Serra chama Aécio de "balão meio murcho"

Por Cláudio Freire

E por falar em ações tucanas, vejam mais esta do Serra, colocada sem nenhum destaque no UOL:2

Do Congresso em Foco

José Serra vê Aécio como "balão com pouco gás"

Segundo dirigente tucano, ex-governador paulista aposta que senador mineiro não vai emplacar como contraponto de Dilma e que, em determinado momento, o PSDB voltará a apelar a ele como alternativa presidencial para 2014

POR RUDOLFO LAGO | 09/02/2012 07:00
CATEGORIA(S): ELEIÇÕES 2012, MANCHETES, REPORTAGENS ESPECIAIS
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Serra (à direita na foto) aposta que Aécio não terá gás suficiente para emplacar como contraponto a Dilma na sucessão de 2014 - PSDB/MG

Um "balão meio murcho", com o suficiente para se manter no ar e não cair no chão, mas, em contrapartida, sem uma quantidade de gás capaz de fazê-lo encher completamente e, de fato, decolar. É assim que o ex-governador de São Paulo José Serra enxerga o senador mineiro Aécio Neves como alternativa eleitoral do PSDB para a sucessão de Dilma Rousseff em 2014. Segundo um dirigente tucano, Serra aposta que Aécio não será capaz de se colocar como contraponto a Dilma e, no final, o PSDB acabará retornando a ele como opção, por conta da sua maior experiência e recall – por já ter disputado três eleições presidenciais, e perdido todas, ele acredita que já entraria numa disputa com um patamar em torno de 20%.

Essa seria a razão que faria, segundo esse dirigente, Serra resistir à ideia de disputar este ano a prefeitura de São Paulo. Em 2006, Serra foi muito criticado por ter deixado a prefeitura para disputar o governo de São Paulo, até porque, quando eleito prefeito, ele cometera o erro de registrar em cartório que cumpriria o mandato até o fim. Assim, como tem a esperança de ainda retornar como opção presidencial do PSDB mais à frente, Serra teme a ideia de ser eleito prefeito agora e novamente ter que abandonar o mandato pelo meio para tentar a presidência.

Questão de estilo

Para Serra, seria uma "questão de estilo". Aécio, na imitação de perfil político que procura fazer de seu avô, Tancredo Neves, não teria a pegada necessária para ser um candidato de oposição a um governo bem avaliado. Como Aécio se recusa a ter uma postura mais agressiva, não se estabelece como um contraponto natural, como alguém a quem naturalmente se recorra para criticar e propor alternativas às ações e políticas de Dilma. É um posicionamento de alguém que poderia se colocar como opção de conciliação a um governo que estivesse em crise, desgastado. Como aconteceu com Tancredo nos estertores da ditadura militar. Esse, provavelmente, não será o cenário de 2014, quando Dilma, hoje mais bem avaliada que seus antecessores Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva no mesmo período de governo, deverá se apresentar com força para a reeleição. Hoje, como senador, Aécio surge como contraponto a Dilma bem menos que, por exemplo, o líder do partido no Senado, Alvaro Dias (PR).

Assim, Serra pretende ficar esperando. Hoje, o partido cobra de Aécio uma postura mais ativa, uma presença maior no debate político. Mas já há quem avalie que ele, pelo seu estilo, nunca será mesmo tão agressivo quanto o PSDB gostaria. Em sua defesa, Aécio tem dito que é de fato difícil apresentar-se como contraponto a um governo muito bem avaliado. E que ainda não seria o momento de se apresentar de forma mais explícita como candidato à sucessão de Dilma.

Quebrar na raiz

O problema, para o PSDB, são os prejuízos políticos que essa briga entre Serra e Aécio, especialmente numa eventual aposta de Serra no fracasso de Aécio como opção eleitoral, podem trazer. Os tucanos avaliam que há hoje uma concentração de esforços do PT para vencer a disputa pela prefeitura de São Paulo. Seria uma forma de quebrar o PSDB na raiz, na cidade e no estado em que os tucanos nasceram e são mais fortes. Com o agravante de que a mesma falta de clareza observada hoje quanto à escolha de uma opção tucana para a prefeitura existe sobre quem se apresentaria em 2014 como candidato à sucessão de Geraldo Alckmin no governo de São Paulo. Ou seja: hoje há o risco de os tucanos perderem tanto a prefeitura este ano como o governo paulista mais adiante.

O PSDB ainda acredita na sua força em São Paulo. Avalia que, por conta dela, poderia colocar um candidato no segundo turno da eleição para prefeito, mesmo que ele não fosse Serra. Mesmo assim, é uma aposta arriscada. Mais seguro seria contar com Serra como candidato. E, por isso, insiste com o ex-governador para que ele volte atrás na decisão anunciada de não disputar a prefeitura.

Embora a intenção de Serra seja ainda ficar fora da disputa paulista, os dirigentes tucanos avaliam que ele já começa a dar mostras de poder mudar de ideia. Se por um lado Serra quer ficar a postos para se apresentar como alternativa diante do eventual fracasso de Aécio, por outro preocupa a ele o fato de hoje não ter qualquer cargo político, o que lhe deixa sem vitrine para se contrapor a Dilma e ao atual governo. "Digamos que hoje ele já é menos reativo à ideia do que era no início do ano", diz o dirigente tucano.

O problema, para o PSDB, é ser hoje vítima do complicado timing das suas duas principais estrelas. Em que momento Aécio considerará que deve se expor mais como contraponto a Dilma? Quando Serra vai decidir se será ou não candidato à prefeitura de São Paulo? Em princípio, o prazo final de Serra é 4 de março, data das prévias que o partido pretende fazer para a escolha do candidato a prefeito.

 

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92 comentários
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Cláudio Freire

E a pergunta que não quer calar: o JÊNIO tem razão??

 
 
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Clever Mendes de Oliveira

Cláudio Freire (quinta-feira, 09/02/2012 às 17:31),


José Serra provavelmente está certo. Acerto, entretanto, que qualquer um pode ter. Acerto que evidentemente não é decorrente de limitações na capacidade de Aécio Neves, embora ele as possa ter, afinal no início da carreira (Estou falando da carreira política) ele tinha até um pouco de gagueira. Se tivesse nascido em São Paulo, entretanto, a história dele seria diferente e José Serra estaria mais ou menos ombro a ombro, nariz a nariz com Aécio Neves.


Há dois problemas graves na política brasileira e que só são problemas porque o Estado de São Paulo concentra a força econômica e populacional do Brasil. Os dois problemas que a política eleitoral brasileira enfrenta são o instituto da reeleição e o período presidencial de quatro anos tornando a eleição de presidente sempre coincidente com a eleição de governadores. O certo seria não ter reeleição e o mandato presidencial ser de cinco anos. Se São Paulo for dividido em seis estados, penso que se pode permanecer com a reeleição, o mandato presidencial de quatro anos e a coincidência da eleição de governador com a de Presidente, pois nessa nova situação não haverá a supremacia de um Estado em relação a todos os demais.


Com a reeleição e a coincidência, o candidato mais forte a presidência da República é o de São Paulo. O PSDB até que teve um pouco de sorte com o Fernando Henrique Cardoso, pois ele era carioca, ainda que toda a formação intelectual dele fosse paulista. De todo modo, sendo paulista por formação, Fernando Henrique Cardoso acabou levando o partido a ter a feição de São Paulo. Então pelo PSDB, o candidato tem que ser de São Paulo.


Pelo PT também o candidato deveria ser de São Paulo. Por sorte do PT, Lula é de origem nordestina e Dilma Rousseff nasceu em Minas Gerais, lutou contra a ditadura militar em São Paulo e viveu no Rio Grande do Sul e contou com o apoio do nordestino paulista Lula.


Assim, o futuro está traçado como o passado também esteve quando era ainda futuro. Quase dois anos antes da eleição de 2010, a revista The Economist prognosticou que a disputa em 2010 seria entre José Serra e Dilma Rousseff.


Esta é uma anomalia da nossa política eleitoral. Nos Estados Unidos ao término do segundo governo de um presidente quando ele não tem mais possibilidade de se eleger ninguém sabe entre quem a disputa se processará.


Esta situação, que traz um plus para os políticos de São Paulo, traz também um gravame. Em cada disputa eleitoral é maior a resistência, que acaba se transformando em preconceito, da população dos demais estados brasileiros em relação aos candidatos de São Paulo. Por isso quando eu digo que São Paulo precisa se dividir em 6 estados, eu digo algo não de alguém que não gosta de São Paulo, mas de alguém que deseja toda sorte para São Paulo. Aqui eu poderia parodiar Charles de Gaulle que dizem ter dito uma vez que amava tanto a Alemanha que preferia que elas fossem duas, e dizer que amo tanto São Paulo que preferiria que São Paulo fosse seis.


Clever Mendes de Oliveira


BH, 09/02/2012

 
 
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Francisco Ernesto Guerra

Clever,

Os EEUU tem um dos menos democráticos sistemas eleitorais dos países considerados democráticos. Lá quem tem dinheiro se elege e para obter o dinheiro... Bem, o candidato vende a alma, os princípios (se é que os tem) e, ainda, o sistema bi-partidário é algo do tempo da idade média , em que a humanidade se dividia entre o bem e o mal. Evidente que cada um dos dois candidatos se dizem o bem e atribui ao adversário a pecha de mal. No fim é só dinheiro. Dinheiro é que ganha eleições naquele decadente país. O resto é balela de um país corrompido pelas diretrizes maçonicas e ocultistas de seus fundadores, com o beneplácito dos financistas quase sempre judeus, dispersos nas várias organizações de defesa de Israel, mas unidos na famigerada AIPAC. Em suma, aquilo que se convencionou chamar de illuminatis.

 
 
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AlvaroTadeu

Judeu é o sujeito que professa a religião judaica. Se o comentarista discrimina alguém por ser judeu, estamos muito mal, um tal Adolf começou assim na Alemanha em 1932 e vejam como as coisas terminaram. Aqui, o Adolf Alckmin destruiu o Pinheirinho, expulsou os moradores, pôs as casas abaixo com mobília e tudo, numa perfeita repetição da "Noite dos Cristais". Fico muito preocupado quando aparece um nazista e depois outros, dando-lhe apoio.

 
 
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Francisco Ernesto Guerra

Álvaro, meu caro, sei bem o que é judeu e não judeu. Também sei bem o que Hitler fez aos judeus, ciganos e principalmente aos eslavos, de longe as maiores vítimas da insânia dos eugênistas inspirados que foram no estadunidense Charles Davenport.

Aliás, uma das sequelas do eugênismo é justamente o sórdido costume de sionistas e simpatizantes de acusar a todos de antissemistismo, especialmente aqueles que são contrários às políticas racistas (contra árabes, muçulmanos e persas) de Israel. Judeus sionistas ou não judeus também sionistas, tem o infeliz hábito de se esconder sob o manto do antissemistismo para melhor ocultar seus crimes e atrocidades, aí incluido a dominação política dos EEUU, através do dinheiro.

 
 
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Francisco Ernesto Guerra

Álvaro,

Esqueci de algo relevante: Judeu, é assim considerado aquele nascido de mãe judia, não importanto se (do ponto de vista religoso) ele é judeu, ateu, católico ou de outra religião.

Não caia no lugar comum de supor que a expressão "judeu" se refere a uma religião, quando na verdade exprime uma etnia.

 
 
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Rogério Maestri

Barato Sr. Francisco Guerra (não tenho por costume chamar anti-semitas de Caro)

Além de anti-semita o Sr. está revelando uma grande ignorância da história do Judaismo, pelo que eu saiba nas gerações mais recentes não tenho sangue judeu (e se o tivesse, o portaria com muito orgulho), mas seus comentários após o primeiro deslize são cada vêz piores. Primeiro, o Senhor Álvaro Tadeu está completamente certo no seu comentário, na história do judaismo sempre foi definido ser judeu como alguém que seguisse com os mandamentos da Torá, pois na própria Bíblia há profetas que não tem descendência judaica de pai e mãe, e mesmo com esta falta de "sangue judaico" nada impediu que se tornassem profetas. Logo a sua primeira afirmação é mais um reflexo do sionismo que o senhor diz ser contra do que do judaísmo.

Segundo, a proposta de judeu ser filho de mãe judia era algo mais como um reflexo das religiões antigas (por exemplo filho de cristãos batizados ou de mussulmanos criados na fé eram e são considerados cristãos e mussulmanos), o sionismo que o o Sr. diz deplorar, para facilitar a identificação de pessoas a serem emigradas para Israel que adotaram esta definição, pricipalmente porque muitos dos seus líderes eram ateus.

Outro erro hitórico, o fundador e idealizador da teoria eugenista não foi Davenport, mas sim Francis Galton (coloquei o link para sua atualização). Davenport foi um entusiamado seguidor que especializou a teoria da eugenia que foi levada ao extremo pelos Nazis-fascismo. Se o Sr. quiser uma referência mais robusta sobre o assunto leia o livro "Guerra contra os fracos" de Edwin Black.

Mesmo a classificação do povo judeu como uma etnia é algo completamente questionável, a medida que vários povos que são aceitos como judeus (por seguirem a Torá com ritos diferentes) tem lingua, costumes e mais outras características completamente diferentes.

Agora, a verdaeira salada de frutas citando "diretrizes maçonicas e ocultistas de seus fundadores, com o beneplácito dos financistas quase sempre judeus, dispersos nas várias organizações de defesa de Israel, mas unidos na famigerada AIPAC. Em suma, aquilo que se convencionou chamar de illuminatis." chega a ser hilári, só faltou agregar a KKK, os Magos do Sião   eo ET de varginha.

 
 
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Francisco Ernesto Guerra

Rogério,

Desculpe a franqueza, mas voce foi um pouco pretencioso. Durante bastante tempo estudei a história de Israel e dos árabes, isto em razão da minha convivência profissional com vários judeus, como empregado, subordinado e também chefe de judeus.

Para Israel (o estado) judeu é o filho da judia. Informe-se melhor. A título de curiosidade, há pouco tempo atrás, surgiu em Israel um grupo neonazista formado por judeus não religiosos, emigrados do leste europeu http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u326904.shtml  Como voce pode observar, nem todo filho de judia, segue a Torá, existindo, entre eles, aqueles simpáticos aos piores inimigos de Israel, em toda a história. Outra curiosidade, nesta linha, um velho conhecido judeu polones, único sobrevivente de família grande, que foi dizimada me Auschwtz, casou-se com uma brasileira cristã. Seus filhos não conseguiram emigrar para Israel. Nesta época o meu conhecido tentou a permissão e diante da recusa o caso dele foi enviado para o rabinato em Israel, mas ele não teve sucesso. 

Há uma flagrante confusão de sua parte, sobre o judeu étnico e a religião judia.

Releia, Rogério, o que escrevi acima. Em nenhum momento disse que Davenport foi o ideailizador da eugênia. Disse apenas que os nazistas se inspiraram no estadunidense Davenport. No mais, voce confirmou o que escrevi, ou seja a inspiração dos nazistas foi mesmo Davenport.

Os judeus foram dispersos pelo mundo em mais de uma ocasião. Boa parte destes imigrados, conservaram a fé e a cultura hebréia. Mas acabaram por se misturar geneticamente com os povos que os tinham aceito. Então, estes judeus (por exemplo) alemães, franceses ou eslavos são fisicamente parecidos com os povos que lhes acolheram, muito diferente dos semitas originais, que, por sua vez, fisicamente são parecidos com os palestinos, povo também semita.

Sobre seu último parágrafo, sugiro-lhe pesquisar um pouco e verá que tenho razão. Todas as principais figuras da fundação dos EEUU são maçons.  Faça também uma pequena pesquisa e verá que os princpais banqueiros são judeus. Salada de frutas é querer por no mesmo "balaio" a KKK, que são racistas e próxima dos neonazistas estadunidenses. Onde voce cita magos de sião, suponho que voce se refira a organização Priorado de Sião, organização que frequenta o subsolo do vaticano, portanto cristã e passível de ser considerada antissemita.

 
 
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Clever Mendes de Oliveira

Francisco Ernesto Guerra (quinta-feira, 09/02/2012 às 20:12),


O que você disse apenas reforça o que eu disse.


Se o seu comentário tivesse sido anterior ao meu, eu poderia escrever o trecho que suscitou o seu questionamento da seguinte forma:


"Quase dois anos antes da eleição de 2010, a revista The Economist prognosticou que a disputa em 2010 seria entre José Serra e Dilma Rousseff.


Esta é uma anomalia da nossa política eleitoral. Nos Estados Unidos, com "um dos menos democráticos sistemas eleitorais dos países considerados democráticos" como bem salientou Francisco Ernesto Guerra no comentário que ele enviou quinta-feira, 09/02/2012 às 20:12, ao término do segundo governo de um presidente quando ele não tem mais possibilidade de se eleger ninguém sabe entre quem a disputa se processará".


Para mim o sistema político brasileiro que com agravantes quase tão parecidos com os dos Estados Unidos, onde "quem tem dinheiro se elege e para obter o dinheiro... Bem, o candidato vende a alma, os princípios (se é que os tem)" apresenta o que eu considero um problema que é a previsibilidade da disputa eleitoral. E mesmo satisfeito com a vitória de Dilma Rousseff parece-me estranho que a disputa tenha sido entre duas pessoas sem nenhum carisma.


A previsibilidade e a ausência de carisma não ocorrem em nenhum país democrático do mundo. Ahmadinejad que tanto se critica tem mais carisma entre os persas que Dilma Rousseff tem entre os brasileiros.


E assumir uma postura técnica contra o carisma como gostavam de fazer os aulicos do PSDB é ir contra a natureza do funcionamento do sistema democrático. É essa postura contra o carisma que levou a democracia européia a se afastar cada vez mais do povo, a não ser para incitar nela antigos ódios como fizeram os partidários de Angela Merkel na campanha para o parlamento europeu em que difundiam o slogan "Por Deus, contra a Turquia". Temor dos carismáticos que transformou a governança dos países europeus em mera cumpridora de normas: "não se pode gastar mais de 3% do que se arrecada", "não pode deixar a dívida pública ser superior a 100% do PIB", "não pode deixar a inflação ser superior a 3% ao ano". E não suficiente, agora fizeram uma espécie de greve branca da democracia, ou conforme eles disseram: suspenderam a democracia na Itália e na Grécia.


Clever Mendes de Oliveira


BH, 09/02/2012

 
 
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Ramalho

____________________________________________

 

Aquele, dentre Serra e Aécio, que passar o dedo sobre a linha acima que tracei xingou a mãe do outro.

 
 
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Wilsoleaks Alves

José Serra é o candidato dos sonhos do PT para 2014, posto ser muito fraco, qualquer bolinha de papel o derruba, todavia, isto não quer dizer que tudo o que ele diz está de todo errado, claro que não.

Por exemplo, nesse caso de dizer que Aécio Neves é um  balão meio murcho, Serra só erra pelo meio.

 
 
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Vânia

Bobagem, tudo amiguinho... EStão no mesmo balão ;P

 
 
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priscila maria presotto

Adorei Vania kkkkk

 
 
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Ivan Moraes

"Serra chama Aécio de "balão meio murcho"":

Aecio respondeu que nao eh -que de fato ele eh fusquinha rosa choque mas Serra eh os dois pneus furados.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Marco Antonio L.

 
 
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del39

também tô morrendo de rir! melhor impossível!

 
 
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DanielQuireza

Eu acho que os dois se merecem e o Brasil não merece nenhum dos dois.

De repente se o Serra começar a atacar forte o Aécio, inclusive soltando dossies, ele até escapa da CPI né, quem sabe.

 

@DanielQuireza

 
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André Paulistano

"... inclusive soltando dossies...."

tá tendo mais sucesso soltando gases!

 
 
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Valéria Borborema

Faço minhas as suas palavras. E acrescento mais. Deixemos os dois digladiarem-se. Bom para o Brasil. Deixemos que os dois se matem na política. Excelente para o Brasil.

 
 
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Fernando Antonio Moreira Marqu ...

 


Este Serra é o ladrão de casaca da privataria? Ao invés de se preocupar com a possibilidade de ir para a cadeia está armando estratégia para voltar ao poder? É confiar demais na banda podre do judiciário e nos eleitores sem noção de São Paulo.


Está na hora do legislativo colocar os pingos nos iiiiiis. Cadê a CPI?


 

 
 
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Augusto

Tanto Serra quanto Aécio são excelentes candidatos para recolocar o Brasil no rumo certo.

Eu confiou em ambos.

 

Sou pelo voto distrital puro e pelo fim do voto obrigatório! Aposte nesta idéia você também! O Brasil merece! Endireita, Brasil!

 
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Vânia

Desculpem, mas não resisto!

 
 
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Kid Prado

Oi Vânia


Com esta você respondeu com uma só palavra, digo, risada. Existem trollmentários que não merecerm respostas além desta que você colocou.

 

Kid Prado

 
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Fernando SP

Concordo integralmente! Serra, o mais preparado dos brasileiros, é o homem indicado para recolocar o Brasil nos trilhos do desenvolvimento com responsabilidade. Aécio, apesar de também fazer parte dos homens bons, ainda vai ter que se preparar melhor para alcançar o nível de sapiência de seu companheiro de partido. Realmente vai ser muito difícil para nós que queremos mudança escolher entre esses dois magníifcos representantes do povo. Quem sabe se até 2014 não se restabelece a união SP/MG com a criação do PSDB do B e assim teríamos a felicidade de termos os dois como candidatos à presidência? 

 
 
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AlvaroTadeu

Serra é o mais preparado para quê, cara-pálida? Primeiro, precisa defender-se do livro "Privataria Tucana". Depois, justificar porque deixou alguém como Gilberto Kassab para dirigir São Paulo. Em seguida, explicar o apagão de 2001, já que ele tinha sido Ministro do Planejamento. Por que ele planejou o apagão? Se não planejou, então a coisa é pior. E como Ministro da Saúde, demitiu os mata-mosquitos no Rio de Janeiro e o estado teve a maior epidemia de dengue de sua história, com 300 mortes por dengue hemorrágica. E não se esqueçam, a lei que permite que empresas privadas financiem campanhas eleitorais é da lavra de José Serra. Os empresários têm seus candidatos, mas as empresas?????

 
 
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fernando antonio

Ai ai...

estes caras que não entendem a sutileza da ironia...

Sugiro o sítio do magnífico Professor Hariovaldo.

 
 
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VLO

Acho que o colega acima esá sendo irônico e você não entendeu o que ele disse.

 
 
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Marcos C. Campos

Rumo certo ? Cê deve tá brincando ?!

 
 
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Euclides Rodrigues de Moraes

Meu Caro Augusto, Seu comentário é: O Máximo? Extraordinário? Fenomenal? Fabuloso? Maravilhoso? Não! É: Desnorteado! Perdido! Desorientado! Balão Murcho!

 
 
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Francisco Ernesto Guerra

Concordo com o Augusto. Obviamente, por razões diferentes do pensamento do cidadão.

Os candidatos ideais para enfrentar a Dilma no segundo mandato são os dois mesmos. Serra é um morto vivo, se conseguir não ser preso, na CPI da privataria,  já será uma vitória para ele e sua quadrilha. O outro, o senador carioca por MG, terá uma plataforma digna de candidato nanico: defesa da liberação do consumo de cocaina, isenção de multas para quem dirigir embriado, permissão para poderosos promoverem bacanais, uso particular do dinheiro público, revogação da lei Maria da Penha para políticos do PSDB/DEM/PPS e outros ítens programáticos do gênero.

Como fica claro, o Augusto tem total razão, estes dois são os melhores candidatados para enfrentarem a Dilma em 2.014.

 
 

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