesta área.
Tipo, burrice mesmo...
Aliás, a coleta seletiva não...
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Firmina Rocha
12/04/2011 - 13:45
A meta prevista para 2014 (e não 2015) é erradicação dos lixões a céu aberto e não dos aterros sanitários. Essa meta é super ambiciosa... Em Minas já se fala em 60%... O assunto é sério e modelos...
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Maralina dos Reis Matoso
12/04/2011 - 14:44
É isso aí, amigo. Sabíamos que os problemas com resíduos sólidos não seriam resolvidos tão facilmente. Seja aqui, seja em outros lugares. Aí, tiraram a taxa do lixo aqui em São Paulo por uma questão...
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Mario Blaya
12/04/2011 - 14:54
ao menos meus comentarios inuteis são curtos, o chato e ler longas dissertações inuteis!
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chris
12/04/2011 - 14:54
Você tocou no ponto nevrálgico. Incinerar é o caminho mais fácil, mas será mesmo a melhor solução? Pode até ser sedutora a idéia de que um monte de lixo "desaparece" e energia surge em seu lugar....
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Ronaldo Costa
12/04/2011 - 13:44
Maravilhoso! Pena que mandem seu lixo pra nós, como suas "papeleras", seus desertos verdes, e outros...
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Seger
12/04/2011 - 15:07
Aqui na minha cidade, em Itapiranga, SC, as sacolinhas estão proibidas desde o começo do ano. Está uma beleza! Compramos sacolas plásticas para o lixo e saímos do supermecado com as coisas caindo da...
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Quando vejo essas coisas sempre me pergunto o que meu avô descobriu que São Paulo tinha, e que Estocolmo não tinha. Hehehe. Tempos atrás parece que chegou a circular um ônibus em São Paulo, produzido em parceria com os suecos, movido a biodiesel. A integração vai aumentando, ainda bem. E melhor ainda que seja pela via da sustentabilidade, muito mais do que dos caças. Está aí o exemplo de que quando um grupo quer, as coisas acontecem. Ninguém está falando de uma megalópole trilionária, mas de projetos bem feitos, articulando empresa e governo pela idéia de beneficio social. Esta é uma cultura bem escandinava. Mais fácil ainda para as cidades menores, em que o tamanho reduzido do orçamento atrai lobbies menos poderosos. Se os vereadores da fantástica Lavrinhas, com aquela rua única, quiserem ser noticia de bom exemplo mundial, sugiro que mandem um e-mail para Borás perguntando como se faz. Garanto que eles transformam a divisa Minas- São Paulo em noticia boa, muito mais rápido do que o pessoal do Palácio Anchieta e suas enchentes.
ah!!! Suecia não vale, tem que ser algum pais aqui do planeta Terra!
"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." Max Frich
Vc e seus comentários inúteis...
ao menos meus comentarios inuteis são curtos, o chato e ler longas dissertações inuteis!
"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." Max Frich
Em Belo Horizonte entra em vigor este m~es a proibição de sacolinhas plásticas nos supermercados. ou o cliente traz a sua sacola ou compra a biodegradável por 19 centavos. É mais um engodo da prefeitura pois as sacolinhas são um exemplo fantástico de reaproveitamento. a maioria das pessoas, como eu, as reaproveita para colocar nas lixeiras em casa e para dispensar lixo, sobretudo em prédios altos e na periferia. O que vai acontecer agora é que eu, como a maioria das pessoas vou comprar sacolinhas pretas para colocar meu lixo, o que vai reduzir muito o impacto da lei. O projeto original previa a obrigatoriedade de fornecer sacolinhas biodegradáveis, o que o loby dos supermercados não permitiu já que representaria uma conta alta para o setor. a conta então foi tranferida para o consumidor. Os supermercados saem ganhando, pois vão economizar na compra de sacolinhas e a prefeitura sai com uma imagem de bom moço defensor do meio ambiente, principalmente para os ambientalistas românticos.
Aqui na minha cidade, em Itapiranga, SC, as sacolinhas estão proibidas desde o começo do ano. Está uma beleza! Compramos sacolas plásticas para o lixo e saímos do supermecado com as coisas caindo da mão quando fazemos uma compra não programada. Quando faço compras na fronteira com a Argentina, aproveito pra trazer o máximos de sacolinhas. O meu inquilino que tem uma pequena padaria, disse que está economizando R$ 300 por mes por não precisar comprar as sacolinhas. Daqui há uns 20 anos a indústria vai decidir que esse negócio de produzir computadores e celulares que não passam de dois anos de uso prejudica o meio ambiente, e vão nos obrigar a pagar mais caro por alguma coisa que dê jeito nesse problema. São uns gênios! Essa história de proteção ao meio-ambiente e partidos verdes mundo afora é o golpe do século XXI, assim como foi o neoliberalismo no século XX. Os problemas e as soluções de verdade estão todas sendo jogadas sistematicamente para debaixo do tapete. Pelo que tenho visto, por exemplo, ninguém tem mais a dizer sobre preservação ambiental e produção sustentável no Brasil que o MST. Mas daí não dá lucro para os ladrões de sempre, e portanto não serve.
Parabéns ao povo sueco. É realmente um desperdício de recursos tudo aquilo que jogamos no lixo, e mais vergonhoso ainda são aqueles outros que jogamos latrina abaixo. Estes últimos são valiosíssimos nutrientes se tratados e destinados à agricultura e entretanto tem poluído os nossos rios, fazendo-nos conviver com a fedentina e privando-nos obrigatoriamente desse contato vital com a natureza.
A descarga foi uma das piores conquistas da sabedoria humana. Fomos enganados pela praticidade inconsequente.
Quem sou eu para corrigir o professor (pode ter ocorrido dedo do joranlista na afirmação), mas a partir dos resíduos orgânicos, pode-se mesmo fazer-se combustíveis, ou hidrocarbonetos, ou como queiram chamar, mas é incorreto chamar qualquer desses derivados de combustíveis fósseis.
Combustíveis fósseis são aqueles oriundos de resíduos de atividade biológica e cuja maturação deu-se no seio da Terra ao longo de milhões de anos. Estes são, basicamente o petróleo (pesado, ultrapesado, betume, asfalto, leve), o carvão (turfas, antracitos, linhitos) e o gás natural. Um processo artificial de fabricação de hidrocarbonetos, mesmo que idênticos aos fósseis, já inviabilizaria a utilização do termo. Ainda há se que considerar que os artificiais são ainda melhores, pois renováveis, enquanto os fósseis, não renováveis, podem ainda lotar nossa atmosfera com gás carbônico, e, pelo que afirmam, mudar a cara do planeta que conhecemos.
Desde que foi implementada, há 10 anos, a coleta seletiva em SP não sai do 1%.
É decisão e opção política a falta de investimento nesta área.
Tipo, burrice mesmo...
Aliás, a coleta seletiva não passa mais em casa faz uns 2 meses, sou eu quem tenho que levar em algum lugar.
Lamentável.
Viver é afinar um instrumento...
É isso aí, amigo. Sabíamos que os problemas com resíduos sólidos não seriam resolvidos tão facilmente. Seja aqui, seja em outros lugares. Aí, tiraram a taxa do lixo aqui em São Paulo por uma questão unicamente política/eleitoral, então, soubemos que a coisa que já era difícil iria piorar ainda mais. Tenho a impressão de este governo não quer dar solução aos problemas dos resíduos. É um descaso.
Eu tenho que fazer uma manobra pra levar meu resíduo para um ponto de reciclagem, pois tiraram os containeres que ficavam na rua da minha casa já faz uns 3 anos. Eu tenho levado meu resíduo dentro da Câmara Municipal desde então, e, se um dia me pararem por isso, terei que dizer que estou cumprindo a Lei 12.305/10. Pelo que me consta, nós, cidadãos, temos responsabilidade na destinação também.
Maravilhoso! Pena que mandem seu lixo pra nós, como suas "papeleras", seus desertos verdes, e outros...
A meta prevista para 2014 (e não 2015) é erradicação dos lixões a céu aberto e não dos aterros sanitários. Essa meta é super ambiciosa... Em Minas já se fala em 60%... O assunto é sério e modelos estrangeiros devem ser tomados com cuidado... Incineração também traz sérios danos ambientais.
Você tocou no ponto nevrálgico. Incinerar é o caminho mais fácil, mas será mesmo a melhor solução? Pode até ser sedutora a idéia de que um monte de lixo "desaparece" e energia surge em seu lugar. Isso reduz rapidamente a inconveniente necessidade de haver mais e mais áreas disponíveis para aterros - o poder público vai adorar essa saída honrosa para o problema do lixo!
Quando você queima, voce deixa de reaproveitar materiais cujo processamento demandou energia e matéria prima. A pergunta que tem que ser feita é se a energia da queima compensa (ambientalmente e energeticamente) a obtenção de um produto novo. Normalmente, a reciclagem é o melhor caminho (não o mais fácil), mas conta com a oposição de quem ganha com a produção de material virgem.
Também partilho da ideia de reciclagem. FAço ahá 23 anos. Mas o bendito reaproveitamento será por parte de quem? Há que haver empresas dispotas a processar o reciclado, e sei que há, mas e se não houver ? E se não quiserem? Os catodores amargaram umperíodo difícil com a crise de 2009. Sim a idéia é bonita, mas tem de se pensar e planejar direitinho.
micróbios e insetos são caso de saúde até pq segundo Darwin eles evoluem e ficam cada vez mais pegajosos.
Inauguração de Centro Médico Hospitalar em Cariri , CE , a mais que os serviços prestados tb será hospital escola para as faculdades da região, pronunciamento de um Deputado do PCdoB, CE, TV Camara , o nordeste brasileiro no ima ginário brasileiro era um lugar desolado , miséria e atraso , se hoje estamos inaugurando um Centro Hospital nesta região é hora de avaliação , micróbios einsetos que se cuidem....
Os rumos brasileiros de forma ampla estão traçados , a oito anos o país segue uma trajetória clara do que o atual governo entende por desenvolvimento sustentável , tx de crescimento saudaveis, o pré-sal é um impulso , o desenvolvimento das instituições públicas e privadas outro , chances peuqenas de se envolver em conflitos externos, normalidade social , qual nosso problema ? Manter tx de crescimento e inflação nos atuais patamares ou o mais próximo possível.
Dilma fez o esperado , de uma polítca como ela , qual a mudança a ser feita pelo novo governo ? O comando do BC , Meireles , nome do mercado , leva consigo sua experiência e intiimidade com o mercado e por consequinte sua linha econômica , e as coloca a favor de um governo que tambem tem planos de longo prazo.
Dilma modifica de forma sutil , elegante ou talentosa esta sensível área da equipe , tira Meireles e coloca um nome com experiência e credilidade do mercado porém desta vez asssume um nome do BC. Mudança sutil mas significativa a médio e longo prazo. A partir daí o papelda Presidenta é de para -raois para o bem ou mal. Índices tecnicos medidas e formas são trabalho dos tecnicos do BC , vários mestrados e doutorandos , Tombini uma menção a saúde coletiva dos membros da instituição seria um estímulo ?
E agora , o debate público da economia brasileira é uma boa ferramenta para não voltarmos a ter txs de inflação ou desemprego elevadas. O que muda o país ter mais 2, 5 ou 8 milhôes de desempregados com plena capacidade de trabalho em casa , qual o custo exatamente ? auto estima , tristeza , consumo de substâncias , perda de libido , qdo são milhões nesta situação muda o clima do país, e em saúde , segurança , nível de debates esurgimento de lideranças , quanto sai ?
Esse ponto G poderia ser na política , crise nas instituições , social , no campo , por terra , ou urbana , criminalidade , mas hoje o setor que pode atrapalhar a trajetória brasileira mais provavel é a economia, tx de crescimento , tx de juros , inflação e câmbio , trabalho para mais de metro não é herança mas sim frutos do desenvolvimento obtido pelo Brasil nestes últimos anos e condições externas atuais.
Lula chega no interior , birosca reformada , birosca não ! empreendimento comercial , presidente pra cá presidente pra lá , e aí vem , a coisa tá braba , tá dificil , Lula argumenta tem luz , não mais todo ano aquela choradeira do barrigudinho novo , a patroa tá feliz com a geladeira . é pois é mas tá danado , cidades litorâneas brasileiras ao final do verão em petição de miséria , comerciantes em desespero , Lula diz que vai ver e não fala nada, mas tinha uns 2 ou 3 que o bolso tava barriguidinho....... Desse jeito. Adendo, eles disseram que o homem tá ganhando uma graninha, e tá coradinho, senão podia deixar na deles. Saudações bem humordas e brasileiras
FeLiPe Vargas Zillig
Gostei de ver o nome do professor: Mohammad Taherzadeh. Isto mostra que para além do preconceito todos podem colaborar.
Regis Mesquita - http://www.psicologiaracional.com.br/
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