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O rating dos Estados UnidosEnviado por luisnassif, qua, 03/08/2011 - 09:16Por Marco Antonio L. Do Yahoo! Moody's mantém nota dos EUA, mas com perspectiva negativa Mas a Moody's acrescentou uma "perspectiva negativa" para a nota, afirmando que o rebaixamento ainda pode ocorrer se a disciplina fiscal enfraquecer ou o crescimento econômico se deteriorar significantemente. Em julho, a Moody's tinha alertado sobre a possibilidade de um rebaixamento devido aos temores de que o governo poderia ser forçado a um default caso não houvesse aumento do teto da dívida de 14,3 trilhões até 2 de agosto. Depois de tensas negociações no Congresso durante o fim de semana, o presidente Barack Obama assinou a legislação nesta terça-feira que aumenta o teto e também cria um plano para reduzir o déficit do país nos próximos 10 anos. Oaum"O aumento inicial do limite da dívida em 900 bilhões de dólares e o compromisso para elevá-lo em 1,2 a 1,5 trilhão até o fim do ano virtualmente eliminaram o risco de um default", disse a Moody's. A Moody's chamou o plano de um "primeiro passo" para diminuir o rombo a um nível que manterá as finanças americanas em linha com os parâmetros da nota AAA no longo prazo, ecoando os alertas do próprio Obama de que o acordo era apenas o começo de um longo processo de corte do déficit e de impulso ao crescimento do mercado de trabalho. Mas as agências classificaram o complicado modelo de cortes como "não testado", notando que "tentativas de regras fiscais no passado nem sempre resistiram ao teste do tempo". Acrescentando a perspectiva negativa à nota, a Moody's alertou sobre os riscos de a disciplina fiscal falhar, de as medidas futuras de redução do déficit não serem adotadas em 2013, e de a economia enfraquecer-se significativamente no futuro caso os custos dos empréstimos tomados pelo governo subirem de forma inesperada. A agência disse esperar uma redução na proporção da dívida em relação ao PIB do país, agora próximo de 100%, para 73% em 2015. "Medidas de redução dos déficits de longo prazo são positivas para o rating; a ausência de tais medidas seria negativo", completou a Moody's.
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Comentários + votados
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Caíto
03/08/2011 - 09:28
Para conferir o grau de credibilidade dessas "agências de rating", vale conferir o premiado documentário americano "Trabalho Interno" (Inside Job).
Incrível é a manipulação desses...
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luka
03/08/2011 - 09:31
A minha curiosidade é saber se isso muda alguma coisa. O mercado ainda tem alguma dúvida que a situação por lá é preta?
Independente do moody's o mercado ja não rebaixou os EUA?
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edv
03/08/2011 - 11:51
Essas agências, que se "envolvem" com a grana, deveriam ter uma classificação "blÁblÁblÁ"...
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Para conferir o grau de credibilidade dessas "agências de rating", vale conferir o premiado documentário americano "Trabalho Interno" (Inside Job).
Incrível é a manipulação desses ratings continuar comendo solta impunemente.
A minha curiosidade é saber se isso muda alguma coisa. O mercado ainda tem alguma dúvida que a situação por lá é preta?
Independente do moody's o mercado ja não rebaixou os EUA?
Encruzilhada! Não diminuindo os gastos militares, fica difícil reduzir o déficit e a situação fica insustentável, pois o mundo não tem como continuar financiando trilhões para os EUA manter o padrão de vida deles. Ao mesmo tempo eles não podem diminuir os gastos militares porque o lastro do dólar é o poder de polícia no mundo. Se eles perderem esse poder, os EUA deixam de ser financiados pelo resto do mundo. Creio que a situação caminha para um desfecho em poucos anos, não antes do Tea Party fazer muitos estragos, montado em armas. Enquanto isso, as agências de "riso" tentam tampar o sol com a peneira.
Quero ver falar mal do patrão !!
Essas agências, que se "envolvem" com a grana, deveriam ter uma classificação "blÁblÁblÁ"...
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