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Obscurantismo em marcha no linchamento do livro didáticoEnviado por luisnassif, ter, 17/05/2011 - 18:37Por Silvana Que tal dar uma olhada no capítulo do livro que tem sido tão debatido? Recebi o pdf pelo twitter do Sergio Leo. Na boa, não é o liberou-geral que disseram não. Leiam e tirem suas próprias conclusões. Comentário Vai começar de novo essa imbecilidade macartista. Anos atrás, meramente com o intuito de jogar lenha na fogueira da radicalização, o principal representante de Serra no jornalismo de esgoto conduziu uma campanha visando criminalizar uma psicóloga de 68 anos que orientava uma tese sobre redução de danos em ecstasy. Deu até Jornal Nacional, numa campanha sórdida, obscurantista, medieval. Agora, esses problemas em torno do livro didático, procurando de todas as maneiras alimentar maneiras de criminalizar um tema técnico. Por Joaquim Neiva Nassif e demais, "Sábios e sabujos" aderem ao linchamento público da Professora Heloísa Ramos. É a "gloriosa" confirmação da frase nelson-rodriguiana: "toda unanimidade é burra!" (... e acha que entende de pedagogia...). Procuradora da República prevê ações contra uso de livro com erros pelo MEC; autora se defende 16/05 às 23h32 Adauri Antunes Barbosa e Demétrio Weber SÃO PAULO e BRASÍLIA - Diante da denúncia de que o livro "Por uma vida melhor", da professora Heloísa Ramos - que foi distribuído a 485 mil estudantes jovens e adultos pelo Programa Nacional do Livro Didático, do Ministério da Educação -, defende o uso da linguagem popular e admite erros gramaticais grosseiros como "nós pega o peixe", a procuradora da República Janice Ascari, do Ministério Público Federal, previu que haverá ações na Justiça. Para ela, os responsáveis pela edição e pela distribuição do livro "estão cometendo um crime" contra a educação brasileira. - Vocês estão cometendo um crime contra os nossos jovens, prestando um desserviço à educação já deficientíssima do país e desperdiçando dinheiro público com material que emburrece em vez de instruir. Essa conduta não cidadã é inadmissível, inconcebível e, certamente, sofrerá ações do Ministério Público - protestou a procuradora da República em seu blog. No domingo, o livro já tinha sido duramente criticado por educadores e escritores. O MEC confirmou que não pretende retirar a publicação das escolas, alegando que não tem ingerência sobre o conteúdo das obras. Afirmando que se manifestava como mãe e sem analisar o aspecto jurídico da questão, Janice disse que ficou chocada com as notícias sobre o livro com erros aprovado e distribuído pelo MEC. Os autores defendem que essa linguagem coloquial não poderia ser classificada de certa ou errada, mas de adequada ou inadequada. - Ainda não estou refeita do choque sofrido com as notícias sobre o conteúdo do livro aprovado pelo MEC, no qual consta autorização expressa para que os alunos falem "Nós pega o peixe", "Os livro mais interessante estão emprestado" e por aí vai. Não, MEC e autores do livro, definitivamente isso não é certo e nem adequado - disse Janice Ascari. Para MEC, debate é nas universidades O MEC confirmou nesta segunda-feira que não cogita alterar o processo de seleção e avaliação de livros didáticos. As obras são lidas por professores de universidades públicas, a quem cabe selecionar os títulos que farão parte do catálogo nacional de livros. É com base nesse catálogo que escolas de todo o país escolhem as coleções que receberão gratuitamente, distribuídas pelo Programa Nacional do Livro Didático. O MEC diz que o debate sobre a adequação ou não de uma obra didática deve ocorrer nas universidades, como é no sistema atual, e não dentro do ministério. Do contrário, segundo o MEC, haveria o risco de direcionamento político na escolha das obras a serem aprovadas para uso em sala de aula. A professora Heloísa Ramos, autora do livro, discorda de que seja preciso modificar qualquer trecho. Ela argumenta que a frase discutida em seu livro trata de linguagem oral, e não escrita. E que a norma popular da língua é diferente da norma culta, mas não necessariamente errada, no caso da linguagem oral. - Eu não admito mais que alguém escreva que o nosso livro ensina a falar errado ou que não se dedica a ensinar a norma culta - disse Heloísa. - Por que, em educação, todo mundo acha que conhece os assuntos e pode falar com propriedade? Este assunto é complexo, é para especialistas. Professora aposentada de língua portuguesa da rede estadual de São Paulo, Heloísa presta serviços de consultoria e escreve uma coluna na revista "Nova Escola", dedicada a tirar dúvidas de professores. Segundo ela, o livro "Por uma vida melhor" é pioneiro ao destacar a importância da norma popular da língua, o que considera um avanço, no sentido de não menosprezar a fala da população menos instruída. http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=/educacao/mat/2011/05/16/pro...
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Comentários + votados
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Ivan Moraes
17/05/2011 - 18:49
"Procuradora da República prevê ações contra uso de livro com erros pelo MEC; autora se defende":
Eduardo Guimaraes:
Por gentileza, vão se sodomizar
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Joaquim Neiva
17/05/2011 - 18:57
Do alto de minha total "leiguicidade", apesar de ter feito 6 meses de Pedagogia e de ter trabalhado em escolas grande parte de minha vida, pelo trecho que li do livro (foto em anexo), acho que é uma...
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Nonato Amorim
17/05/2011 - 19:01
E no Bom Dia Brasil, para variar (como é de praxe no sistema Globo), um daqueles "especialistas" do "afavor" do pensamento global, metendo a lenha no livro e na professora. Como disse o Zé Dirceu o...
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Luiz Eduardo Brandão
17/05/2011 - 19:02
"Ainda não estou refeita do choque sofrido com as notícias sobre o conteúdo do livro aprovado pelo MEC", diz a ilustre procuradora da República, Janice Ascari.
Muito menos refeito estou eu ao ver que...
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Preto Velho
17/05/2011 - 19:03
A Janice era amiguinha aqui do blog, sempre dando seus pitacos. É desproporcional a sua reação ao conteúdo do livro, será que ela teve contato com o lado escuro da força.
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sergio m pinto
17/05/2011 - 19:07
Prá quem não tem o que falar, qualquer assunto serve. O negócio é meter o pau nos adversários.
Mas porque será que esse pessoal não se escandalizou quando a secretaria de educação da locomotiva do...
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Periguari Paiva
17/05/2011 - 19:35
Na realidade o que ela quer nao e defender o que esta certo, mas, sim, o seu minuto de fama: HOLOFOTES!
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bacaiu
17/05/2011 - 19:36
Nóis fala errado mais nóis é esperto
Agente num somus inútiu, agente somos desperto
Nóis sabe fazê funk que conquista socialaitessss.
A mina rebita a bunda prá mostrá que é liberada...
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Nilva de Souza
17/05/2011 - 19:37
Já faz um tempinho que a Dra. Janice anda "diferente"
Ela tem sido figurinha carimbada nas páginas do Estadão, sempre com depoimentsos sobre as questões legais que envolvam Lula, seus filhos, Pt etc...
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Gilvane Eduardo Ferret
17/05/2011 - 19:43
"Este assunto é complexo, é para especialistas".
Sim, e existem inúmeros especialistas que discordaram.
E o livro ainda traz expressões como "a classe dominante", "preconceito social". O fundo...
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Ivan Moraes
17/05/2011 - 19:46
Obscurantismo intoleravel mesmo. Deixei alguns comentarios la no Edu a respeito, todos os quais ja expuz exhaustivamente aqui. Alguem que acha que tempo verbal eh palavra eh dose pra leao...
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HRR
17/05/2011 - 19:47
Sou argentino. Cresci lendo o Martín Fierro (sic) [Segundo a norma culta se escreveria Hierro].
É uma obra prima, na qual resgata a fala do gáucho.
Também líamos obras em cocoliche (macarrônico),...
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Estevam
17/05/2011 - 19:48
Bem diante da celeuma em torno dos livros com as expressões populares adquiridos pelo Gov Federal e o estrondo da grande mídia: vamos lá. O que é pior: errar por falta de conhecimento,...
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O Escritor
17/05/2011 - 19:48
Essa tese é justamente uma das vertentes da exploração política no caso do livro didático.
Provas aqui: http://cbjm.wordpress.com/2011/05/17/a-turma-do-pig-35/
Não consegui inserir as imagens...
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aleXandre
17/05/2011 - 19:51
Mas é um excelente texto. A Janice certamente não leu. Ou leu com o ruído do PIG ao fundo.
Trata-se de um belo e exato texto.não se trata de opinião. apenas fato.
"...
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Jaime
17/05/2011 - 19:52
Obrigado por postar a imagem do livro. O maior obscurantismo consiste nas pessoas estarem falando sem ter lido o livro e no uso político.
Por outro lado, eu acho que a autora se equivoca em...
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Odonir Oliveira
17/05/2011 - 19:54
NOTA OFICIAL DA EDITORA
NOTA PÚBLICA
Livro para adultos não ensina erros
Uma frase retirada da obra Por uma vida melhor, cuja responsabilidade pedagógica é da Ação Educativa, vem gerando...
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Francisco Ernesto Guerra
17/05/2011 - 19:55
O Presidente José Chirico Serra, tendo ouvido os ministros da cultura (Reinardinho Cabeção), do exército (Nelson Jonhbin), das comunicações (Ali Kamel), da fazenda (Antonio Malocci) e das relações...
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"Procuradora da República prevê ações contra uso de livro com erros pelo MEC; autora se defende":
Eduardo Guimaraes:
Por gentileza, vão se sodomizar
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Obscurantismo intoleravel mesmo. Deixei alguns comentarios la no Edu a respeito, todos os quais ja expuz exhaustivamente aqui. Alguem que acha que tempo verbal eh palavra eh dose pra leao. DOSE PRA LEAO, I TELLS YOU!
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Pois é, Ivan, veja como sao as coisas. Se a autora pode ser censurada por algo, é por nao ter conseguido ser tao simples como gostaria de ser. Para alunos de EJA, acho que o que ela escreveu é incompreensível. Mas acho que ela escreveu para os professores, nao para os alunos; compreendendo o que ela quis dizer, os professores saberao trabalhar as questoes usando linguagem que os alunos entendam.
Tudo que eles podem fazer para atrapalhar o advento da civilização brasileira - e de sua língua - eles vão fazer.
Josaphat, seu comentário tem duas leituras possíveis, opostas entre si. Dava para esclarecer qual delas você objetivou?
Ué, esses linguistas que dão crédito a esses povinho, oras...
A tão civilização brasileira, você acha que ela advirá dessas gente?
Acho que vc. quis dizer: A TAL CIVILIZAÇÃO BR.....
1ª conclusão a que chego: Vc. só pode ser estrangeiro porque TAL erro é imperdoável para quem é, no mínimo, alfabetizado em português.
A língua é um conjunto de signos para ser compreendida. Os livro é uma barbaridade, tchê!
At Heloisa: Este assunto é complexo, é para especialistas."
Morri. Desculpa esfarrapada. Tenta parecer ubber especialista para que "os leigos" nem consigam discutir, já que não alcançam pensamento de tal magnitude filosófica.
Fácil terminar uma discussão dizendo: Este assunto é complexo. Não é pra vc.
Com o advento do Mobral começou esta história de apostilas. Isso é uó.
Por que não estudar em livros consagrados?
Daqui a pouco, teremos que levar nossas crianças a um galinheiro, lá numa roça distante, pra conhecer uma galinha e na volta levá-los num sebo para conhecerem livros. De verdade.
Olhe, é escolha sua, claro. Mas esse seu uso sistemático de ironia atrapalha tanto a que você seja entendido; eu nao tive certeza sobre se tinha entendido o comentário anterior, e esse último, entao, menos ainda... Acho que você está brincando comigo, mas perde uma oportunidade de dizer o que acha de verdade... Escolha sua, claro, mas nao me parece a melhor... Eu francamente gostaria de saber como você viu essa história, a sério.
Escrevi às pressas e faltou a palavra 'sonhada' entre tão e brasileira. Mas daí a acharem que sou estrangeiro e não serem capaz de uma inferência é difícil, hein!
Mas eu quero mesmo dizer é mais ou menos isto: são práticas sistematizadas para tentar - inútil, mas eficaz para um período de vida humana, isto é, vale para quem faz isso hoje e valerá para o herdeiro da perversão amanhã e assim segue a história - impedir o seguimento natural-cultural da história que é, no caso em questão, o advento da civilização brasileira, nos moldes mais ou menos como profetizou o nosso querido Darcy Ribeiro entre outros arautos da nova era.
E aí ficam com essas táticas de desviar o foco do problema, que funcionam perfeitamente com as piranhas que, em vez de terem um verdadeiro e farto banquete, acabam tendo de esganiçarem-se entre a canela e o fêmur de um só boi, discutindo entre si sobre o sexo dos anjos.
Mas acaba que não adianta, porque o sexo dos anjos é importante também e termina, também, conduzindo, mais cedo ou mais tarde, para a verdadeira questão que é de se saber se os anjos de fato existem. Ou algo parecido.
E o assunto é complexo 'meijmo', como dizem os cariocas, e não poderá jamais ser adequadamente discutido e resolvido em uma caixa de comentários, que, por sinal, é um novo e interessantíssimo gênero textual, mas inadequado para longas análises, que é o que o assunto merece e a maioria de nós é incapaz de fazê-lo.
Mas querida Anarquista, estou efetivamente brincando com você. E creio que você saberá perfeitamente discernir entre brincar com e caçoar de. É preciso não levar essa zona toda o tempo todo a sério.
Um abraço e obrigado pela sempre excelente interlocução.
oia pro ce ve,nois fala errado perque nosso pai num eh rico e ademais to tame entendendo que eh o que mais importa do ponto de vista de uma comunicacao abrangente e nao elitista e eurocentrica.A lingua eh criada pelo povo num processo continuo e nao imposta por regras escritas por meia duzia de intelectuais.
Por isso meu nome é Froid e está certo. Estamos exausto - sem H - de pessoa que diz que eu estamu errado.
Ciao.
Ivan,
li o capítulo do livro. A polêmica toda se dá por um pequeno trecho dentre 17 páginas.
"O fato de haver a palavra os (plural) indica que se trata de mais de um
livro. Na variedade popular, basta que esse primeiro termo esteja no plu-
ral para indicar mais de um referente. Reescrevendo a frase no padrão da
norma culta, teremos:
Os livros ilustrados mais interessantes estão emprestados.
Você pode estar se perguntando: “Mas eu posso falar ‘os livro?’.”
Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação,
você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico. Muita gente
diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever, tomando as regras
estabelecidas para a norma culta como padrão de correção de todas as
formas linguísticas. O falante, portanto, tem de ser capaz de usar a va-
riante adequada da língua para cada ocasião." (pg 15)
O que os leitores que tem opinião formada à base de manchete de jornal (não possuem intelecção para aprofundar a análise no conteúdo debatido) não conseguem ententer é que não há apologia ao uso do linguajar com incorreções.
Há, simplesmente, a observação de que existem, na forma falada, diversas maneiras de comunicação eficiêntes na transmissão de informação, muitas vezes relacionadas ao nível sócio-econômico do falante, o que deve ser respeitado por questão de democracia e cidadania.
A pessoa não é proibida de falar de maneira alguma, apenas deve observar que cada situação possui seu próprio código de comunicação. Alerta, inclusive, para que se observe a ocasião.
Não há, portanto, erro de português no livro, visto que todas essas situações são expressamente apresentadas como incorreções da norma culta e da lingua escrita. Apenas não podem ser utilizadas como forma de humilhar, desrespeitar ou discriminar cidadãos cujo voto vale tanto quanto o do Eike Batista.
Lamentável que a dita Procuradora a quem vc se refere não tenha tido o trabalho de ler o livro antes de expressar sua opinião. Mostra como são feitas a maioria das peças acusatórias do MP, ou seja, sem observância dos conteúdos. Por essa razão as acusações são tão frágeis, permitindo a absolvição de criminosos sem muito esforço.
O que também é inaceitável é que a linguagem escrita seja estuprada, como diariamente ocorre na FSP, no portal UOL, em O Globo, etc. Todos esses jornais são forrados de erros diariamente. Isso não pode, pois não é falado e nesse tipo de escrita se exige norma culta.
"Na variedade popular, basta que esse primeiro termo esteja no plural para indicar mais de um referente":
Rodrigo, eu NUNCA comprei seis paes na minha vida inteirinha. Eu sempre compro seis pao. NUNCA vi dois cachorros na rua, sempre vi dois cachorro. Quando eu falo "vogais" ao invez de "vogal"... pode saber que eu estou falando pra outra pessoa. Isso nao vai mudar. Nao eh porque eu nao sei, eh porque me recuso, so isso. Isso muito antes de saber ingles.
O excesso de informacao redundante eh que me mata. Os livro sao interessantissimo. Ponto final pra mim.
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Livro didático x língua popular: Tese da velha mídia é motivo de riso para escritores, ao vivo na Globo News
Do site do mandato do deputado Dr. Rosinha (PT-PR)
http://drrosinha.com.br/livrodidatico/
Os escritores Marcelino Freire e Cristovão Tezza participaram nesta semana do programa "Entre aspas", apresentado por Mônica Waldvogel na GloboNews. Com bom humor, os dois escritores rechaçaram a tese da Globo (e da velha mídia), que, a partir de trechos retirados do contexto, ataca o livro "Por uma vida melhor", adotado pelo Ministério da Educação para turmas de jovens e adultos.
http://www.youtube.com/watch?v=fx9TtTYhQxw (compacto do programa no Youtube)
Quando a apresentadora fala em "regra errada do português", imediatamente Tezza, professor aposentado da UFPR, a interrompe e a corrige: "Variedades não padrão".
Mônica responde: "Estamos tucanando aqui". Ao que Tezza rebate: "É um conceito linguístico esse. Todas as línguas do mundo funcionam assim, são variedades. [...] A diferença entre dialeto e uma língua é que uma tem exército, e a outra não. É a história das línguas."
Marcelino Freire cita o poeta Sérgio Vaz: "Quando a gente diz nós vai, é porque nós vamos".
Tezza explica:
"Quando você constrói uma gramática escrita, você escolhe formas, passa a escrever essa formas, passa a defendê-las. E elas passam a ser o certo. E aí se começa a estigmatizar o que não está daquela forma. Isso é construção histórica das línguas padrões [...].
O conceito de variedade linguistica é fundamental, não há mal nenhum em mostrar aos alunos, mesmo dos primeiros anos, que a língua é um conjunto de variedades, inclusive para trabalhar com a diferença e a importância da norma culta. O que não precisa é humilhar ninguém para fazer isso.. é um processo esmagador, a escola tem muito poder, o aluno chega lá, só fala a variedade dele, o professor vai olha, você é burro, senta ali no milho… não. Vamos trabalhar de outra forma. É uma questão didática."
"Que conselho vocês dão aos que estão tão preocupados?", questiona a apresentadora, ao final do programa.
É a deixa para Freire arrematar:
"Vão de Adoniram Barbosa: "Arnesto nos convidou / prum samba ele mora no Brás / Nóis fumo, num encontremo ninguém…" [mais risos]
O programa na íntegra (24 minutos) pode ser assistido aqui.
Mais sobre o assunto:
Haddad: 'Acusação contra livro é equivocada. Fizeram juízo de valor com base em frase tirada do contexto'
Reconhecer a variedade popular da língua, sem preconceitos, e valorizar a cultura auxiliam na apropriação da norma culta
Em PDF, a íntegra do capítulo 'Escrever é diferente de falar', atacado pela velha mídia
O obscurantismo em marcha no linchamento do livro didático
Discussão sobre livro didático só revela ignorância da velha mídia
Do alto de minha total "leiguicidade", apesar de ter feito 6 meses de Pedagogia e de ter trabalhado em escolas grande parte de minha vida, pelo trecho que li do livro (foto em anexo), acho que é uma forma genial de ensinar a língua portuguesa às crianças, INCLUSIVE a língua culta.
Pelo que senti no texto, o objetivo é não "criminalizar" o aluno pela sua forma de falar e ao mesmo tempo lhe mostrar a forma culta.
Joaquim Neiva - Direto da Capital Secreta do Mundo
Obrigado por postar a imagem do livro. O maior obscurantismo consiste nas pessoas estarem falando sem ter lido o livro e no uso político.
Por outro lado, eu acho que a autora se equivoca em alguns momentos. Ao falar "norma popular": se populares expressarem a frase "Os livros ilustrados mais interessantes estão emprestados", não acho que se produzirá o padrão "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado". A frase foi utilizada para ilustrar a ideia correta de que: "O falante, portanto, tem de ser capaz de usar a variante adequada da língua para cada ocasião".
Também, ao falar que "na variedade popular" é daquele jeito, dá a entender, mesmo para leitores experientes, que existe uma única variedade popular e como se ela estivesse impondo essa única varidade popular ao estudante. Como disse o Hélio Schwartzman, a autora foi pouco habilidosa para expressar o que queria.
Ao falar "na variedade popular é comum a concordância funcionar de outra forma", na verdade está dizendo que na variedade popular é comum a concordância não ser respeitada. Do contrário, a definição da palavra concordância perde o sentido. Aí, para mim, a autora novamente extrapolou ao tratar a norma popular de forma positiva, o que parece desnecessário. Qual é o problema em falar que a regra da concordância nem sempre é respeitada?
"não acho que se produzirá o padrão "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado"":
"Os livro ilustrado mais interessante TAO emprestado"...
Simplicidade eh igual dinheiro. Ninguem recusa. ABAIXO O PORTUGUES CULTO AGORA E JA!
VAI SUMINDO!!!
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Abaixo o português culto, mas não o inglês culto. You is Champion!
[Ao falar "na variedade popular é comum a concordância funcionar de outra forma", na verdade está dizendo que na variedade popular é comum a concordância não ser respeitada. Do contrário, a definição da palavra concordância perde o sentido. Aí, para mim, a autora novamente extrapolou ao tratar a norma popular de forma positiva, o que parece desnecessário. Qual é o problema em falar que a regra da concordância nem sempre é respeitada?]
Na variedade popular mais disseminada pelo país - a que eu uso cotidianamente, por exemplo - há concordância, mas não da flexão plural do complexo artigo-substantivo-adjetivo (só o primeiro vai para o plural: as casa vermelha, bonitas menina, cadê os meus livro). Há a concordância de gênero sempre (bonitas menina, não bonitos menina). Se o complexo verbal precede o substantivo, não há concordância (é vendido os produto todo dia). Mas se o substantivo precede o verbo, há concordância (os produto são vendido todo dia).
Então, é correto dizer que a concordância funciona diferente nestas formas basiletais em relação ao acroleto dito "culto".
Dizer que as variedades populares não respeitam a concordância é imaginar que a concordância da forma acroletal é o modelo, A língua, e a linguagem popular uma ruptura, um crime contra a ordem da língua. Linguisticamente, não há como hierarquizar. São duas formas diferentes da língua, cuja concordância funciona de maneira diferente (não estamos falando, aqui, da interferência da gramática de uma das variedades na da outra, o que ocorre todo o tempo nas condições de diglossia).
O que tem que ser entendido é que as variedades populares TÊM GRAMÁTICA, TÊM LÓGICA, OBEDECEM REGRAS, SEGUEM PADRÕES. Elas não são mera deturpação DA língua (assim como o português não é mero latim clássico mal falado; "mágoa" não é deturpação de "macula"; "fresta" não é involução de "fenestra"; "dona" não é mutilação de "domina").
http://pt.wikipedia.org/wiki/Diglossia
Achei sensacional.... mesmo!!!!!!!!!!!!!!
Lembrei-me de meu avô, meu pai... Camões... não?
Não, vô, não consigo.
Chico Buarque, vamos estudar?
Roda viva, roda pião..... saudades eternas, vô.
Fomos!!!!!!!!!
Só para deixar mais claro o objetivo do livro.
Ele não foi escrito para quem vai alfabetizar crianças, mas turmas de EJA (Educação de Jovens e Adultos). Esses "jovens" devem ter, no mínimo, 18 anos e os adultos não têm idade limite. Já trabalhei, em turma de EJA, Ensino Fundamental (onde entra a alfabetização - embora eu não seja alfabetizador, mas professor de biologia), com adultos de mais de 50 anos. É para esse tipo de aluno que o livro (ou esse capítulo, mais especificamente) foi escrito.
Portanto, o que a professora escreveu no livro não será usado na alfabetização de crianças! E isso tem que ficar bem claro para quem ainda critica o livro por achar que as crianças serão mal encaminhadas! Isso é mentira!!!
Porém, mas não criminalizar, teveria;
a) toda banca de correção de redação de vestibular devia ter membro quase alfabetizado apenas para interpretar essas (coisa que o MEC ainda não fez e incorre em crime de segregação lingüística)
b) Todo meio de comunicação (jornal, blog, decreto, Constituição, etc) deveria ter sua versão feita por esses;
c) Idem para manuais, receita médica;
d) Ibidem, o mesmo para todo livro editado no Brasil.
Farta do que fazê.
http://www.me.gob.ve/
Viva Chavez, Viva Bolivar< Todo el Poder para el Pueblo, Viva Castro
CUUU BAH, cham cham cham!
CUUU BAH, cham cham cham!
CUUU BAH, cham cham cham!
CUUU BAH, cham cham cham!
CUUU BAH, cham cham cham!
CUUU BAH, cham cham cham!
CUUU BAH, cham cham cham!
CUUU BAH, cham cham cham!
CUUU BAH, cham cham cham!
CUUU BAH, cham cham cham!
CUUU BAH, cham ch...
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Incapaz de discutir cinência lingüística... o ignorante teme fantasmas.
Com certeza! Vai preparando as malas e comprando um terreninho em Miami!
E no Bom Dia Brasil, para variar (como é de praxe no sistema Globo), um daqueles "especialistas" do "afavor" do pensamento global, metendo a lenha no livro e na professora. Como disse o Zé Dirceu o problema da grande imprensa em Pindorama é a falta (constante) do contraditório. À tarde, na CBN, a professora mandou bem ao ser entrevistada pelo Piotto, embora tendo sido lido (será que é correto???) um imeio de um ouvinte dizendo que o livro justifica as falas erradas do Lula! Eu posso com uma tese dessas? Valha-me, São Briguilino!!!
Essa tese é justamente uma das vertentes da exploração política no caso do livro didático.
Provas aqui: http://cbjm.wordpress.com/2011/05/17/a-turma-do-pig-35/
Não consegui inserir as imagens porque não sou cadastrado. Quem quiser fazê-lo, agradeço.
A Oposição sempre tenta tirar o máximo daquilo que tem. Quando aquilo que tem é praticamente nada, o exagero se torna evidente.
Nassif, da uma olhada.
Eh tudo culpa de Lula de acordo com a espiaozada.
O post eh perfeito, e se voce nao conhecer o Brasil, parece invencao.
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
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