Serra e Kassab racharam elites paulistas, por Maria Inês Nassif

Especial para Luís Nassif Online

Serra e Kassab conseguiram rachar as elites paulistas

Por Maria Inês Nassif*

O curioso do desmantelamento das estruturas partidárias do establishment político paulista é que os rachas que se sucedem são um quase reconhecimento de que os partidos foram muito menos efetivos, em termos de construção e consolidação de uma hegemonia ideológica, do que propriamente os instrumentos não partidários de elaboração de cultura e convencimento, como os órgãos de imprensa.

Os políticos que saem às pencas do PSDB e do DEM, estes últimos claramente em direção ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, cujo principal patrimônio político é um mandato de prefeito da capital que acaba em 2012, estão abandonando estruturas partidárias que, juntas, monopolizaram a política do Estado nas últimas duas décadas.

Provavelmente vão construir novos partidos sem qualquer cimento ideológico, na tentativa de arregimentar um eleitorado que não é tão conservador quanto o eleitor tucano/kassabista, mas com tendências igualmente antipetistas. E fazem uma aposta de que vão esvaziar o PSDB original, agora sob o comando do governador Geraldo Alckmin, de seu maior patrimônio político: a adesão incondicional da elite paulista, mediada por uma grande imprensa sediada no Estado, ambos (elite e jornais) seduzidos pelo curriculo lattes dos quadros que não aceitam a liderança caipira do governador nascido em Pindamonhangaba, embora não exista distância ideológica relevante entre os dois grupos.

AeliA elite paulista que agora mingua o PSDB teve a ilusão, durante o período de governo de Fernando Henrique Cardoso – sociólogo, culto, com trânsito junto aos poderosos e aos letrados, inclusive fora do país – de que seu projeto de poder ganhava verniz e seu projeto econômico, uma construção ideológica que o tornaria universal, palatável a todos os setores sociais.

Foi um momento de grande convergência entre elites intelectuais e econômicas, sedimentada por uma militância dos órgãos de imprensa tradicionais, a maior parte deles sediados no Estado. Em algum momento da história, o caráter de um projeto que seria pretensamente universal ficou ilhado no mais rico Estado da Federação, sem diálogo com os demais e com uma grande dificuldade de acesso aos setores de mais baixa renda, que ascenderam na escala social durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência (2003-2010).

Ao longo desse período de descolamento da ainda irrefutável hegemonia econômica paulista de sua hegemonia política, as elites paulistas, que ainda mantém a centralidade na economia nacional, têm carregado nas costas as estruturas partidárias que floresceram nos governos FHC e minguaram nas administrações de Lula. Para efeito de campanha eleitoral, por exemplo, a adesão de um jornal a uma candidatura tucana (ou à de Gilberto Kassab, nas eleições municipais passadas) foi um dado mais efetivo do que a adesão da estrutura partidária.

A disputa interna entre José Serra e Geraldo Alckmin anula a efetividade do PSDB numa campanha política no Estado; a adesão de um órgão de imprensa tradicional, por outro lado, confere ao candidato escolhido alguma organicidade e atrai adesão ideológica. Enfim, os instrumentos políticos de fora do PSDB paulista têm exercido, nas campanhas eleitorais, o papel de construção e sedimentação política dos candidatos que os próprios partidos, divididos, não têm condições de oferecer.

A adesão incondicional de outros instrumentos privados de ideologia ao PSDB, ou a eventuais aliados eleitorais do partido, todavia, foi bastante facilitado pela polarização da política paulista entre o PT e o PSDB. O crescimento do DEM no Estado na última década, aliás, aconteceu com o aval do PSDB fernandista-serrista, aquele que efetivamente transita junto aos jornais e às elites econômicas e intelectuais do Estado – o ex-PFL só cresceu no Estado como linha auxiliar do PSDB.

A coincidência entre a criação da dissidência do DEM, o PSD, por Kassab, e a saída em massa de adeptos de Serra do PSDB, é uma clara ofensiva contra a hegemonia de Alckmin no PSDB estadual. Os dois movimentos, juntos, apontam para uma estratégia ininteligível do ponto de vista político: não ocorrem apenas rachas nos partidos que monopolizam os votos de centro-direita e de direita no Estado, mas uma cisão no bloco partidário que permitia, pelo menos a nível regional, manter a unidade das elites econômicas, políticas e intelectuais do Estado há mais de duas décadas. Serra e Kassab não estão rachando apenas os seus partidos, mas as elites paulistas.

Maria Inês Nassif é jornalista e cientista política. E-mail: minassif@gmail.com. 

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47 comentários
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luka

A derrocada o PSDB no país é reflexo direto da centralização em algumas cabeças de SP. Não é briga de poder, é briga por vaidades. Vaidades tão imensas que se sobrepõem a qualquer ideologia. As vaidades de FHC, Serra, Alkmin e poderia incluir Kassab e Aécio são como forças gravitacionais que na tentativa de atrair, chocam-se e implodem. O que fica mais distante, não é atraido e se dispersa. Caso dos PSDBistas do norte, nordeste e sul.

A direita de SP ,sua elite e seus eleitores realmente estão pulverizados. Até o momento não vejo uma constelação capaz de agregar votos nas próximas eleições. Os partidos de direita estarão menos representados individualmente. De certo ponto a divergência da elite é até salutar. Diferentes pontos de vista podem trazer uma discusão menos mesquinha e mais interessante para um futuro pós PT.

 
 
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Sublimação da Arte

Não comemoremos, de véspera. (Votei em Dilma)

Para essa rachadura, haverá sempre um Super Bonder que una, novamente. 

Difícil vai ser colar a rachadura dos aposentadodos e os de baixa renda, diante da escancarada inflação que mostrou-se dura e cruel na última "quarta-extra-pop": a grita era geral. Agora é "Quarta-EXTRA-Nobre". Até, quando?

 

O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.

 
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Marcílio

E o grande vencendor chama-se Luiz Ignácio Lula da Silva.

Saiu do segundo mandato com aprovação inédita de 80%, fez a sucessora, não obstante o bombardeio sem trégua da grande mídia nacional (PIG) e, em decorrência do sucesso político-econômico, ainda esfacelou os partidos demotucanos paulistas.

Alguém já disse que ele é "o cara"...

 
 
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Marco Aurélio Mello

Análise lúcida e precisa. Melhor não há. A partir dela é que escrevi um desdobramento que chamo de: Sobre Felinos e Aves, no blog. Espero que gostem! http://maureliomello.blogspot.com

Abraços,

Marco Aurélio

 
 
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Gilberto .

E se ainda existir alguma dúvida...

 

São Paulo, quinta-feira, 28 de abril de 2011  
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Kassab cria mais uma pasta e manda titular para Londres

Com a Articulação de Grandes Eventos, São Paulo bate recorde com 29 secretarias; antecessores dispunham de 21

Walter Feldman, que assumirá o cargo, acaba de deixar o PSDB e deve se filiar ao PSD, novo partido do prefeito

EVANDRO SPINELLI
DE SÃO PAULO 

Para acomodar aliados políticos, o prefeito Gilberto Kassab atingiu ontem um recorde: criou a 29ª secretaria municipal de São Paulo.
As duas gestões anteriores, de José Serra (PSDB) e Marta Suplicy (PT), trabalhavam com 21 secretarias.
A nova Secretaria Especial de Articulação de Grandes Eventos chega para ampliar o espaço do PMDB na gestão e acomodar Walter Feldman, ex-tucano que deve aderir ao PSD, novo partido de Kassab.
Feldman, que comandava a Secretaria de Esportes, foi nomeado para a nova pasta. A partir da semana que vem, passará a despachar de Londres. A ideia é acompanhar por seis meses os preparativos para a Olimpíada de 2012.
Bebeto Haddad, presidente municipal do PMDB, vai assumir a Secretaria de Esportes, e o ex-prefeito de Barretos Uebe Rezeck vai ficar com a pasta de Participação e Parcerias. Os dois assumem na terça da semana que vem.
Em nota, a gestão Kassab afirma que o cargo de "secretário especial" tem estrutura mínima, portanto não é possível compará-lo ao cargo de um secretário da Educação, por exemplo, que demanda mais estrutura da máquina.

APROXIMAÇÃO
Kassab anunciou a saída do DEM para fundar a nova sigla, que deve ser alinhada com o governo federal.
O primeiro resultado desse movimento foi a adesão do PC do B à gestão do prefeito.
Os comunistas indicaram Gilmar Tadeu Ribeiro Alves -dirigente partidário que trabalhava como assessor de Netinho de Paula na Câmara- para ocupar a Secretaria Especial de Articulação da Copa do Mundo de Futebol. A posse foi na segunda-feira.
As articulações de Kassab, com a abertura de espaço para novos aliados, garantiram ao prefeito ampla maioria na Câmara Municipal. No fim do ano passado, ele foi o fiador da candidatura de José Police Neto à presidência da Casa.
Hoje, 13 dos 55 vereadores fazem oposição efetiva a Kassab -os 11 do PT, Aurélio Miguel (PR) e Tião Farias, tucano com maior ligação ao grupo do governador Geraldo Alckmin no PSDB. Carlos Apolinário e Milton Leite, ambos do DEM, não chegam a ser governistas, mas tampouco fazem oposição.
Os demais vereadores do PSDB se mantêm fiéis a Kassab, mesmo no momento em que a sigla acaba de perder quase metade da bancada, que deve migrar para o PSD. Votações importantes devem começar semana que vem.

 

Gilberto . @Gil17

 
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Ivan Moraes

"Kassab cria mais uma pasta e manda titular para Londres":

AHA!  Eh a "Pasta de Construcao de Duzentas Creches"!

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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van

Walter Feldman DE Londres vai assessorar a copa de 2012. Esse saiu caro.

Engraçado que sempre pensei que WF fosse PV.

 

28/04/2011 - 11h19Kassab cria mais uma pasta e manda titular para Londres

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DE SÃO PAULO

Hoje na FolhaO prefeito Gilberto Kassab criou a 29ª secretaria municipal de São Paulo para acomodar aliados políticos. O número é recorde, segundo reportagem de Evandro Spinelli publicada na edição desta quinta-feira da Folha.

A reportagem completa está disponível para assinantes da Folha e do UOL.

A Secretaria Especial de Articulação de Grandes Eventos será comandada por Walter Feldman, que deve despachar de Londres, onde acompanha os preparativos para a Olimpíada de 2012.

 
 
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Toninho Leite

 Kassab é o ovo de serpente que Serra colocou no ninho tucano.

 
 
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Bruno Cabral

Esse racha é ótimo! Com a divisão dos votos anti-petistas em 2 frentes, o PT pode finalmente conseguir algum resultado também em São Paulo. Não esquecer da pequena margem que Alckming conseguiu na eleição passada frente ao seu opositor.

 
 
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Jonas Medeiros

Pqna margem com relação à possibilidade de haver 2o turno, não vamos distorcer a realidade... Se o Mercadante fosse pro 2o turno contra o Alckmin, acho q só se a Dilma tivesse ganho do Serra no 1o turno e ela e o Lula fizessem mto campanha em SP (e olhe lá!) q ele teria alguma chance de tirar o PSDB do poder

 
 
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Sidney2

Como diagnostico da situação politica está perfeito.

Mas, seria interessante debater as alternativas de projetos politicos, economicos, possiveis.

Questões, como o papel do estado, numa economia capitalista, foi duramente questionados, com a ascenção da China. Isso coloca em cheque todo o ideário liberal, dominante até agora.

Ela aponta um novo modelo, para um país ascender economicamente, com papel efetivo do estado.

Me parece que a contradição do discurso de FHC, é reconhecer que o espaço e as politicas sociais democratas foram ocupadas pelo PT, e então, a pergunta correta seria: Elas estão corretas?

Se estão corretas e tem erros pontuais, quais as melhores formas de corrigilas? Com um novo partido?

A oposição não quer entrar nesse debate, pois nesse momento, não existe outro modelo.`É melhor continuar acusando o PT de patrocinador da corrupção.

 
 
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Otaviani

Tô chorndo de tristeza.....

Re: Serra e Kassab racharam elites paulistas, por Maria Inês Nassif
 
 
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Jesus Baccaro

"Serra e Kassab não estão rachando apenas os seus partidos, mas as elites paulistas."

Isso sim é notícia boa!!!

 
 
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alext4e

É a Maria Ines Nassif, precisa dizer algo mais?

abraços

alex

 
 
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Pagu

  Nassif, a Maria Inês é danadinha, heim? Análise maravilhosa,agora entendi o que se passa.

 

Pagu

 
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Horacio V. Duarte

Acho que o racha existiu mesmo, só não acho que seja significativo para o PSDB que sobrou. Em São Paulo quem puxa voto é o Alkmin o resto tem projeção na mídia e é só. Quanto ao PSD ainda não passou pelo teste das urnas, e a próxima eleição mostrará se realmente tem voto, se tem alguma importância política ou se vai dividir o espaço

 
 
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Adamastor

"Em São Paulo quem puxa voto é o Alkmin o resto tem projeção na mídia e é só.." (!!!)

 

É por isso que ele teve uma vitória estrondosa na eleição pra prefeito, né Horacio?...

 
 
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Fernando G Trindade

A Maria Inês é das melhores analistas políticas do País.

Estou sentindo a falta da sua coluna semanal e dos seus artigos e entrevistas no Valor Econômico.

E a propósito o que ocorreu que não está mais publicando no Valor?

 
 
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DanielQuireza

Provavalmente porque ela não é alinhada...

 

@DanielQuireza

 
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Mario Siqueira

É realmente uma frustação não encontrar mais os artigos dela no Valor. Era minha primeira leitura toda quinta feira.

 
 
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Nilceia Fernandes Patricio Manetti

Não acho que eles cairam tão facilmente. Na verdade ter o apoio midiático de que dispõe tem feito o Serra apostar alto para 2014. Ele estava no discurso do Aécio, como a dizer, se vc se colocar como a grande alternativa da oposição eu vou te pegar. E pegou, todo mundo sabe, o Aécio é o Aécio a muito tempo e só foi desnudado agora, porque? Com o PSDB rachado em SP, com Opus Dei e tudo, o Serra usa o poste Kassab para levar todo o resto para um novo partido. O que tem a oferecer este partido? Ora, com a imprensa detonando o Alckimin, como já começou, descobriram que Sp não tem metrô, não tem segurança, etc..nessas ultimas semanas, mais a queima do Aécio, esse novo partido terá a a chamada grande imprensa trabalhando por ele e um presidenciavel que se distanciou de FHC e sua herança maldita, trará com ele a elite antipetista e a imprensa (eles ainda acreditam que ela faz toda a diferença). Nada está sendo jogado aleatóriamente e veremos "Serra-o retorno"

 em 2014. Afinal se o FHC foi presidente como ele não será? Muito injusto.

 
 
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Arnaldo Costa

O estranho é que a imprensa marrom (PIG), já acusou a esquerda por falta de identidade e ideologia. Agora se calam diante dessa turma que age apenas segundo seus interesses. Pura politicagem e hipocrisia.

 
 
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ademar

havera mais desdobramentos nesta briga,podem ter certeza,logo vira as denuncias de parte a parte,afinal são anos de sujeiras colocada embaixo dos tapetes,todos sabem que capaz,acho que teremos até bipos pintando pra guerra,podem dividir até a igreja

 
 
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priscila maria presotto

Quem sabe ,com este racha ,o Brasil tenha uma oposição de qualidade...

 
 
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Ricardo Melo

- PIPOCA! Doce e Salgada!

- Água mineral, quem vai querer.

- OLHA A CERVEJA GELADA! Moça bonita não paga, mas também não leva!

- É LIMÃO e MATE!

- Biscoito de polvinhooooo....

:)

 
 
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priscila maria presotto

: )

 
 
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FILHO

Pensavam que iam fazer com Kassab o que Maluf fez com o Pitta, usar e jogar no lixo. Só que o poste está querendo voar, aí pode acelerar a diminuição do PSDB , partido puramente paulista. Se não fosse a mídia de SP e a Globo, já teriam acabado faz tempo. É isso que dar terceirizar a oposição para a imprensa.

 
 
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Roberto M Almeida

Caríssimos, no posta anterior "A demolição do PSDB" o colônista trata do mesmo assunto, porém, desconstrindo o Alkimin ,, e por extenção o Aécio e todo o grupo hoje majoritário do psdb paulista. Esta é aaa confirmação das palavras do Serra quando ele disse: isto não é um a Deus, é um até logo".Naquele momento Serra já tnha em mente seu plano maquiavélico para minar as possibilidades de Aécio e Alkimim. Este plano só si sustenta como o apoio da mídia  golpista.

vejam o comentário que post.

Caríssimos, creio que o colônista, de ma-fé  está trocando causa e efeito. A inplosão do psdb começou em 2008 quando Serra impos Kassab como candidato a prefeitura de São Paulo mesmo contra a vontade do diretório do partido. Tudo isso apenas para sustentar seu projeto pessoal que era e ainda é ser presidente. Este projeto do partido do Kassab é a resposta do Serra ao crecimento do Aécio, visto que ele, Serra não tem espaço para uma terceira candidatura pelo psdb.  O que a imprensa golpista esta fazendo é esvaziar o dem e psdb para torna a candidatura do Serra viável em 2014, tranferindo a responsabilidade do fracasso das oposições ao Garaldo e Aécio. Podem escrever, istoé só o começo, vem muito chumbo grosso por aí.

 

 

Roberto M Almeida

 
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Ivan Moraes

"desconstrindo o Alkimin":

Tou dizendo que eh mentira e vou continuar dizendo.

Detesto Alkimin ate no unico cabelo do dedao do pe, por sinal, mas esse nao eh o assunto.  O assunto eh a trairagem tucana com ele, que nem comecou hoje.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Ivan Moraes

"desconstrindo o Alkimin":

Alias, nao eh so trairagem atraz disso.  Eh um "projeto de poder", isso eh, uma fabrica de favelas.  O que eh interessantissimo a respeito eh que quando os "devotos" la na rua da tucanada deveriam ser governistas, eles tambem sao trairas.  Repito:  o eleitor tucano eh traira.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 

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