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Queda no índice de criminalidade, mas só no papel oficialEnviado por luisnassif, sab, 28/01/2012 - 15:20Por Tiago Santos Números falsos dos homicídios em SP e desculpa bizarra do governador (reportagem BAND): Da Band
Link: Número de homicídios caiu em São Paulo no ano passado
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Comentários + votados
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José Carlos Lima
28/01/2012 - 15:41
Um em cada cinco mortos em São Paulo é vítima da Polícia
O aumento da repressão por parte da Polícia Militar em São Paulo não é apenas uma percepção e tampouco esse tipo de abordagem é voltada...
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Mario Blaya
28/01/2012 - 17:24
Números falsos dos homicídios em SP e desculpa bizarra do governador (reportagem BAND):
poderia nos mostrar como sabe que os numeros são falsos?
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Uma repórter que não era do PIG, não se sabe como, conseguiu entrevistar Alckmin que, é claro, não gostou nem um pouco. Este video mostra a cara de pau de Alckmin, haja óleo de peroba
http://www.youtube.com/watch?v=vsRynm18_Eg&feature=youtu.be
Entre os dias 12 e 20 de maio de 2006, a semana dos ataques do PCC, 492 pessoas foram mortas por armas de fogo no estado de São Paulo. A polícia admite 126 mortes em confronto direto e a Ouvidoria encaminhou para investigação outros 71 casos de autoria desconhecida. Os laudos de muitos dos 295 restantes nunca foram divulgados, porém sabe-se que a maioria não tinha antecedentes criminais, e eram negros ou pardos, e
pobres. Tudo indica a presença de grupos de extermínio comandados pela polícia.
Um massacre sem precedentes e, até hoje, 5 meses depois, sem
esclarecimentos.
E a mídia silenciou. Foi tudo acobertado?
Confira um trecho da reportagem "Mean Streets of São Paulo" realizada
pela Produção do Programa Dateline, do canal SBS da Austrália, que causou comoção naquele país, e tire as suas próprias conclusões -- quem
é o verdadeiro culpado?
OOO http://www.advivo.com.br/user/13544 Juriti do Cerrado http://www.advivo.com.br/user/7757 Tatu Bola http://www.advivo.com.br/user/3084 D http://www.advivo.com.br/user/7514 Spin http://www.josecarloslima.blogspot.com
Lula interpela Alckmin sobre segurança pública
OOO http://www.advivo.com.br/user/13544 Juriti do Cerrado http://www.advivo.com.br/user/7757 Tatu Bola http://www.advivo.com.br/user/3084 D http://www.advivo.com.br/user/7514 Spin http://www.josecarloslima.blogspot.com
Olha como é hiper cansativa essa bateção de tecla PT x PSDB.:
.
Gestão e investimentos federais
"...Ademais, os contingenciamentos de recursos financeiros impactaram negativamente em várias políticas, principalmente no campo da prevenção criminal. Um amplo programa nacional de prevenção aos homicídios, preparado cuidadosamente durante o ano pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, foi abortado de forma surpreendente. As notícias sobre o tema dão conta que a presidenta Dilma avaliou que assumir essa tarefa seria de grande desgaste para seu governo. Lamentável…"
.
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/um-balanco-da-politica-de-segur...
Um em cada cinco mortos em São Paulo é vítima da Polícia
O aumento da repressão por parte da Polícia Militar em São Paulo não é apenas uma percepção e tampouco esse tipo de abordagem é voltada somente para reprimir movimentos sociais, como o observado no caso do Pinheirinho, da Cracolândia e da USP. Reportagem publicada pela Folha de S. Paulo, nesta sexta-feira (27), informa que, das 1.299 pessoas mortas na capital no ano passado, 290 foram atingidas por PMs — 22,3% do total.
Isso significa que, uma em cada cinco pessoas assassinadas na capital paulista, em 2011, foi morta por um policial militar, estivesse ele em serviço ou não. Essa é a maior média de mortos por PMs desde 2005, proporcionalmente ao total de pessoas assassinadas na cidade.
De acordo com um levantamento feito em 2011 pela Ouvidoria da Polícia de São Paulo, entre 2005 e 2009 a PM do Estado matou mais do que todas as polícias dos EUA juntas. Em 2009 houve um aumento de 41% do número de casos de "resistência seguida de morte" frente a 2008: 524 pessoas foram mortas pela Polícia Militar de São Paulo, contra 397 no ano anterior.
Mães de maio
A imunidade de que gozam estes policiais preocupa. Em maio de 2006 mais de 500 pessoas foram assassinadas, e no mínimo quatro desapareceram no Estado durante os oito dias de confrontos entre a polícia civil e militar e o PCC (Primeiro Comando da Capital).
Somente na cidade de Santos, no litoral paulista, houve mais de 70 mortes, sendo que as investigações desses casos foram falhas e praticamente todos os casos foram arquivados, segundo a associação Mães de Maio. A chacina de maio fez mais vítimas do que a última ditadura militar brasileira no país inteiro nos 25 anos que ela perdurou (1964-1988). As mães lutam até hoje, quase seis anos após os acontecimentos, por verdade e justiça.
Negros são principais vítimas
Cabe ressaltar que essa violência tem ainda um recorte racial. De acordo com o estudo "Mapa da Violência 2012 —os Novos Padrões da Violência Homicida no Brasil", feita em todo o país e coordenada pelo prof. Julio Jacobo Waiselfisz, em cada três pessoas assassinadas, entre 1998 e 2008, duas eram negras, sendo a maioria de jovens pobres do sexo masculino, entre 15 e 24 anos. Segundo o levantamento, em 2008 morreram 103% mais negros que brancos. Dez anos antes, em 1998, essa diferença já existia, mas era de 20%. O estudo revela ainda que de 2005 para 2008 houve uma queda de 22,7% nos homicídios de pessoas brancas; entre os negros, as taxas subiram 12,1%.
Vítimas da "democracia"
Além disso, outras chacinas ocorridas no país seguem impunes como o Massacre do Carandiru (1992) — o maior masscre carcerário da história do país, até hoje sem o devido julgamento e respectiva responsabilização; a Chacina da Candelária (1993) — dado o simbolismo e a repercussão do extermínio de crianças e adolescentes que dormiam na frente de uma das principais igrejas no centro do Rio de Janeiro; e o Massacre de Eldorado dos Carajás (1996) — a mais violenta matança no campo desta era democrática no Brasil, que também segue impune, mesmo tendo vitimado dezenas de trabalhadores rurais sem-terra que lutavam por seus direitos.
Da Redação do Vermelho,
Vanessa Silva, com informações da Folha de S. Paulo e das Mães de Maio
Fonte: Vermelho
http://www.geledes.org.br/areas-de-atuacao/questao-racial/violencia-racial/12819-um-em-cada-cinco-mortos-em-sao-paulo-e-vitima-da-policia
OOO http://www.advivo.com.br/user/13544 Juriti do Cerrado http://www.advivo.com.br/user/7757 Tatu Bola http://www.advivo.com.br/user/3084 D http://www.advivo.com.br/user/7514 Spin http://www.josecarloslima.blogspot.com
Cracolãndia é um movimento social?
"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.
se não é deveria ser.
Do Alckimin , quando não se sente raiva , se sente pena !
Números falsos dos homicídios em SP e desculpa bizarra do governador (reportagem BAND):
poderia nos mostrar como sabe que os numeros são falsos?
"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." Max Frich
Simples tirar isso a limpo. É só você dar uma voltinha com um rolex e uma corrente de ouro no centro ou periferia lá pra meia-noite. Não se esqueça de contar pra gente tá.
assista o vídeo. no afã de comentar e defender adolf alckmin vc nem vê o post?
Manifesto dos Juristas sobre Pinheirinho
Governo do Estado não poderia omitir-se diante da obrigação ética e constitucional de zelar pela dignidade humana
Elaborado pelo procurador do Estado Marcio Sotelo Felippe, e encabeçado pelo professor Fábio Konder Comparato, ao lado de dezenas de juristas, segue anexo o Manifesto do Pinheirinho, para encaminhamento à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA da ação do governo do Estado que, cumprindo de forma abrupta e violenta ordem de reintegração de posse desalojou e desbarigou mais de mil e quinhentas famílias, em total desprezo à dignidade humana como valor constitucional.
Como diz o manifesto, mesmo se legítima a ordem, "o governo do Estado não poderia omitir-se diante da obrigação ética e constitucional de tomar, antecipadamente, medidas para que a população atingida tivesse preservado seu direito humano à moradia, garantia básica e pressuposto de outras garantias, como trabalho, educação e saúde".
Na verdade, a reintegração vem se somando a outros episódios da escalada da violência estatal em São Paulo, em nome da imposição de uma doutrina da disciplina e da ordem, da dor e do sofrimento.
Manifesto pela denúncia do caso Pinheirinho à Comissão Interamericana de Direitos Humanos
No dia 22 de janeiro de 2012, às 5,30hs. da manhã, a Polícia Militar de São Paulo iniciou o cumprimento de ordem judicial para desocupação do Pinheirinho, bairro situado em São José dos Campos e habitado por cerca de seis mil pessoas.
A operação interrompeu bruscamente negociações que se desenrolavam envolvendo as partes judiciais, parlamentares, governo do Estado de São Paulo e governo federal.
O governo do Estado autorizou a operação de forma violenta e sem tomar qualquer providência para cumprir o seu dever constitucional de zelar pela integridade da população, inclusive crianças, idosos e doentes.
O desabrigo e as condições em que se encontram neste momento as pessoas atingidas são atos de desumanidade e grave violação dos direitos humanos.
A conduta das autoridades estaduais contrariou princípios básicos, consagrados pela Constituição e por inúmeros instrumentos internacionais de defesa dos direitos humanos, ao determinar a prevalência de um alegado direito patrimonial sobre as garantias de bem-estar e de sobrevivência digna de seis mil pessoas.
Verificam-se, de plano, ofensas ao artigo 5º, nos. 1 e 2, da Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de São José), que estabelecem que toda pessoa tem direito a que se respeite sua integridade física, psíquica e moral, e que ninguém deve ser submetido a tratos cruéis, desumanos ou degradantes.
Ainda que se admitisse a legitimidade da ordem executada pela Polícia Militar, o governo do Estado não poderia omitir-se diante da obrigação ética e constitucional de tomar, antecipadamente, medidas para que a população atingida tivesse preservado seu direito humano à moradia, garantia básica e pressuposto de outras garantias, como trabalho, educação e saúde.
Há uma escalada de violência estatal em São Paulo que deve ser detida. Estudantes, dependentes químicos e agora uma população de seis mil pessoas já sentiram o peso de um Estado que se torna mais e mais um aparato repressivo voltado para esmagar qualquer conduta que não se enquadre nos limites estreitos, desumanos e mesquinhos daquilo que as autoridades estaduais pensam ser “lei e ordem”.
É preciso pôr cobro a esse estado de coisas.
Os abaixo-assinados vêm a público expor indignação e inconformismo diante desses recentes acontecimentos e das cenas desumanas e degradantes do dia 22 de janeiro em São José dos Campos.
Denunciam esses atos como imorais e inconstitucionais e exigem, em nome dos princípios republicanos, apuração e sanções.
Conclamam pessoas e entidades comprometidas com a democracia, com os direitos da pessoa humana, com o progresso social e com a construção de um país solidário e fraterno a se mobilizarem para, entre outras medidas, levar à Comissão Interamericana de Direitos Humanos a conduta do governo do Estado de São Paulo.
Isto é um imperativo ético e jurídico para que nunca mais brasileiros sejam submetidos a condições degradantes por ação do Estado.
"Se você não cuidar, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo." Malcolm X
Existem dois tipos de criminalidade.
A derivada do tráfico, da jogatina, das organizações criminosas que fazem "trabalhos" sujos para os poderoso, etc. Esta NUNCA vai acabar, mesmo que o país venha a ter um padrão de vida mais elevado e um sistema de justiça e policial de qualidade. Vejam os EUA com seu índice de violência e criminalidade muito acima de qualquer país Europeu (quase 3% da população em presídios), devido ao modo de vida e uma pregação institucional da violência.
A derivada da miséria , da fome, do abandono governamental, PODE e FOI reduzida pelo governo Lula, e pode ser constatado que houve uma enorme redução em roubos, assaltos, furtos, e pequenos delitos. Neste caso a segurança é proporcional a qualidade de vida, d emprego, da atenção governamental.
Sinceramente, três histórias são somente um indício e não uma comprovação de que os números da Secretaria de Segurança de SP são fraudados. O que deu a entender é que esses crimes foram registrados como latrocínio e não homicídio. Enfim, para provar que há fraude seria necessário uma reportagem muito mais aprofundada do que essa. Aliás, se os números de SP fossem TÃO suspeitos assim creio que o governo federal, que está nas mãos dos opositores políticos do PSDB, não os usaria para fazer o Mapa da Violência no Brasil, não?!
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