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Taxa neutra, por Delfim NettoEnviado por luisnassif, qua, 22/02/2012 - 08:41Da Folha de S. Paulo ANTONIO DELFIM NETTO Há uma intrigante questão no ar. Resulta da provocação do Banco Central do Brasil aos analistas do sistema financeiro, alguns dos quais se veem arrogantemente como os portadores da verdadeira ciência econômica. Cada um deles deve explicitar a sua opinião sobre qual é a taxa de juros neutra que deve balizar as manobras da política monetária de forma a atingir um equilíbrio "ótimo": 1º) Manter o sistema econômico funcionando sempre no seu nível "potencial", um conceito de determinação empírica duvidosa. 2º) Como consequência no mercado de trabalho, todos os que desejam e podem trabalhar com o salário real nele fixado estarão empregados, o que significa que, por construção, não existe desemprego "involuntário". 3º) Permitirá ao Banco Central, com manobras da taxa de juro nominal de curto prazo, manter a taxa de inflação em torno da meta fixada pelo poder incumbente. Para essa construção, basta que se aceite que a demanda global da economia (o consumo e o investimento) diminui quando aumenta a taxa de juro real (o que parece razoável), e que a oferta global seja o "produto potencial". Com essas duas condições, deve existir uma taxa de juro real que iguale a demanda total à oferta total. Esta será a taxa "neutra" que o Banco Central levará em conta no estabelecimento da sua taxa básica, a Selic. O problema é que a taxa neutra está longe de ser uma constante. Ela é tão variável quanto a de-manda global! Trata-se da discussão que nos acompanha há pelo menos duas décadas e para a qual têm contribuído muitos dos mais bem apetrechados economistas brasileiros e estrangeiros, com grossa artilharia econométrica. Infelizmente, sempre produziram resultados mais do que discutíveis. Nas explicações econométricas, só faltou introduzir o "desmatamento da Amazônia" como fator explicativo. Todo o resto já foi tentado. Nada se sabe de concreto sobre as respostas à consulta do Banco Central. A provocação mais parece um daqueles avisos de que "vovó subiu no telhado". Circulam, porém, entre pessoas normalmente bem informadas, que a "dispersão" das avaliações da taxa de juro real neutra diminuiu e que elas andam agora no imenso intervalo entre 4,5% e 6%! É de se esperar que o Banco Central tenha pedido aos informantes que explicitem o processo de como chegaram à taxa neutra. Conhecer os modelos e a metodologia das estimativas é uma informação mais rica do que a sua magnitude. A pesquisa pode dar indicações de como o "mercado" supõe que funciona o sistema econômico, de como se criam as "expectativas" e de como ele reage à manipulação da política monetária. ANTONIO DELFIM NETTO escreve às quartas-feiras nesta coluna.
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Comentários + votados
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Joaquim Aragão
22/02/2012 - 09:48
Eu tenho a estranha sensação de que esses economistas neoclássicos estão se posando como burocratas do Gosplan soviético, achando que podem comandar a totalildade da economia de acordo com os seus...
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Almir Wagner
22/02/2012 - 10:33
PHA? Acho que tu estás no blog errado. Aqui é o blog do Juca Kfouri.
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Alexandre Weber - Santos -SP
22/02/2012 - 16:11
Demorei para comentar esta daqui e me reservo o sagrado direito de falar bobagens como todos.
Demorei por que é o Delfim e o Delfim é o Delfim, cabra matuto.
Só falo depois de escutar ou ler a...
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cesar toledo
22/02/2012 - 18:24
da onde tiraram esse esqueleto chamado taxa neutra de juros , onde alguma coisa em economia e neutra
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Bento
22/02/2012 - 10:34
Raciocínio mais perspicaz que o da maioria do tal "mercado", porém ainda capenga pois ignora aquilo que é o fator mais importante a condicionar a eficácia da política monetária no Brasil: a...
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aliancaliberal
22/02/2012 - 09:39
Taxa de juros, nivel de poupança, inflação, investimento, produtividade,base monetária, tudo esta coligado e falar apenas uma variavel não faz sentido.
A verdade que não é dita pela imprensa e...
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aliancaliberal
22/02/2012 - 10:53
"ainda não descobriu um jeito de se financiar" Melhor o governo ainda não descobriu uma forma de se financiar sem perder a eleição, pq era só aumentar a carga tributária por exemplo criar novas...
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Nassif
"que iguale a demanda total à oferta total"
Nossa.... que surrealismo é esse de taxa neutra!!!!
Mário Mendonça
Taxa de juros, nivel de poupança, inflação, investimento, produtividade,base monetária, tudo esta coligado e falar apenas uma variavel não faz sentido.
A verdade que não é dita pela imprensa e pelo governo é que o governo não pode reduzir a taxa de juros pq a base monetária esta em expansão continuada e os juros altos é um instrumento para repressar esta expansão, (o efeito seria retomada da inflação).
O governo esta esperando o cidadão brasileiro "comer" esta expansão monetária por meio dos ganhos de produtividade da economia.O que lógicamente aumenta a já grande desigualdade social no país.
Pq o governo expande a base ? para financiar sua politica de desenvolvimento (grandes empresas na verdade) e custeio.
E pq o governo não aumenta os impostos em vez de expandir a base monetária?pq é impopular, já os ganhos obtidos desta forma ( expansão monetária) não são sentidos pela população.
Resumo o governo brasileiro impede o desenvolvimento do Brasil por ter feito opções que levaram há esta "armadilha de desenvolvimento"que baseada não no aumento da produtividade e sim pelo aumento do consumo, que levou a diminuição do nivel de poupança e do encurtamento dos processos de produção que estão direcionados a este consumo imediatista.
"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.
Raciocínio mais perspicaz que o da maioria do tal "mercado", porém ainda capenga pois ignora aquilo que é o fator mais importante a condicionar a eficácia da política monetária no Brasil: a institucionalidade.
O Brasil é provavelmente o único país do mundo (me refiro ao mundo sério, obviamente) a remunerar depósitos de liquidez imediata, permitir a indexação de contratos de serviços públicos ao dólar (que convenientemente só consideram a apreciação da moeda estrangeira) e que, graças a uma escala tributária tímida, a um nível de juros real sem precendentes na história do capitalismo ocidental (superior a 2 dígitos por quase 2 décadas) e às múltiplas benesses fiscais às aplicações financeiras, permite que a carga tributária seja regressiva e estimula que até as empresas contraiam empréstimo no exterior para aplicar no mercado financeiro, tornando o IDE uma baita de uma mentira. Tem outros fatores que sem dúvida complicam ainda mais esse processo, com destaque para a indexação do salário mínimo ao PIB, que possibilitou um aumento significativo da renda das classes mais baixas mas em ritmo obviamente muito mais rápido que o crescimento da produtividade. Mas esse é um problema menor dados todos os demais acima.
Tudo isso se reflete no orçamento do país, uma verdadeira peça a ser estudada por gerações de economistas no futuro. 50% do orçamento se destina ao pagamento de juros e amortização da dívida (e o Aliança ainda acha que o governo está gastando demais - se a Grécia tivesse de fazer um orçamento como esse o país já tinha acabado). E o que é mais divertido: o pagamento de juros aumenta a base monetária, dado o estoque absurdo de nossa dívida interna. A inflação só não piora porque nossas classes mais abastadas (um cínico diria "poupadoras") torram boa parte desse dinheiro no exterior.
No final das contas, o problema é um só, mas nem por isso simples: desde 1988 o Estado brasileiro ainda não descobriu um jeito de se financiar, pois não é capaz de alterar significativamente a base tributária do país. Quem tem dinheiro não quer pagar impostos, então a única solução é dar dinheiro pra quem está embaixo na pirâmide pois esse pessoal paga sem poder reclamar. O resto é consequência. Mas nada disso é discutido, pois o Brasil tem um outro problema sério, que é a falta de caráter de seus analistas econômicos. Todos eles estudaram nas melhores escolas dos EUA e Europa, então eles sabem o que é preciso para tornar um país civilizado. Mas ele não querem civilização por aqui, pois não estão dispostos a pagar o preço por isso. Então esperar coerência de suas análises é ocioso.
"ainda não descobriu um jeito de se financiar" Melhor o governo ainda não descobriu uma forma de se financiar sem perder a eleição, pq era só aumentar a carga tributária por exemplo criar novas "cotas"de imposto de renda de 30% a 50%.
"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.
Eu tenho a estranha sensação de que esses economistas neoclássicos estão se posando como burocratas do Gosplan soviético, achando que podem comandar a totalildade da economia de acordo com os seus cálculos econométricos...
A condução econômica não pode ser vista como privilégio dos administradores do Oráculo de Delphi. e de suas ferramentas limitadamente cienfíficas. Ela é, antes de mais nada, política, e deve reflitir a vontade do eleitor. A democracia é um sistema de sociedade, e não apenas um espaço de decisão a ser delimitado segundo a vontade do setor financeiro.
Quanto às afirmações do "AL", gostaria que ele apresentasse mais dados empíricos para comprovar suas teses marcianas...
Joaquim Aragão
Base Monetária:
Julho de 1994: $6.495.066
Abril de 2009: $132.422.172
Variação percentual: 1.938%
M1:
Julho de 1994: $10.075.566
Abril de 2009: $196.087.946
Variação percentual: 1.846%
Base Monetária (a soma de todas as cédulas e moedinhas emitidas pelo Banco Central mais as reservas compulsórias que esses bancos mantêm depositadas no BACEN)
M1 (a soma de todas as cédulas e moedinhas em poder do público mais todos os depósitos à vista).
Como sempre dissemos neste site, a expansão do crédito e a rapidez com que ela ocorre provoca distorções na economia, de modo a fazer com que os resultados macroeconômicos (taxa de desemprego e crescimento do PIB) de curto prazo sejam aparentemente positivos. O termo "distorções" é correto, pois trata-se de um crédito que só está sendo expandido nesse volume por causa da expansão da base monetária que o Banco Central vem empreendendo. Ou seja, o crédito não está aumentando porque está havendo poupança (abstenção de consumo) das pessoas. Ele está aumentando porque o Banco Central e o sistema bancário simplesmente estão expandindo rapidamente o volume de dinheiro na economia, como veremos mais abaixo.
(Para os mais iniciados: nos EUA, mesmo com toda a expansão monetária que o Fed vem fazendo, o volume de concessão de crédito continua estagnado, o que explica o fato de a economia de lá não estar se mexendo. O crédito está estagnado por vários motivos, sendo o principal o temor dos bancos em conceder crédito em uma economia dominada pelo alto nível de incerteza no futuro, pela baixa confiança dos consumidores e empreendedores e pelo alto nível de endividamento. Veja o gráfico.)
Mas, voltando ao Brasil, enquanto estiver havendo essa expansão do dinheiro e do crédito, os números positivos da economia irão durar. A demanda por bens e serviços irá continuar em alta. Os estoques das empresas serão prontamente vendidos. Os preços e os lucros continuarão subindo. Trabalhadores continuarão encontrando empregos a salários nominais cada vez maiores. O único detalhe chato de tudo isso é que tal expansão não pode durar.
O aumento generalizado nos preços força as empresas a obterem mais empréstimos para que possam finalizar seus projetos já iniciados. Mais recursos passam a ser demandados. Essa busca por mais crédito provoca um aumento dos juros dos empréstimos. Entretanto, o Banco Central pode intervir injetando mais dinheiro no sistema, evitando temporariamente essa subida nos juros. Porém, tal injeção de dinheiro fará com que haja ainda mais distorções nos preços e na estrutura de produção da economia, reiniciando o ciclo de mais procura por crédito. Isso vai se repetir até o momento em que o Banco Central resolver deixar os juros subirem.
Mesmo que o Banco Central continuasse injetando dinheiro indefinidamente, uma hora os bancos teriam de aumentar os juros dos seus empréstimos, pois a expansão monetária estaria provocando um inevitável aumento de preços. Assim, se os bancos não aumentassem os juros cobrados, eles simplesmente receberiam — no momento da quitação do empréstimo — um dinheiro com um poder de compra menor do que o que esperavam receber quando da concessão do empréstimo.
Quanto mais os preços dos fatores de produção sobem, mais desesperadas por empréstimos ficam aquelas empresas que deram início a projetos de longo prazo levadas pela crença de que o crédito seria farto e barato durante muito tempo. O aumento dos preços — e, por conseguinte, dos juros — altera seus planos. Cedo ou tarde, a crise irá se instaurar. O período da expansão econômica irá terminar e dar-se-á início à recessão. Quanto mais cedo esta vier, menor terá sido a destruição de capital desse período da expansão.
Veremos, mais abaixo, um exemplo desse mecanismo em ação aqui no Brasil na recessão de 2009.
Os últimos oito anos
Tendo feito essa rápida descrição da presente situação da economia brasileira, passemos agora a uma rápida análise do que ocorreu na economia em termos macroeconômicos nesses últimos 8 anos, para então tentarmos entender o que pode acontecer daqui pra frente.
Como se sabe, em uma economia em que o dinheiro (a moeda de troca) é um papel-moeda fiduciário, sem lastro, produzido sem qualquer restrição por uma entidade monopolista como o Banco Central e expandido livremente por um sistema bancário que opera com reservas fracionárias e que é protegido por esse banco central, é impossível fazermos qualquer análise macroeconômica sem levarmos em conta o que está havendo com a moeda.
Afinal, o dinheiro, por ser o meio geral de troca, representa o elo entre todas as atividades econômicas. Ele representa a metade de toda e qualquer transação econômica, voluntária ou não. Por conseguinte, qualquer movimento na economia — expansões ou recessões — tem de ter suas origens na alteração da quantidade desse meio de troca.
Exatamente por isso, o estudo da oferta monetária e suas variações é, em minha opinião, o assunto mais importante da ciência econômica. Mudanças na quantidade de dinheiro afetam toda a economia e por isso seus mecanismos têm de ser estudados a fundo.
Entendido isso, a variável chave a ser analisada são os depósitos em conta-corrente. Estes são substitutos monetários que podem ser redimidos em dinheiro sob demanda e, por meio de cheques ou cartão de débito, funcionam como equivalentes ao dinheiro no mercado. Todas as outras aplicações financeiras (sejam elas depósitos a prazo, renda fixa, curto prazo, multimercado, referenciado, ações etc.) são meros papeis que, para serem convertidos em dinheiro, precisam antes ser vendidos para algum agente obviamente disposto a comprá-los. E este só irá fazê-lo se tiver dinheiro disponível em sua conta corrente. Portanto, o volume das contas-correntes é a principal medida do dinheiro líquido da economia. É sobre o volume das contas-correntes que irão se basear inclusive todas as formas de crédito do sistema financeiro de uma economia.
O principal problema do sistema bancário de reservas fracionárias é sua inerente disposição à expansão do dinheiro nele depositado. Aquilo que deveria ser tido como algo bom — um alto nível de depósito feito por pessoas poupadoras —, na realidade acaba constituindo um perigo em potencial. Quando os bancos estão com muito dinheiro depositado e não têm o incentivo adequado para mantê-lo em seus cofres, eles se tornam "muito solventes" e, com isso, transformam esses grandes depósitos em empréstimos mais baratos, que acabam estimulando bolhas e subsequentes recessões. Daí a "necessidade" de governos e bancos centrais estarem constantemente fazendo políticas, ora para estimular, ora para reduzir o crédito.
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=837
"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.
Perfeito, agora mostra a trajetória da taxa de juros, da dívida interna bruta e da remuneração da popuança no período, e depois aponte o quanto do crescimento da base monetária se deveu ao aumento dos gastos governamentais. Mostrar um cadáver e um sujeito com arma na mão não é suficiente para explicar um crime. Ainda mais quando tem uma dúzia de outros suspeitos com sangue nas roupas assobiando do lado.
" depois aponte o quanto do crescimento da base monetária se deveu ao aumento dos gastos governamentais" o aumento da base monetária não se deve apenas ao aumento dos gastos do governo, é uma questão de politica economica em basear se em consumo (que da PIB).
Na atual conjuntura economica não tem como o governo reduzir a taxa de juros de forma sustentavel, sem as reformas do estado não tem como alterar este paradigma.
"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.
???
“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma”. (Joseph Pulitzer – 1847/1911)
Respondendo : "Quanto às afirmações do "AL", gostaria que ele apresentasse mais dados empíricos para comprovar suas teses marcianas..."
"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.
PHA, por não ser economista, solicito a participação de profissionais dessa área para enriquecer o debate. É na dialética das discussões que nasce o "meio-termo", equidistente dos extremos: "estatista/mercadista".
PHA? Acho que tu estás no blog errado. Aqui é o blog do Juca Kfouri.
PHA? Acho que tu estás no blog errado. Aqui é o blog do Juca Kfouri.
" Infelizmente, sempre produziram resultados mais do que discutíveis. "
Um problema que nos aflige é quando somos avaliados por pessoas argutas ou então, pelo tempo. Com o passar deste (do tempo) aparece toda nossa competência ou toda nossa mediocridade.
São implacáveis.
sempre melhorar e´bom mas parece q estao procurando sarna para se coçar.
querem mexer no fundo DI, na poupança, mas escapou da vista o fato dos bancos terem lucro de um bilhao de reais mensal sem inventar a roda.
juros de cheque especial a 12% ao mes e tarifas de serviço tipo pedagio so´no Brasil. sem falar que ficou para traz ha´muito tempo a remuneraçao que se fazia diariamente com o saldo na conta-corrente de cada brasileiro.
a taxa de juros neutra e´diretamente proporcional ao que os banqueiros aceitam perder de lucro.
Demorei para comentar esta daqui e me reservo o sagrado direito de falar bobagens como todos.
Demorei por que é o Delfim e o Delfim é o Delfim, cabra matuto.
Só falo depois de escutar ou ler a opinião dele.
Mas dou uma pista do que estou pensando, análise tri-dimensional onde o tempo está embutido nas categorias dos três eixos sendo que um, com certeza tem a pegada do Armstrong e seus ciclos do capitalismo.
Follow the money, follow the power.
da onde tiraram esse esqueleto chamado taxa neutra de juros , onde alguma coisa em economia e neutra
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