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Stephen Hawking: “vida após a morte é um conto de fadas”Enviado por luisnassif, qua, 18/05/2011 - 18:00
Autor:
Adriano S. Ribeiro
Para físico inglês, cérebro humano é como um computador que, quando se quebra, simplesmente para de funcionar
O famoso físico teórico inglês Stephen Hawking diz não haver nenhum espaço para a noção de paraíso em sua visão do cosmos. Em uma entrevista publicada na segunda-feira (16) no jornal The Guardian, o cientista de 69 anos diz que o cérebro humano é como um computador que para de funcionar quando seus componentes falham. Ao jornal, ele disse: “Não existe nenhum paraíso e ou vida após a morte para computadores quebrados; isso é um conto de fadas para pessoas com medo do escuro”. Em “O grande projeto: Novas respostas para as questões definitivas da vida”, seu último livro. Lançado no ano passado, Hawking já havia escrito que não haveria a necessidade de invocar um grande criador para explicar a existência do Universo. O físico está confinado a uma cadeira de rodas por conta da esclerose lateral amiotrófica, diagnosticada quando tinha 21 anos. Mas a doença faz com que ele aproveite mais a vida: “ Tenho vivido com a perspectiva de uma morte precoce pelos últimos 49 anos. Não tenho pressa de morrer. Existe muita coisa que quero fazer antes.”
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Comentários + votados
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René Amaral
18/05/2011 - 18:04
Resta saber quem desenvolveu o software, e isso o Hawkings, ou o Dawkings ou tantos outros que desinterpretaram o Darwin, não sabem!
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anonimo1234
18/05/2011 - 18:19
isso é um conto de fadas para pessoas com medo do escuro
Eu que sou tranquilo com relação a finitude e até a acho salutar, acho ótimo que com a morte a gente morra
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ulderico
18/05/2011 - 18:23
Quando o hardware quebra, o software vai prá um computador novo.
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Marcia
18/05/2011 - 18:24
Resta saber se a alma, o espírito, também é um computador, eu acho que não.
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JP Ferreira
18/05/2011 - 18:28
não se iludam, é apenas uma questão de tempo para a ciência responder essas questões. Exatamente como tem sido até os dias de hoje.
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Iguatemi de Jesus
18/05/2011 - 18:32
Quem criou o avião foi a montanha, sob o efeito do movimento dos continentes, sacudindo o aço, o silicio, o titanio,e o escambau até sair a maravilha tecnologica. Um milagre mais espantoso do que o...
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Wilsoleaks Alves
18/05/2011 - 18:32
Stephen Hawking é realmente um gênio da física, mas de Vida ele não entende porrrrra nenhuma.
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Walter Decker
18/05/2011 - 18:38
Vida após a morte... Existe ? Não existe ? Ora, é como a existência de Deus. Ou se acredita ou não. Ou se tem fé ou não. Na verdade não importa muito saber se existe ou não existe. Não vem ao caso...
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Eduardo CPQs
18/05/2011 - 18:45
Luna, maigos,
crer ou não crer é uma decisão pessoal e cada um deve respeitar a escolha de cada um dos dos outros.
É isso.
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KNeto
18/05/2011 - 18:48
Já disseram que existe, sim, vida após a morte: chame-se aposentadoria.
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Marcelo Figueiredo
18/05/2011 - 18:52
Se ele vivesse há 500 anos atrás diria: A internet é apenas um conto de ficção.
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Guilherme TC
18/05/2011 - 18:56
Se não houver vida após a morte:
- Os que acreditavam não irão se arrepender de ter crido, pois não existirão mais pra poder se arrepender;
- Os que não acreditavam não irão poder se "orgulhar" da...
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Davi Neves
18/05/2011 - 19:00
Olha, a ciência hoje não tem conhecimento suficiente pra discutir a "ALMA" ...
Não devemos ridicularizar conhecimentos das antigas civilizações só porque dominamos o eletromagnetismo ......
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Paulo França
18/05/2011 - 19:09
Essa é uma das questões existenciais filosóficas que dependem literalmente do pragmatismo da morte. Apenas com o fim da vida, do hardware, do software, do equipamento físico e sei lá mais como se...
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NATALINO PEREIRA DA CRUZ
18/05/2011 - 19:09
Deve ser o PAPAI NOEL, ou SHIVA, ZOROASTRO, RÁ, TUPÃ, ZEUS, JUPITER, FADA DO DENTE ou talvez um consórcio desses deuses. O Ministério dos Ateus adverte pensar faz mal às religiões.
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Marcia
18/05/2011 - 19:10
Pois eu tenho convicção inabalável que vc está enganado, mas não vale a pena esse debate porque estou convencida que vc não mudára de opinião.
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Resta saber quem desenvolveu o software, e isso o Hawkings, ou o Dawkings ou tantos outros que desinterpretaram o Darwin, não sabem!
Amoral Nato
Deve ser o PAPAI NOEL, ou SHIVA, ZOROASTRO, RÁ, TUPÃ, ZEUS, JUPITER, FADA DO DENTE ou talvez um consórcio desses deuses. O Ministério dos Ateus adverte pensar faz mal às religiões.
A arrogância é que mata a opinião do ateu. Ele não tem a capacidade de sentir e entender o divino, e taxa quem crê de ignorante. Tirando os dogmas que podem ser fontes de confusão, confusão essa criada pelos homens, qual o problema em não roubar, não cobiçar o que não é seu, em ser caridoso, ajudar o seu próximo, respeitar Pai e Mãe? Que mania de discutir o que nos difere em vez de exaltar o que nos une. E eu vou trocar a obra de Jesus pela de Stefhen Hawking? E depois eu que não penso! Fala sério.
Dener Azevedo
Já vivias as duas situações, as imagens mentais são mais ou menos essas:
Teísta sobre ateu: "Que arrogante! Como ele pode ter tanta certeza assim sobre algo tão complexo e grandioso?"
Ateu sobre teísta: "Que infantil! Como um adulto pode ainda acreditar em Papai Noel?"
E o que irrita em caras como você é achar que ateu não observa as mesmas regras de vida em sociedade que vocês dizem seguir, ou acham ter inventado. Ateu não mata, não rouba, não cobiça - pelo menos não faz nada disso por ser ateu. E ateu é gente também, pode ser caridoso, carinhoso, gentil, agressivo ou vil, como qualquer outro ser humano.
E fica difícil qualquer teísta falar uma única vírgula sobre arrogância quando estes se consideram filhos do pai eterno, os escolhidos, os anjos, os benfeitores, e por aí vai.
Arrogante é o sujeito que acorda de manhã e agradece à deus por ele ter feito um dia tão bonito para si.
rrogante é o cara que quando conquista algo diz "graças a deus" como se ele fosse algum tipo de escolhido a ganhar algo do criador em detrimento de 6 bilhões de pessoas.
Arrogante é o cara que fala "deus vai me ajudar" quando vai tomar parte em alguma competição, como se ele fosse mais merecedor da vitória que seus adversários frente ao seu deus.
O ateu é humilde em reconhecer a sua insignificância frente ao universo. Até mais que isso; é corajoso.
"Ateu não mata, não rouba, não cobiça - pelo menos não faz nada disso por ser ateu. E ateu é gente também, pode ser caridoso, carinhoso, gentil, agressivo ou vil, como qualquer outro ser humano."
Discordo quando dizes que ateu PODE ser caridoso, gentil como qualquer outro ser humano. Em verdade, o ateu celebra mais que ninguém a máxima "amai o próximo como a ti mesmo".
Sabem por que? Porque ser ateu numa sociedade em que a hegemonia cristã impera exige muito mais do que vontade. Exige um profundo conhecimento filosófico do cosmo. O ateu é muitíssimo mais cônscio da realidade que o cerca do que qualquer outra pessoa, pois assim não fosse, não conseguiria, neste mar cristão, manter sua fé ateísta. SIIIMMMM: nos temos fé!
E é justamente por ter este profundo conhecimento do cosmo o ateu é, antes de tudo, um humanista, e como humanista, um entusiasta de tudo aquilo que é humano, demasiado humano.
Perfeito, Ivo. Perfeito. Virei fã,.
Eu acho mais arrogancia pra não falar outra coisa é você queimar alguén na fogueira só por dizer a verdade ou pelo menos discordar da sua verdade. Se existe um deus e ele aceita algumas criaturas fazerem isso em seu nome, esse deus não me serve, eu não conseguiria ama-lo mesmo que quizesse o desprezo é o minimo que ele merece.
O ignorante não é quem não sabe, é aquele que já tem a resposta, que se apega a uma verdade em detrimento de outras. As religiões já vem com as respostas e aos seus seguidores não é necessário questionar. A humanidade só evoluiu quando houve dúvida. A dúvida é a mola propulsora da evolução da sociedade. A ciência é baseada na dúvida e na busca das repostas. Mesmos as religiões atuais só existem porque em algum momento do passado alguém questionou as religiões que então existiam. Da mesma maneira como hoje muitos questionam as religiões atuais. Fora da dúvida não ha conhecimento e nem evolução. Sem a morte também não haveria espaço para as novas gerações (talvez mais evoluidas) assumirem. Sem a morte seriamos amebas imortais.
Obra de Jesus? Qual é a obra de Jesus?
Ué?! Até onde eu sei, Darwin era ateu. Seu trabalho não objetivou justamente revelar uma forma de criação da vida sem a existência de deus ?
Se era ateu, não revelou isto a ninguém, o que é sabido é que ele sabia o que sua teoria seria uma revolução no pensamento de sua época. Tinha medo do que poderia desencadear. Levou 20 anos desde que pensou a Evolução das Espécies e finalmente a publicou.
Alfred Russel Wallace (http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfred_Russel_Wallace), que concomitantemente a Darwin eleborou uma teoria semelhante à dele, iniciou sua vida como ateu, mas acabou por aderir à idéia espiritualista.
O fato é que não existe NENHUMA evidência da existência de "vida após a morte", assim como de Deus, criador, inteligencia superior e quetais.
Para crer nisto, é preciso fé, que nada mais é do que acreditar em algo que não tem evidência nenhuma.
Não me admira a quantidade de gente com fé, dada a verdadeira lavagem cerebral e abuso psicológico a que são submetidos desde a mais tenra idade: nem sequer questione a existência de Deus, senão queimará a eternidade no inferno (quando não na base da porrada mesmo).
Aos que tem fé, só lamento e recomendo: pensar não dói.
Na hora da morte, se Ele não existir, não fará diferença. Agora, se Ele existir...
Fabio SP do B;
Cuidado ! Tanto o deus catolico como o maometano sao estremamente ciumentos. Condenam ao inferno aqueles que escolheram falsos deuses. No julgamento diante do "divino", talvez seja melhor ser ateu do que ter escolhido uma religiao "enganadora".
Vc não tem medo do deus maometano ?! tudo bem... os ateus tambem não... Apenas nao temos medo de um outro deus também...
Ok. E se existir e não for quem vc está pensando? Vc chega ao céu, todo prosa, pensando em encarar um barbudo cheio de amor pra dar (o tal deus) e de repente dá de cara com um elefante, ou com 4 tartarugas suspensas no nada, ou com Shiva, ou com Thor, ou com Grande Juju da montanha... E agora??? A quem adorar???
Tartarugas penduradas no vazio, juju, thor, etc & tal?
Karaka, fumou todas, hein! :oP
Gozado né, amigo? A Intuição também é algo que nao precisa de prova de existência. Logo, o que nao se pode provar não é necessariamente não-existente. É aquela situação do filme com a Jodie Foster. O sujeito pergunta ao personagem dela: "Você amava seu pai?" E ela: "Claro que sim!" E o sujeito: "Então prove." Abraços fraternais.
Convenhamos que numa disputa em que uns recusam as provas dos outros por dizerem não serem necessárias provas, ao mesmo tempo em que _diante da ausência de fatos_ tentam provar seus argumentos usando silogismos, não parece difícil ver quem está "forçando amizade", não é mesmo?
Leider Lincoln
Acho que precisa de fé também acreditar que algo se fez ou foi feito ao acaso.
@DanielQuireza
Navalha de Occam
http://pt.wikipedia.org/wiki/Navalha_de_Occam
A Navalha de Occam ou Navalha de Ockham é um princípio lógico atribuído ao lógico e frade franciscano inglês William de Ockham (século XIV). O princípio afirma que a explicação para qualquer fenómeno deve assumir apenas as premissas estritamente necessárias à explicação do fenómeno e eliminar todas as que não causariam qualquer diferença aparente nas predições da hipótese ou teoria. O princípio é frequentemente designado pela expressão latina Lex Parsimoniae (Lei da Parcimónia) enunciada como:"entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem" (as entidades não devem ser multiplicadas além da necessidade). Esta formulação é muitas vezes parafraseada como "Se em tudo o mais forem idênticas as várias explicações de um fenómeno, a mais simples é a melhor". O princípio recomenda assim que se escolha a teoria explicativa que implique o menor número de premissas assumidas e o menor número de entidades. Originalmente um princípio da filosofia reducionista do nominalismo, é hoje tido como uma das máximas heurísticas (regra geral) que aconselham economia, parcimónia e simplicidade, especialmente nas teorias científicas.
— William de Ockham [editar] Frases originais
Nos textos originais existem várias frases que definem o princípio de Occam.
[editar] O conceito
A Navalha de Occam defende a intuição como ponto de partida para o conhecimento do universo. William de Ockham defende o princípio de que a natureza é por si mesma económica, optando invariavelmente pelo caminho mais simples. A origem desta tese pode ser traçada desde John Duns Scotus (1265-1308), Robert Grosseteste (1175-1253), ou mesmo desde Aristóteles.
William de Ockham, por outro lado, achava que a aplicação muito restrita desse princípio limitaria o poder de Deus (que deveria poder escolher um caminho mais complicado para alguns fenómenos se assim desejasse). No entanto, Ockham defendia que o homem, nas suas teorias, deveria sempre eliminar conceitos supérfluos. Este princípio ficou conhecido como "navalha de Occam" a partir do século XIX, através dos trabalhos de Sir William Hamilton.
O princípio chega a nós com a obra Ordinatio. Esta postulava que todo conhecimento racional tem por base a lógica, de acordo com os dados proporcionados pelos sentidos. Uma vez que só conhecemos entidades palpáveis e concretas, nossos conceitos não passam de meios linguísticos para expressar uma ideia; portanto, precisam de comprovação através da realidade física.
[editar] Contra a navalha de Occam
Walter Chatton, contemporâneo de Occam, afirmava que "se três entes não forem suficientes para verificar uma afirmação acerca de algo, então uma quarta deve ser acrescentada, e assim por diante".
Leibniz (1646-1716), Kant (1724-1804), Karl Menger (século XX) também discordaram da navalha de Occam.
Leibniz afirmou que "a variedade de seres não pode ser diminuída".
Menger formulou a lei contra a avareza, segundo a qual "as entidades não podem ser reduzidas até ao ponto da inadequação", e "é inútil fazer com pouco o que requer mais"...
Obviamente nenhuma destas afirmações contraria realmente o sentido da Navalha de Occam, mas servem antes como alerta contra o excesso de zelo na aplicação do princípio. Deve-se eliminar o supérfluo, mas apenas isso.
[editar] Em ciência
Este princípio foi adoptado pelo que viria a ser conhecido como método científico. É uma ferramenta lógica que permite escolher, entre várias hipóteses a serem verificadas, aquela que contém o menor número de afirmações não demonstradas, o que facilita a verificação da teoria, constituindo assim um dos pilares do reducionismo em ciência.
Ao longo da história da ciência a navalha de Occam foi usada de diversas formas. Uma delas consiste na escolha da teoria mais simples para explicar um fenômeno, como na escolha da teoria do eletromagnetismo de James Maxwell em lugar da teoria do éter luminoso.
Como princípio matemático, a navalha de Occam foi aplicada pelo matemático soviético Andrei Nikolaevich Kolmogorov para definir o conceito de sequência aleatória, criando a área que ficou conhecida como complexidade de Kolmogorov.
A navalha de Occam é antecessora do chamado princípio KISS, Keep It Simple, Stupid ou em português “simplifique, estúpido” uma vulgarização da máxima de Albert Einstein de que "tudo deve ser feito da forma mais simples possível, mas não mais simples que isso", também expressa por Antoine de Saint-Exupéry como: "a perfeição não é alcançada quando já não há mais nada para adicionar, mas quando já não há mais nada que se possa retirar".
Obrigado pelas explicacoes mas continuo com a opiniao do comentário acima.
@DanielQuireza
Não alimente os trolls.
sabe o que é engraçado Marcelo, você primeiro afirma que NÃO existem quaisquer evidências que provem a existencia de Deus ou de vida após a morte e quando questionado você apresenta uma TEORIA para provar. Como o Quireza disse, é preciso ter muita fé para acreditar que uma teoria prove alguma coisa.
Visitem o Blog Ponto & Contraponto. Twitter: @len_brasil Robozinho do blog: @pontoXponto
A teoria que citei não é para provar o que afirmei. É para demonstrar que a teoria mais simples em geral é a correta.
Se um gato entra num cano de pvc por um lado, e um rato pelo outro, e o cano de pvc treme todo e só sai o gato, qual seria a teoria mais econômica? o gato comeu o rato. Mas alguém pode achar que o rato foi para outra dimensão através de tele-transporte. Portanto, não é reciso ter fé para acreditar na primeira teoria, e sim na segunda.
Mas Marcelo, isso não responde a questão que foi feita, é uma tese que pode ou não ser aplicada a origem do universo. O que acho incoerente é querer evidências para crenças alheias e se permitir acreditar em algo que também não pode apresentar evidências.
Visitem o Blog Ponto & Contraponto. Twitter: @len_brasil Robozinho do blog: @pontoXponto
Todas as evidências indicam para que sim, a origem do universo é natural, não sobrenatural. As lacunas é onde se agarram os que acham que nossos antepassados das cavernas possam estar certos: há algo de sobrenatural no universo. Nada indica isto, muito pelo contrário. Quem acredita no sobrenatural é quem tem fé. eu não, eu só acredito no que tem evidência. óbvio, posso estar errado. mas acho que as probabilidades de existir o papai-noel são maiores do que existir deus ou vida após a morte. Aliás, também é impossível provar que papai-noel não exista, ou os duendes.
Marcelo
...Quem acredita no sobrenatural é quem tem fé...
Fé a certeza das coisas que não se veem.
Nesse sentido, crentes e ateus, são homens de fé, pois, não há nenhuma evidência de que Deus não exista ou de que ele exista. A fé me garante a existência de Deus. Do mesmo modo, para você, a fé, e só ela, lhe garante a não existência de Deus.
Enfim, você, em sua não crença, também é um crente [aquele que crê em algo]. Fé, na verdade, faz parte da condição humana. Viver, sobretudo, é um ato de fé.
Se você, por outro lado, tem evidências de que Deus não existe, por favor, diga quais são. Estou curioso para saber quais são.
Na verdade, “sobrenatural” para o Hawkins é a vida – veio de não sei onde e vai para lugar nenhum...
Um abraço
Errado. Todas as evidências apontam para que deus não exista.
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