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Síria: veto sino-russo na ONU é “licença para Assad matar"Enviado por luisnassif, seg, 06/02/2012 - 08:37Por Marco Antonio L. Da CartaCapital Conselho de Segurança da ONU Oposição síria diz que veto sino-russo é “licença para matar” Opositores de Bashar al-Assad definem veto de China e Rússia a resolução contra regime como licença para matar. Foto: AFP O Conselho Nacional Sírio (CNS), opositor ao regime do presidente Bashar al-Assad, afirmou neste domingo 5 que o veto de Rússia e China a resolução da ONU para condenar a repressão na Síria é uma “autorização para matar com impunidade”. “O CNS condena energicamente o veto imposto por Moscou e Pequim ao projeto de resolução do Conselho de Segurança e considera a decisão irresponsável”, afirma em comunicado. O jornal oficial sírio Teshrin, no entanto, celebrou o veto ao afirmar que a decisão é um estímulo para reformas no país, incluindo a organização de um referendo sobre a nova Constituição e eleições legislativas pluralistas. “A decisão também pode estimular alguns países a revisar suas posições sobre a crise na Síria e demonstrar, mais uma vez, que apenas a Síria pode resolver politicamente esta crise”, diz o veículo. Após a reunião do Conselho de Segurança da ONU ontem, a Rússia anunciou que enviará o ministro de Relações Exteriores, Serguei Lavrov, na terça-feira 7 a Damasco para abordar com Assad a aplicação rápida de “reformas democráticas indispensáveis”. “A Rússia tem a intenção de fazer todo o possível para obter uma estabilização rápida da situação na Síria”, afirma a chancelaria russa em nota. E completa: “Continuamos acreditando que todas as partes deveriam concentrar esforços para iniciar um diálogo nacional entre os sírios e contribuir para acabar com a violência, o mais rápido possível.” A diplomacia russa afirmou neste domingo que os países ocidentais são responsáveis pelo fracasso da votação na ONU. “Em Moscou lamentamos que os autores do projeto de resolução sobre a Síria não tenham desejado fazer os esforços adicionais necessários para alcançar um consenso”, declarou o vice-ministro russo das Relações Exteriores, Guennadi Gatilov. Mas a reação da comunidade internacional foi dura. Treze dos 15 países do Conselho votaram a favor do projeto proposto pelos países árabes e europeus, que apoiam um plano da Liga Árabe para assegurar uma transição para a democracia na Síria e que denuncia as “contínuas violações” dos direitos humanos cometidas pelo regime de Assad. O ministro das Relações Exteriores britânico, William Hague, acusou a Rússia e a China de terem “abandonado” o povo sírio e encorajar a brutal repressão do regime e o embaixador francês na ONU, Gérard Araud, falou em um “dia triste para o Conselho, para os sírios e para os amigos da democracia”. Neste domingo, o primeiro-ministro tunisiano, Hamadi Jebali, defendeu que todos os países expulsem os embaixadores da Síria como medida de protesto pela violenta repressão do governo de Assad. Violência A oposição síria denunciou que durante a madrugada de sábado 4, bombardeios do regime de Assad mataram mais de 230 civis na cidade de Homs, centro do país. Além disso, no mesmo dia a violência deixou outros 48 mortos, incluindo 24 civis e 18 soldados do Exército oficial, anunciou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), ONG sediada na Grã-Bretanha. A organização informou que seis desertores também morreram nos confrontos, além de nove militares mortos em confrontos com desertores no noroeste do país neste domingo. No exterior, embaixadas da Síria foram vítimas de ataques em protestos contra o regime. Na Austrália, a representação diplomática síria foi saqueada parcialmente por manifestantes, informou a polícia de Canberra. No sábado, as embaixadas do país em Atenas, Berlim, Cairo, Kuwait e Londres também foram atacadas. Além disso, neste domingo, manifestantes sírios e libaneses protestaram diante da representação diplomática russa em Beirute contra o veto na ONU. No local, também havia uma movimentação em apoio ao regime sírio. Com informações AFP.
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Comentários + votados
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cesarT
06/02/2012 - 08:59
da mesmo forma os opositores tinham licança para matar com apoio dos eua/frança/inglaterra.
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Vladimir
06/02/2012 - 09:04
A história recente demonostra justamente o contrário. O massacre dos líbios foi só a última demonstração mas,Iraque e Afeganistão,não podem ser esquecidos.
O Conselho de Segurança da ONU,com...
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Fernando Curi
06/02/2012 - 09:14
Vocês acham que russos e chineses vão permitir a "ocupação" americana, na região? Além do mais serve de recado, sobre as questões do Irã. Alí é briga de cachorro grande.
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leonidas
06/02/2012 - 09:15
é um simplismo alegar que o veto Russo represente uma licença para matar.
não é tão simples assim.
o veto russo representa um obstaculo à uma modinha obscena de intervir em naçoes alheias a pretexto...
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Lau
06/02/2012 - 09:19
A ocupaçao da Síria pela OTAN é pré-requisito para o ataque no Irã.
Engraçado. Quem são os "opositores" e quem fornece arma e treinamento para eles ?
Por que os "opositores" não querem...
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Augusto Cesar
06/02/2012 - 09:22
A matança continuará, independente de aprovação ou veto. A diferença entre decisões do CS da ONU é só para definir quais serão os assassinos.
A história da Líbia já deixou claro como as...
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Raí
06/02/2012 - 09:22
"Se correr, o bicho pega; Se ficar, o bicho come"
A oposição síria e por extensão, toda a camarilha do C.S da ONU, incentivados pelo Depto de Estado norte-americano, está culpando o veto sino/russo,...
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Andre Araujo
06/02/2012 - 09:23
A Russia tem na Siria sua unica base naval no exterior após o fim da URSS e tudo fará para não perder esse base.
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Sérgio Troncoso
06/02/2012 - 09:29
Como o sonho pacifista da não intervenção já furou por aquelas bandas a muito tempo, visto que o próprio poder do regime vigente já é fruto da intervenção estrangeira, que sempre varia de gôsto...
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Ana Cruzzeli
06/02/2012 - 09:33
Se forem seguir essa logica, a OTAN matou em 6 meses o que Kadafi não mataria em 500 vidas.
Logo...
Por mais esforço que o Assad fizer, segundo o Marco Antonio L.T. , ele ficará...
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raphaelm
06/02/2012 - 09:57
Assim fica difícil de provar que a pesquisa deste post "http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-explicacao-do-preconceito-pelo-baixo-qi" é errada.
Tudo bem, tudo bem. Veja, eu sei...
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Sérgio Troncoso
06/02/2012 - 10:15
Admirável a sua paciência! Acrescento que há vários outros posts não mencionados por você a respeito desse assunto (greve da PM da Bahia) através dos últimos dias neste blog.
Faço uma crítica baseada...
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jc.pompeu
06/02/2012 - 10:18
eu sei, o filme é iraniano...
após sair de uma sessão - clube do professor na faixa itaú/unibanco aqui em são paulo - , deste ótimo, triste, opressivo, alienante, retórico filme contemporâneo do irã...
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Raí
06/02/2012 - 10:19
Oh "seu" Troll, as situações citadas, conturbação política e insurreição civil na Síria, e a oportunista greve em serviços essenciais na Bahia, não têm nenhuma similaridade.
Lá no Oriente Médio,neste...
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Quem paga cobra
06/02/2012 - 08:46
Enquanto na Bahia estamos num quase fatl banho de sangue, blog petista se preocupando com o que nem sabe se acontece na Siría
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Andre Araujo
06/02/2012 - 09:13
O Conselho de Segurança NÃO agiu, nem certo e nem errado porque a proposta de resolução dos EUA e União Europeia condenando o regime sirio foi VETADA pela Russia e China, portanto o Conselho ficou...
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Aldo Cardoso
06/02/2012 - 09:54
O que me deixa estupefato é saber que tem gente aqui que defende essas iniciativas sino-russas apenas porque são um chega prá lá nos EUA! Qual a ética com que essas pessoas tratam a importância da...
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Enquanto na Bahia estamos num quase fatl banho de sangue, blog petista se preocupando com o que nem sabe se acontece na Siría
Assim fica difícil de provar que a pesquisa deste post "http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-explicacao-do-preconceito-pelo-baixo-qi" é errada.
Tudo bem, tudo bem. Veja, eu sei que deve ser difícil clicar naquele botão "próximo", no fim da página, para conferir as demais notícias, mas eu vou te ensinar. O primeiro passo é rolar a página até o fim. Você pode fazer isso clicando naquela barrinha que normalmente fica à direita nos navegadores de internet, e após isso, sem soltar o botão do mouse, você arrasta ela para baixo. Esse é um método rápido, mas e possível clicar e segurar aquele botãozinho que fica embaixo dessa barra, com uma flechinha para baixo.
Após você conseguir chegar ao fim da página, o próximo passo é conferir as páginas com as notícias mais antigas. Você pode fazer isso clicando em próximo, ou nos numerozinhos que estão do lado esquerdo desse link.
Quando você conseguir completar este passo, deverá repetir o passo um, mas apenas até a metade da página. Irei facilitar para você. No lugar indicado, nesse horário, você encontrará a seguinte notícia, postada hoje: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/ba-forcas-federais-cercam-pms-g....
Uma outra dica, é filtrar as notícias pelo tema. Muita atenção nesse momento, pois a forma de selecionar por tema é feita por links, e eles encontram-se embaixo do nome do jornalista que mantém essa página. Muito cuidado para não selecionar o tema errado. Se você clicar no internacional por exemplo, perderá muito tempo ao ter que clicar no assunto que você busca.
Devo lembrar-lhe que é possível fornecer conteúdo para o site. Muitos comentários são elevados a categoria de post. Não esqueça também que você pode fornecer conteúdo no post fora de pauta.
Admirável a sua paciência! Acrescento que há vários outros posts não mencionados por você a respeito desse assunto (greve da PM da Bahia) através dos últimos dias neste blog.
Faço uma crítica baseada em puro pessimismo, que é a quase certeza de que o sujeitinho aí de cima sabe de tudo isso que você explicou, e só veio aqui deixar um pouquinho do lixo que deve despejar diariamente em cima da própria família.
Eu prefiro não perder tempo com ele, e manda-lo de volta ao esgoto ao qual pertence.
Um abraço valoroso (e paciente) colega, rs.
Sérgio Troncoso
Oh "seu" Troll, as situações citadas, conturbação política e insurreição civil na Síria, e a oportunista greve em serviços essenciais na Bahia, não têm nenhuma similaridade.
Lá no Oriente Médio,neste caso a Síria, os árabes estão "cansados" de serem governados por ditadores que passam o poder, de pais para filhos, indefinidamente e querem seguir o (mau)exemplo egípcio e líbio, e experimentar o gostinho da democracia, embora esta mudança abrúpta não tenha sido ainda totalmente assimilada pelos países que "defenestraram"seus ditadores à fôrça.
Em Salvador, a situação é de plena tranquilidade na vida civil, e se está havendo esta agitação na corporação que deveria exitir, para manter a ordem, e não para "agitar" isso é uma situação aonde o uso político de uma categoria pela sua liderança, deve e estar sendo combatida com rigor, porem dentro das leis, pelo governo bahiano.
O blog, abriu espaço, para os dois temas, e a discussão segue o rumo que os comentaristas determinarem, democraticamente.
Sempre ficamos mais experientes, após perdermos algumas batalhas, na guerra diária da vida.
da mesmo forma os opositores tinham licança para matar com apoio dos eua/frança/inglaterra.
A história recente demonostra justamente o contrário. O massacre dos líbios foi só a última demonstração mas,Iraque e Afeganistão,não podem ser esquecidos.
O Conselho de Segurança da ONU,com seu poder,desta vez,agiu certo. Não é mais possível aceitarmos que matar seja certo para uns e errado para outros. A civilização exige novas formas de resolver estes contenciosos e,entre elas esta o respeito a cultura de cada país.
O Conselho de Segurança NÃO agiu, nem certo e nem errado porque a proposta de resolução dos EUA e União Europeia condenando o regime sirio foi VETADA pela Russia e China, portanto o Conselho ficou mudo, não fez nada.
Vocês acham que russos e chineses vão permitir a "ocupação" americana, na região? Além do mais serve de recado, sobre as questões do Irã. Alí é briga de cachorro grande.
"Tudo me é lícito mas nem tudo me convém" Contra o Preconceito e a Discriminação, o repúdio e a Lei.
Em quanto tempo a Rússia levaria para deslocar para aquela região brigadas com combatentes com esta qualificação ?
é um simplismo alegar que o veto Russo represente uma licença para matar.
não é tão simples assim.
o veto russo representa um obstaculo à uma modinha obscena de intervir em naçoes alheias a pretexto de "causas humanitarias "
todos sabemos que se causas humanitarias fosse pretexto para intervenção o céu seria o limete
uso disso com víés policito é um merda...
leonidas
A ocupaçao da Síria pela OTAN é pré-requisito para o ataque no Irã.
Engraçado. Quem são os "opositores" e quem fornece arma e treinamento para eles ?
Por que os "opositores" não querem dialogar ?
Sem falar que tem alguns návios da Rússia no porto da Síria.
A Russia tem na Siria sua unica base naval no exterior após o fim da URSS e tudo fará para não perder esse base.
Não é a única não. A frota do Mar Negro é estacionada em Sevastopol, Ucrânia.
A matança continuará, independente de aprovação ou veto. A diferença entre decisões do CS da ONU é só para definir quais serão os assassinos.
A história da Líbia já deixou claro como as coisas são.
"Se correr, o bicho pega; Se ficar, o bicho come"
A oposição síria e por extensão, toda a camarilha do C.S da ONU, incentivados pelo Depto de Estado norte-americano, está culpando o veto sino/russo, como o responsável pela matança dos civís sírios, e esquecendo-se de citar, que tal chacina sempre foi defendida pelos E.U.A, e agora que eles estão vendo o quão foi inútil sua ingerencia nesta questão síria, querem arranjar um bode expiatório, para o fracasso de suas incursões externas.
Sempre ficamos mais experientes, após perdermos algumas batalhas, na guerra diária da vida.
Como o sonho pacifista da não intervenção já furou por aquelas bandas a muito tempo, visto que o próprio poder do regime vigente já é fruto da intervenção estrangeira, que sempre varia de gôsto conforme a ocasião, essa negativa dada por russos e chineses para não se mexer mais na latinha de merda, não vai adiantar muita coisa... Resta torcer para que o povo sírio sofra o menos possível nessa purga política com direito a assassinatos de parte a parte.
Eu já expressei isso aqui, as razões e intervenções dos impérios não só espoliam os povos economicamente, mas também atrasam o desenvolvimento da formação política do povo, devido a falta de prática e baixa educação. Fica difícil a transição do poder exercido por reis do "direito divino", para os "reis" da sociedade moderna.
Um abraço.
Sérgio Troncoso
Se forem seguir essa logica, a OTAN matou em 6 meses o que Kadafi não mataria em 500 vidas.
Logo...
Por mais esforço que o Assad fizer, segundo o Marco Antonio L.T. , ele ficará muito decepcionado. O Assd não conseguirá chegar a bactéria do dedo mindinho do OTAN e seu terrorismo, por mais esforço que Assad faça.
E quanto essa historia de que ele é que está matando, aqui no Brasil sabermos muito bem que 5% da população que faz oposição pode praticar o TERROR com grande facilidade. Coloque uma metralhadora na mão de uma pessoa para ver o que acontece. Lá na Noruega foi provado com vários cadaveres e olha que a criatura estava sozinha, não tinha treinamento de guerrilha e patati e patata e ele foi movido por uma paixão carnal e não politicamente pura.
Logo é ruim de acreditar que Assad não esteja SIMPLESMENTE defendendo a população desses marginais mandados pela OTAN. As ações de Assad são meramente defensivas, se o cara aponta arma para população e mata vinte, o que se espera do governo? Neutralizar o doido ora bolas e esses doidos são todos mercenários altamente treinados pela OTAN e uma porção faz parte da insignificante oposição a Assad, mostrada nas ruas pela a maioria esmagadora siria .
Problemas internos se resolve pelas partes envolvidas. Até hoje não vimos ações externas ajudando nisso.
Tive muito ORGULHO da Rússia do Putin, que peitou o Obama e o colocou no seu devido lugar. O Irã agradece penhoradamente afinal a unica pedra no caminho de Israel contra os iranianos é a Siria de Assad que ajuda há 10 longos anos os refugiados das guerras da OTAN. o Iraque principalmente.
Agora eles sabem que a Rússia da Revolução bolchevique não está morta.
Porque a "polícia do mundo"(leia-se E.U.A) não deixam que as nações independentes e soberanas, resolvam seus problemas internos, à sua maneira ?
Exemplos recentes de intervenções de países ditos defensores dos direitos humanos, nestas nações "extremistas"não deram os resultados esperados, muito pelo contrário, e estes vetos da China e da Rússia, às ameaças norte-americanas, de intervirem na Síria, são o contraponto desta nova guerra fria.
Se não fosse a base militar russa, no mar territorial sírio, esta nação já teria sido invadida, assim como já foram, vários de seu visinhos, pela fôrças ocidentais a mando ou em aliança com os E.U.A.
Porem neste caso, eles já viram que lá, "o buraco é mais embaixo".
Sempre ficamos mais experientes, após perdermos algumas batalhas, na guerra diária da vida.
Sobre este assunto, leiam este artigo de Pepe Escobar (em espanhol). Os que se houverem com o inglês poderão ainda aceder o informe da Liga Árabe, para o qual há ligação mais abaixo, no artigo.
La agenda árabe en Síria está muy clara
Puede apreciarse una deriva acelerada en las “democráticas” maquinaciones de la Liga Árabe, o más bien, de la Liga del CCG, porque el poder real en esta organización pan-árabe lo ejercen dos de las seis monarquías del Golfo Pérsico que componen el Consejo de Cooperación del Golfo, también conocido como Club de la Contrarrevolución del Golfo: Qatar y la Casa de los Saud.
En esencia, el CCG creó un grupo en la Liga Árabe al objeto de controlar lo que está sucediendo en Siria. El Consejo Nacional Sirio –que tiene su sede en dos países miembros de la Organización del Tratado del Atlántico Norte: Turquía y Francia- lo apoyó con entusiasmo. Resulta elocuente que el vecino de Siria, el Líbano, no lo hiciera.
Cuando los más de 160 observadores, tras un mes de investigaciones, emitieron su informe… ¡sorpresa! El informe no se ajustaba a la línea oficial del CCG, que postula que el “malvado” gobierno de Bashar al-Asad está, unilateral e indiscriminadamente , matando a su propio pueblo y es por tanto necesario cambiar el régimen.
El comité ministerial de la Liga Árabe había aprobado el informe, con cuatro votos a favor (Argelia, Egipto, Sudán y el miembro del CCG: Omán) y un solo voto en contra, ¿adivinan de quién?: de Qatar, que está ahora presidiendo la Liga Árabe porque el emirato le compró su turno (rotatorio) a la Autoridad Palestina.
Por tanto, el informe fue ignorado (por los medios corporativos occidentales) o destruido sin piedad (por los medios árabes), prácticamente todos ellos financiados bien por la Casa de Saud, bien por Qatar. Ni siquiera se discutió, porque el CCG impidió que se tradujera del árabe al inglés y se publicara en la página web de la Liga Árabe.
Hasta que finalmente se filtró. Aquí está, al completo .
El informe es categórico. No hubo represión letal y organizada por parte del gobierno sirio contra los manifestantes pacíficos. En su lugar, el informe señala a bandas sospechosas como responsables de las muertes de los civiles sirios y de alrededor de mil efectivos del ejército sirio mediante la utilización de tácticas letales tales como la colocación de bombas en autobuses civiles, en trenes que transportaban diesel, en autobuses de la policía y en puentes y canalizaciones.
Una vez más , la versión oficial de la OTAN/CCG sobre Siria es la de un levantamiento popular aplastado con balas y tanques. A diferencia de los miembros de los BRICS, Rusia y China, y amplias franjas del mundo en desarrollo, que consideran que el gobierno sirio está combatiendo a mercenarios extranjeros fuertemente armados. El informe confirma en gran medida estas sospechas.
El Consejo Nacional Sirio es esencialmente una organización de los Hermanos Musulmanes afiliada tanto a la Casa de Saud como a Qatar, con un intranquilo Israel apoyando calladamente en la sombra. La legitimidad no llega exactamente en una taza de té verde. En cuanto al Ejército Sirio Libre, tiene en él desertores del ejército y bienintencionados opositores al régimen de Asad, pero la mayor parte del mismo está infectado de mercenarios extranjeros armados por el CCG, especialmente de bandas salafíes.
Pero nada desalentará a la OTAN/CCG, que en estos momentos no pueden aplicar su modelo para todo para promover la “democracia” bombardeando un país y librándose del proverbial dictador maléfico. Los dirigentes del CCG, la Casa de Saud y Qatar, rechazaron abiertamente su propio informe y fueron derechos al meollo del asunto: imponer un cambio de régimen impulsado por la OTAN/CCG a través del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas.
Por tanto, la actual “deriva dirigida por los árabes en las Naciones Unidas para asegurar un fin pacífico a la campaña de diez meses de duración” en Siria no es más que un burdo intento de cambio de régimen. Los sospechosos habituales, Washington, Londres y París, se han visto obligados a quitarse de en medio para asegurarle a la auténtica comunidad internacional que esto no es otro mandato de bombardeo, a la libia, para la OTAN. La secretaria de estado Hillary Clinton lo describió como “una vía para una transición política que preserve la unidad y las instituciones de Siria”.
Pero los miembros de los BRICS, Rusia y China, lo ven como lo que es. Otro miembro de los BRICS, la India, junto con Pakistán y Sudáfrica, han planteado serias objeciones al borrador de resolución de las Naciones Unidas pergeñado por la OTAN/CCG.
No habría otra zona de exclusión aérea estilo Libia; después de todo, el régimen de Asad no está desplegando exactamente Migs contra los civiles. Rusia y China bloquearían de nuevo una resolución de la ONU pidiendo un cambio de régimen. Incluso en la OTAN/CCG se sienten confusos, porque cada uno de los bloques de actores –Washington, Ankara y el dúo de la Casa de Saud y Doha- tiene una agenda geopolítica distinta a largo plazo. Por no mencionar a Iraq, crucial vecino y socio comercial de Siria; Bagdad está oficialmente contra cualquier esquema de cambio de régimen.
Por tanto, aquí va una sugerencia para la Casa de Saud y para Qatar: Ya que tanto os seduce la perspectiva de una “democracia” en Siria, ¿por qué no utilizáis todo el armamento estadounidense y la invadís en mitad de la noche –como hicisteis en Bahrain- e imponéis vosotros mismos el cambio de régimen?
O que me deixa estupefato é saber que tem gente aqui que defende essas iniciativas sino-russas apenas porque são um chega prá lá nos EUA! Qual a ética com que essas pessoas tratam a importância da vida, que todos nós deveríamos ter a consciência de defender e apoiar quem a defende?
Isso não é mais do que uma apologia imoral à matança de vidas que se martirizam por sua liberdade e do seu povo e, da minha parte, só posso dizer o seguinte: uma humanidade que, em lugar de se solidarizar, tripudia sobre a tragédia do seu semelhante não merece existir.
De gente assim, bem que a Regina Duarte poderia dizer, com toda a razão, eu tenho medo!
eu sei, o filme é iraniano...
após sair de uma sessão - clube do professor na faixa itaú/unibanco aqui em são paulo - , deste ótimo, triste, opressivo, alienante, retórico filme contemporâneo do irã e já na escada do cinema, uma senhora, presumo professora aposentada, olha para mim e comenta:
- essa turcada é complicada! que vida deprimente!
- é o costume religioso que rege a vida deles e que entra em conflito com a vida globalizada e a mulher moderna e que julga dar a palavra final... comento professoral (em roma, haja como os romanos):
- que nada, são mesmo da pá virada. não vê esses judeus e palestinos que nunca se entendem e só sabem brigar e matar! até quando? aqui no brasil eu tô bem longe da minha família que só sabe falar mal uns do outros, discutir por dinheiro, se meter na vida do outro... e eu retruco provocando:
- mas por que botar tua família no meio do filme?
- ah! porque minha família emigrou dessa terra para cá. conheço bem essa história de religião e costume antigo e quero distância dessa vida... aqui no brasil não tem isso não! cada um vive como quer.
- mas de onde veio tua família? eu pergunto:
- veio de uma cidade síria perto da fronteira que depois virou libanesa e hoje não sei mais de que lado está... não me interessa essa brigaiada sem fim só porque tem que seguir uma religião ou a minha religião é melhor que a sua... cada um vive como quer! sou feliz aqui sem guerra e briga besta por obrigação dos costumes antigos.
nos despedimos com um leve sorriso e seguimos por corredores contrários do shopping frei caneca.
(no outro piso do shopping eu ainda a vi dando um rolé sozinha, olhando uma vitrine de roupas e depois entrando na loja).
análise recente do DNA: 32% africano, 25,48% europeu, 22,78% indígena, 6,06% indo-árabe, 4,99% caucasiano, 4,36% judeu, 2,57% pantroglodita, 1,76% de genes perdidos ou não-funcionais.
Parece até que a Alemanha ganhou a guerra de 40 e promove a política da "terra arrasada" como na Líbia, Iraque e Afeganistão. Tempos estranhos. O Brasil precisa tomar cuidado.
O que a AFP e o "pool" de agências e corporações de mídia que compõem o monopólio da expressão pró-imperialista não dizem é que o relatório dos observadores da Liga Árabe, enviados à Síria para verificar a situação "in loco", NÃO constatou o massacres sistemático de civis opositores pelo governo e as forças armadas sírias.
O que eles constataram foi a ação terrorista de gangues armadas, que provocaram a morte de de soldados do exército sírio e de civis.
A própria Liga Árabe, presidida presentemente pela monarquia títere do imperialismo do Catar, deixou de dar ênfase ao relatório que ela mesma encomendara e que foi aprovado pela maioria de seus membros. Por isso, não traduziram-no do árabe. Coube à ciber-rede da informação alternativa traduzi-lo para o inglês:
http://www.columbia.edu/~hauben/Report_of_Arab_League_Observer_Mission.pdf
"
25. On being assigned to their zones and starting work, the observers witnessed acts of violence perpetrated by Government forces and an exchange of gunfire with armed elements in Homs and Hama. As a result of the Mission’s insistence on a complete end to violence and the withdrawal of Army vehicles and equipment, this problem has receded. The most recent reports of the Mission point to a considerable calming of the situation and restraint on the part of those forces.
26. In Homs and Dera‘a, the Mission observed armed groups committing acts of violence against Government forces, resulting in death and injury among their ranks. In certain situations, Government forces responded to attacks against their personnel with force. The observers noted that some of the armed groups were using flares and armour-piercing projectiles.
27. In Homs, Idlib and Hama, the Observer Mission witnessed acts of violence being committed against Government forces and civilians that resulted in several deaths and injuries. Examples of those acts include the bombing of a civilian bus, killing eight persons and injuring others, including women and children, and the bombing of a train carrying diesel oil. In another incident in Homs, a police bus was blown up, killing two police officers. A fuel pipeline and some small bridges were also bombed.
28. The Mission noted that many parties falsely reported that explosions or violence had occurred in several locations. When the observers went to those locations, they found that those reports were unfounded.
29. The Mission also noted that, according to its teams in the field, the media exaggerated the nature of the incidents and the number of persons killed in incidents and protests in certain towns.
[25. Ao serem atribuídas as zonas (de monitoramento, NT) e iniciado o trabalho, os observadores testemunharam atos de violência perpetrados pelas forças governamentais e a troca de tiros com elementos armados em Homs e Hama. Como resultado da insistência da Missão no completo fim da violência e a retirada dos veículos e equipamento do exército, este problema diminuiu. Os relatórios mais recentes da Missão apontam uma considerável pacificação da situação e contenção por parte dessas forças.
26. In Homs e Dera'a, a Missão observou grupos armados cometendo atos de violência contra forças governamentais, que resultaram em morte e ferimentos entre suas hostes. Em algumas situações, as forças do governo responderam aos ataques contra seu pessoal com força. Os observadores notaram que alguns dos grupos armados estavam usando sinalizadores e projéteis capazes de perfurar blindagens.
27. Em Homs, Idlib e Hama, a Missão de Observação testemunhou atos de violência sendo cometidos contra forças governamentais e civis que resultaram em várias mortes e ferimentos. Exemplos desses atos incluem explosão a bomba de um ônibus civil, matando oito pessoas e ferindo outras, incluindo mulheres e crianças, e atentado a bomba contra um trem que carregava óleo diesel. Em outro incidente em Homs, um ônibus da polícia foi explodido, matando dois policiais. Um duto de óleo e algumas pontes pequenas também sofreram atentados a bomba.
28. A Missão notou que várias facções falsamente informaram que explosões ou violência tinham ocorrido em vários locais. Quando os observadores foram a esses locais, descobriram que essas informações não tinham fundamento.
29. A Missão também notou que, de acordo com suas equipes de campo, a mídia exagerou a natureza dos incidentes e o número de pessoas mortas em incidentes e protestos em certas cidades.]
Ou seja, está sendo criada a mistificação que justifique a intervenção imperialista, na Síria, com propaganda descarada dos monopólios capitalistas de informação, fornecimento de armas e equipamento para grupos terroristas, financiados pelo imperialismo euroestadunidense e pelos regimes reacionários da Arábia Saudita e do Golfo Pérsico nos moldes do que ocorreu no Afeganistão, nos anos 80, e que resultou na rede Al-Qa'ida e no Talibã. O objetivo é a derrubada do governo sírio, o isolamento do Irã e da maioria xiita do Líbano em favor dos interesses imperialistas e de Israel.
Vale a pena assistir ao debate promovido pelo programa Painel da GloboNews sobre a violência no oriente médio.
http://g1.globo.com/globo-news/globo-news-painel/videos/t/todos-os-video...
Como divulgar uma mensagem tão descarada? Infelizmente a imprensa intenacional não é muito diferente do PIG. Ficou fácil fazer jornalismo assumindo um só lado, o mais forte e rico, é claro. Não dá trabalho e nem presisa de muito jornalista para trabalhar na questão. E sempre têm aqueles jornalistas, pau para toda obra, para justificar o que nem conhece, tipo Merval, Mirians, etc. Sem falar nos "especilaistas" que vendem opinião. Fica fácil, desde que a verdade ou a controvésia, seja abandonada, mas é cretinisse.
Nada de Impressionante nao sei pq as pessoas ficam enchendo a Bola da Russia,pra min e uma naçao Forte e influente como qualquer outra.
um Pais tambem q gosta de manipular e intervir em guerras.(caso Georgia)
e Nesse caso o Interesse da Russia seria manter o comercio belico pois eles lucram bastantes com isso.
e manter um suposto escudo,aliado na regiao.
ja a china vai atakar o autoritarismo pra que?se na casa deles funciona assim.
e se um dia a Populaçao se revolta com o governo.
ta bom q sao 2 milhoes de soldados e + 3 milhoes soldados do partido.
eu torço por uma saida diplomatica desse conflito,eu nao gostaria de ta na Pele d um Sirio agora.
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