Sobre a resposta de Verônica Serra

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leia aqui "Resposta de Verônica Serra ao Privataria Tucana"

reitero o pedido de outro post: usem o botão DENUNCIAR para espanar qualquer baixaria que seja cometida

Em sua "Resposta" Verônica Serra sustenta que deixou a Decidir.com em 2001.

De acordo com o livro de Amaury Ribeiro Jr., Verônica Serra contou apenas parte da história. Seria importante - para esclarecimento final da questão - que apresentasse explicações para os pontos efetivamente centrais do livro e não apenas para o que parece ser a parte mais desimportante da história.

Até 2001 existia, de fato, uma Decidir.com registrada no Departamento de Comércio da Flórida (p. 186). Nesse ano, essa Decidir.com fecha o registro. Essa é a parte que Verônica conta. O que não conta, segundo o que está no livro:

Simultaneamente, foi aberta uma nova Decidir.com, desta vez em Ilhas Virgens, no escritório da Citco (que abriga contas de várias pessoas do esquema Ricardo Sérgio-Serra). Nesse mesmo ano de 2001, Verônica adquire a casa em que José Serra vive desde os tempos em que era Secretário do Planejamento de Montoro.

Em 2006 a Decidir.com das Ilhas Virgens injeta R$ 10 milhões na Decidir do Brasil, uma empresa que tem como sede o escritório de Verônica Serra na rua Renato Paes de Barros. Além do escritório, a própria Verônica aparece como vice-presidente da Decidir brasileira. Depois de receber o dinheiro, já no primeiro ano a empresa registra um prejuízo de R$ 1 milhão.

A chave da questão é a entrada da Equifax - empresa de análise de crédito - no capital da Decidir brasileira.

Esse mesmo esquema, segundo o livro, foi adotado pelo marido de Verônica, Alexandre Burgeois, para trazer R$ 7 milhões do Caribe entre 2000 e 2002 através de transações entre a iConexa das Ilhas Virgens e a iConexa do Brasil – que também funciona no mesmo escritório de Verônica Serra. Burgeois sai de cena depois de alvo de uma ação da Secretaria da Receita Federal por não pagamento de impostos.

Na página 189, o livro mostra que, às vésperas de Serra se candidatar a presidente, Burgeois monta o Fundo de Investimento Orb, com sede em Trancoso e no Rio de Janeiro – a administração é do fundo Mellon Brascan DTVM. Logo em seguida o fundo é transferido para o controle da João Fortes Engenharia – cujo herdeiro Márcio Fortes foi Secretário do governo Serra e um dos levantadores de fundo para sua campanha.


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Sobre a resposta de Verônica Serra
Sobre a resposta de Verônica Serra
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151 comentários
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Nilson Fernandes

A Verônica Allende Serra é lavadeira e ponto final !

 

Nilson Fernandes

 
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Marco St.
 

"Se você não cuidar, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo." Malcolm X

 
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Ana Barbosa

E a culpa é do pai que colocou a filha nisso.

E, por favor, não me venham falar que a grana compensa.

 
 
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Wilsoleaks Alves

Diz isso não Nilson, diz isso NÃO!

Minha mãe labutou a vida inteira de lavadeira pra criar meus cinco irmãos e eu.

 
 
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Fabio Fernandes

Tá vendo? Se ela lavasse no Caribe, não precisaria ter trabalhado tanto...

 

Só as lavanderias do Caribe deixam a verdinha mais verdinha!

 
 
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ANTONIO ATEU

estão saindo da toca . isso é bom . o embate vai começar. vamso ver quem sabe comer prego. tenho dito. pois alguem já dizia isso

 
 
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Ricardo Cesar

Mais respeito com as lavadeiras!

 
 
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Anarquista Lúcida

Nao ofenda as lavadeiras! Que sao mulheres de bem, que trabalham duro. Verônica Serra é escroque, é diferente.

 
 
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Michel

O PIG fez grande estardalhaço com a faxina de Dilma, mas nenhuma linha p/ a lavagem de Serra.

 
 
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franciscão

hahaha

 
 
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Pagu

    kkkkkkkkk  essa do  Michel foi ótima.

 

Pagu

 
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ciro hardt araujo

Lavagem é o que alimenta os PIGs...

 
 
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PK

"A Privataria Tucana" entra no ranking de livros mais vendidos; PSDB processará autor

Lançado em 9 de dezembro deste ano, o livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., alcançou o topo do ranking de livros mais vendidos do site especializado em mercado editorial PublishNews. O site contabiliza as vendas de 12 livrarias –Argumento, Cultura, Curitiba, Fnac, Laselva, Leitura, Martins Fontes SP, Nobel, Saraiva, Super News, Travessa e da Vila.

Mais sobre "A Privataria Tucana"

A obra aponta supostas irregularidades nas privatizações ocorridas durante os governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). O livro afirma também que amigos e parentes de José Serra mantiveram empresas em paraísos fiscais e movimentaram milhões de dólares entre 1993 e 2003.

Entre 12 e 18 de dezembro --última contabilização--, foram vendidos 9.032 exemplares do livro, que ficou atrás somente da biografia de Steve Jobs, de Walter Isaacson (17.784 unidades vendidas), da ficção “As esganadas”, de Jô Soares (16.150), e de “O Cemitério de Praga”, do semiólogo italiano Umberto Eco (9.083).

Na semana anterior (5 a 11 de dezembro), foram vendidos 2.414 exemplares do título em três dias, já que a obra foi lançada no dia 9.

Segundo a Geração Editorial, que publicou o livro, a primeira edição teve uma tiragem de 15 mil exemplares, que se esgotou na editora.  Foram reimpressas 60 mil unidades, já que, de acordo com a Geração Editorial, cerca de 50 mil já tinham sido vendidos às livrarias antes de o lote checar à editora.

A Fnac afirmou que os exemplares da primeira edição do livro se esgotaram em três dias, e que o principal canal de vendas foi a internet. Uma nova encomenda foi feita no mesmo dia, mas os livros sumiram das prateleiras em três dias. Quanto à segunda edição, que chegou às lojas no último dia 16, a Fnac informou que 25% dos exemplares já tinham sido comprados por clientes na pré-venda.

A livraria comparou as vendas de “A Privataria...”, nos primeiros dias após o lançamento, às de grandes apostas editoriais do ano, como a biografia de Jobs e o último livro de Jô Soares. Assim como o próprio autor, a Fnac atribui a grande procura pelo livro à repercussão dada ao título nas redes sociais.

Já Saraiva afirmou que, para um período de cinco dias, o livro bateu o recorde histórico de encomendas na Saraiva.com. A empresa aponta que as vendas foram impulsionadas pelo destaque que o título ganhou nas redes sociais. Na Livraria da Folha, a obra foi a mais vendida entre todas as categorias na semana de 19 a 26 de dezembro.

O autor se disse surpreso com a vendagem. “Ninguém esperava. Os editores não esperavam, as livrarias não esperavam”, disse. “As redes sociais têm participação importante.  Hoje já não se precisa mais de repercussão em programas de TV, em grandes veículos”, afirmou.

PSDB processará autor

Em nota, a executiva nacional do PSDB afirmou que irá processar Ribeiro Jr. pelas acusações feitas no livro. A assessoria de imprensa do partido disse que a área jurídica da legenda está juntando elementos para entrar na Justiça contra o autor, o que deve ocorrer ainda nesta semana.

Com base no livro, a base governista protocolou, em 21 de dezembro, por meio do deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB), pedido para abertura de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar as supostas irregularidades nas privatizações e outras acusações contidas no livro.

Um dos parentes de Serra citados nas acusações é a filha do ex-governador, Verônica Serra. De acordo com o livro, ela foi sócia da empresária Verônica Dantas numa firma de prestação de serviços financeiros na internet. Verônica é irmã do banqueiro Daniel Dantas, proprietário até 2005 da antiga Brasil Telecom, empresa formada com a privatização da Telebrás.

Em nota divulgada hoje (27), Verônica negou ter sido sócia da irmã de Dantas: “participar de um mesmo conselho de administração, representando terceiros, o que é comum no mundo dos negócios, não caracteriza sociedade. Não fundamos empresa juntas, nem chegamos a nos conhecer”. Sobre o livro, ela disse se tratar de um produto de uma “organizada e fartamente financiada rede de difamação” que “dedicou-se a propalar infâmias intensamente através de um livro e pela internet” para atingir seu pai.

Já Serra, por meio de sua assessoria, disse que o livro é uma “coleção de calúnias que vem de uma pessoa indiciada pela Polícia Federal”. FHC, também em nota, afirmou que a obra é uma “infâmia” e a associou o autor à produção dos dossiês dos Aloprados e de Furnas.

Ribeiro Jr. afirmou que o livro é uma “cartilha sobre lavagem de dinheiro” e trabalhou na obra de 2000 até poucos dias antes da publicação. “Na época que comecei a apurar só se falava disso na imprensa”. O autor disse que seu interesse surgiu a partir das “lacunas que ficaram da história das privatizações” e que os documentos contidos na obra são todos “legais, obtidos na Justiça e no próprio Congresso Nacional.”

O autor trabalhou, como jornalista, na "Folha de S. Paulo", "O Globo", "Jornal do Brasil", "IstoÉ", "Estado de Minas", entre outros veículos. Ribeiro Jr. já foi acusado pela Polícia Federal de ter violado o sigilo fiscal de dirigentes tucanos e de familiares de Serra. No ano passado, o jornalista teria montado uma central de espionagem no comitê de campanha da presidente Dilma Rousseff.

 
 
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PauloTuc

Fala sério Michel. Nunca imaginei que teria que esperar até 27 de dezembro para ler a frase do ano. Foi ótima!!!!!

 
 
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AdalbertoP

Sinceramente Nassif , ela nem deveria perder o seu tempo vindo a público explicar o inexplicavel , como dizem por ai não basta dizer que é honesto tem que parecer honesto e ponto final, toda falcatrua cheira mau e não adianta esconder debaixo do tapete por que com o tempo alguem tropeça e cai.

 
 
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esquiber

Veio porque tem plena ciência de que não será questionada nos pontos em que a Nota não passa de um furo n'água. Vide as explicações dos ministros que caíram em desgraça no PIG. Eles dão explicações que são peremptoriamente ignoradas e servem para incriminá-los. O exército de pena a soldo, travestidos de jornalistas, dos donos da mídia vão esmiunçar cada ponto em que enxergam fragilidade na defesa apresentada. Exumam até cadáveres para provarem que os ministros acusados mentiram. Requentam fatos do arco da velha para alimentarem a fogueira dos escândalos e asssim conseguirem a cabeças dos acusados, apresentadas como trófeu à opinião pública. Esta Nota foi adredemente preparada para militância tucana. Se houvesse interesse da grande mídia em apurar o que está no livro do Amaury esta seria a hora de confrontar o que diz Amaury com as explicações dadas pela filha de Serra. E não seria um esforço tão grande assim. Qualquer um desses ministros de Dilma que caíram, tivessem sofrendo as acusações que são imputadas a Verônica Serra emitissem uma Nota pífia quanto a que ora discutimos aqui, seria sumariamente desmascarados. A Nota é frágil e não se sustenta DADA A QUANTIDADE DE DOCUMENTOS QUE AMAURY COLOCOU EM SEU LIVRO e que Verônica não contestou pelo menos no ponto central que é a lavagem de dinheiro. Se esta é a defesa de Verônica na hipotése de ser convocada a depor na CPI, sairá de lá completamente enrolada.

 

Os homens mais perigosos são aqueles que aparentam muita religiosidade, especialmente quando estão organizados e detêm posições de autoridade, contando com o profundo respeito do povo, o qual ignora seu sórdido jogo pelo poder nos bastidores. Alberto Ríve

 
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arara

É importante discutirmos as teses tratadas no livro "Privataria Tucana". A boa discussão levanta uma série de bons argumentos e os aprimora. Isso serve para várias outras questões futuras como, por exemplo, a CPI que inicia em fevereiro.

Não sejamos ingênuos nº1 :

Essas discussões todas, incluindo a resposta da Sra. Verônica Serra, trata dos próximos períodos eleitorais 2012 e 2014, principalmente.

Não sejamos ingênuos nº2 :

Especificamente nesta resposta a Sra. Verônica Serra está jogando para a torcida.

A resposta serve ao mesmo tempo para pegar meia dúzia de parvos leitores (dorminhocos) do PIG e para servir como material publicado para eventuais processos e defesas, tal como aquele artigo (?) do Merval.

É bem mais fácil e rápido publicar 4 ou 5 parágrafos com uma resposta aparentemente bem argumentada onde se nega os realmente bons argumentos do livro do que publicar um livro bem documentado.

Pelo que entendi o Amaury maturou o livro durante cerca de 12 anos e demorou de 1 a 2 para escrever. Uma resposta bem documentada em livro também demoraria outro tanto e aí já foram 2012 e 2014.

Percebem ?

 
 
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Perfeito.... 

 
 
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Cmantovani

É isso. A resposta dela é um "press-release" para a imprensa. Ela sabe que seus argumentos serão usados a granel pelos articulistas e em eventuais (quando inevitáveis) reportagens no PIG sobre o livro do Amaury. O clâ do Serra tem a segurança de que pode contar com a imprensa amiga.  

 
 
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Adjutor Alvim

eu não vi no livro nenhuma evidência que o endereço da Decidir.com do Brasil seja o do escritório de Verônica.

Também não vi documento que demonstrasse ser Veronica Vice-presidente.

Estas informações, a menos que eu esteja enganado, só estão presentes no texto do Amaury sem comprovação.

Nos documentos:

DECIDIR.COM tem endereço: RUA RENATO PAES DE BARROS

SUPERBID, depois ICONEXA: RUA DR. CARDOSO DE MELLO

Achei estranho pq são dúvidas informações públicas e poderiam ser apresentadas com facilidade.

Acho que a resposta de Verônica é cortina de fumaça para esconder Burgeois e Preciado que parecem ter muito mais fragilidades legais que ela.

E outra coisa, esse tal fundo IRR que foi o primeiro empregador da Veronica. Alguem tem mais informações sobre ele? Quem são seus sócios?

 
 
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Ivan Moraes

"E outra coisa, esse tal fundo IRR que foi o primeiro empregador da Veronica. Alguem tem mais informações sobre ele? Quem são seus sócios?":

Parece que eh laranja do Opportunity.  Foi isso que todo mundo entendeu tambem?

E AONDE SE ACHA ESSE LIVRO EM NOVA YORK, GENTE?

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Adjutor Alvim

Ivan, há versões eletrônicas disponíveis para venda...

 
 
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FabioREM

Meu livro ( de papel ) chegou hoje, depois de 2 semanas de espera. 

Olha, tem que investigar as outras privatizaçoes que o Serra andou fazendo por aí. Como governador ele foi responsável por muitas.

Outra: tem que investigar o filho do Serra, que hoje é um próspero banqueiro e empresário.

Como A Vilma de Souza postou ontem, no site Istoédinheiro, tem uma matéria de 2007 com a lista de vários empresários bem sucedidos, lá consta Luciano Allende Serra. E ele nao usa  o sobrenome do pai, se apresenta como Luciano Allende. Por que alguém esconderia seu sobrenome por parte de pai? Já me parece suspeito por aí. 

Neste link, da IstoéDinheiro

http://www.istoedinheiro.com.br/blogs-e-colunas/coluna/5_MOEDA+FORTE/?month=6&year=2007


O jovem Luciano Serra, filho do governador de São Paulo, José Serra, é uma das estrelas emergentes do mercado financeiro. Foi contratado pela firma espanhola CM Capital Management e tem atuado na área de fusões e aquisições. Um dos seus focos é o setor de açúcar e álcool e ele tem tentado atrair grupos estrangeiros com interesse em etanol. Luciano, no entanto, usa apenas o nome Allende, da mãe, no cartão que distribui aos clientes.

 

Re: Sobre a resposta de Verônica Serra
 
 
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esquiber

Este tipo de matéria é para justificar a internação de dinheiro sujo, lavado nos paraísos fiscais e dá origem legal. Meu amigo é uma máfia, esta república está apodrecida e as instituições idem. O nosso maior mal não é a corrupção, mas este judiciário que não move uma palha para colocar os ladrões do dinheiro público na cadeia. Primavera Árabe urgente para justiça brasileira.

 

Os homens mais perigosos são aqueles que aparentam muita religiosidade, especialmente quando estão organizados e detêm posições de autoridade, contando com o profundo respeito do povo, o qual ignora seu sórdido jogo pelo poder nos bastidores. Alberto Ríve

 
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FabioREM

Ali diz que Luciano Serra trabalha com aquisiçoes e fusoes de empresas! 

Aquisiçoes , ou melhor, venda ( ou entrega ) de empresas estatais é uma especialidade do pai. 

Gostaria que a investigação que fizeram com o sucesso do filho do Lula como empresário também fosse feita com o filho do Serra. 

 
 
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esquiber

FabioRem,

O Amaury disse que ficou com a pulga atrás da orelha e começou a desconfiar que havia trambicagem nos negócios de Verônica depois que leu uma matéria desta mesma Istoé, publicada a mando de Dantas, para justificar a dinehirama que esta menina prodígio ganhou, anunciando o sucesso financeiro repentino de verônica na famigerada bolha da internet. Apartir dai ele farejou que havia um esquema de corrupção oculto nos negócios da família Serra.

 

Os homens mais perigosos são aqueles que aparentam muita religiosidade, especialmente quando estão organizados e detêm posições de autoridade, contando com o profundo respeito do povo, o qual ignora seu sórdido jogo pelo poder nos bastidores. Alberto Ríve

 
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FabioREM

Isso é fascinante. A própria matéria que tentaria justificar o súbito sucesso financeiro da Verônica Serra acabou funcionando como um grande tiro no pé. Não contavam que alguém como o Amaury, que tem faro fino para estas trambicagens, iria desconfiar e conseguir levantar tudo. 

 
 
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Augusto

Não é isso, não. Eles são tudo gênus!!!!

 

Sou pelo voto distrital puro e pelo fim do voto obrigatório! Aposte nesta idéia você também! O Brasil merece! Endireita, Brasil!

 
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Gambazinho

Mas que Famiglia complicada com os sobrenomes... A filha não usa o sobrenome do marido e o filho não usa o sobrenome do pai. Por que será?

 
 
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Jose de Almeida Bispo

E cá entre nós, tenho cá uma cisma de que se for feito uma varredura a nível mundial a maior operaqdora da lavanderia do mundo não está nos paraísos fiscais; e sim de seus maiores gerentes: a Espanha. Não entra na minha cabeça a inflação absurda que patrocinam há uns vinte anos na aquisição de jogadores, jogada copiada pelos 'capi' da Itália e pelos mafiosos da ex-União Soviética. Essa onda de privatizações na América Latina, por exemplo; e a adoração da direitona paulista em particular com os súditos de Sua Magestade Juan "por que no te callas"... tem algo de dasluano nessa coisa! Tecnologia aprimorada pelos "irmãos extra-numerários" do Opus Dei no Banco Ambrosiano, onde foi lavado o dinheiro da corrupção que derrubou o comunismo soviético.

Ah Napoleão ressuscitado!!!

 
 

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