Secretário de Articulação Social relata ação no Pinheirinho

Por Marco Antonio L.

No blog Vi o Mundo

Paulo Maldos: “Você volta e manda sua presidenta falar comigo”

depoimento parcial de Paulo Maldos, secretário nacional de Articulação Social, durante audiência pública na Câmara Municipal de São José dos Campos sobre a desocupação violenta do Pinheirinho

Transcrição publicada no blog Partido da Imprensa Golpista, sugerido pelo professor3f

Boa noite. Eu queria esclarecer que a minha presença naquela manhã se deu devido a um acordo da Presidência da República porque entendemos que haveria um tempo de 15 dias de estudar uma solução.

Como havia este tempo, a partir daquele final de semana iríamos trabalhar já a partir daquele momento. Trabalhavamos junto ao prefeito, ao governador. Eu fiquei incumbido de falar com a comunidade. Procurar as alternativas. Construir casas. Procurar terrenos. Solucionar. Eu vim numa missão de escuta. Tinha marcado nove da manhã, ainda por celular soube que havia um cerco na comunidade.

Não quis acreditar por conta do pacto. Eu não entendi como poderia estar cercado militarmente aquela comunidade. Eu cheguei e me deparei com uma situação bastante crítica. Um cerco militar com escudos escrito choque.

Eu quis acessar o comando. Me dirigi até o grupo de soldados, quando cheguei até uns oito metros. E fui advertido que parasse e vi armas em minha direção.

Dei a volta e fiquei a uns vinte metros de distância. E conversando com a população, de repente sem mais nem menos, eu senti um ferimento, eu recebi uma bala na perna esquerda. Procurei me esconder. Esta tropa veio atacando a população.

Eu fiquei por nove horas no bairro. Sofremos ondas de ataque. Haviam cercado o Pinheirinho. Pude perceber ataques cada vez mais prolongados. Jogando bombas. Notícias de senhoras sendo espancadas. Por volta de onze da manhã, tentei acessar o comando da operação.

Voltei fiquei falando com os jornalistas. Fomos chamados por um grupo de oficiais. Eu tentei ir junto, mas fui barrado. Apresentei meu cartão da Presidência da República. Com brasão. Secretaria Nacional. Ele leu e falou que eu não entrava. Ele falou você : você volta e manda sua presidenta falar comigo (murmuros).

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56 comentários
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Assis Ribeiro

Isso não é um relato. É uma denúncia. E gravíssima.

 

Assis Ribeiro

 
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João Maria Fernandes de Sousa

Concordo, Dilma deveria era mandar, com a autoridade lhe demos ao elegê-la, mandar a máquina federal averiguar todo esse episódio, que não fique sendo pautada e informada pelo Datena.  A PF e ABIN, por ex., poderiam esmiuçar, tin-tin por tin-tin, a tal papelada em que se baseou a tal juíza Mathey Loureiro pra dar direito de posse, do terreno ao inclito e probo Naji Nahas e depois o uso (com uso de luvas e sem identificação) da Guarda Pretoriana de Alckmin para garantir esse direito; a CEF poderia desde já iniciar os trâmites para permitir que todas as familias expulsas violentamente de suas casas possam ter uma moradia digna.

Dona Dilma Vana Roussef: a senhora mudou o lema, que antes era "Brasil um País de Todos" para "País Rico é País Sem Miséria", torço pra que tenha pensado muito antes dessa mudança, Pinheirinho e Cracolândia são ótimas oportunidades para provar que não tá de brincadeira, São Paulo e também Brasil, não foi ainda separado do nosso Solo Irmão Gentil.

 
 
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Klaus

Concordo. Só tem alguns poréns. O governo federal não pode sair intervindo em decisões municipais e estaduais. Fica numa situação delicada dentro de uma democracia. A PF e a ABIN possuem suas competências institucionais e muitas vezes, mesmo que queiramos, não podem agir em determinadas esferas. Aqui no DF tivemos um governador preso, Arruda-DEM, e clamamos por uma intervenção federal a qual foi barrada pelo STF (sempre ele). Toda articulação instucional entre os entes federativos é cheia de burocracias e entraves. 

 
 
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Eduardo Ramos

Klaus, as pessoas parecem não entender isso. Dilma não é imperatriz, é presidente, e tem limites legais de atuação. A responsabilidade do ocrrido é do governo municipal, do governo estadual e da juíza, que encerrou o diálogo e a conciliação com a ordem legal extrema de ação imediata!

 
 
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Silvio Silva

É, ela não é imperatriz. Mas tem peso político, credibilidade, popularidade e acreditem, também tem boca. O silêncio somado às carícias dadas aos meliantes me soaram como conivência. Ainda mais depois do relato acima descrito. A cada dia que passa eu me identifico menos com esse governo. Lamentável.

 
 
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Erly Ricci

O caso do Pinheirinho é muito mais grave do que parece e o desrespeito institucional demonstrado desde a intervenção da USP beira o ápice do absurdo. 

O estado de direito é aquele em que vigora o chamado "império da lei". Este termo engloba alguns significados: primeiro que, neste tipo de estado, as leis são criadas pelo próprio Estado, através de seus representantes politicamente constituídos; o segundo aspecto é que, uma vez que o Estado criou as leis e estas passam a ser eficazes (isto é, aplicáveis), o próprio Estado fica adstrito ao cumprimento das regras e dos limites por ele mesmo impostos; o terceiro aspecto, que se liga diretamente ao segundo, é a característica de que, no estado de direito, o poder estatal é limitado pela lei, não sendo absoluto, e o controle desta limitação se dá através do acesso de todos ao Poder Judiciário, que deve possuir autoridade e autonomia para garantir que as leis existentes cumpram o seu papel de impor regras e limites ao exercício do poder estatal.

Outro aspecto do termo "de direito" refere-se a que tipo de direito exercerá o papel de limitar o exercício do poder estatal. No estado democrático de direito, apenas o direito positivo (isto é, aquele que foi codificado e aprovado pelos órgãos estatais competentes, como o Poder Legislativo) poderá limitar a ação estatal, e somente ele poderá ser invocado nos tribunais para garantir o chamado "império da lei". Todas as outras fontes de direito, como o Direito Canônico ou o Direito natural, ficam excluídas, a não ser que o direito positivo lhes atribua esta eficácia, e apenas nos limites estabelecidos pelo último.

Nesse contexto, destaca-se o papel exercido pela Constituição. Nela delineiam-se os limites e as regras para o exercício do poder estatal (onde se inscrevem as chamadas "garantias fundamentais"), e, a partir dela, e sempre tendo-a como baliza, redige-se o restante do chamado "ordenamento jurídico", isto é, o conjunto de leis que regem uma sociedade. O estado democrático de direitonão pode prescindir da existência de uma Constituição. 


Nos episódios ocorridos de forma violenta por parte do Estado de São Paulo, Prefeitura de São Paulo e Prefeitura de São José dos Campos, a Constituição foi desrespeitada integralmente, com vários abusos de autoridades policiais, municipais e estaduais, inclisive sem a permissão de observadores e sem uma transparência mínima, configurando uma tirania real pelas ameaças efetivas às liberdades individuais e colectivas.

O governo do PSDB no estado e nos municípios paulistas caracterizam-se pelo excessivo autoritarismo: 

  • Exclusividade do exercício do poder.
  • Arbitrariedades.
  • Enfraquecimento dos vínculos jurídicos do poder político.
  • Restrição substancial das liberdades públicas e individuais.
  • Impulsividade nas decisões.
  • Agressividade à oposição.
  • Controle do pensamento.
  • Censura às opiniões.
  • Cerceamento das liberdades individuais.
  • Cerceamento das liberdades de movimentação.
  • Emprego de métodos ditatoriais e compulsórios de controle político e social.

 Esse autoritarismo explícito, no qual o poder econômico se sobrepõe aos direitos individuais e coletivos, é um verdedeiro câncer na democracia brasileira. E já demonstra sinais de metástase.

A analogia cabe perfeitamente: Metástase (do grego metástatis = mudanças de lugar, transferência) é a formação de uma nova lesão tumoral a partir de outra, mas sem continuidade entre as duas. Isto implica que as células neoplásicas se desprendem do tumor primário, caminhando através do interstício - ganham assim uma via de disseminação - sendo levadas para um local distante onde formam uma nova colônia neoplásica.

Em cada um destes passos, as células malignas têm de superar os sistemas de controle do organismo que mantêm as células nos seus sítios primitivos. Quando as células cancerosas se disseminam pela corrente sanguínea e formam colônias em outros locais, as colônias são chamadas metástases. Esta condição agrava muito a situação da doença e dificulta o processo de cura. 

 

"pelos caminhos que ando um dia vai ser, só não sei quando" - Paulo Leminski

 
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Cláudia Stefani

"...que não fique sendo pautada e informada pelo Datena."


E muito menos pautada pelo fogo "muy" amigo que parece que quer mais é que tudo acabe em uma guerra civil. 

 
 
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João Maria Fernandes de Sousa

Claudia, não faço parte do fogo "muy amigo", não sou parte do governo federal, não desejo a guerra civil, não desejo uma revolução armada; trata-se, o episódio, de um desrespeito total e violento a um dos direitos básicos de todos os cidadão brasileiros garantidos na nossa Carta Mágna: no mínimo um lugar descente para se abrigar do frio da noite. como cidadão e eleitor de Dilma meu comentário vai no sentido de ela e o Governo Federal também se fazerem ouvidos na questão, ou será que só a ROTA e a juíza bonitinha têm razão nesse desfecho?

São Paulo, repito, ainda faz parte da República Federativa do Brasil, portanto é um estado que deve obidiência à nossa Contituição Federal.

Tentativas de focos guerrilheiros foram trucidados nos anos 60/70... guerra civil num pais do tamanho do Brasil é impensável minha cara, se bem que o comportamento do PSDB e de seus defensores na mídia (que escondem descaradamente o episódio Pinheirinho) nos faz desconfiar que o tal ranço separatista que norteia uma parte do Sudeste e do Sul Maravilha parece estar em pleno curso.

 
 
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Sergio Saraiva

Muito provavelmente o secretário não sabe o nome do oficial porque ele não estava identificado.

O uniforme dos policiais militares traz sobre o bolso um velcro onde o policial deveria manter visível sua identificação.

Quase nenhum policial usa, isso constitui infração ao regulamento, mas o comando não cobra. É nessas coisas que começa-se a perder o comando da tropa e ser leniente com o uso da violência.

Policial que se recusa a se identificar ou está se cagando de medo ou está mal intencionado.

 
 
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Marvin

 

Policial que se recusa a se identificar é bandido.

 

"Don't forget your history Know your destiny" - Bob Marley

 
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Maria Luisa

Paulo Maldos, Secretario de Articulação Social, foi tratado igual a um morador do Pinheirinho: como cachorro. Mas o Governo Federal, achei desde o inicio, não agiu como se deveria nesse caso. Deu no que deu, inclusive, sendo totalmente desrespeitado pela prefeitura de S. José dos Campos e pela Policia de SP.  

 
 
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Bruno Aguiar Santos

Temo pelo futuro de São Paulo e do Brasil, muitas semelhanças com 1933.

 
 
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Mauricio Santaliestra

O mais impressionante até agora é resposta eficaz do governo federal ao caso. Logo após ao lamentável evento Dilma fica de papo pro ar com o governador, com FHC, e nem se quer faz um pronunciamento oficial sobre o caso. Nem ela, nem ministro, nem secretário...

É esse o governo popular que temos?

Será em nome da governabilidade, visando um possível governo estadual paz-e-amor com a elite?

 
 
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NARCISO PATRIOTA FERNANDES BARBOSA

Isso mostra a forma como essas pessoas fazem as coisas, com truculência e sem respeito a ninguém.

Eu me solidarizo com o Secretário, mas parece que a ordem era realizar a ação de guerra a qualquer custo. POPULAÇÃO DE SÃO PAULO FIQUEM DE OLHO, TEM ELEIÇÃO ESSE ANO. COMO FOI COM PINHEIRINHO PODE SER COM QUALQUER COMINIDADE. ESSE É O MODO TUCANO DE GOVERNAR.

 
 
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aleXandre

 A Ação do pinheirinho foi motivada por grana, acima de tudo. mas uma motivação secundária importante foi essa; ultrajar o governo federal e , se possível, provocar um confronto qualquer pra mídia podre poder explorar a tecla do "Governo petista autoritário, stalinista. o despacho do juiz Rodrigo Capez expçoe esse intenso desejo de forma explícita. O Demente prev~e, no seu delìrio, um confronto com a PF.textualmente. 

 Há relatos de que um carro da PF foi alvo de bombas no pátio da igreja. carece de confirmação.

  .

  

 
 
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aleXandre

 Erramos. Não foi o Capez mas o Ivan Sartori.

 
 
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Francisco Ernesto Guerra

Sendo verdadeiro o relato, considero o fato de estrema gravidade e as palavras do policial uma ameaça real à integridade física da presidente. Como se o oficial tivesse falado: manda ela vir aqui que vai levar bala.

Espero que o governo federal não deixe este episódio passar em branco, sob pena de desmoralização da presidente e o consequente do aumento da escalada fascista em São Paulo.

 
 
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antonio francisco

Vai ficar sem resposta alguma. Sim. Se bobear, o secretário vai virar já, já, ex-secretário.

 
 
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Cassio Tonsig

as "otoridades" ("estadistas", Juizes, PMs... etc) de São Paulo, bem como seu lumpesinato, parecem não reconhecer o Governo Federal.

Será que caberia uma intervensão? Se a moda pega...

 
 
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MarFig

Então a Dilma não é a Presidenta dele. Seria então quem, a Soninha Francice?

 
 
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Eva

Serra é o presidente (eles não obedecem mulher, esqueceu?), Fracine é a primeira dama!

 

“O que me amedronta, não é o grito dos maus, mas o silêncio dos justos” Martin Luther King

 
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Luiz Lima

Sem ofensa às damas...

 
 
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Eva

ops! verdade, desculpa!

 

“O que me amedronta, não é o grito dos maus, mas o silêncio dos justos” Martin Luther King

 
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MarFig

<p>Então a Dilma não é a Presidenta dele. Seria então quem, a Soninha Francine?</p>

 
 
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Maria Rita

Ontem, depois que assisti o discurso do senador Suplici na assembléia de SJC, mandei um comentário para o blog da cidadania. Ao ler essa matéria hoje fiquei mais apreensiva com essas manobras agressivas vindas de"autoridades oficiais" de São Paulo.  Por isso, repito aqui minhas preocupações já relatadas no outro blog.

Vi a pouco no site Linha Direta a fala do Suplici e de um político de SJC. Peguei pouca coisa, mas juntando um pouco daqui, um pouco dali, comecei a desconfiar que há algo muito mais grave na postura dos políticos do PSDB, dos juízes e do conjunto de forças que servem à secretaria de Segurança de SP, além da mídia. Por exemplo, o político (acho que era vereador) de SJC relatou que havia em SP ordens superiores para atacar qualquer representante da Polícia Federal que tentasse intervir na ação.Como é que pode isso? Outro dia, em um dos blogues independentes, ao responder a um ataque à presidenta Dilma que não teria (ainda) se manifestado em relação à expulsão dos moradores de Pinheirinho, um cidadão chamou atenção para o que ele julgava ser a principal questão. Era uma manobra provocativa para impor uma reação no âmbito federal contra SP. Que se houvesse, seria usado como demonstração de autoritarismo, não defesa dos princípios constitucionais e de justiça. A ação paulista na  cracolândia foi vista por muitos críticos como antecipação à política federal de saúde que prevê tratamento para os viciados no crak, ou seja, mera disputa eleitoreira.  Quando ouvi o discurso do Suplici, fiquei impressionada com a má-fé dos responsáveis pela operação em SJC, mentiram, desconversaram e agiram como nos filmes americanos da Ku -klux-Klan. Agiram quase na calada da noite, durante uns quatro dias, e chegaram quando as pessoas dormiam. Agora soube que foi decidido em Porto Alegre, os movimentos sociais irão a São José dos Campos para um ato contra a barbarie. Acho super importante não nos intimidar nesse momento, mas acho que está em andamento movimento muito estranho (golpista) idealizado nas sombras, tal como a ação do Pinheirinho, Vem de São Paulo. Durante mais de 8 anos, ouvimos acusações contra Lula, agora contra Dilma, não temos ainda uma lei regulatória dos meios de comunicação. Provocações, só provocações, sem provas e sem argumentos que as justifiquem. Agora, estranhamente, falam uma coisa em público, mas agem de outra forma. Agem acintosamente. Por que será?

 
 
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Cafezá

Concordo inteiramente. Há, sem dúvida, um plano sórdido urdido no subterrâneo da direitona. O objetivo é provocar reação do governo federal e assim justificar a entrada de um forte ataque do PIG e dos aliados do Poder J. No meu ponto de vista, não importa o que aconteça, temos de ficar ao lado de Dilma, apoiando-a em tudo. É preciso confiar. Entre as centenas de manifestações sobre a tragédia do Pinheirinho, algumas me pareceram muito estranhas, principalmente aquelas que tentam envolver o governo federal como co-participante ativo do episódio.

"Andá com fé eu vou, que a fé não costuma faiá." (Gil)

 
 
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Francisco Ernesto Guerra

Cafezá,

O panorama é preocupante. Algo está acontecendo sob nossas barbas e não estamos conseguindo identificar o que seja.

Sobre Alckimim há podemos supor, inclusive, que ele perdeu o controle da situação, ou seja ele não está governado mais. No episódio da cracolândia ficou evidente que ele foi surpreendido pela ação da PM.

 
 
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Vânia

Maria Rita e Cafezá, 

faço minhas as suas palavras! E que os eleitores da Dilma e as pessoas politicamente orientadas para a esquerda não caiam nessa armadilha. 

 
 
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Almir Wagner

RFSP - República Federativa de São Paulo. Caminhamos para a criação de um novo país. Mas um ou dois mandatos do PSDB em SP e este estado vai querer se desmembrar. Os fatos ocorridos em Pinheirinho são dignos de uma ditatura. São inaceitáveis sob o ponto de vista da democracia. Entendo que a presidenta não queira politizar o caso. E qualquer palavra ou interferência sua será vista como oportunismo político. Mas alguém precisa fazer alguma coisa. Desembargador, irmão de deputado, amigo do prefeito que recebeu dinheiro a rodo de construtoras para sua campanha. O caso é de extrema gravidade. Não pode passar em branco.

 
 
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armando botelho

A situação de Pinheirinho é típica do uso político do povo por pessoas que apostavam no confronta para ter ganho , e a pobre da comunidade comprou a ideia e embarcou na irresponsabilidade , e foram manipulado chegando mesmo a se preparar com barricadas , e foram queimados mais de 10 carros , fato pouco comentado  pelos  amantes do quanto pior melhor , mas a polícia agiu com segurança e na magnitude da ação envolvendo mais de tres mil pessoas , não tivemos perdas fatais ou feridos graves.          Agora o PT como partido que comanda o país   não poderia jamais apostar num confronto com qualquer estado da federaçao,pelo fato de querer ganhara as eleições dos tucanos em SP.  Temos que ser civilizado e dialogar em alto nível , jamais em querer confrontar colocando em risco a integridade física das pessoas simples que querem apenas ter seu lar e um trabalho digno...

 
 

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