Um cenário apocalíptico de 2012

Por Assis Ribeiro

No Resistir.info

A inexorável crise económica global: Uma visão apocalíptica de 2012

– A perspectiva económica, política e social para 2012 é profundamente negativa

por James Petras

A perspectiva económica, política e social para 2012 é profundamente negativa. O consenso quase universal, mesmo entre economistas ortodoxos da corrente dominante, é pessimista em relação à economia mundial. Embora, mesmo aqui, as suas previsões subestimem o âmbito e profundidade das crises, há razões poderosas para acreditar que no princípio de 2012 marchamos rumo a um declínio mais pronunciado do que foi experimentado durante a Grande Recessão de 2008-2009. Com menos recursos, maior dívida e crescente resistência popular em arcar com o fardo de salvar o sistema capitalista, os governos não podem salvar o sistema. 

Muitas das maiores instituições e relações económicas que foram causa e consequência da expansão capitalista mundial e regional ao longo das últimas três décadas estão em processo de desintegração e confusão. Os novos centros de crescimento, China, Índia, Brasil, Rússia, que durante uma "década curta" proporcionaram um novo ímpeto para o crescimento mundial cumpriram o seu curso e agora estão a desacelerar rapidamente e continuarão assim ao longo do novo ano. 

O colapso da União Europeia 

Especificamente, as crises que gangrenaram a União Europeia irromperão e a estrutura de facto em múltiplas camadas transformar-se-á numa série de acordos de comércio e investimento bilaterais e multilaterais. A Alemanha, França, os Países Baixos e os países nórdicos tentarão aguentar a retracção económica. A Inglaterra – nomeadamente a City de Londres, em esplêndido isolamento, afundará no crescimento negativo, seus financeiros esforçar-se-ão por encontrar novas oportunidades especulativas entre os estados petrolíferos do Golfo e outros "nichos". Na Europa do Leste e Central, particularmente a Polónia e a República Checa, aprofundarão seus laços com a Alemanha mas sofrerão as consequências do declínio geral dos mercados mundiais. A Europa do Sul (Grécia, Espanha, Portugal e Itália) entrará numa depressão profunda quando pagamentos maciços de dívidas alimentados por assaltos selvagens a salários e benefícios sociais reduzirão drasticamente a procura do consumidor. 

O nível de desemprego e sub-emprego chegando a um terço da força de trabalho provocará conflitos sociais de longa duração, que se ampliarão em levantamentos populares. Finalmente, uma ruptura da União Europeia é quase inevitável. O euro como divisa de referência será substituído por novas moedas nacionais ou as antigas, acompanhado por desvalorizações e proteccionismo. O nacionalismo estará na ordem do dia. Bancos na Alemanha, França e Suíça sofrerão enormes perdas nos seus empréstimos ao Sul. Grandes salvamentos serão necessários, polarizando as sociedades alemã e francesa, com oposição entre as maiorias tributadas e os banqueiros. A militância sindical e o pseudo populismo de extrema-direita (neofascismo) intensificarão as lutas de classe e nacionalistas. 

Será menos provável que uma Europa deprimida, fragmentada e polarizada adira a qualquer aventura militar estado-unidense-israelense, de inspiração sionista, contra o Irão (ou mesmo a Síria). A Europa cavalgada pela crise opor-se-á à abordagem de confronto de Washington em relação à Rússia e à China. 

Os EUA: A recessão retorna com uma vingança 

A economia dos EUA sofrerá as consequências do seu inchaço do défice fiscal e não será capaz de contrapor-se à recessão mundial de 2012. Nem pode ela contar com a saída de "exportar" o crescimento negativo voltando-se para a Ásia anteriormente dinâmica, pois a China, Índia e o resto da Ásia estão a perder vapor económico. A China crescerá muito abaixo da sua média móvel de 9%. A Índia declinará dos 8% para 5% ou menos. Além disso, a política militar do regime Obama de "cerco", sua política económica de exclusão e proteccionismo, impedirão qualquer novo estímulo por parte da China. 

O militarismo exacerba o declínio económico 

Os EUA e a Inglaterra serão os maiores perdedores na reconstrução económica do Iraque do pós guerra. Os US$186 mil milhões em projectos de infraestrutura, as corporações dos EUA e Reino Unidos ganharão menos do que 5% ( Financial Times, 12/16/11, p 1 e 3). Um resultado semelhante é provável na Líbia e alhures. O militarismo imperial dos EUA destrói um adversário, mergulha-o em dívidas, e países não beligerantes obtêm os contratos lucrativos da reconstrução económica do pós guerra. 

A economia dos EUA cairá na recessão em 2012 e a "recuperação sem empregos de 2012" será substituída por um aumento drástico do desemprego em 2012. De facto, toda a força de trabalho contrair-se-á pois pessoas que perdem seus benefícios de desemprego deixarão de registar-se. 

A exploração do trabalho ("produtividade") será intensificada pois os capitalistas forçarão os trabalhadores a produzirem mais, por menos pagamento, ampliando-se portanto o fosso dos rendimentos entre salários e lucros. 

O declínio económico e o crescimento de desemprego serão acompanhados por cortes selvagens em programas sociais para subsidiar bancos e indústrias financeiramente perturbados. Os debates entre os partidos serão sobre quão amplos deverão ser os cortes para trabalhadores e pensionistas a fim de assegurar a "confiança" dos possuidores de títulos. Confrontado com escolhas políticas igualmente limitadas, o eleitorado reagirá não reelegendo os políticos no governo, abstendo-se e com movimentos de massa espontâneos e organizados, tais como o protesto "Occupy Wall Street". A insatisfação, hostilidade e a frustração permeará a cultura. Os demagogos do Partido Democrata farão da China o seu bode expiatório; os demagogos dos Partido Republicano culparão os imigrantes. Ambos fulminarão contra "os islamo-fascistas" e especialmente contra o Irão. 

Nova guerra em meio a crises: sionistas puxam o gatilho 

Os "52 presidentes das Principais Organizações Judias Americanas" e seus seguidores "Israel First" no Congresso, no Departamento do Estado, no Tesouro e no Pentágono pressionarão pela guerra com o Irão. Se eles tiverem êxito isto resultará numa conflagração regional e numa depressão mundial. Dado o êxito extremista do regime israelense em assegurar obediência cega para as suas políticas de guerra por parte do Congresso dos EUA e da Casa Branca, quaisquer dúvidas acerca da possibilidade real de um resultado tão catastrófico não podem ser ignoradas. 

China: Mecanismos compensatórios em 2012 

A China enfrentará a recessão global em 2012 com várias possibilidades de amenizar o seu impacto. Pequim pode comutar a sua produção para o fornecimento de bens e serviços aos 700 milhões de consumidores internos actualmente fora da tormenta económica. Através de aumentos salariais, serviços sociais e segurança ambiental, a China pode compensar a perda de mercados além-mar. O crescimento económico da China, o qual está em grande medida dependente da especulação imobiliária, será afectado adversamente quando a bulha estourar. Daí resultará um declínio agudo, levando a perdas de emprego, bancarrotas municipais e conflitos sociais e de classe agravados. Isto pode resultar tanto numa maior repressão como numa democratização gradual. O resultado afectará profundamente as relações da China entre mercado e estado. A crise económica provavelmente fortalecerá o controle do estado sobre o mercado. 

A Rússia enfrenta as crises 

A eleição do presidente Putin diminuirá o apoio da Rússia aos levantamentos e às sanções fomentadas pelos Estados Unidos contra os aliados e parceiros comerciais da Rússia. Putin aproximar-se-á da China e beneficiar-se-á com o estilhaçamento da Europa e o enfraquecimento da NATO. 

A oposição russa apoiada pelos media ocidentais utilizará a sua influência para desgastar a imagem de Putin e encorajar boicotes ao investimento, o que não os impedirá de perder as eleições presidenciais por um grande margem. A recessão mundial enfraquecerá a economia russa e irá obrigá-la a escolher entre as nacionalizações ou a utilização de fundos crescentes do estado para salvar oligarcas eminentes. 

A transição 2011-2012: Da estagnação e recessão regionais para a crise mundial 

O ano de 2011 preparou o terreno para o colapso da União Europeia. As crises começaram com a agonia do euro, a estagnação nos EUA e a irrupção de protestos em massa numa escala mundial contra desigualdades obscenas. Os eventos de 2011 foram um ensaio geral para um novo ano de guerras comerciais de plena escala entre grandes potências, agravando lutas inter-imperialistas e a probabilidade de rebeliões populares transformarem-se em revoluções. Além disso, a escalada da febre guerreira contra o Irão, orquestrada pelos sionistas, promete a maior guerra regional desde o conflito indochinês com os EUA. As campanhas eleitorais e os resultados de eleições presidenciais nos EUA, Rússia e França aprofundarão os conflitos globais e as crises económicas. 

Durante o ano de 2011 o regime Obama anunciou uma política de confrontação militar com a Rússia e a China e políticas concebidas para minar e degradar a ascensão da China como uma potência económica mundial. Face a um aprofundamento da recessão económica e com o declínio de mercados além-mar, especialmente na Europa, verificar-se-á uma grande guerra comercial. Washington buscará agressivamente políticas que limitem exportações e investimentos chineses. A Casa Branca ampliará seus esforços para perturbar o comércio e os investimentos da China na Ásia, África e alhures. Podemos esperar maiores esforços dos EUA para explorar conflitos internos inter-étnicos e populares na China e aumentar a sua presença militar ao largo da costa chinesa. Neste contexto, uma grande provocação ou incidente fabricado não pode ser excluído. O resultado em 2012 podia levar a raivosos apelos chauvinistas por uma nova "Guerra Fria". Obama proporcionou o quadro e a justificação para uma confrontação em grande escala e a longo prazo com a China. Isto será visto como um esforço desesperado para promover a influência e as posições estratégicas dos EUA na Ásia. O "quadrângulo de poder" militar dos EUA – EUA-Japão-Austrália-Coreia do Sul – com o apoio satélite das Filipinas, tentará destruir os laços comerciais da China por meio da potência militar de Washington. 

Europa: Austeridade mais profunda e luta de classe intensificada 

Os programas de austeridade impostos na Europa, desde a Inglaterra até à Letónia e o Sul da Europa, serão a marca de 2012. Despedimentos maciços no sector público, salários e oportunidades de emprego reduzidos no sector privado levarão a um ano de guerra de classe permanente e desafios ao regime. As "políticas de austeridade" no Sul serão acompanhadas por incumprimentos de dívida resultando em falências bancárias na França e na Alemanha. A classe dominante financeira na Inglaterra, isolada da Europa mas dominante na Inglaterra, insistirá em que o Partido Conservador "reprima" inquietações trabalhistas e populares. Um novo pensamento estilo neo-thatcheriano de domínio autocrático emergirá; a oposição sindical trabalhista emitirá protestos vazios e apertará as rédeas da populaça em revolta. Numa palavra, as políticas sociais e económicas regressivas desenvolvidas em 2011 prepararam o cenário para novos regimes policiais e confrontações mais grves e possivelmente sangrentas com trabalhadores e jovens desempregados sem futuro. 

As próximas guerra que acabarão a América "tal como a conhecemos" 

No interior dos EUA, Obama preparou o terreno para uma nova e grande guerra no Médio Oriente através da relocalização de tropas desde o Iraque até o Afeganistão e a sua concentração contra o Irão. Para minar o Irão, Washington está a expandir operações militares e civis clandestinas contra aliados iranianos na Síria, Paquistão, Venezuela e China. A chave para a estratégia belicosa dos EUA e de Israel em direcção ao Irão é uma série de guerras em estados vizinhos, sanções económicas à escala mundial, ciber-ataques destinados a incapacitar indústrias vitais e assassínios terroristas clandestinos de cientistas e responsáveis militares. Toda a pressão, planeamento e execução das políticas estado-unidenses que levam à guerra com o Irão podem ser empiricamente e sem qualquer dúvidas atribuídas à configuração de poder sionista que ocupa posições estratégicas na administração dos EUA, nos mass media e na "sociedade civil". 

Uma análise sistemática de decisores americanos que concebem e implementam a política de sanções económicas revela que os papéis principais são exercidos por mega-sionistas (Israel-Firsters) como Ileana Ros-Lehtinen e Howard Berman no Congresso; Dennis Ross na Casa Branca, Jeffrey Feltman no Departamento de Estado e Stuart Levy e seu substituto David Cohen no Tesouro. A Casa Branca está totalmente dominante por gente que arrecada fundos para os sionistas e faz o que querem os "52 presidentes das Principais Organizações Judias Americanas". A estratégia israelense-sionistas é cercar o Irão, enfraquecê-lo economicamente e atacar os seus militares. A invasão do Iraque foi a primeira guerra por Israel; a guerra líbia a segunda; a actual guerra por procuração contra a Síria é a terceira. Estas guerras destruíram adversários de Israel ou estão em vias de fazê-lo. 

Em 2011, as sanções económicas, as quais foram concebidas para criar descontentamento interno no Irão, foram a arma escolhida. A campanha de sanções globais empenhou todas as energias dos principais lobbies judeus-sionistas. Eles não enfrentaram qualquer oposição dos mass media, do Congresso ou da Casa Branca. A Configuração de Poder Sionista (Zionist Power Configuration, ZPC) ficou virtualmente isenta de crítica por parte de quaisquer movimentos ou grupos progressistas, de esquerda e jornais socialistas – com umas poucas excepções notáveis. O reposicionamento do ano passado de tropas estado-unidenses do Iraque para as fronteiras do Irão, as sanções e a influência crescente da quinta coluna israelense nos Estados Unidos significa que a guerra irá estender-se ao Médio Oriente. Isso implica sem dúvida um ataque aéreo "surpresa" de mísseis pelas forças estado-unidenses. Ele será justificado por um pretenso "ataque nuclear" iminente inventado pelo Mossad israelense e transmitido fielmente pela ZPC aos seus lacaios dos Congresso estado-unidense e da Casa Branca para ser oficializado e difundido no mundo inteiro. Esta será uma guerra assassina, sangrenta e longa em proveito de Israel; os Estados Unidos pagarão o preço militar directo e o resto do mundo pagará um preço económico elevado. A guerra estado-unidense promovida pelos sionistas converterá a recessão do princípio de 2012 numa grande depressão por volta do fim do ano e provavelmente provocará levantamentos em massa. 

Conclusão 

Todas as indicações apontam para 2012 como um ano de viragem da implacável crise económica que se propaga da Europa e dos EUA para a Ásia e suas dependências na África e América Latina. A crise será verdadeiramente global. Confrontações inter-imperiais e guerras coloniais minarão quaisquer esforços para atenuar esta crise. Em resposta, emergirão movimentos de massa que com o tempo transformar-se-ão em protestos e rebeliões – e, esperançosamente, em revoluções sociais e poder político.

O original encontra-se em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=28349 

http://resistir.info/petras/petras_25dez11.html

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28 comentários
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Assis Ribeiro

O mundo grita: temos que parar de crescer.

Do texto:

..."Com menos recursos, maior dívida e crescente resistência popular em arcar com o fardo de salvar o sistema capitalista, os governos não podem salvar o sistema."...

 

Assis Ribeiro

 
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Assis Ribeiro

Análise profunda e realista.

O modelo irá mudar por acordo entre as "estrelas" globais ou por um amplo levante das massas. Isso é  inevitável.

O esgotamento de um modelo que propugna a concentração de riqueza, individualismo e o consequente egoismo, se torna claro.

A população não aceitará bancar o fracasso de grandes grupos empresariaais e financeiros, assumidos pelos covardes governos.

 

Assis Ribeiro

 
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Reginaldo Gomes

Lembrei até deste vídeo...

 

Gostaria de ser lembrado como um homem que foi amigo das crianças, dos pobres e excluídos. Amado e respeitado pelo povo, pelas massas exploradas e sofridas. Odiado e temido pelos capitalistas, sendo considerado o inimigo número um das ditaduras fascistas.

 
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Jose de Almeida Bispo

Kkkkkkkkkkkkkk

É, até que os direitóides tem imaginação!

Gostei da insistência em mostrar o cabra como cachorrinho de fateira "que foi pros Estados Unidos".

 
 
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Assis Ribeiro

Reginaldo.

Há uma grande diferença.

O Brasil iria eleger uma candidata do mesmo partido que vinha bombando nas melhorias econômicas e nos aspectos sociais do seu povo. A direita esperneou.

O mundo vem naufragando que nem o Titanic. Os comandantes, tal como o do Titanic invencível, continuam rumando ao caos acreditando que terão suas posições seguras. As medidas jogam mais grana nos tanques de lastro e não querem perceber que este peso já é excessivo.

Continuam concentrando o peso só de um lado. O barco que já está a deriva há tempo vai a pique. A esquerda esperneia.

 

 

Assis Ribeiro

 
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FabioREM

Quem fez esse vídeo, quem assumiu a paternidade da criança?

Até hoje ninguém, que eu saiba. 

 
 
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Assis Ribeiro

Fábio. Você não sabe quem encomendou o vídeo?

Assisti até a metade e estraí o seguinte:

  • Fala que o país está dividido. Quem é o maior criador de divisões no país, inclusive dentro do seu próprio partido?
  • Perseguição política. Quem faz mais perseguições no país, inclusive com seus próprios aliados?
  • Exílio de Serra. Sem perguntas.
  • Fala em deixar sem recurso SP. Qual o partido que promovia esse direcionamento no nordeste, motivo pelo qual teve uma derrota vergonhosa?
  • Perseguição às igrejas. Quem mais usou as igrejas na última eleição?
  • Fala de traição interna. Qual o político que mais fez traição interna.
  • Fala da queda da economia do país. Quem falou em tsunami na economia do Brasil?

As respostas aos quesitos acima são claras. O autor intelectual também.

 

Assis Ribeiro

 
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Jose de Almeida Bispo

É, interessante. Aparentemente um pouco antissemita, mas interessante porque lógico. Pessoalmente continuo a achar que a nação judia não é a aventura sionista, e que o que mais interessa não é o sionista Estado sumueliano do "Grande Israel"; mas a mania fixa de que a guerra vai trazer lucro, presente em vastos setores americanos, judeus inclusive. Ainda sobre o sionismo, se continuarem a insistir na sandice, os judeus, como um todo, fáceis de identificar, terão logo a seguir uma resposta tão violenta em todo o mundo como o foi no colapso do domínio árabe da Espanha, especialmente dentro dos próprios Estados Unidos. Quanto a isso, os "hermanos" direitistas e hoje seus aliados serão os primeiros a mostrar "o castigo de Deus".

Que Obama vai à guerra, ninguém tenha dúvidas. É fraco demais para promover a paz.

 

 
 
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Reginaldo Gomes

Anti-Semita??? O que é isso????

Re: Um cenário apocalíptico de 2012
 

Gostaria de ser lembrado como um homem que foi amigo das crianças, dos pobres e excluídos. Amado e respeitado pelo povo, pelas massas exploradas e sofridas. Odiado e temido pelos capitalistas, sendo considerado o inimigo número um das ditaduras fascistas.

 
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Lau

Já tinha lido este artigo no Globalresearch.

O que me incomoda é que parece tudo muito bom, tudo indo direito ... A crise ficando para no retrovisor, a bolsa subindo, os imóveis numa alta constantes, sem sinais de estagnação ou quebra no horizonte. Será q é isto que "eles" querem q a gente pense ?

Ao mesmo tempo tenho a sensação que só falta um catalisador para uma crise sistêmcia global. Apesar de toda propaganda apontar para a solução da crise agravada em 2008.

Só espero que esta crise não se transforme em guerra e que após a falência da banca financeira mundial e reorganização dos paíeses tenhamos um mundo melhor !

 
 
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Luiz Lima

Lau, as Bolsas voltaram a subir porque o BCE acabou de bancar a versão local do QE (Quantitative Easing), feito já por duas vezes do lado de cá do Atlântico, enfiando meio trilhão de euros goela abaixo dos bancos europeus, para "destravar o mercado de crédito" - leia-se, evitar a falência dos bancos e permitir que mantenham em carteira, pelo valor nominal, os ativos podres que possuem. Como os banqueiros não são loucos de emprestar uns para os outros - afinal de contas, eles sabem muito bem quanto realmente valem as "garantias" que têm a oferecer - esse dinheiro vai imediatamente irrigar a especulação. Essa farra tem hora para acabar - e a economia real, que é o que interessa, segue se afundando.

 
 
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Lau

Luiz, está explicado. Qualquer medida positiva por mínima q seja causa um aumento nos ativos. É impressionante ...

Adiado mais uma vez a quegradeira. Até quando os Governos vão conseguir sustentar a banca financeira ?

 
 
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Luiz Lima

Ex-comunistas da União Europeia agora pagam a conta da crise  

SÃO PAULO - Não só os líderes das principais nações da União Europeia estão preocupados em restabelecer o crescimento econômico, criar novos postos de trabalho e estancar o déficit em suas contas. A recessão e o desemprego atingem não apenas França, Itália e Espanha, mas também a "periferia da Europa", principalmente as nações ex-comunistas que viram na adesão ao bloco da União Europeia - um território com 500 milhões de consumidores, que produz 20% do PIB global - uma forma de elevar seu Produto Interno Bruto (PIB) e melhorar a renda de sua população.

 

São nações como Romênia, Hungria, Eslováquia, Eslovênia e Bulgária, que antes da queda do muro de Berlim eram alinhadas à extinta União Soviética. Esses países passaram por profundas reformas para ser aceitos como integrantes do bloco, como o combate à corrupção, reestruturação do sistema judiciário e ajustes para a economia de mercado, como redução do déficit público. A vida dos ex-comunistas melhorou com a entrada na UE, mas a conta da crise também começa chegar para eles. Na Eslováquia, que com a República Tcheca formava a Tchecoslováquia, o desemprego atinge quase 8% da população. O PIB da Eslovênia, um ex-república iugoslava, crescia quase 4% em 2002. Hoje, patina em 1,4%. A Bulgária vinha crescendo 6% ao ano até a crise de 2008, e entrou em forte recessão nos anos seguintes.

- Essas nações tiveram que fazer ajustes profundos para se integrar à União Europeia (UE), a maioria não aderiu à moeda única, o euro, mas todos tiveram os benefícios que um mercado consumidor de 500 milhões de pessoas pode trazer. Os produtos que fabricam podem ser vendidos livremente a cada um dos países-membros, com custo menor de transação; a maioria deles teve crescimento do PIB e a população teve aumento de renda e mais oportunidades de emprego. Mas agora eles também sofrem as consequências da crise - diz Otto Nogami, professor de economia do Insper, em São Paulo.

Na Romênia, a população foi às ruas recentemente protestar contra as medidas de austeridade do governo, assim como fizeram italianos e portugueses. A Hungria corre o risco de sofrer sanções do Conselho Europeu por desrespeitar as regras da democracia. O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, mudou a Constituição e criou leis que limitam a independência do Banco Central, dos juízes, do Parlamento e até da imprensa. Para alguns analistas, Orbán quer instalar um regime autoritário na Hungria. O Conselho avisou que a Hungria tem cerca de um mês para mudar sua Constituição sob o risco de ser expulsa da UE.

- A Hungria vem de uma crise financeira de vários anos. A moeda local (florim) perdeu muito valor nos últimos meses e as dívidas cresceram. O país agora tem muita dificuldade de atrair o capital estrangeiro, o que complica a situação. Com as medidas antidemocráticas, isso piora. O país está à beira da falência e tenta ajuda junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e ao Fundo de Estabilidade Europeu. Além do problema econômico, há uma crise política - explica o professor doutor Kai Lehmann, do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP).

Recentemente, a agência de classificação de risco Fitch cortou a nota da dívida de longo prazo da Hungria, de "BBB-" para "BB+". E a Moody's reduziu da nota de risco húngara, de "Baa3" para "Ba1". A economia do país encolheu em 2011 e deve encolher também em 2012.

Os problemas se estendem a outros membros 'periféricos' do grupo, lembra o professor Lehmann.

- A economia da Eslovênia sofre com os problemas da vizinha rica, a Aústria, um de seus mercados mais importantes. O Chipre vai sofrer as consequências se a Grécia quebrar. Mas a Hungria, na minha avaliação, é o pior caso - diz Lehmann.

Na última sexta-feira, a agência de classificação de risco Fitch rebaixou a nota de crédito do Chipre, de BBB para BBB- e a da Eslovênia, de AA- para A. O rebaixamento reflete a deterioração do cenário econômico da região, o elevado endividamento e o desequilíbrio nas contas dos países em questão, disse a agência em nota.

O site do jornal espanhol “El País” revelou que aumentou em 30 milhões o número de pessoas que estão no limite entre a classe média e a pobreza na Europa. Em 2007, antes da crise, havia 85 milhões de pessoas no limite da pobreza (17% da população); em 2009, eram 115 milhões (23%). Esse aumento não se deu pela ascensão de pessoas a uma nova classe média, como no Brasil, e sim pelo desemprego causado pela crise. Na prática, quem era da classe média perdeu o emprego e ficou mais pobre. Os países que mais sofreram foram a Bulgária e a Romênia, segundo o jornal, onde essa proporção quase dobrou, atingindo 46% e 43% da população local, respectivamente.

Apesar da crise, há fila para entrar na UE

O interessante é que mesmo neste cenário de crise, há mais gente interessada em fazer parte da União Europeia. Várias repúblicas da extinta Iugoslávia estão entre elas. A Croácia foi aprovada como membro e um plebiscito junto à população ratificou a decisão. O país deve entrar na UE em 2013. A Macedônia protocolou formalmente sua intenção de fazer parte do bloco. Outras nações como Bósnia-Herzegovina, Sérvia e Montenegro também estão na fila.

- Mesmo com a crise, integrar um bloco como a União Europeia é vantagem para estes países. Há possibilidade de novas parcerias comerciais, existe a possibilidade de livre movimentação de bens e pessoas. Muitos desses novos membros devem manter suas moedas locais, que podem ser desvalorizadas em momentos difíceis para ganhar competitividade e exportar mais. Assim que os problemas da UE forem sanados, essas nações têm um incentivo econômico a mais - diz o economista Raphael Martello, da Consultoria Tendências.

 
 
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Schell

Muitas informações novas - para mim que me baseio na mídia brasileira. Soturnas. Não vejo condições para grandes levantes populares, seja lá aonde for. Quanto à política obamista dos eua, só as pesquisas de opinião serão capazes de "encaminhar". Se o Obama aparecer como perdedor, haverá guerra, até porque a guerra interessa também aos republicanos. Mas se houver guerra, o Obama perderá ainda mais feio. Aliás, está faltando alguém para apreciar historicamente esse governicho obamístico tão "oba, oba" em sua eleição.

 
 
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Assis Ribeiro

A Europa se curva ante os bancos


Do jornal francês Libération:

“A cena é a mesma, todos os dias: à hora do almoço, uma multidão silenciosa aglomera-se diante das grades da Câmara de Atenas, a dois passos da praça Omonia. Quantos são? Cem? Muitos mais?

“À noite, são duas ou três vezes mais”, diz, suspirando, Xanthi, uma mulher jovem que a Câmara encarregou de “controlar a multidão”. O ambiente fica tenso, quando os portões finalmente se abrem e as pessoas formam uma longa fila até ao balcão onde lhes é entregue uma Coca-Cola light e uma espécie de puré de batata, numa tigela de plástico.

 

Ouvem-se gritos e discussões. Tem de ser tudo muito rápido: a distribuição demora apenas meia hora. No meio de um certo número de marginais e de idosos que usam roupas velhas, destaca-se de imediato uma nova categoria de cidadãos, até agora pouco habituados a mendigar alimentos.”

Hoje, divulgou-se o nível de desemprego na zona do Euro em 2011: 10,4%. O maior, na Espanha (23%), mas taxas muito altas em países como Portugal (13,6%), França (9,8%) e Itália (8,6%).

Cenas e números quase inacreditáveis para nós, que crescemos vendo o capitalismo europeu como a possibilidade de um estado de bem-estar social mesmo dentro deste sistema econômico.

O welfare-state, em nome da eficiência, foi sendo paulatinamente desmontado em nome da eficiência. Princípios dos partidos socialistas europeus, como a estatização do sistema bancário, bandeira de François Mitterrand, abandonados e tratados como “velharia de ideias” , obsoletas.

E, como a Europa do capitalismo social não reformou o sistema bancário, colocando-lhe algum nível de controle social, o sistema bancário reformou a Europa, colocando a sociedade europeia sob seu controle.


 

Assis Ribeiro

 
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RODRIGO C MOREIRA

Não entendo. Parece que vcs estão aguardando ansiosamente pelo apocalipse.

Sendo contra o Sistema Capitalista, parecem advogar o "quanto pior, melhor".

Foi mal, galera, nao quero crise global nenhuma não.

 

 
 
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Assis Ribeiro

Empresas da União Europeia se preparam para o pior


Publicado: 01/02/2012 | WSJ

WSJ

O trabalho de Ian Cheshire é ajudar a milhões de clientes europeus a reparar goteiras, trocar lâmpadas queimadas e pintar suas casas. Mas hoje em dia, o diretor-presidente da britânica Kingfisher PLC, a terceira maior rede de lojas de construção e reformas do mundo, tem um problema que nem mesmo o mestre de obras mais destro pode consertar: quase metade dos lucros da empresa é gerada na Europa.

Cheshire e os acionistas da Kingfisher, 50% dos quais estão na América do Norte, são passageiros do trem desgovernado de desunião europeia, incertos sobre se ele vai descarrilar ou se voltará aos trilhos.

...

http://www.zwelangola.com/index-lr.php?id=8272

 

Assis Ribeiro

 
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Marcelo Neto

Conheço o goofus bird, pássaro que constroi o ninho ao contrário e voa para trás, porque não quer saber para onde vai, e sim onde esteve. Conheço os upland trouts que são peixes que fazem ninhos nas árvores, voam muito bem e têm medo da água.

Ah! ia me esquecendo do pinnacle grouse, ave de uma asa só, que lhe permite voar apenas numa direção, dando infinitamente a volta num monte imenso monte de estrume. Cho! messianismo, cho! genocidas, cho! vinganças talmúdicas, cho! 100 milhões de mortos, que caiam num aquário de Krakens e não tenham moeda para dar p'ro barqueiro.

 
 
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j@iro, de sp

Só vejo um aspecto positivo (positivo???) neste post.


De um ponto de vista inteiramente egpísta, eu, pelo menos, já vivi bastante (não tanto quanto gostaria), então se essa joça de planeta acabar,


isso não vai me afetar muito.


Ainda do ponto de vista pessoal, o problema são meus filhos e meu neto.


E os amigos, o país, o mundo...

 
 
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joão33

  os responsáveis por chegarmos a isso são tão poucos , as corporações são tão poucas , os grandes bancos são tão poucos , eles não podem fisicamente ser donos de tudo que eles são e TER O PODER MALIGNOS QUE ELES TEM. os donos da s mídias são tão poucos , PARA SALVAR O MUNDO , DESOBEDIÊNCIA CIVIL , E ADMINISTRAÇÃO PARALELA DE TODOS OS BENS . DAR FUNÇÃO SOCIAL A TODAS AS DECISÕES , SEJAM DONOS APENAS DO QUE PODEM GERIR SOZINHOS. 

 
 
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Fernando Curi
Re: Um cenário apocalíptico de 2012
 

"Tudo me é lícito mas nem tudo me convém" Contra o Preconceito e a Discriminação, o repúdio e a Lei.

 
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Fernando Curi
Re: Um cenário apocalíptico de 2012
 

"Tudo me é lícito mas nem tudo me convém" Contra o Preconceito e a Discriminação, o repúdio e a Lei.

 
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Alessandro B. Duarte (Usa GNU/Linux) www.alessandroduarte.com.br

 
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alfredo machado

Caro Assis Ribeiro:


James Petras, que não pode ser considerado um amador, descreve um cenário inegavelmente apocalíptico para 2012, com inevitáveis consequências para os próximos anos.


Muito que ele imagina vai ao encontro do que pensamos, muitas de suas previsões parecem mesmo inevitáveis, MAS, não me parece que todas elas possam vir a acorrer em bloco.


Por mais estúpidos que os principais líderes políticos possam ser (junto a este seleto grupo incluo outro, o da banca internacional), e mesmo entendendo que não existe limite para a estupidez, não acredito que fiquem inertes, a assistir este enorme circo pegar fogo.


Chama atenção, e não discordo do detalhe maligno, esta capacidade de “convencimento” do governo sionista de Israel para a destruição de tudo e todos.  


Um abraço

 
 
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Asclepíades Maria de Jesus

Sem dúvida o melhor texto em prosa de Michel de Notredame desde a célebre carta a César (seu filho) no século XVI.


Descontada a brincadeira, não há o que por ou tirar do texto. Retrata objetivamente a bestialidade da elite humana (comumente chamada de illuminati) e até onde ela será capaz de ir para defender os interesses de ricos banqueiros, quase sempre judeus, em detrimento dos 99% da população mundial representados por todos os movimentos de resistência à barbárie, desde Occupy Wall Street dos EEUU até os resistentes à desapropriação do Pinheirinho, obra do satanista illuminati geraldinho da opus dei.


Aqueles que tem ainda um resquício de juízo, podem seguir o conselho de Edgard Allan Cayce, o profeta estadunidense, que aconselhou aos seus compatriotas que vendessem tudo e comprassem uma fazenda o mais longe possível, para plantar o que comer e superar a fome vindoura.


O autor do artigo dá, por assim dizer, uma versão mundana dos fatos que ocorrerão neste ano, até o fim previamente estabelecido e imutável, que não é um fato esotérico, menos ainda religioso, mas sim, apenas apenas uma ocorrência astronômica que terá seu ápice em 21/12/12, conforme antigos astronômos (os maias) anotaram em seu calendário. Neste dia fatídico, a terra, desprotegida, iniciará sua passagem pelo facho de luz oriundo do centro da galáxia que deitará abaixo a civilização tal qual a conhecemos.


O que virá depois, ninguém sabe. Felizmente, senão estariam vendendo passagens para o "após" com segurança garantida.


Enquanto o dias não chegam, vamos curtir as belas músicas  de Clara Nunes e Rádio Taxi.


http://www.youtube.com/watch?v=WiH6oAYtMNI


http://www.youtube.com/watch?v=nO5WTc1Z7k0

 
 
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JarbasPassarão

Prezado Nassif

As Forças Especiais militares são muito bem chamadas de : Ovo da Serpente , em regimes  Abertos e democráticos .Tutelagens Políticas são sempre planejadas de longa data .Vejam o vídeo da turma "Special Forces" (vídeo em anexo)

 

Floresta!

 
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m.cubiak

Muitos rezaram por ele! Mas seremos nós os felizardos a assistir ao fim! De camarote, pela TV, até que ZZZZZZZZZ...

 

Márcio Cubiak Mestrando em Desenvolvimento Regional FURB - Blumenau

 

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