Paulo Coelho e o livro "insuportável" de Mário Sabino

Por KURK

Nassif vc viu isso:

Paulo Coelho ataca escritor Mário Sabino no Twitter

Paulo Coelho utilizou seu Twitter para criticar o jornalista e escritor Mário Sabino. Após escrever, no microblog, que achou o novo livro do colega "insuportável", ele o descreveu como vingativo. "Raramente uso o Twitter para criticar, mas o novo livro do Mário Sabino, que a 'Veja' adorou, é simplesmente insuportável", havia escrito Paulo Coelho, na terça-feira (10), sobre o romance "O Vício do Amor". No dia seguinte, Coelho voltou a atacar o colega. "Tuitei sobre o insuportável livro de Mario Sabino. Descubro, agora, que é vingativo", escreveu, ao postar um artigo do jornalista Luis Nassif que criticava Sabino.

http://br.omg.yahoo.com/noticias/paulo-coelho-ataca-escritor-m%C3%A1rio-sabino-twitter-142400234.html

Por Muchacho

Para quem acha que é só o P.Coelho que achou o livro um lixo, dêem uma olhadinha no que saiu no Valor da última sexta feira.

Achei até estranho pq o Valor é sempre mais comedido nas críticas (comparado com os demais membros do PIG), mas o Heitor Ferraz-quem fez a crítica, literalmente esculachou o pseudo-escritor da Veja.

http://www.valor.com.br/cultura/1170932/pretensao-de-provocar-e-ser-desa...

06/01/2012 às 00h00
Pretensão de provocar e ser desagradável

Por Heitor Ferraz | De São Paulo

Sabino: tema tem certo lirismo, mas autor carrega na grosseria e na vulgaridade.

"O Vício do Amor", de Mario Sabino, é um romance desagradável da primeira à última linha. Essa sensação vem pela escolha de um narrador que vai recolhendo para si, ao longo do livro, todos os adjetivos negativos possíveis. Ele faz questão de ser autoritário, debochado, mesquinho, irônico, ou seja, de ser "escroto" com citações típicas de erudição de almanaque, mesmo que no fim seu discurso se esvazie numa total autocomplacência. O termo "escroto" foi usado por João Pereira Coutinho, no prefácio que faz ao romance, ao falar sobre os personagens do livro: "São vingativos, narcísicos, escrotos".

O romance começa com o narrador - cujo nome varia ao longo do livro - escrevendo um artigo para uma revista literária sobre o trabalho, mas de forma desleixada e pessoal, já inserindo aí dados de sua vida e se encaminhando para o seu tema principal: o "vício do amor". Já de saída o leitor percebe que está diante de uma narrativa que tem a pretensão de ser provocadora e desagradável: "Comecei a tomar antidepressivos depois de descobrir que, enquanto eu a esperava em Berlim, ela chupava um judeu, num hotelzinho sórdido de um buraco qualquer do estado alemão de Hesse. De toda a frase, você deve ter se escandalizado com o livre uso da palavra 'judeu'. Mas o que eu posso fazer se ele era judeu?"

Duas personalidades - uma da filosofia, outra do mundo pop - entram em cena pontuando a narrativa: Schopenhauer e Lady Gaga. O primeiro é tratado como "o filósofo que mastigava conceitos para os intelectualmente desdentados". E serve para o narrador falar sobre a natureza do romance. Ele conta que, segundo Schopenhauer, há dois tipos de escritores, os que escrevem "por causa do assunto" e os que "escrevem por escrever". O narrador manhoso se põe nos dois campos. Já Lady Gaga, que lhe dará a interjeição irônica "Gaa-Gaa", repetida ao longo do livro, é escolhida para falar sobre "blow job", ou seja, que todo trabalho é "blow job": "É o que fazemos todos nós, nas atividades remuneradas, inclusive naquelas em que se ganham boladas, com o perdão do trocadilho voluntário".

É nessa mescla de mundo da erudição e mundo contemporâneo pop que Sabino pretende armar sua narrativa para dar conta do seu núcleo temático: o amor através dos tempos. O heroi da história é um homem que carrega, pelo menos, duas frustrações amorosas: a arquiteta Isabel e a psicanalista Lorenza, com quem ele tem um caso durante as sessões de análise. E ambas o traíram com seu amigo Saulo, um herdeiro com fumos de intelectual de direita. Depois dessas desilusões, a vida lhe sorri com uma herança deixada pelo pai, o mesmo pai que ele não conhecia, pois o abandonara quando ainda era pequeno. Com o dinheiro, ele se muda para Roma, onde começa uma nova vida e acaba descobrindo quem era de fato seu pai. E é nesse momento que ele escreve seu livro - revisando o seu passado familiar e amoroso para tentar compreender as desilusões afetivas.

Apesar de o tema ter algo de lírico, Sabino carrega na grosseria e na vulgaridade, no discurso eivado de preconceitos de toda ordem (não faltará quem compare, superficialmente, seu narrador vulgar com Brás Cubas) e na pseudoerudição que passa pela obra de Freud, pela vida de Lacan e por tantas outras referências. Um fato chama a atenção ao longo do romance, cuja estrutura é bem frouxa: o personagem foi criado em algum país, cujas referências, aqui e ali, lembram o Brasil. Mas por que não nomear? Talvez seja uma das tantas sutilezas do romancista, se é que cheg

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36 comentários
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Gilberto Cruvinel

 

Dada a popularidade de Paulo Coelho e o espaço que ele tem na mídia daqui e de fora, esse comentário, reduzindo a pó o romance e o pretenso e pretensioso escritor vai ter enorme repercussão. Por tabela, o artigo do Nassif. O que foi mesmo que o Chico disse do Sabino? que como escritor ele deveria mesmo é continuar editando Veja? agora, nem isso sobrou para ele. 

 
 
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Fabio (o outro)

SIM !

Mas uma vaga na ABL tenho certeza que vai sobrar pra ele !

 
 
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jura

Humm, será que é isso que o Coelho quer evitar?

 
 
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Pilar Rodrigues

Estimulada por Chico Buarque, resolvi ler o livro de Sabino. Tanto Paulo Coelho como Buarque tem toda razão: o livro É UMA DROGA. Pretencioso, metido a intelectual, escória da escória.

O único problema no caso é que tanto Coelho como Buarque estão promovendo este escritor de m*.

 
 
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Thomas Goroh

Quem é Paulo Coelho para criticar o que alguem escreve? Particularmente, não me afino com as ideias de Mario Sabino, mas ele dá de mil a zero (pelo menos na forma literária) nesse caipira delirante. Ok. Vende livros. Só escreve lixo montado em parábolas inventadas. Agrada bobinhos e bobinhas.

 
 
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leandro A

"Bobinho", com o devido respeito, é quem parte de generalizações para atacar no varejo.

"Muitos caminhos levam a Roma"..., e Paulo Coelho pode não agradar a todos, mas sua história de vida lhe confere legitimidade moral para desnudar o pernóstico Sabino. Nunca é demais recordar: não se curvou aos sistema, ao comodismo. Foi uma das poucas personalidades que teve a hombridade de contestar publicamente Bush Jr e Mr. Blair, e isso no calor dos fatos históricos, e não a posteriori, como fizeram (e fazem!) tantos varões das editorias.

 
 
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Valterlei

Agora que tá liberdado, não sei não o que vai dar essa briguinha do Nassif com o Sabino.

PS Espero que desta vez não seja um post dizendo que o autor do quadro está errado.

 
 
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Muchacho

Para quem acha que é só o P.Coelho que achou o livro um lixo,
dêem uma olhadinha no que saiu no Valor da última sexta feira.
Achei até estranho pq o Valor é sempre mais comedido nas críticas (comparado com os demais membros do PIG), mas o Heitor Ferraz-quem fez a crítica, literalmente esculachou o pseudo-escritor da Veja.

http://www.valor.com.br/cultura/1170932/pretensao-de-provocar-e-ser-desa...

06/01/2012 às 00h00
Pretensão de provocar e ser desagradável

Por Heitor Ferraz | De São Paulo

Sabino: tema tem certo lirismo, mas autor carrega na grosseria e na vulgaridade.

"O Vício do Amor", de Mario Sabino, é um romance desagradável da primeira à última linha. Essa sensação vem pela escolha de um narrador que vai recolhendo para si, ao longo do livro, todos os adjetivos negativos possíveis. Ele faz questão de ser autoritário, debochado, mesquinho, irônico, ou seja, de ser "escroto" com citações típicas de erudição de almanaque, mesmo que no fim seu discurso se esvazie numa total autocomplacência. O termo "escroto" foi usado por João Pereira Coutinho, no prefácio que faz ao romance, ao falar sobre os personagens do livro: "São vingativos, narcísicos, escrotos".

O romance começa com o narrador - cujo nome varia ao longo do livro - escrevendo um artigo para uma revista literária sobre o trabalho, mas de forma desleixada e pessoal, já inserindo aí dados de sua vida e se encaminhando para o seu tema principal: o "vício do amor". Já de saída o leitor percebe que está diante de uma narrativa que tem a pretensão de ser provocadora e desagradável: "Comecei a tomar antidepressivos depois de descobrir que, enquanto eu a esperava em Berlim, ela chupava um judeu, num hotelzinho sórdido de um buraco qualquer do estado alemão de Hesse. De toda a frase, você deve ter se escandalizado com o livre uso da palavra 'judeu'. Mas o que eu posso fazer se ele era judeu?"

Duas personalidades - uma da filosofia, outra do mundo pop - entram em cena pontuando a narrativa: Schopenhauer e Lady Gaga. O primeiro é tratado como "o filósofo que mastigava conceitos para os intelectualmente desdentados". E serve para o narrador falar sobre a natureza do romance. Ele conta que, segundo Schopenhauer, há dois tipos de escritores, os que escrevem "por causa do assunto" e os que "escrevem por escrever". O narrador manhoso se põe nos dois campos. Já Lady Gaga, que lhe dará a interjeição irônica "Gaa-Gaa", repetida ao longo do livro, é escolhida para falar sobre "blow job", ou seja, que todo trabalho é "blow job": "É o que fazemos todos nós, nas atividades remuneradas, inclusive naquelas em que se ganham boladas, com o perdão do trocadilho voluntário".

É nessa mescla de mundo da erudição e mundo contemporâneo pop que Sabino pretende armar sua narrativa para dar conta do seu núcleo temático: o amor através dos tempos. O heroi da história é um homem que carrega, pelo menos, duas frustrações amorosas: a arquiteta Isabel e a psicanalista Lorenza, com quem ele tem um caso durante as sessões de análise. E ambas o traíram com seu amigo Saulo, um herdeiro com fumos de intelectual de direita. Depois dessas desilusões, a vida lhe sorri com uma herança deixada pelo pai, o mesmo pai que ele não conhecia, pois o abandonara quando ainda era pequeno. Com o dinheiro, ele se muda para Roma, onde começa uma nova vida e acaba descobrindo quem era de fato seu pai. E é nesse momento que ele escreve seu livro - revisando o seu passado familiar e amoroso para tentar compreender as desilusões afetivas.

Apesar de o tema ter algo de lírico, Sabino carrega na grosseria e na vulgaridade, no discurso eivado de preconceitos de toda ordem (não faltará quem compare, superficialmente, seu narrador vulgar com Brás Cubas) e na pseudoerudição que passa pela obra de Freud, pela vida de Lacan e por tantas outras referências. Um fato chama a atenção ao longo do romance, cuja estrutura é bem frouxa: o personagem foi criado em algum país, cujas referências, aqui e ali, lembram o Brasil. Mas por que não nomear? Talvez seja uma das tantas sutilezas do romancista, se é que cheg

"O Vício do Amor", de Mario Sabino, é um romance desagradável da primeira à última linha. Essa sensação vem pela escolha de um narrador que vai recolhendo para si, ao longo do livro, todos os adjetivos negativos possíveis. Ele faz questão de ser autoritário, debochado, mesquinho, irônico, ou seja, de ser "escroto" com citações típicas de erudição de almanaque, mesmo que no fim seu discurso se esvazie numa total autocomplacência. O termo "escroto" foi usado por João Pereira Coutinho, no prefácio que faz ao romance, ao falar sobre os personagens do livro: "São vingativos, narcísicos, escrotos".

O romance começa com o narrador - cujo nome varia ao longo do livro - escrevendo um artigo para uma revista literária sobre o trabalho, mas de forma desleixada e pessoal, já inserindo aí dados de sua vida e se encaminhando para o seu tema principal: o "vício do amor". Já de saída o leitor percebe que está diante de uma narrativa que tem a pretensão de ser provocadora e desagradável: "Comecei a tomar antidepressivos depois de descobrir que, enquanto eu a esperava em Berlim, ela chupava um judeu, num hotelzinho sórdido de um buraco qualquer do estado alemão de Hesse. De toda a frase, você deve ter se escandalizado com o livre uso da palavra 'judeu'. Mas o que eu posso fazer se ele era judeu?"

Duas personalidades - uma da filosofia, outra do mundo pop - entram em cena pontuando a narrativa: Schopenhauer e Lady Gaga. O primeiro é tratado como "o filósofo que mastigava conceitos para os intelectualmente desdentados". E serve para o narrador falar sobre a natureza do romance. Ele conta que, segundo Schopenhauer, há dois tipos de escritores, os que escrevem "por causa do assunto" e os que "escrevem por escrever". O narrador manhoso se põe nos dois campos. Já Lady Gaga, que lhe dará a interjeição irônica "Gaa-Gaa", repetida ao longo do livro, é escolhida para falar sobre "blow job", ou seja, que todo trabalho é "blow job": "É o que fazemos todos nós, nas atividades remuneradas, inclusive naquelas em que se ganham boladas, com o perdão do trocadilho voluntário".

É nessa mescla de mundo da erudição e mundo contemporâneo pop que Sabino pretende armar sua narrativa para dar conta do seu núcleo temático: o amor através dos tempos. O heroi da história é um homem que carrega, pelo menos, duas frustrações amorosas: a arquiteta Isabel e a psicanalista Lorenza, com quem ele tem um caso durante as sessões de análise. E ambas o traíram com seu amigo Saulo, um herdeiro com fumos de intelectual de direita. Depois dessas desilusões, a vida lhe sorri com uma herança deixada pelo pai, o mesmo pai que ele não conhecia, pois o abandonara quando ainda era pequeno. Com o dinheiro, ele se muda para Roma, onde começa uma nova vida e acaba descobrindo quem era de fato seu pai. E é nesse momento que ele escreve seu livro - revisando o seu passado familiar e amoroso para tentar compreender as desilusões afetivas.

Apesar de o tema ter algo de lírico, Sabino carrega na grosseria e na vulgaridade, no discurso eivado de preconceitos de toda ordem (não faltará quem compare, superficialmente, seu narrador vulgar com Brás Cubas) e na pseudoerudição que passa pela obra de Freud, pela vida de Lacan e por tantas outras referências. Um fato chama a atenção ao longo do romance, cuja estrutura é bem frouxa: o personagem foi criado em algum país, cujas referências, aqui e ali, lembram o Brasil. Mas por que não nomear? Talvez seja uma das tantas sutilezas do romancista, se é que chegam a ser sutilezas e não derrapagens na pista da narrativa. E elas não são poucas.

 
 
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Ruy Barbosa Maciel

 


Meu Deus, que pepino!!!!

 

Eu sei o mal que causou ao mundo a reunião em Mont Pelllerin, Swiss , em 1947.

Tudo que veio do safado do Hyeck, do Pilantra do Friedman, que estavam lá, phodeu... O mundo!

 
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Gilberto Cruvinel

 


Faltou lembrar  um dado que soa como música suave: Paulo Coelho tem exatos 2,892,863 seguidores no twitter. Milhões de almas que serão poupadas de ler aquilo que foi escrito por um invejoso e é carregado de grosseria e de vulgaridade nas palavras do crítico do Valor. E que provavelmente comentarão a recomendação do bruxo sobre o romance de um invejoso grosseiro e vulgar com seus amigos e familiares. Música para os ouvidos.

 
 
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Adamastor

É Mario Sabino, prepare-se pois agora que você deixou a Veja (e o poder de metralhar reputações) vão começar a te apresentar a conta.

 
 
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O Escritor

Não há necessidade de críticas.

Este é o primeiro livro com atestado de falta de qualidade embutido. 

Para quem não sabe, é praxe o pagamento de orelhista ou prefaciador famoso, como recurso de divulgação de um livro.

Se tudo o que o editor de Mario Sabino conseguiu (e não duvidem que ele tentou) foi um obscuro colunista português, cujo ídolo maior é (ou era) Diogo Mainardi...

Um livro que só pôde ser recomendado por uma nulidade intelectual, do outro lado do oceano Atlântico – esse é um fato que grita por si.

Agora, Paulo Coelho criticando uma vingança, arte em que ele é mestre...

Leiam este tuíte, digno dos seres mais espiritualizados:

http://twitter.com/#!/paulocoelho/status/69466139331268608

Tem gente q me ataca e depois pede favor. Mal sabem q tenho uma lista negra (informatizada) desde 98 #nãoajudo

Aprenda com os mestres, Sabino: crie você também a Lista Negra da Vingança. E nos ponha lá.

 
 
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Maria Luisa

Nassif, sera que o uso do filosofo Shopenhauer nesse romance tem alguma reminiscência no "Mario Anarquista", que tão bem definiu o Reinaldo Azevedo com essa analogoia? 

 
 
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Orides

Nassif,

sabe por onde anda o Mario "Anarquista"?

 
 
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Hugo

 


nossa.. cada trecho destacado pelo crítico poderia ser um tracho de reportagem da veja...


Agora... o que é aquele monte dfe vírgula?

 
 
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Jandui Tupinambás

O livro não deve ser tão ruim. Afinal, dizem as más línguas que virou livro de cabeceira do Reinaldo Azevedo. 

 
 
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Wandihkleysson Piragibe

Fazer crítica a chefe metido a intelectual é fogo. Reinaldo Azevedo, o reizinho, disse ao Mário Sabino que era o melhor livro dele. Isto não é exatamente um elogio. Procurem na crítica do reizinho (usem o google) uma frase que diga inequivocamente que é um bom livro.


Paulo Coelho, a quem admiro muito sem ter lido sequer um livro de sua obra, caiu no meu conceito. Agora  não é mais tão perigoso dizer que os livros do Mário Sabino são uma bosta, embora possam haver restado alguns amigos (ou cúmplices) na editoria da Veja. Este blog foi o único lugar onde se criticava diretamente o Mário Sabino nos seus tempos de glória, embora não por suas qualidades literárias, mas pela manipulação da lista de livros mais vendidos da Veja.  Ou seja, agora me parece que chutam um cachorro morto pelo prazer de extravasar rancores dos latidos do passado.

 
 
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João Carlos - SP

Escroto?

Então está explicado pq a Veja adorou.

 
 
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Roberto Veiga

Não gosto de literatura brasileira. Excluindo os infantis de Monteiro Lobato, parte importante da minha infância, e Capitães da Areia, de Jorge Amado, e alguns livros do José de Alencar, não me lembro de algum outro livro que tenha realmente gostado, puxando forte pela memória. Paulo Coelho e Chico Buarque, do pouco que li deles (apenas trechos de seus livros), me fazem pensar que como escritores são bons compositores. Mário Sabino nunca me passou pela cabeça que tinha se aventurado a fazer literatura.

 
 
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jc sal

Vc já ouviu falar de Machado de Assis?...

 
 
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Roberto Veiga

Claro que sim. Machado de Assim pra mim prova o dito que a unanimidade é burra (o que pode ser aplicado também ao autor da máxima). Tentei ler e não gostei. Não digo que seja mediocre como escritor (como o é a trinca Coelho, Buarque e, muito provavelmente, o próprio Sabino), mas é chato que dói. Enfim, não gosto da temática dele. Se gostasse, ainda assim, iria preferir Eça de Queiroz, pela falta de pudores em mostrar o que Machado apenas insinuava. José de Alencar, se a linguagem dos seus livros fosse adaptada para o português moderno, acredito que seria um autor que seria possível mesmo às novas gerações ler com bastante prazer.

 
 
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sergio luis brito

Sabino vai pleitear uma cadeira na ABL, afinla se Merval, Sarney, Marco Maciel ,  Roberto Marinho podem, ele também  pode. Confraria de medíocres.

 
 
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Melinho

Pelas críticas, o livro do Sabino (que não tem nada a ver com sabido) deveria se chamar Meu passado me condena, ou Eu sou um troglodita. Ou ainda, Meu passado me condena, porque eu sou um troglodita.

Sabino para a Academia Brasileira de Letras!  Na literatura e ao lado do Merval formariam uma bela "dupla sertaneja". Na poesia, rimariam amor com dor, cotovelo com revê-lo e ódio eterno com desespero.

Meu caro "escritor", um livro sobre amor escrito numa liguagem chula  é um livro pornô.

 
 
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josé maria furtado

A respeito do livro: não li e não gostei.

 
 
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Éverson Vladimir do Ó Quintana

Paulo Coelho criticando escritor é piada...

 
 
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maria utt

Depende de como vc olha: o Sabino é tão ruim que nem o Paulo Coelho gosta.

 
 
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Sonia Cristina

Não li o livro do Sabino e pode até ser que seja realmente ruim, mas vindo a crítica de quem vem, nem merece ser considerada.
Li Paulo Coelho logo que ele começou a fazer sucesso. Nunca vi lixo pior. Acho muito, muito difícil que alguém o tenha superado nesse quesito e se ele tivesse um mínimo senso crítico, nunca teria publicado nada nem ousaria criticar quem o fez.

 
 
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Ivan Pedro

O roto falando do rasgado ?

 
 
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Gabriel Birkhann

Eu também havia sugerido,abraços.

 

gadosb

 
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Gabriel Birkhann

Paulo Coelho é um grande escritor,viu!?

 

gadosb

 

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