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Repensando redes estratégicasEnviado por luisnassif, sab, 17/09/2011 - 09:45
Autor:
Eduardo Rocha RESUMO A disputa política com a área de estudos organizacionais (EO) pela liderança em pesquisa e ensino em administração iniciada nos anos 1960 nos Estados Unidos e a proliferação de escolas de pensamento nos anos 1980 resultaram em questionamentos acerca da relevância da área de estratégia. A globalização neoliberal e seus discursos impulsionaram a construção da relevância da área por meio de crescente especialização e internacionalização; mas questões de poder e política continuam sendo desprezadas pela literatura dominante. Este quadro ajuda a explicar o subdesenvolvimento de pesquisa em redes estratégicas, o problema de relevância das escolas de negócios no mundo anglo-americano, e a resistência de pesquisadores no Brasil e outros países à literatura dominante. A análise mostra que pesquisas em redes estratégicas em economias emergentes devem contemplar questões de poder e política, em perspectiva crítica que desafia assimetrias acentuadas pelo avanço do neoliberalismo, para produzir conhecimento relevante para estrategistas de empresas e do governo e para a sociedade. No Brasil pesquisadores das áreas de estratégia e de EO devem valorizar e reforçar a proximidade entre essas áreas e promover desenvolvimentos interdisciplinares com áreas como geografia, sociologia global e relações internacionais, e em especial com a literatura de redes baseada em economia política internacional. Palavras-chave: redes estratégicas; economias emergentes; gestão estratégica; realismo crítico; análise histórica.
Formato Documento Eletrônico (ABNT) FARIA, Alexandre. Repensando redes estratégicas. Rev. adm. contemp., Curitiba, v. 15, n. 1, fev. 2011 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552011000100006&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 16 set. 2011. http://dx.doi.org/10.1590/S1415-65552011000100006.
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Siga o dinheiro, siga o poder.
Este mundo interligado, onde o todo é muito mais que a soma das partes implica em uma complexidade exasperante para a maioria dos mortais, mas.... nem todos.
A Geometric Approach to Complexity
Nihat Ay
1;2
, Eckehard Olbrich
1
, Nils Bertschinger
1
, Jurgen Jost
1;2
fnay, bertschi, jost, olbrichg@mis.mpg.de
1Max Planck Institute for Mathematics in the Sciences
Inselstrasse 22, 04103 Leipzig, Germany
2
Santa Fe Institute
1399 Hyde Park Road, Santa Fe, New Mexico 87501, USA
Abstract: We develop a geometric approach to complexity based on the principle that complexity
requires interactions at dierent scales of description. Complex systems are more than the sum
of their parts of any size, and not just more than the sum of their elements. Using information
geometry, we therefore analyze the decomposition of a system in terms of an interaction hierarchy.
In mathematical terms, we present a theory of complexity measures for nite random elds using
the geometric framework of hierarchies of exponential families. Within our framework, previously
proposed complexity measures nd their natural place and gain a new interpretation.
Keywords: complexity, information geometry, hierarchical model, predictive information, excess
entropy
Lead paragraph: Various complexity measures for composite systems have been pro-
posed. Each of them has its own conceptual and theoretical justication. It is desirable
to have a framework for the systematic comparison of such complexity measures that
can provide a unied view with corresponding analytical results. Some results within
this line of research are known, for examples in the context of statistical complexity
and excess entropy. We develop a geometric approach to complexity which allows us
to extend this line of research. We believe that this approach is very natural and rich,
and we demonstrate its utility in this regard by deriving analytical results related to
the complexity measure proposed by Tononi, Sporns, and Edelman, and also to ex-
cess entropy. Both complexity measures are well-known and turned out to be natural
and useful. Therefore, the possibility of discussing them from a unied perspective in
terms of our formalism appears very promising and is subject of our ongoing research.
1. Introduction
The most famous quote about complex systems is attributed to Aristotle and says `The whole is
more than the sum of its parts'.
1
Complex systems are systems where the collective behavior of
their parts entails emergence of properties that can hardly, if not at all, be inferred from properties
of the parts. In this article we draw a geometric picture that allows us to approach a formalization
of this concept. Building on previous work [2, 8, 4, 28], we propose information geometry [1] as one
instance of this approach.
http://www.santafe.edu/media/workingpapers/11-08-039.pdf
Follow the money, follow the power.
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