O UOL e a obra sem licitação da Infraero

Por Klebber Formiga

Da série o texto contradiz o título.

Caro Nassif como entender esta reportagem do UOL

Se foi sem licitação como havia 8 empresas participando do processo, e a que teve menor custo foi a escolhida?

Do UOL

Infraero contrata obra de R$ 85 milhões sem licitação no aeroporto de Cumbica

Vinícius Segalla 
Em São Paulo

A Infraero, empresa estatal que gerencia os aeroportos brasileiros, anunciou a contratação de uma empreiteira sem licitação para construir um novo terminal de passageiros no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), ao custo de R$ 85,75 milhões. Esta é a primeira obra prevista no programa da empresa para a Copa do Mundo de 2014 que foi contratada sem licitação.

No cronograma da Infraero, este empreendimento tinha como data de conclusão da primeira fase o mês de dezembro de 2011. Já a segunda e última fase deveria ser concluída em maio de 2012.

A Infraero afirma que a contratação emergencial foi necessária, sob o risco de o aeroporto de Guarulhos "entrar em colapso no fim do ano", nas palavras de Gustavo do Valle, presidente da estatal. Assim, o executivo revelou que a obra, ainda que esteja incluída na lista dos empreendimentos programados para a Copa do Mundo de 2014, é essencial já neste ano, a tal ponto que o governo dispensou a licitação.

A nova estrutura será construída no antigo terminal de cargas da Vasp  para atender ao crescimento no número de passageiros. O novo terminal terá capacidade para 5 milhões de passageiros por ano e deverá entrar em operação até o início de 2012, segundo a Infraero. 

A estatal informou que a escolha da empreiteira se baseou em um estudo técnico da obra, que estimou um preço de R$ 97 milhões. A empresa contratada teria apresentado o menor custo entre oito construtoras. O plano da Infraero para ser concluído até 2014 é ampliar a capacidade de Cumbica dos atuais 20,5 milhões de passageiros por ano para 35 milhões.

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37 comentários
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AlvaroTadeu

É daí que vem a intolerância. Como é possível o sujeito escrever que não houve licitação e depois, no finalzinho, informar que aquele foi o menor preço entre 8 construtoras? Essa é a perfeita barbárie midiática.

 
 
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PauloA.

http://www.advivo.com.br/sites/all/themes/luisnassif/images/reply2.gif); background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: initial; width: 200px; font-weight: bold; margin-top: 10px; background-position: 0px 0px; background-repeat: no-repeat no-repeat;">qua, 20/07/2011 - 09:13Aleandro Chavez

Não houve licitação, nem há qualquer contradição no texto.

Quando há uma dispensa de licitação por emergência, é possível e desejável que o órgão faça uma pesquisa de preços com os fornecedores e contrate o menor. Mas isso não se confunde com licitação - sequer com a modalidade de convite - pois não há as formalidades necessárias.

Não há a mesma publicidade, não é aberto para todas as empresas, não há os mesmo prazos, não há recursos etc

 
 
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Ivan Moraes

Analfabeto escrevendo jornal da eh nisso...

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Marcos Jansen

Sacaneou os analfabetos ao compará-los com quem escreveu essa matéria. Isso não é justo!

Abs,

 

Sou uma confusão de ideias em transe total: de dia declaro guerra a quem finge me amar e de noite a paz invade o meu coração... E com tudo isso me considero perfeitamente quase normal!!!

 
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drigoeira

Não é analfabetismo, é má fé.

Os reporteres da Folha e UOL sabem que o pessoal tem preguiça de ler os textos, aí colocam os títulos totalmente fora do contexto. O pessoal lá na maioria lê o tílulo e já fazem comentários depreciativos.

Como ele citou no último parágrafo que existiu seleção de empresas, então não tem como mover processo judicial contra ele ou o jornal.

 
 
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Emerson Almeida

Espera um pouco. Houve licitação mas o UOL coloca isso na chamda para causar um impacto político.

É lamentável que a lei que regularia a imprensa ainda não tenha saído.

 
 
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Aleandro Chavez

Não houve licitação, nem há qualquer contradição no texto.

Quando há uma dispensa de licitação por emergência, é possível e desejável que o órgão faça uma pesquisa de preços com os fornecedores e contrate o menor. Mas isso não se confunde com licitação - sequer com a modalidade de convite - pois não há as formalidades necessárias.

Não há a mesma publicidade, não é aberto para todas as empresas, não há os mesmo prazos, não há recursos etc.

 
 
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Marco Antonio L.

Pô, isso foi só um errinho de reportagem, sem maldade. Afinal a uol é folha e folha é uol, tudo a ver. Essa é qualidade dos repórteres e das reportagens. Coisa mais linda. Viva o Brasil.

 
 
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RafaelDF1981

Na verdade, mesmo nas dispensas de licitação, é realizada uma pesquisa de preços junto ao mercado para avaliar se a contratação é vantajosa ou não. Desse modo, a Administração preferiu contratar aquela empresa que apresentou a menor cotação entre as consultadas.

 
 
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Do mesmo n´viel

A manchete diz uma coisa. Mas na notía consta apenas três pequenas coisas que nem erro pode ser. O certo consta na questão, cabe ao candidato encontrar e não o MEC dizê-lo.

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Prova de ciências do Enem é displicente 

Análise feita por pesquisador concluiu que questões pedem leitura de tabela e não pensamento crítico

 
 
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Odilon Araujo

Realmente, não houve licitação. Houve apenas uma consulta pública, para ver se o preço e o prazo eram viáveis.

O que a INFRAERO fez foi um contrato emergencial.

https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/7/19/cumbica-tera-construcao-de-terminal-sem-licitacao

"A Infraero, orientada pela Secretaria de Aviação Civil (SAC), acabou de contratar em regime emergencial - portanto, sem licitação - uma empreiteira para construir um terminal em Cumbica. A estrutura será erguida no antigo terminal de cargas da Vasp, atualmente ocupado para guardar cargas detidas ou abandonadas. A empresa escolhida para executar a obra é a Delta Construções."

 
 
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droubi

Realmente, o que eu entendi foi exatamente isto. Não houve mesmo licitação. Uma coisa é pedir pras empreiteiras orçarem e contratarem o menor preço. Outra coisa é fazer um processo de licitação para contratar um empreiteira, onde se segue todo um processo específico.

 

PET - Programa de Erradicação dos Trolls. Não alimente os trolls no blog!

 
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Marco Antonio L.

Droubi, e isso é ilegal como a matéria sugere?

 
 
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Vinicius Carioca

Não é ilegal e tampouco imoral...por exemplo, para compra de equipamentos em universidades (pode ser um mero computador) é exigido da instituição, ou do responsável de um projeto, que seja fornecida uma lista com 3 orçamentos de diferentes empresas. O órgão financiador escolhe o de menor valor, exatamente como aconteceu no caso da infraero.

O que se questionar é que nem sempre o menor valor corresponde a uma boa qualidade. Aliás este processo é criticado por muitos pesquisadores com quem trabalho e conheço nas universidades píblicas...mas é uma forma de dar transparência as aquisições com dinheiro do erário.

Voltando ao caso Infraero, a questão é que se contrata pelo menor preço e depois a empreiteira reformula o projeto e consegue os tais aditivos.

A Delta está envolvida até o pescoço com denúncias de corrupção em obras no Rio (a reforma do Maracanã, por exemplo)...devemos suspeitar e muito desta empresa.

 
 
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Ivan Moraes

"Uma coisa é pedir pras empreiteiras orçarem e contratarem o menor preço. Outra coisa é fazer um processo de licitação para contratar um empreiteira, onde se segue todo um processo específico":

Mas se os precos ja foram terminantemente pesquizados e o melhor foi escolhido (dado o tipo de trabalho, logico) porque licitar entao que eu nao entendi, Droubi?!

Ta com cara de cricrise no uol mesmo!

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Giovanni Oliveira

Uma coisa é o "processo licitatório", outra cisa é "tomada de preços". São instrumentos distintos, com leis e regras específicas.

O grande problema da matéria é a tentativa de escandalização da contratação.

 
 
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Sanzio

Tucanaram a licitação para poder colocar no título (e repetidas vezes ao longo da matéria) uma informação que sugere alguma ilegalidade, quando não houve nenhuma.

Parece a Folha, que escreveu hoje sobre um caso de um sujeito que teve a orelha arrancada por canivete: "Ao lado de J.C.G. jazia o pavilhão auricular, carneado por instrumento cortante "de baixo para cima", como explicou o médico de plantão."

 
 
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Aleandro Chavez

Não houve licitação, mas sim uma contratação por emergência.

Se a emergência tiver sido causada por ineficiência da própria administração, é ilegal sim. A escolha do Brasil como sede foi em 2007, e as cidades em maio de 2009. Agora, em 2011, realizam uma contratação por emergência. Houve tempo de sobra para planejamento de uma licitação. Cabe aos órgãos competentes analisar se a contratação foi legal ou não, mas a imprensa pode ter sua própria opinião.

Ainda que tenha sido legal, cabe à população avaliar como está sendo a eficiência do governo em seu gerenciamento de obras. Pode ter sido legal, mas ineficiente e caro. Já vimos essa história nos jogos do Pan. E, para isso, é necessário ser informado pela imprensa quando há uma contratação por emergência.

O que me causa estranheza é que os comentaristas, em sua maioria, não mostram indignação com a falta de planejamento envolvida na preparação desta Copa. Acham normal uma contratação por emergência, mesmo tendo tido tempo suficiente para uma licitação. E ficam com raiva da imprensa que traz a notícia, e não do governo que planejou mal suas obras.

 

 
 
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roberto felisberto barroso

verdade ou mentira ja sumiram com a materia da pagina

 
 
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André LB

  Foi só mais uma peça de propaganda subliminar. Nas próximas eleições o cidadão que leu - digo, consumiu aquilo sem senso crítico nem vai lembrar que leu, mas quando falarem que o PT não presta ele vai ter a sensação de que aquilo é verdade, que os petralhas criaram o maior mar de lama da História, que a corrupção aumentou demais, etc. 

 
 
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Marco Antonio L.

Mais um comentário que na verdade é mais uma matéria da folha. Igualzinho a forma de escrever. Vade retro.

 
 
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Noir

Esse é o "verdadeiro terrorismo", e ninguém toma providências.

 
 
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Wellington Nascimento

A consulta pública é uma das formas de contratação pública de obras e serviços prevista na chamada "Lei de Licitações". Normalmente é utilizada no caso de pequenos valores. Portanto, podemos dizer que houve licitação, sim, só que de forma extraordinária. Para ter sido aplicada a consulta pública algum órgão do setor jurídico deve ter sido consultado (desculpem a redundância) e autorizou.

 
 
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Klaus

Lei 8666/93

Art. 24.  É dispensável a licitação: 

IV - nos casos de emergência ou de calamidade pública, quando caracterizada urgência de atendimento de situação que possa ocasionar prejuízo ou comprometer a segurança de pessoas, obras, serviços, equipamentos e outros bens, públicos ou particulares, e somente para os bens necessários ao atendimento da situação emergencial ou calamitosa e para as parcelas de obras e serviços que possam ser concluídas no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias consecutivos e ininterruptos, contados da ocorrência da emergência ou calamidade, vedada a prorrogação dos respectivos contratos;

Se o caso for amparado pela lei, qual o problema?

 
 
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Roberto Locatelli

Ley de Medios, JÁ!!

 
 
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elisa

Lei de médios vindo de um governo que se pela de medo da imprensa é de rir viu. O que irrita é que essa josta de governo gasta 300 bi com a bolsa banqueiro/rentista e não "tem" dinheiro pra ter um portal de noticias na internet, investir na tv e radio publicas e fica refém do 'barulho da imprensa', quando o resultado das urnas em 2012 chegar, quem sabe o governo consegue levantar uma unha do mindinho para melhorar sua comunicacão e defesa não é? Enquanto isso, para aqueles que estão com peninha do governo, leva pra casa e facam curativos nos dodóis,se quiserem eu contribuo com jatos de alcool nas feridas com todo amor e carinho nessa gente covarde e incompetente.

 
 
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Roberto Locatelli

Prezada Elisa, a Ley de Medios (lei geral das comunicações) não virá do governo, e sim da sociedade civil organizada.

 
 
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josé adailton

O velho e batido cacoete de  culpar a velha mídia por todas as mazelas da sociedade bloqueia a visão inteligente dos fatos. Neste post questiona-se apenas  o veículo de comunicação, sem abrir o desconfiômetro sobre a real natureza da notícia.O jogo está aberto para quem quiser ver o mar de lama do conluio entre o poder econômico e o poder estatal de todas as esferas e de todas as ideologias. Sem o famigerado PIG na atual conjuntura de oba oba que vivemos pouco ou quase nada seria divulgado com destaque .Sem a degenerada, alquebrada e semi-falida imprensa direitista os dois ministros teriam caído? A suposta quadrilha instalada no DNIT seria demitida? Ficando claro que  estas indagações necessariamente não tem intenção de culpabilizar os governantes.Em muitos casos eles são os últimos a saber dos desvios dos seus auxiliatres.

 
 
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thiago rodrigues

É por isso que votarei no PT para sempre, ou enquanto a imprensa SÓ fiscalizar o pt, é nele que votarei, o único partido fiscalizado, investigado e cobrado no Brasil é o PT, portanto posso entregar meu voto sossegado a ele sem medo de ser feliz, aos outros partidos não concedo voto nem para miss pipoca, ninguem se interessa em saber das maracutaias deles, não dá né.

 
 
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Kid Prado

Falou pouco, mas disse muito, cara! É irritante ver como o PIF ou a GAFE, fazem questão de acrescentar o "do PT" como se fosse o sobrenome de todo autor de maracutais por este Brasil afora, e se "esquece" de identificar partidariamente quando a falcatrua vem de políticos de outros partidos. Compare os noticiários sobre a morte do prefeito Celso Daniel do PT (só podia ser!) e a morte do prefeito de Jandira do, do... ??? (Hein?) O casal 45 é especializado nisto e até quando o meliante é do PP eles evitam caprichar na dicção para que jeja ouvido como PT. Estes murdoquinhos nativos são muito não tem calor na cara, como dizia meu velho pai... 

 

Kid Prado

 

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