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São Desidério, na Bahia, tem maior renda agrícola do paísEnviado por luisnassif, sex, 28/10/2011 - 08:22
Por Assis Ribeiro
Do Bahia 247 Bahia tem cidade com a maior renda agrícola do país
27 do 10 de 2011 às 10:59 A Bahia desponta no cenário agrícola com a cidade que obteve a maior receita no ano passado. São Desidério, no oeste baiano, obteve R$ 1,1 bilhão de receita no ano passado, de um total de R$ 154 bilhões obtidos no país todo. As informações são do jornal Folha de São Paulo. O algodão colocou a Bahia em definitivo no cenário nacional da produção agrícola. O Estado passa a ter o principal município brasileiro em receitas no país, desbancando a tradicional posição de Mato Grosso. Este perde, também, a segunda colocação nacional, que passou para um município de Goiás. Os dados são do IBGE e fazem parte da pesquisa PAM (Produção Agrícola Municipal) e se referem à safra do ano passado. Em 2009, a liderança era de Sorriso (MT). São Desidério ganhou a primeira posição porque é o maior produtor de algodão do país, sendo responsável por 16% de toda a produção brasileira do produto e por 47% do que é colhido na Bahia. Como o algodão atingiu preços recordes nos mercados externo e interno, as receitas dos produtores da região aumentaram. O município está bem posicionado, ainda, na produção de milho, detendo a sexta posição nacional. Produz também soja (10ª posição) e feijão (20ª).
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Comentários + votados
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Homero Pavan Filho
28/10/2011 - 08:56
FAEP analisa o Paraná na produção agrícola e pecuária municipal 2010 do IBGE
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, divulgou nesta quarta-feira (26), em Curitiba –...
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Paulo Cezar
28/10/2011 - 09:44
O que me preocupa não é o montante da renda.
É a distribuição dessa renda.
Num sistema de agronegócio latifundiário e exportador, essa renda é altamente concentrada.
É necessário beneficiar estes...
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R.Sanchez
28/10/2011 - 09:51
Alguém sabe qual a distribuição de renda em São Desidério? Quem foi beneficiado por essa riqueza?
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Futuro Estado do São Francisco, toda essa banda transfranciscana. Já que é impensável na cultura brasileira atual retomar-se o nome de (Sertão) Urubu de Cima. E já que esta região, de fato, nunca se identificou com a Bahia. Muito menos até que Ilhéus que começou como capitania independente. É questão de tempo. Já foi Ilhéus, já foi Sergipe, já foi Pernambuco e acabou ficando com a Bahia; mas sempre teve um quê de diferente.
@JoseAlmeida. ai josé, quando fali, vem chorar miséria com a capital e exportar os pobres para Salvador como Ilhéus fez. Parece até que um Estado com atividade economica principal chamada latifúndio vai ser um Estado livre. Tenho pena dos moradores dessa região. Aliás, me explica como que uma região com renda tão invejável para o resto do Estado da Bahia exporta tanta gente para Minas, Goiás, Salvador etc? como pode uma região tão proeminente ter tanto miserável?
Até aceito a separação, mas o Estado tem que receber de volta os pobres que sairam de lá para tentar a vida em cidades do Estado da Bahia. Ai quero ver a verdadeira intensão da independencia. Nada contra os pobres, visto que tenho parentes que vinheram de Barreiras, mas tudo contra governo para ricos.
Eu quero ideias para juntos acabarmos com os 2, 500,000 milhões de miseráveis que vivem na Bahia. Isso ninguém dá.
FAEP analisa o Paraná na produção agrícola e pecuária municipal 2010 do IBGE
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, divulgou nesta quarta-feira (26), em Curitiba – Paraná, dados referentes à Produção Agrícola Municipal – PAM e Produção Pecuária Municipal – PPM para 2010.
As culturas de soja, cana-de-açúcar e milho respondem por 52,5% do valor da produção nacional (R$ 80,8 bilhões). O Departamento Técnico e Econômico da FAEP analisou os principais números do Paraná.
Produção Agrícola Municipal – PAM 2010
O valor da produção agrícola brasileira foi de R$ 154,0 bilhões em 2010, crescimento de 8,9% em relação a 2009. Esse crescimento aconteceu, na maior parte, pela valorização dos produtos agrícolas no mercado externo (soja, milho, trigo, açúcar e café entre outros). Já a área plantada ficou estável em 65 milhões de hectares, sinalizando que a produção brasileira cresce através da absorção e emprego de tecnologia de ponta. As culturas de soja, cana-de-açúcar e milho respondem por 52,5% do valor da produção nacional (R$ 80,8 bilhões).
Paraná
Os números divulgados confirmam mais uma vez a importância e o destaque do Paraná no contexto da agropecuária nacional. É o principal produtor de milho, trigo e feijão, segundo produtor de soja e terceiro produtor de cana-de-açúcar. Em 2010, o Paraná ficou em segundo lugar no Valor Bruto da Produção, com uma participação de 12,9 (R$ 19,8 bilhões), atrás de São Paulo que mantém o primeiro lugar, participando com 18,2% (R$ 28,0 bilhões).
Milho
No caso do milho, o elevado custo de produção e os baixos preços praticados à época do plantio da safra de verão, desestimularam o produtor paranaense. Com isso, houve redução na área plantada com migração para a cultura da soja. Em 2010, a combinação de tecnologia e clima favorável resultou na produção de 13,5 milhões de toneladas e produtividade média de 6.011 kg por hectare.
Soja
No Paraná, a produção de soja cresceu 49,8% sobre 2009, recuperando-se da seca, que resultou em redução da produção e da produtividade. A produção paranaense do grão somou 14,0 milhões de toneladas e produtividade média de 3.146 kg/hectare, a mais alta do Brasil.
Trigo
Quanto ao trigo, a produção paranaense de trigo foi de 3,4 milhões de toneladas e produtividade média de 2.829 kg/hectare. Os cinco maiores produtores brasileiros do cereal são, em ordem de importância: Tibagi, Castro, Corbélia, Londrina e Toledo.
Feijão
O Paraná manteve-se como principal produtor de feijão, com uma participação de 25,1% no total nacional. A produção obtida em 2010 foi de 792 mil toneladas, um crescimento de 0,6% sobre a safra de 2009. Esse acréscimo reflete o desempenho registrado na 1ª safra, mesmo com as perdas devido ao excesso de chuvas em dezembro e janeiro. Já na 2ª safra, apesar das lavouras não tenham sido afetadas por problemas climáticos, houve retração no plantio por conta dos preços desfavoráveis.
Cana-de-açúcar
Apesar de apontar um crescimento de 30 mil hectares na área colhida, a produção paranaense caiu em mais de 5 milhões de toneladas. A produtividade dos canaviais que em 2009 foi a mais alta do Brasil com 90.147 kg/hectare, caiu para 77.269 kg por hectare. Entre os municípios produtores, os mais afetados foram Cruzeiro do Oeste e Ivaté, com 25,7% e 22,9%, respectivamente, na quantidade produzida.
Isso reflete a situação de dificuldades financeiras e climáticas que afetaram os produtores e suas lavouras, dificultando a renovação dos canaviais e investimento maior em tratos culturais. Além disso, a introdução da colheita mecânica nas áreas implantadas para corte manual reduz inicialmente o rendimento da lavoura, já que o terreno não foi adaptado para o corte com máquinas. Este problema vai diminuindo à medida que os canaviais vão sendo renovados e as áreas preparadas tecnicamente para a entrada das máquinas.
Produção Pecuária Municipal 2010
Frangos
O total de frangos de corte levantado pela PPM 2010 foi de 1,028 bilhão de unidades, mostrando estabilidade em relação ao ano de 2009. Uma das constatações mais interessantes é que todas as regiões, menos na Sul, apresentaram decréscimo no alojamento destes animais. A queda mais significativa foi registrada no Centro-Oeste do País (-5,4%).
O maior efetivo destes animais encontrava-se na Região Sul do País (51,3%), seguido de longe pela Região Sudeste (27,2%). Dos 20 municípios com maiores alojamentos de frango, 6 são paranaenses: Piraí do Sul, Cianorte, Toledo, Dois Vizinhos, Palotina e Cascavel. O município Toledo se destaca, pois não fazia parte da lista em 2009.
A produção avícola do Paraná mostra toda aptidão do nosso estado para essa atividade. O Paraná tem tudo para se manter na ponta da produção e exportação. Os avanços na sanidade e na tecnologia são inegáveis, e as indústrias investem pesado pra que o estado avance na produção.
Suínos
O rebanho suíno fechou 2010 com 38,957 milhões de cabeças, aumento de 2,4% com relação a 2009. Aumentos significativos do rebanho foram constatados nas Regiões Centro-Oeste e Sudeste, 7,6% e 6,6%, respectivamente. A Região Sul manteve a estabilidade.
O Estado de Santa Catarina teve queda de 2,1% no efetivo de suínos, enquanto Minas Gerais, outro importante estado no alojamento de suínos, registrou crescimento de 8,2% no comparativo com o ano de 2009. Os Municípios de Uberlândia (MG), Rio Verde (GO), Toledo (PR), Concórdia e Seara (ambos em Santa Catarina) apresentavam as maiores participações municipais.
As mesmas posições ocupadas em 2009 foram mantidas, à exceção da troca de posições entre os Municípios de Concórdia e Seara (SC). O Paraná aloja 10,8% das matrizes, ficando atrás de Santa Catarina (15,9%), Rio Grande do Sul (11,5%) e Minas Gerais (10,9%). A Região Sul concentrou isoladamente 38,3% do efetivo nacional de porcas criadeiras, mas o principal município produtor continua sendo Uberlândia (MG).
O estado com o maior rebanho suíno é Santa Catarina (20,6%), seguido pelos Estados do Rio Grande do Sul (15,2%), Paraná (13,4%) e Minas Gerais (13,2%). O Paraná tem dois municípios entre os 20 maiores rebanhos, Toledo e Arapoti, com 490.780 e 185.624 animais, respectivamente. O rebanho paranaense permaneceu praticamente o mesmo, passou de 5.105.005 para 5.096.224.
A suinocultura passou por problemas financeiros severos, isso abalou os ânimos dos produtores paraenses e freou os investimentos. O principal vilão foi o milho com seus preços recordes. O impacto nos custos de produção foi enorme e colocou a atividade em uma situação extremamente complicada.
Bovinos
O efetivo de bovinos em 2010 teve aumento de 2,1% em relação a 2009, totalizando 209,541 milhões de cabeças. Os aumentos foram registrados nas Regiões Norte (4,1%), Centro-Oeste (2,7%), Nordeste (1,7%) e Sudeste (0,6%). No Sul do País, o rebanho teve uma queda (-0,1%). Em 2010, o abate de matrizes foi relativamente menor que o dos últimos oito anos e representou 30% do total de bovinos abatidos, segundo os dados da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, também do IBGE, referentes ao quarto trimestre daquele ano, indicando retenção de matrizes pelos pecuaristas para recomposição do rebanho.
O rebanho bovino se distribuiu, de forma mais concentrada, em 2010 da seguinte forma: 34,6% no Centro-Oeste, 20,1% no Norte, 18,3% no Sudeste, 13,7%no Nordeste e 13,3% no Sul do País. Os maiores efetivos de bovinos do Brasil encontravam-se no Estado de Mato Grosso, seguido pelos Estados de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Na Região Sul, o Paraná foi responsável pela queda da variação em 2010, sendo o único estado da região a apresentar decréscimo do rebanho. O número de animais passou de 9.562.113, para 9.411.380.
No Paraná a diminuição do rebanho mostra uma tendência que merece atenção. A substituição da pecuária por outras atividades é uma realidade. A pecuária precisa ser revista e reavaliada. O potencial da atividade é bom, principalmente se o foco for à produção de carne de qualidade.
Leite
Os dados da atividade leiteira mostram que o Brasil produziu 30,7 bilhões de litros de leite em 2010, crescimento de 5,8% em relação a 2009.
O Paraná manteve-se em 3º lugar no ranking de produção nacional. Com 3,596 bilhões de litros produzidos , perdendo apenas para Minas Gerais, (8,4 milhões de litros) e Rio Grande do Sul (3,634milhões de litros). A diferença entre o 2º e o 3º colocados, Rio Grande do Sul e Paraná, é de apenas 1,1%.
A maioria dos estados manteve sua colocação inalterada no ranking em relação a 2009, a exceção do Rio Grande do Norte, classificado em 18º lugar ,que passou à frente das produções de Alagoas e Tocantins, além do Acre, 23º do ranking, que passou à frente do Amazonas.
A região sudeste do Brasil continua disparada em 1º lugar, com produção de 10,92 bilhões de litros de leite, registrando crescimento de 4,8% em relação ao ano anterior. Este crescimento é sustentado quase exclusivamente pelo aumento da produção em Minas Gerais (+ 5,7% em relação a 2009), já que os outros estados da região cresceram menos: São Paulo registrou aumento de produção de 1,4% ,Rio de Janeiro de 1,2% e Espírito Santo 3,7%
A região sul mostrou o crescimento mais acentuado entre todas, passando de 8,96 bilhões de litros em 2009 para 9,61 bilhões, aumento de 7,3%.Os 3 estados da região apresentaram o seguinte crescimento: Paraná 7,7%; Rio Grande do Sul 6,9%; Santa Catarina 7,4%, superiores ao crescimento nacional que foi de 5,8%.
Entre os municípios paranaenses, Castro continua sendo o destaque, maior produtor nacional e paranaense. No quadro abaixo os 10 municípios maiores produtores de leite do Paraná em 2009 e 2010.
Obra de gaúchos, que o artigo não informa.
Schweinjäger
Tudo é lindo no Brasil, os gauchos vão pra Bahia ajudar os baianos na agricultura, e o petróleo Baiano vai pro Rio grande do Sul ajudar os gauchos!.Olha que coisa mais linda e cheia de graça!.
mas foram mesmo os gauchos que tornam aquele região da Bahia como um eficiente produtor agricola, e tem mais, foi com os estudos da EMBRAPA ainda na epoca do regime militar que tornou o cerrado numa região produtora e levou o desenvolvimento para o interior do pais!
"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." Max Frich
Por este raciocínio podemos concluir que tudo no Brasil foi obra de portugueses.
Tenha dó.
O que me preocupa não é o montante da renda.
É a distribuição dessa renda.
Num sistema de agronegócio latifundiário e exportador, essa renda é altamente concentrada.
É necessário beneficiar estes produtos no país antes de exportá-los, gerando emprego e renda para mais pessoas.
Alguém sabe qual a distribuição de renda em São Desidério? Quem foi beneficiado por essa riqueza?
Procura, preguiçoso...rs
Provalvelmente o bolo será bem distribuido entre, no máximo, 3 agro-negociantes.
Orlando
Sou nascido e criado em São Desidério, além de morar. Posso afirmar que, quase nada do produto arrecadado fica aqui. O comércio não desenvolve com todo esse potencial agrícola, não temos indústrias ou sequer comércio no setor que se destaque na sede do município. A cidade é governada por um só família ha quase duas décadas, que sugam os recursos arrecados, transformando-os em bens próprios, como inúmeras fazendas, empresas e mansões. Grande parte da população é analfabeta e carente, o que facilita a compra de votos e a servidão. No município não há nenhuma Faculdade, pior ainda, mal tem um colégio de Ensino Médio que funciona aos troncos e barrancos. Temos somente um hospital e reze pra encontrar médico quando precisar.
É por isso que afirmo, o município cresce apenas em números. Se realmente fosse destinada a quem de direito o produto arrecadado, realmente seriamos os primeiros.
Sou nascido e criado em São Desidério, além de morar. Posso afirmar que, quase nada do produto arrecadado fica aqui. O comércio não desenvolve com todo esse potencial agrícola, não temos indústrias ou sequer comércio no setor que se destaque na sede do município. A cidade é governada por um só família ha quase duas décadas, que sugam os recursos arrecados, transformando-os em bens próprios, como inúmeras fazendas, empresas e mansões. Grande parte da população é analfabeta e carente, o que facilita a compra de votos e a servidão. No município não há nenhuma Faculdade, pior ainda, mal tem um colégio de Ensino Médio que funciona aos troncos e barrancos. Temos somente um hospital e reze pra encontrar médico quando precisar.
É por isso que afirmo, o município cresce apenas em números. Se realmente fosse destinada a quem de direito o produto arrecadado, realmente seriamos os primeiros. essa foi a melhor se os politicos se preocupasse com a população talves são desidério seria uma outra cidade tomara que roda velha seja sempre distrito porque se não a mamadeira de muitos corrupto vão secar a neguinho vai ter que ralar assim como tenho que ralar por ser onesto
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