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Sobre Plano de Metas da Educação do RJEnviado por luisnassif, qua, 26/01/2011 - 17:30Por george vidipo A EDUCAÇÃO NO RIO DE JANEIRO. A educação é tema recorrente neste blog. Em várias oportunidades o tema retorna, seja para elogiar ou para criticar. Neste momento de mudanças que a economia nacional vem passando o tema retorna com vigor. Achei importante um longo artigo de professores da Uerj e Uff (ver abaixo) comentando o plano de metas do Estado do Rio. Sempre uma critica importante, mas ao mesmo tempo nos leva a verificar como a academia fica distante das políticas públicas da educação. A idéias impostas, sempre tem origem fora da academia. O que chama atenção, e demonstra, como os professores e os demais profissionais de educação ficam longe das políticas de governo dos estados e municípios, sempre vêm idéias mirabolantes, onde os professores são obrigados a se adaptarem ou se esforçarem para fazê-los. Nestas políticas dois atores saem perdendo os alunos e os professores. Os professores vêem ano a ano seus salários reduzirem, bem como a sua aposentadoria, e os alunos cada vez mais analfabetos. Sendo a culpa para tudo isso está nos professores, neste ponto a academia é um dos acusadores, e os professores não conseguem ter voz para dizer que não é bem assim. PareParece que a academia e os gestores públicos (por outro motivo), no seu desejo de uma educação da igualdade, defendem uma educação homogênea contra uma heterogênea, esquecem o ensinamento básico de Bourdier e as diferenças do capital cultural. O que nos parece que a partir de agora no Brasil os professores passarão a ser vigiados em verdadeiros big brother. Tudo com a centralidade no aluno. Os professores, em suas sala de professores e reuniões, dizem, e sabem, em suas experiências quem quer aprender se esforça e os que não querem nada acontece. É o principio da motivação implícita, em turma heterogênea, este princípios ficam mais difícil de modificar. Todos os leitores sabem que só se aprende com esforço e determinação, este é o principio, ninguém aprende a andar de bicicleta se não quiser, pode-se estimular, mas o desejo tem que ser pessoal. Os gestores públicos e a academia não levam isso em consideração. Veja o link: http://www.epsjv.fiocruz.br/index.php?Area=Noticia&Num=464 Plano de Metas da Educação do Rio de Janeiro: do economicismo ao cinismo Em entrevista ao Globo News, o Secretário de Educação do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Risolia, na sexta-feira, dia 07.01.2011, anunciou as cinco frentes de trabalho para a educação pública ao longo dos próximos quatro anos. Em extensa matéria, sob o título Choque na Educação, o jornal O Globo (08.10.2011, p. 14) detalha estas medidas. Confessamos que ficamos estarrecidos pelo caráter economicista e tecnocrático, e pela superficialidade das medidas propostas. As cinco frentes de trabalho apresentadas teriam como objetivo atacar as questões pedagógicas, o remanejamento de gastos, a rede física, o diagnóstico de problemas e os cuidados com os alunos. As medidas mais destacadas, porém, foram a implantação de um regime meritocrático para a seleção de gestores; a realização de avaliações periódicas; o estabelecimento de metas de desempenho para balizar a concessão diferenciada de gratificações aos docentes; e a revisão das licenças dos 8 mil professores em tratamento de saúde. Ou seja, medidas que reforçam a ideia de que, no fim das contas, os profissionais da educação são os responsáveis pelos problemas educacionais, resumidos, por sua vez, aos baixos índices obtidos pela rede estadual no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Um exemplo da lógica de suspeição aí implicada é a contratação de uma empresa privada para passar um pente fino nas licenças médicas, sinalizando um duplo pré-julgamento: aos profissionais de saúde que concederam a licença e aos próprios professores que buscaram atendimento. Por certo, há implícita uma meta de quantos destes não podem passar no pente fino e deverão, agora saudáveis e motivados, voltar às salas de aula. Trata-se, portanto, de uma proposta que não vai ao fundamental e pega o pior atalho: premiar quem chega às metas, metas imediatistas, de lógica produtivista, que não incorporam medidas efetivas voltadas para uma educação pública de qualidade. A lógica subjacente à proposta, que já está sendo chamada de choque de gestão de administração, apenas trabalha com dois conceitos fundamentais: forçar o professorado a produzir um IDEB elevado, sem efetivamente melhorar as suas condições de trabalho, e baratear o custo da educação adotando, de imediato, a meta conservadora de economizar R$ 111 milhões dos gastos. Uma lógica tecnocrata que reconhece somente cálculos de custos e de benefícios, que vê as pessoas apenas como dados, destituídos de vontade e voz, indo de encontro às próprias bases ideológicas liberais e neoliberais que ainda consideravam o homem dotado de livre iniciativa, mesmo em sua forma de indivíduo, homo economicus. O espantoso é que a Secretaria de Estado do Rio, com essa proposta, caminha visceralmente na contramão dos encaminhamentos concluídos nas reuniões da Conferência Nacional de Educação de 2010, do que foi acordado no novo Plano Nacional de Educação e do que vem sendo discutido no Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública, há poucos dias instalado por dezenas de entidades ligadas à educação, à cultura, aos movimentos sociais e às instituições de ensino e científicas do estado do Rio de Janeiro. Mais que isso, em total dissonância com a indicação que a Presidente da República, Dilma Rousseff, fez em seu discurso de posse, para enfrentar o problema da educação: reconhecer o professor como a autoridade pedagógica de fato e de direito. "Mas só existirá ensino de qualidade se o professor e a professora forem tratados como as verdadeiras autoridades da educação, com formação continuada, remuneração adequada e sólido compromisso com a educação das crianças e jovens". (Dilma Rousseff, Discurso de posse, 01.01.2011). Os debates e proposições aí implicados vêm afirmando insistentemente que não se fará educação de qualidade sem restituir às instituições plenas condições de funcionamento, tornando-as atrativas e adequadas ao bom aprendizado dos alunos; sem garantir, aos profissionais da educação, as condições de trabalho que favoreçam o efetivo exercício da autoria pedagógica e da atuação coletiva na construção do processo educativo escolar; sem dar sustentação a cada escola para que ela se torne o lugar de uma experiência participativa efetivamente capaz de ampliar seus sentidos como instituição pública. Ignorando os acúmulos desse debate, a Secretaria aposta exatamente no seu contrário, impulsionando a estandardização da rede estadual, por meio da subordinação de sua organização e gestão pedagógica a critérios mercantis, e da sujeição de suas instituições e profissionais a relações de disputa e concorrência. A estandardização da educação, dura e seriamente questionada hoje por vários setores da sociedade, camufla-se, comumente, por meio do discurso do mérito, do desempenho, da competência e da eficiência, omitindo a grave responsabilidade das próprias elites e do Estado, no Brasil, na longa história de produção reiterada de uma escola precária para a grande maioria da população. Caracteriza-se principalmente, no entanto, pelo estabelecimento de mecanismos padronizados capazes de operar o posicionamento diferenciado dos profissionais e das instituições, reiterando a produção desigual da escola por meio da sua suposta "modernização". A instituição de premiações, a contratação de empresas gestoras de processos, o estabelecimento de mecanismos de avaliação orientados para a produção de rankings, a instauração de regimes de trabalho que associam a concessão de gratificações diferenciadas à atuação de profissionais e instituições em processos concorrenciais semelhantes a gincanas são exemplos dos mecanismos que operam essa crescente diferenciação. Seus resultados são já bem conhecidos: a intensificação do estabelecimento de regimes e estatutos profissionais diferenciados; a desagregação do professorado em decorrência da instauração de relações concorrenciais entre professores e entre escolas; o não reconhecimento do professor como profissional capaz de dispor sobre o próprio trabalho; a subordinação da gestão educacional e da ação escolar a agentes externos não coadunados com os fins e a função pública da educação; a consolidação de padrões desiguais de formação escolar. Sem situar o professorado no coração do processo de resgate da qualidade da educação fluminense, melhorando significativamente o seu salário, carreira docente e condições objetivas de trabalho, não há perspectiva real de alterar de fato o atual quadro da educação básica, como sublinhou, também, o ex-Ministro de Assuntos Estratégico, Samuel Pinheiro Guimarães, no Seminário organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana da UERJ - Qual desenvolvimento e Educação e para que Sociedade? - e do qual o atual Secretário de Educação do Estado participou na abertura.Recentemente, os Senadores Pedro Simon e Cristovam Buarque apresentaram Projeto de Lei pelo qual se estenderia o mesmo reajuste salarial aprovado para os Senadores, de 61,78%, para os professores da educação básica das escolas públicas. Os Senadores tomaram como referência a menor base do piso (não reconhecida pelas entidades que representam os professores, que era de R$ 1.024,00). Esse percentual de aumento representa, de fato, uma novidade, se considerarmos que os reajustes dos profissionais do campo das políticas públicas raramente se aproximaram das nababescas auto-concessões do legislativo e do judiciário. Deve-se, porém, observar que, aplicando aquele reajuste, o piso seria de R$ 1.656,62, 16,13 vezes menor que o salário pago aos parlamentares a cada mês: R$ 26.723,13; o equivalente a 3 salários mínimos. Cabe lembrar aqui que os professores não tem o acréscimo de verba de representação para a compra de roupa, livros, correio, transporte, vale alimentação, etc. E, com certeza, o nível de escolaridade médio dos deputados e senadores não é diferente, talvez menor do que dos professores. Perguntas de quem não quer calar-se perante o cinismo: Por que não colocar o mesmo piso de 1.656,62 aos ministros, governadores, deputados, senadores, prefeitos, vereadores, judiciário, professores universitários, juízes, desembargadores, delegados, generais, etc. e estabelecer uma espécie de IDEB de cada função, com metas quantitativas, oferecendo ao final de cada ano mais três destes salários-base por produtividade? Quem se candidataria a tão nobres funções por essa mixaria e com tal pressão e controle? Por que não, também, estipular este valor como margem máxima de lucro para os banqueiros e empresários? Já imaginaram? Pois, senhores, estão oferecendo esta mixaria aos que cuidam da educação básica da maioria do povo brasileiro (a escola pública no segmento da educação básica - do ensino fundamental ao médio - atende mais de 80%dos estudantes), menos, certamente, dos filhos das profissões ou atividades, entre outras, listadas acima. Os milhares de professores que atuam na educação pública brasileira podem ser tudo, menos idiotas. O que se está propondo no Estado do Rio de Janeiro e em muitos outros estados e municípios (entre os quais do Rio de Janeiro que se antecipou ao estado) resulta de opções tecnocratas, apoiadas na ideia de que a educação não é um direito social e subjetivo, mas um serviço, uma mercadoria e, por isso, como a define o Secretário, um "negócio falido" como qualquer outro. Nesse quadro, os docentes são tidos como meros entregadores dos pacotes de conteúdos previamente preparados por economistas, administradores, empresários... que se assumem como "autoridades em educação". Professores, pais, responsáveis, jovens e estudantes, unamo-nos às dezenas de entidades que instalaram em dezembro de 2010 o Fórum Estadual em Defesa da Educação Pública no estado do Rio de Janeiro, no dia 23 de fevereiro próximo, na UERJ, para dizer alto e em bom som: não queremos ser idiotizados. Não reconhecemos essas medidas como legítimas, porque ignoram a história de luta da sociedade brasileira de quase um século pelo direito efetivo à educação pública de qualidade.
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Comentários + votados
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luka
26/01/2011 - 18:37
Tá apoiado. É uma decepção que o Cabral venha com esta mixórdia como reformulação do sistema de ensino.
O Professor parece não existir em meio a tal plano.
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Sergio José Dias
26/01/2011 - 19:52
Como professor, não há nada a acrescentar. Toda a sociedade brasileira reconhece o valor da educação pública. Quem está no poder sabe como melhorá-la. Que forças poderosas impedem que isso ocorra? O...
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Sergio José Dias
26/01/2011 - 21:13
É, um dos principais conspiradores contra o governo democraticamente eleito de João Goulart realmente não podeia ser esquecido pela ditadura militar. Ele foi privilegiado com fartas verbas federais....
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O lugar dos condenados
26/01/2011 - 21:57
Nós não estaríamos nessa desgraça se todas as forças políticas, e a maioria dos que estão na universidade pública, não devotasse até ódio ao ensino público. A minha pesquisa através das provas de...
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Paulo Villas
26/01/2011 - 18:30
É desanimador , a grana que não chega ao bôlso dos professôres , chega , certamente , no bôlso ou na bôlsa de alguem.
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Fuhgeddaboudit™
26/01/2011 - 19:39
Ela (ao lado de Carlos Lacerda), já não mais está entre nós, há muitos anos; foi uma das grandes responsáveis, junto à Sandra Cavalcanti pela "Era de Ouro da Educação no Rio...
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Sergio José Dias
26/01/2011 - 20:04
Ah! Carlos Lacerda. Podemos dizer que ele é o pai do fracasso atual da escola pública. É dele o substitutivo que garantiu verbas públicas para a escola privada na LDB 4024/61 e tornou tal fato...
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Fuhgeddaboudit™
26/01/2011 - 20:07
Aos, ainda, fanáticos e "os que ouviram falar, mas, "não sabem quem nem onde", já deixo essa mensagem e fotos. Por favor não me venham com tolices e argumentos apequenados sobre mortes de mendigos no...
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Fuhgeddaboudit™
26/01/2011 - 20:41
Eu sabia, não tem jeito, olha eles, aí. Não evoluem.
Por acaso, a Classe Média “privilegiada” morava em Campo Grande, Irajá, Bangu, Guadalupe e cercanias? Pois é; era para lá que iam minhas primas,...
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Alberto Lakatos
26/01/2011 - 21:41
Desejando mostrar a sociedade que estão empenhados em reverter a situação da educação, governadores e seus secretários adotam medidas que merecem o repúdio de quem conhece o que é educação, que sabe...
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É desanimador , a grana que não chega ao bôlso dos professôres , chega , certamente , no bôlso ou na bôlsa de alguem.
Tá apoiado. É uma decepção que o Cabral venha com esta mixórdia como reformulação do sistema de ensino.
O Professor parece não existir em meio a tal plano.
Ela (ao lado de Carlos Lacerda), já não mais está entre nós, há muitos anos; foi uma das grandes responsáveis, junto à Sandra Cavalcanti pela "Era de Ouro da Educação no Rio de Janeiro". Minha madrinha, Madame Garcia; era assim que a chamavam, à época.
Em consequência disso, a minha formação escolar, proporcionou-me uma base tão forte, que jamais entrei em um cursinho Vestibular. Passei direto em dois casos, e entre os primeiros colocados. Minha esposa, idem.
Como já disse, aqui, neste BLOG, na 3ª Série, do Primário, minha professorinha, Ana Maria, formada obviamente no Instituto de Educação, ensinou-me a usar a crase de uma forma fácil e simples, que fiquei surpreso quando vi este assunto, ser alvo de acaloradas discussões, entre experts no tema. Isto aconteceu durante 45 minutos, na TV Educativa, no início da década. Deu-me vontade de entrar, TV a dentro, tal os sofisticados argumentos, deles, para chegar a tão simples conclusões.
Aí, entendi o porquê de, até, um jovem advogado, hoje, ter dificuldades com o assunto.
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Aos, ainda, fanáticos e "os que ouviram falar, mas, "não sabem quem nem onde", já deixo essa mensagem e fotos. Por favor não me venham com tolices e argumentos apequenados sobre mortes de mendigos no Rio Guandu e no Rio da Guarda.
Elas de fato ocorreram e os responsáveis, toda e qualquer pessoa bem informada, à época, sabia quem: os membros da Polícia Especial, de Filinto Muller (Guarda Pessoal de Getúlio Vargas), com o intuito de manchar o nome de Lacerda. Filinto era um grande admirador dos nazistas e com eles se relacionava.
Essa "SS", incorporada, na marra, à Polícia Civil da Guanabara, era composta por 500 homens, todos de forte porte atlético, especialistas em Lutas Marciais, Lutadores de Box, esportistas com grande massa muscular e alta estatura e, ........ obviamente, "os capangas" de Gregório Fortunato, que comandou a tentativa de assassinato de Carlos Lacerda e a morte do Major Rubens Vaz, levando Getúlio ao suicídio, constrangido por não mais poder olhar nos olhos do povo.
O motociclista da foto, nada tem a ver com os problemas; era um preparador físico, respeitado, também pelo seu comportamento, reto. Os "da viatura", não conheço. Mas, "a cara de maus amigos", do motorista ..................
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Caro Nassif:
Certa feita você fez uma brincadeira comigo (mas, no bom sentido), perguntando se era ela a minha madrinha (Sandra Cavalcanti) . E, não é que, parece, ela está na foto.
Sinalizei com uma seta na cor amarela.
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
por td q já li e já ouvi de gaudêncio frigotto, não acredito q ele venha a cacifar uma posição que: questione a "centralidade no aluno"(onde estará a centralidade ?) e nem que deixe de questionar o "princípio da motivação implícita". este último então achei q é a confissão do autor da introdução do post de q o q quer msm é aquilo q chamo de license to kill. o retorno da escola dos anos 60 q reprovava e não tinha nenhuma alternativa ao aluno. daqui a pouco vai ter gente defendendo o fim da obrigatoriedade no ensino. cuidado com o uso da frase da dilma pq além de td q ela falou do professor (que está corretíssimo) ela tb falou em "sólido compromisso com a educação das cças e jovens" (fico imaginando alguém tentando explicar p dilma o princípio da motivação implícita, ela fulmina o camarada). vai ser mais um post onde só participam os professores. nada contra mas precisamos falar para fora, se nem aqui conseguirmos mobilizar um público mais amplo, vai ficar difícil.
Geraldo, me desculpe, mas, com todo o respeito, nao deu para entender nada do que você quis dizer nesse comentário... Nao dá para ver a ligação entre as coisas que você menciona.
vamos lá anarquista, vou tentar explicar. vc tem sempre tanta consideração e paciência comigo q preciso retribuir sendo ou tentando ser mais claro.
no texto de introdução o sr george vidipo usa lá pelas tantas a expressão 'motivação implícita'. como depois ele vai apresentar um texto assinado , entre outros , por gaudêncio frigotto, eu disse q o msm gaudêncio não concordaria com o uso da expressão motivação implícita, tal qual se apresenta no texto. completei dizendo q essa idéia é um porta aberta p reprovar os alunos, sem mais nem pq, tal qual uma parte desses professoress sempre quis. o debate, anarquista, é sobre o q fazer com a cça: reprová-la e culpá-la pela própria reprovação, uma vez q ela não tem motivação implícita ou fazer outra coisa ?é mais fácil reprová-la.
tb não acredito que a centralidade esteja em outro lugar, ela está no aluno. tb acho q o frigotto aceita essa premissa. o professor é importante exatamente pq a centralidade está no aluno. achei estranho esse questionamento (no texto introdutório), se não estiver no aluno , vai estar onde? o texto de introdução é escrito de tal forma q parece bizarro considerar a hipótese de q a centralidade esteja no aluno
a acusação contra a academia (novamente no texto introdutório) vem do fato de q a msma não chancela a cultura da reprovação. para q o "trabalho" seja feito é necessário q haja autoridade moral. isso a academia não dá pq seria mta desonestidade intelectual. como já tive oportunidade de dizer em outras ocasiões, não conheço trabalhos acadêmicos que fundamentem a cultura da reprovação, ao contrário, só conheço críticas. em minha opinião, a solidariedade da academia vai até a questão salarial e de infraestrutura. ela espera (uma vez garantidos salários e infraestrutura) q os professores façam seu trabalho, ou seja garantir a aprendizaem, em quaisquer circustâncias.
no texto principal, aí sim eu juntei uma coisa com outra, os professores da universidade não falaram em motivação implícita (aceitando tal idéia provisoriamente, te pergunto: tds os professores terão essa motivação implícita?). fiz a junção qdo comentei a fala de dilma. na vdd, quis chamar a atenção p o fato de q dilma não falou só dos professsores, falou tb do compromisso com a educação (entenda-se aprendizagem) das cças e jovens. nesse caso, anarquista , não resisti a irônia, e disse q dilma não aceitaria a explicação do tal princípio da motivação implícita. de passagem anarquista, tb acho q o bourdier não aceitaria o uso q o texto de introdução faz do trabalho dele, quase naturalizando o fracasso escolar. para tds esses pensadores a escola é um espaço de possibilidades. claro, se considerarmos o bourdier dos tempos mais próximos, não o dos anos 70. não sou testamenteiro do bourdier , é minha impressão.
a expressão license to kill (que é minha, não conheço o seu uso nesse contexto) tem a ver com a volúpia q a cultura escolar (brasileira) tem com a reprovação. o q mts querem e alguns não confessam, é o direito de reprovar. uma parte significativa dos professores não está nem aí, pede a volta da escola dos anos 50 e 60 p poder ...reprovar. desde q, é claro, isso só tenha a ver com o aluno. daí eu ter completado a irônia, dizendo q mts , daqui a pouco , vão querer o fim da obrigatoriedade do ensino. no fundo, é o q eu acho q eles querem msm. p esses , anarquista, educar pobre, dá mt trabalho!" o modelito q eu tenho de escola de classe média não se encaixa no capão redondo". volta, anarquista, a um problema q já debatemos, a dificuldade em lidar com a universalização da educação.
espero q tenha conseguido ser mais claro, anarquista, usei até parágrafos coisa q nunca faço. como não sou cadastrado minhas respostas vão demorar mt p aparecer. abs!
Obrigada, Geraldo. Acho que alguns professores insistem no direito à reprovação porque querem usar isso como forma de controle sobre os alunos. Claro que está errado, mesmo se eu acreditasse na filosofia da reprovação a finalidade dela nao seria essa, e sim a verificação da aquisiçao do conteúdo. E além do mais é uma ilusao achar que, se os professores pudessem reprovar, haveria mais disciplina e interesse. A questao é que o ensino oferecido nao está fazendo sentido nenhum para os alunos, e eles resistem. Nao creio que se importassem muito em ser reprovados.
bingo! vc resumiu td mt bem. foi sintética e objetiva. A noção de RESISTÊNCIA DOS ALUNOS É FANTÁSTICA. DIZER Q ELES NÃO CONSEGUEM ATRIBUIR SENTIDO AOS Q LHES É APRESENTADO TB. este é o dilema , vc apresentou um raciocínio do pt de vista dos alunos , o que é verdadeiramente fantástico. esta simples resposta tua deveria virar um post. iria obrigar mta gente a se definir. veja anarquista, a idéia de q a reprovação produz disciplina e interesse é do próprio autor do texto introdutório com a famigerada idéia da tal motivação implícita (vc já tinha ouvido falar de tal absurdo?). qto a questão do controle q vc comenta logo no início de sua análise, lembro dos trabalhos de maurício tragtemberg, anarquista, e q era mt crítico sobre as formas de controle na educação. nassif, coloca esse texto da anarquista como post. é disso q se tata o maior problema da educação brasileira. o professor quer a chibata na mão. podem pagar uma fortuna p ele mas não lhe tire a chibata. outro detalhe anarquista, vc usou ACERTADAMENTE, A EXPRESSÃO VERIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS. não acredito que com verificação devesse ser reprovado o aluno. na vdd, deveria ser feito alguma coisa p que uma vez verificado fosse dada a chance de que ele aprendesse, sem reprová-lo. afinal a verificação é feita durante o processo e não ao final. que professor é esse que verifica e não faz nada p o aluno mehorar? para variar acredito que a maioria aqui , inclusive, não entenda o conceito de verificação. obrigado anarquista.
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Caro Geraldo,
O texto introdutório tinha a intenção de demonstrar a grande distância do discurso da academia, dos professores e do gestor público. No entanto não pude discutir melhor os temas, porque não havia espaço e sinceramente não achei que o Nassif iria postar o texto. Mas felizmente o fez.
O que queria chamar a atenção estava no fato de que a academia e os gestores não levam em consideração as motivações dos alunos. Não estava defendendo a reprovação, mas sim, que devido a aprovação automática e as pressões dos gestores de educação, os alunos, sim são mudado de nível, sem saber o básico: escrever, ler, interpretar e fazer contas. Todos que vivem a educação, na base do sistema, sabem disto.
Creio que a melhor maneira de superar isso seja através de trabalhos homogêneos, ou seja, por motivação, pois há alunos que tem motivação para aprender e outros não. A escola deveria tratá-los de forma diferenciada, pois assim este trauma será superado. Com fazer? Este deveria ser o esforço de todos, digo atender os sem motivação.
A Anarquista e você chegaram ao ponto, a aprovação automática e a reprovação para os alunos sem motivação não faz a menor diferença. Mas ao mesmo tempo, a mudança de níveis de alunos despreparados, provoca crise para os professores que têm turmas heterogêneas demais e não conseguem atender bem a nenhum dos alunos: os com motivação e os sem motivação.
Quanto a motivação implícita, cometi um engano, na verdade estava querendo dizer motivação intríseca. Sim conheço o conceito de verificação/avaliação, e devido a ele, que este post foi gerado.
george, grato pelos comentários. eu acredito q o ato pedagógico precede qqer motivação . a primazia é da aula e , sou das antigas, a aula ainda é de responsabilidade do professor supondo essa distinção, entre motivados e desmotivados, acredito q cabe ao professor o ato pedagógico q vai gerar a motivação. não vou me repetir, o q eu disse da academia é aquilo msm q está acima. não esperem legitimidade da academia p cacifar a "naturalização dos processos de exclusão pedagógica". não acredito na pedagogia da reprovação e , sinceramente george, acredito q ela não volta mais, graças ao avanço da democracia. tb não acho q seja minoritário a posição dos q querem licença p reprovar, eles são majoritários. essa escola vai excluir ainda mais os pobres. é um debate que precisamos enfrentar, não quero parecer arrogante mas recomendo um texto do dante moreira leite, de 1959: "promoção automática e adequação dos currículos ao desenvolvimento dos alunos", saiu na rbep do inep, jul de 1999. abs!
Caro Geraldo,
De que momento você diz " das antigas". Vamos retroceder a 1970-1980, parece ser o momento da ruptura da educação, novas pedagogias e novas abordagens, e o aumento da taxa de alunos nas escolas. No entanto neste periodo estavamos ainda muito abaixo da inserção de toda população na escola, algo em torno de 60%, ou mais, não sei quanto era a s taxas de reprovação e evasão escolar, mas com certeza eram altas. No entanto tinhamos uma taxa maior de alunos que saíam da escola preparados, pois os que ficavam eram os que queriam e talvez porque tinham uma motivação. Pode verificar é neste periodo que começa a discussão sobre as altas taxas de evasão e distorção serie-idade, e se acusar os professores e sua pedagogia.
No tempo presente, mas especificamente de 1995 em diante, houve uma quase universalização da educação, taxa de 98% da população na escola, e a discussão e obsjetivo é evitar a evasão e distorção série-idade. Os programas sociais e programas de gestão da educação dos estados e municipios tentem a obrigarem o aluno a permanecer na escola. Isto não é ruim, mas provoca os problemas que estamos discutindo. Gostaria que você percebesse que são momentos sócio-histórico distintos. Por isso citei Bourdier e o capital cultural e social, pois ele verficou algo parecido na França e na Europa na décadade de 1960, ou seja, a universalização e o choque que isto causava.
Creio que a chave para este enigma está em observar a particularidade dos alunos e poder atuar neste sentido. No entanto em turmas heterogeneas e com estas propostas do gestores publicos, só teremos mais fracassos.
Vou tentar acha o texto sugerido.
george, "antigas" é no sentido de dizer q sou o tipo de professor que considera q o ato pedagógico , sob responsbilidade ùnica do professor , é precedente em relação a qqer postura do aluno. se não houver o ato pedagógico do professor não será possível falar em motivação, qqer q seja ela, nem em prontidão. a obrigatoriedade do ensino colocou em sala de aula mais alunos q necessitam do ato pedagógico precedente. é uma forma de dizer q os mais pobres precisam das melhores escolas, não quero q vc me tome por cínico ou sarcástico, mas dar aula p classe média é completamente diferente de dar aula p os pobres (não estou dizendo q vc faça isso). os q nada têm e que dependem da boa escola p fazer diferença em suas vidas. nossa escola pública tem um caráter de classe média, um espírito, uma mentalidade. isso já foi exaustivamente discutido por miguel arroyo, por exemplo. acreditamos tds nós, os acadêmicos tb, que o professor precisa ganhar mais , mt mais, porém aquele padrão de escola q reprova em larga escala e não dá satisfação a ninguém, essa escola não pode voltar, em hipótese alguma. a reprovação hj está travestida de não aprendizagem, medida por indicadores como a prova brasil, por exemplo. acredito q a anarquista tenha dado uma pista qdo disse q os alunos resistem a algo q lhes é oferecido e q não interessa. é um caminho, teríamos q mudar o caráter classista de nossa escola. valeu george.
Como professor, não há nada a acrescentar. Toda a sociedade brasileira reconhece o valor da educação pública. Quem está no poder sabe como melhorá-la. Que forças poderosas impedem que isso ocorra? O interessante é que estamos em uma encruzilhada, pois necessitamos cada vez mais de braços qualificados e isto resulta em um conflito entre poderosos. Em uma ponta está a Igreja Católica, dona de unidades educacionais e o empresariado da educação, que não desejam mudanças, de outro lado está a burguesia dos mais variados setores preocupada com a formação de mão-de-obra, e já reconhecendo a necessidade de uma alteração de rumo da política educacional. Mais adiante veremos quem vencerá esta batalha, espero que seja rápido e os progressistas vençam, pois dela depende o desenvolvimento do Brasil, enquanto nação.
Sergio J Dias
Ah! Carlos Lacerda. Podemos dizer que ele é o pai do fracasso atual da escola pública. É dele o substitutivo que garantiu verbas públicas para a escola privada na LDB 4024/61 e tornou tal fato corriqueiro posteriormente. Hoje convivemos com isto sem sustos ou alardes. como algo natural. Empresários da educação riquíssimos, recebendo recursos públicos sob a justificativa da liberdade educacional, do direito de escolha das famílias da classe média. É ou não é um maná!!!
Sergio J Dias
Eu sabia, não tem jeito, olha eles, aí. Não evoluem.
Por acaso, a Classe Média “privilegiada” morava em Campo Grande, Irajá, Bangu, Guadalupe e cercanias? Pois é; era para lá que iam minhas primas, por imposição da tia poderosa, quando se formavam em professora. Em escolas que as faziam levantar à quatro da madrugada. Com ela não havia “empreguinho fácil”.
Carlos Lacerda foi o maior administrador que o Brasil já teve e jamais terá. Fora o que ele fez pelo Rio, deixou pronto em 1963, os Projetos das Linhas Amarela e Vermelha.
Com sua extraordinária visão der futuro, enxergando 50 anos à frente, resolveu o problema de abastecimento de água do Rio para décadas. Obtusos, os que os substituíram não deram continuidade.
Começou a erradicar favelas em 1961, sabendo que os marginais copiariam as táticas dos nazistas alemães, nos montes da Itália, onde morreram 430 brasileiros, para desentocá-los.
Iria, no lugar delas, fazer Parques Temáticos (já projetava uma espécie de Rio-Disney na Rocinha, que estaria dando ao Brasil hoje, com as vistas naturais mais lindas do Planeta, US$ 55 bilhões/ano, tal qual Espanha e França, em lugar dos míseros US$ 5 bilhões que continuamos a arrecadar. Para o Brasil só vêm turistas maduros. Os turistas, jovens e crianças, aqui não tem o que fazer. Então, deixam US$ 35 bilhões, apenas, em Orlando por conta do “Mickey”.
Foi recordista em obras de contenção de encostas em morros com moradores e montanhas de pedra à vista, já prevendo as catástrofes que iriam ocorrer com a ocupação irregular. Se não tivesse feito o que fez, a tragédia nos morros da Tijuca, em 1966 teriam sido muito piores. Mas, no Salgueiro, Turano, Mineira, Boréu, entre outros, já havia feito obras oportuníssimas. Ele embora registrado em Vassouras, era carioca e não gaúcho como Brizola, que para lá foi, atrás de holofotes, depois de criar os motivos para o movimento militar de 1964 e fugir para o Uruguai, assistindo de bombacha, bomba e cuia, na mão, os que aqui ficaram, sendo torturados.
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Nós não estaríamos nessa desgraça se todas as forças políticas, e a maioria dos que estão na universidade pública, não devotasse até ódio ao ensino público. A minha pesquisa através das provas de matemática dos vestibulares demonstra como historicamente essas têm atuado alijando ingresso da rede pública. A prova mais cabal disto é que não apareceu nenhum grupo de cotista com desempenho acadêmico inferior aos demais.
Esses dados são defintivos:
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Eis os números e percentuais de matrículas na educação básica:
Redes municipais: 23,72 milhões (46%)
Rede estaduais: 20,03 milhões (38,9%)
Rede privada: 7,56 milhões (14,6%)
Rede federal: 235 mil (0,5%)
http://oglobo.globo.com/blogs/educacao/posts/2011/01/11/brasil-tem-51-5-milhoes-de-alunos-no-ensino-basico-355923.asp
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Não temos vaga no ensino superior público, que é o filé, nem para 4% desses. Portanto, mesmo quebrando ao máximo as pernas dos estudantes da rede pública, ainda precisa fazer o mesmo com boa parte da rede privada. Por isso, doze anos de estudo sério desses quase nada vale no vestibular. Mas, três meses de um bom pré-vestibular, coisa que nunca custa pouco, é quase certeza aprovação. Se ainda venha fazer a revisão da véspera da prova...
Recomendo um debate que esta´ sendo realizado às segundas feiras, às 11 horas, na rádio MEC AM, 800 kHZ, no Rio. Na última segunda participaram um subsecretário, uma professora da UERJ e a Uma das diretoras do SEPE. Muito bom o debate,
Uma pergunta importante é;
Existe real interesse que a educação pública melhore? A visão interna dos governos toma a educação básica como problema ou solução?
Talvez o interesse seja criar a consciência de que isto não e trabalho para os governos e sim para particulares. É esta a orientação que se segue nos bastidores?
A melhora no ensino básico público implica em aumentar a cobertura para aqueles que vem do ensino particular. Os governos querem seguir por esse caminho ou força a estruturação do ensino público apenas aos realmente mais carentes?
É, um dos principais conspiradores contra o governo democraticamente eleito de João Goulart realmente não podeia ser esquecido pela ditadura militar. Ele foi privilegiado com fartas verbas federais. Até porque tinham que mantê-lo calado, pois Lacerda esperava ascender o poder federal, junto com outros como Magalhães Pinto, mas os militares resolveram seguir sozinhos. Coitado, morreu sem chegar onde esperava, e os militares se felicitaram com isso.
Sergio J Dias
Quem não sabe da História, e só ouviu falar, devia ficar de boca fechada.
O Gal. Humberto e Alencar Castelo Branco, desde 1961 monitorava o "esperto" Leonel Brizola, que confabulava e tramava, com 3 generais, dois do Sul e um do Leste (à época), um golpe no cunhado João Goulart. Digamos que eu tenha ouvido algumas, trazidas pelas "perigosas e atuantes idosas do aparelho do Convento de Santo Antônio". Primas e Irmã de Castello, entre elas minha madrinha da foto, que lá praticavam ações sociais e caridades.
Jango, à época, já não mais governava, Castelo não o iria depor, apenas o achava um fraco, mas, com a ação do cunhado, insuflando e fazendo rebelarem-se cabos, sargentos e marinheiros...................... em nehum país do mundo isto passaria em branco. Nem no governo LULA.
Castelo foi um dos Heróis da FEB.
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Desejando mostrar a sociedade que estão empenhados em reverter a situação da educação, governadores e seus secretários adotam medidas que merecem o repúdio de quem conhece o que é educação, que sabe como funciona uma escola, que sabe o que é necessário para que professores possam desempenhar suas funções de modo a garantir uma educação de qualidade.
Os professores estão cansados dessas ideias rídiculas, criadas por seres que não sabem o que é uma escola. Os professores estão cansados de ler e ver propagandas governamentais e ongs sobre a educação, que mostram crianças felizes, professores contentes. Quem ficaria contente em receber 1.024 reais para exercer uma profissão fundamental para o desenvolvimento do país??
Nem o ano começou e as novidades para a educação, em especial aos professores são as piore
De fato, a classe de professores, particularmente os do estado do Rio de Janeiro é a mais desprestigiada de todas. O piso salarial dos professores estaduais dá até vergonha!
( não sou professor, nem minha mulher, nem meus filhos)
Porque tanto descaso? É de propósito ou é incompetência?
Já os salários dos colégios de aplicação e do Pedro II não são nenhuma maravilha, mas pelo menos estão num nível quase razoável. Em consequência....Quais são as melhores escolas públicas do estado?
Quem precisa de gestores são as empresas. Nas nossas escolas queremos bons professores e bons diretores.
Caro Da´a boudit,
Dia destes te chamaram aqui no Blog de "viúva do Lacerda". Achei ofensivo, mas francamente alguém traz um post sério sobre educação no RJ, com tantos pontos interessantes a debater....
1) implantação de um regime meritocrático para a seleção de gestores;
2) a realização de avaliações periódicas;
3) o estabelecimento de metas de desempenho para balizar a concessão diferenciada de gratificações aos docentes;
4) e a revisão das licenças dos 8 mil professores em tratamento de saúde.
E você faz o que? Traz o defunto do Lacerda pra atrapalhar. Tenha paciência. Parece até coisa de troll.
"Tudo que é demais, é muito meu filho" - Uma senhora muito velhinha do interior de Goias.
Também estranhei as colocações do colega Fug, algo fora do contexto da discussão em si: tem Rio de Janeiro, tem efervescência política, e impressões bastante pessoais a respeito de sua formação escolar de base: a proposição seria, talvez, aplicar os princípios educacionais fluminenses da década de 60 na escola atual ? Respeitosamente, já que é um dos grandes debatedores aqui no blog, peço uma pista, pois não captei.
Grande debatedor? É um sociopata maníaco-depressivo da pior espécie... Aff.
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