O PSDB contra as privatizações da Petrobras, Caixa e Banco do Brasil

Por José Ribeiro Júnior

Do Valor Econômico vem a notícia de que para se livrar da fama de predadores do patrimônio público, o PSDB e o DEMO vão propor uma PEC vedando a privatização da Petrobras, CEF e BB.  Tal qual o estuprador “arrependido”, mas ciente da sua natural periculosidade,  propõem decepar o próprio pênis. Em se tratando do PSDB e do DEMO, é recomendável ceifar também os dedos e a língua (isto é, extinguir os dois partidos de vez). Só por precaução.

Do Valor

PECs visam enterrar rótulo de privatista

Caio Junqueira

O PSDB quer proibir, por emenda constitucional, as privatizações da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. O partido já tem duas propostas de emenda (PEC) e a expectativa é de que os projetos sejam votados ainda nessa legislatura. O objetivo é impedir que o PT use, como discurso de campanha eleitoral, que os tucanos são privatistas, tal como ocorreu nas disputas de 2006 e 2010.

A PEC 466/2010 acrescenta dois artigos ao capítulo VI da Constituição Federal, que trata do sistema financeiro nacional. O primeiro estabelece que a Caixa "constitui empresa pública, com controle e capital integralizado exclusivamente pela União Federal". O segundo, sobre o Banco do Brasil, determina que "é vedada a emissão ou alienação de ações, por meio de uma única operação, ou por meio de operações sucessivas, que resulte na perda do controle do capital social pela União Federal".

Já a PEC 370/2009 acrescenta um dispositivo ao artigo 177 da Constituição, que versa a respeito do monopólio da União sobre o petróleo. O texto diz que a Petrobras "terá o controle exclusivo da União, sendo vedada alienação que implique na perda do mesmo".

As duas PECs, de autoria do deputado federal Otávio Leite (PSDB-RJ), terão seus relatórios apresentados nesta semana na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara pelo relator, também tucano, César Colnago (ES). Os parlamentares pretendem que elas sejam aprovadas e encaminhadas para uma comissão especial a ser instalada para discuti-las, uma vez que o regimento assim determina por serem emendas constitucionais. Mas, acima de tudo, o intuito maior é causar um efeito político-eleitoral.

"Eu as propus porque acredito nessa blindagem e acho importante isso constar na Constituição. Mas também uma consequência de sua tramitação será acabar com essa gracinha dos petistas que, de forma malandra e oblíqua, insinuam e tentam impor ao PSDB algo que não defendemos", afirmou Leite, que também é pré-candidato a prefeito do Rio. "Esse discurso que o PT fez já nos atrapalhou em duas eleições. Não tenho dúvidas de que perdemos muitos votos com isso. Mas na próxima eleição não nos atrapalhará", completou Leite.

As acusações foram fortes na eleição presidencial de 2006, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, trouxe para a campanha do segundo turno o tema e pegou de surpresa e despreparado o adversário, Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano depois chegou a, constrangido, vestir um macacão com os símbolos das estatais para provar seu apreço por essas empresas. Em 2010, a então candidata Dilma Rousseff (PT) também retomou o discurso, rebatido por José Serra (PSDB) na linha de que, se o PT fosse contrário às privatizações, teria reestatizado as antigas estatais na era Lula.

Agora, a mais de três anos das eleições presidenciais, os tucanos querem se resguardar de antemão, abrindo esse debate dentro do Legislativo. A ideia é também medir até onde o PT chega nesse debate quando confrontado com propostas do adversário que contradizem seus recentes discursos eleitorais referentes ao tema. Além disso, os tucanos contam com um fator extra para constranger o PT: assinaram a PEC e a apoiaram petistas como o presidente da Câmara, Marco Maia (RS) e os ministros Antonio Palocci (Casa Civil) e Luiz Sérgio (Relações Institucionais).

Ocorre que, como tem maioria na Casa e, consequentemente, nas comissões, o PT pode se utilizar dela para não dar andamento às PECs. Isso pode ser feito basicamente de três maneiras. Com o presidente da Câmara não permitindo a instalação da comissão especial ou com algum petista ou aliado pedindo vista da PEC na CCJ e segurá-la em seu gabinete. Ou ainda permitir que ela avance e esteja pronta para ser votada, mas que nunca seja colocada em pauta.

De qualquer maneira, como o intuito dos tucanos é mais político do que técnico, a expectativa do PSDB é de que qualquer comportamento petista possa servir de álibi para evitar a retomada da pecha privatista em 2014. "As propostas são importantes do ponto de vista político porque o PSDB nunca falou sobre privatizar esses órgãos. É uma demonstração nossa de que eles devem ter seu controle mantido pelo governo brasileiro e de que é isso que defendemos", afirmou o relator das PECs na CCJ, César Colnago (PSDB-ES).

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151 comentários
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Joaquim Aragão

Mas extinguir pode, né?

Fora de brincadeira, propor uma PEC e mobilizar duas casas da Congresso  para resolver problemas de marketing eleitoral do próprio partido demonstra mais ainda a falta de rumo dessa agremiação metida a intelectual, mas na verdade mais primitiva do que partido de república de bananas.

Embora não concorde com a privatização de nenhuma dessas entidades, não entendo a vedação de transformar a Caixa em uma sociedade de economia mista, até para fortalecer o débil mercado  nacional de capitais. Realmente, perdoai-os Senhor, porque eles não sabem o que fazem!

Olhe que a maré da oposição melhorou com as estripulias do Palloci e o  derretimento da dama de ferro,  mas essa brincadeira pode colocar tudo a perder, pois irá criar inimizades no mercado financeiro e com empresas multinacionais, o esteio político desse partideco...

 

Joaquim Aragão

 
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Propõe uma PEC agora, aprovam consensualmente e se depois conseguirem vencer as eleições presidenciais, mobilizam novamente o congresso para um movimento inverso, derrubam a PEC que ajudaram aprovar e privatizam o que resta ao país. Isso é um grande passo para um estelionato eleitoral.

 
 
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Vinicius Carioca

A CPMF que o diga...

 
 
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carlosc
 
 
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carlosc

Cadê meu comentário???

 
 
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xicobarreto

Seu comentario esta em analise na comissão de justiça do Nassif, assim que ela for aprovada pelo conselho sera apreciada pela casa.

Sera atraves de uma PEC que o Nassif enviara a comissão

hehehe

 
 
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carlosc

kkkkkk..gostei

Saiu sem qualquer texto.

 
 
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IV AVATAR

Quer dizer que o Aócio não é privatista, tomara que desprivatizem a Vale então, o Sistema Telebrás...

Escrito por Administrator    Ter, 18 de Janeiro de 2011 00:24 Estado privatizado Gilvander Moreira[1]Vocês devoraram os campos e tudo o que foi roubado dos pobres está na casa de vocês. Que direito têm vocês de oprimir o meu povo e de esmagar a face dos pobres?” – oráculo de Deus Javé. (Isaías 3,14-15).   Ao demonstrar a inconstitucionalidade e a imoralidade da privatização dos presídios, o que os Governos Aécio Neves e Antonio Anastásia (do PSDB/DEM) estão insistindo em fazer em Minas Gerais, o professor José Luiz Quadros de Magalhães pergunta: “Por que não privatizamos a Presidência da República, o Governo do Estado, o Legislativo e o Judiciário?”

Quadros admite ter medo de perguntar e alguém gostar da idéia. Eu, também, temo, pois mesmo reconhecendo os grandes limites do atual modelo de Estado que temos, jamais devemos defender a extinção do Estado, o que beneficiaria somente aos adoradores do deus mercado e pisotearia os poucos direitos humanos conquistados pela sociedade civil organizada. A iniciativa privada tem compromisso é com o lucro para seus próprios donos e/ou acionistas. Responsabilidade social e ecológica, só por força de lei e ainda como fachada estética para as empresas. É óbvio que o Estado, como comitê executivo da classe dominante, acaba sendo um meio legitimador dos processos de privatização do patrimônio público – água, solo e subsolo, bens naturais. Quando questionadas, as empresas logo se defendem: “Estamos agindo dentro da legalidade.” Não dizem que se trata de “legalidade” segundo interpretações que as beneficiam ou moldadas para atender a seus interesses privados. O constitucionalista José Luiz pondera que se privatizássemos o Estado “diminuiríamos os gastos públicos e geraríamos empregos. Substituiríamos os juízes, desembargadores e ministros por árbitros privados (declarando a morte da imparcialidade e da igualdade processual); mediríamos a eficiência do Legislativo pelos seus poucos gastos e pela quantidade de projetos de leis que favoreçam as empresas a aumentarem seus lucros e teríamos um gerente nos executivos que, não tendo mais que fazer opções políticas (uma vez que decretaríamos também a morte da política e logo o enterro da democracia) devem ser apenas bons gestores.” A bem da verdade, oficialmente, não temos um Estado privatizado, mas, na prática, o Estado brasileiro está profundamente privatizado, e o que é mais grave: não por uma rede de pequenas e médias empresas, mas por um oligopólio de grandes empresas, muitas delas transnacionais, que se ufanam dizendo que agem na legalidade, mas, nos bastidores e na calada da noite, fazem gigantescos lobbies para “obrigar” o Estado a criar leis imorais ou a aplicá-las usando dois pesos e duas medidas: para os pobres, o direito penal, com leis cada vez mais cruéis; para os ricos, o direito civil, ainda do Estado liberal que entende a propriedade privado como um valor supremo. Exemplos disso não faltam. Os órgãos ambientais – Ministério do Meio Ambiente, IBAMA[2], Instituto Chico Mendes, Secretarias do Meio Ambiente estaduais e municipais, Instituto Estadual de Floresta, COPAM[3], COMAM[4] etc -, na prática, atuam como órgãos de fomento à produção. Curvam-se diante do império do capital obedecendo “ordens”, tais como: “não sejam obstáculos ao progresso e ao desenvolvimento econômico! Licenciem com rapidez, pois o atraso no início das obras podem gerar grandes prejuízos...” Não confessam que serão prejuízos para grandes empresas e seus acionistas, mas respeito ao povo que gozará de ambiente menos devastado, caso os bens de uso comum continuem preservados. O Congresso Nacional está, na prática, privatizado, quando, por exemplo, por omissão, não legisla regulamentando a proibição constitucional da existência de monopólio ou oligopólio dos meios de comunicação social. Resultado: O setor de televisão no Brasil, dominado por empresas privadas, é um dos mais concentrados do mundo. A Globo controla 340 empresas; o SBT, 195; a Bandeirantes, 166; e a Record, 142. Ou seja, 843 empresas nas mãos, melhor dizendo, nas garras, de somente quatro megaempresas: Globo, SBT, Band e Record. Está privatizado um judiciário que continua, de forma positivista, julgando como se o direito de propriedade fosse um direito absoluto, e mais, como se fosse só para 5% das pessoas; negando a força dos princípios constitucionais da dignidade humana – para todos e não só para brancos e ricos; fazendo vistas grossas à função social da propriedade e a tantos direitos sociais que foram conquistados a custa de muita luta, suor e sangue; juízes que desdenham da função social da propriedade, que chamam pobres organizados que estão na luta de “invasores”, “arruaceiros”, “turbadores da ordem” – capitalista, deveriam explicitar; um Tribunal como o TJMG[5], que aposenta compulsoriamente o juiz Dr. Livingsthon Machado por ter soltado 26 presos que estavam submetidos a tratamento cruel, desumano em cadeia superlotada de Contagem, MG.[6] O Governo do estado de Minas, gestão de Aécio Neves e Anastásia, privatizou o estado de Minas quando, para satisfazer interesses econômicos de mineradoras, deixou de exigir licenciamento ambiental para empreendimentos minerários com extração até 300 mil toneladas por ano, através da Deliberação Normativa do COPAM n. 74/2004, que exigia apenas Autorização Ambiental de Funcionamento - AAF. Foi preciso muita luta para reverter o drible que o Governo mineiro estava dando na aplicação da legislação ambiental. Ouvindo os clamores das comunidades afetadas pela avalanche de devastação ambiental nas minas e nos gerais, o Ministério Público Estadual entrou com uma Ação judicial contra o Governo de Minas. Na Ação Civil Pública, os promotores argumentam que: "A lavra de minérios, cujo potencial degradador foi reconhecido até mesmo pela própria Constituição Federal (art. 225, § 2º.), foi objeto de tratamento específico pela Lei 7.805/89, Decreto 98.812/90 e Resoluções CONAMA 01/86, 09/90 10/90 e 237/97 (que exigem expressamente o licenciamento ambiental clássico para o exercício da atividade). Entretanto, a DN COPAM  74/2004 possibilita o funcionamento com base em mera AAF de  uma série de atividades para as quais a normatização federal exige expressamente a elaboração de EIA[7]/RIMA e a sujeição ao processo de licenciamento ambiental clássico, violando frontalmente o ordenamento jurídico vigente". Desde 2004, o Governo de Minas permitia  a extração de até 300 mil toneladas de minério de ferro ao ano com base na mera expedição de uma AAF, sem qualquer estudo ambiental prévio, publicidade, anuência do município explorado ou monitoramento subseqüente dos impactos, considerando tal atividade como sendo de pequeno potencial degradador, por incrível que pareça. Para se ter idéia do que isso representa, aduziram os promotores: "basta dizer que para transportar 300 mil toneladas de minério de ferro bruto são necessárias 10.715 viagens, utilizando-se caminhões com capacidade de 14 m3 (Scania P420)". Segundo os promotores da ação, "essa permissividade ambiental, flagrantemente ilícita, tem ocasionado sérios danos ao meio ambiente natural e cultural de Minas Gerais.” Até 300 mil toneladas por mineradora em cada mina. Imaginem quantas atuam em território mineiro e em quantas minas! São centenas, senão milhares. Mas em 11 de janeiro de 2011, o Ministério Público obteve importante decisão, em caráter liminar, para a preservação do meio ambiente e do patrimônio cultural de Minas Gerais, segundo a qual o Estado de Minas Gerais não pode mais conceder AFF para atividades mineradoras. O juiz Osvaldo Oliveira Araújo Firmo argumentou na liminar que "As razões de ordem fática apontadas pelo Estado como justificadoras da burla à materialização do princípio da avaliação de impactos ambientais por meio do licenciamento ambiental, determinada pela Lei nº 6938/81 (art. 9o, III e IV e art. 10), são de lastimável impressão... Por tudo, resta claro que a AAF é um instrumento, por assim dizer mais frouxo, que o Estado de Minas Gerais optou por instituir, acreditando-se autorizado - à primeira vista - por uma retórica hermenêutica sintomaticamente casuística, para isentar-se de assumir suas atribuições legais...".   A liminar determina ainda ao Estado de Minas Gerais "a obrigação de não fazer consistente em abster-se, doravante, de conceder ou renovar quaisquer AAF para atividades de extração ou beneficiamento de minério de ferro no Estado de Minas Gerais, sob pena de multa de R$100.000,00 por ato praticado, sem prejuízo da responsabilidade penal e por ato de improbidade administrativa. Com isso fica suspensa a aplicabilidade do art. 2º da DN do COPAM n. 74/2004, até que contra ordem judicial delibere diferentemente". Se o Tribunal de Minas derrubar a liminar, acima referida, estará atuando - como muitas vezes têm atuado - a serviço dos interesses mercadológicos das mineradoras, ou seja, privatizando, sem constrangimentos, o Poder Judiciário em Minas Gerais.  Espera-se, por fim, que essa liminar seja mantida pelos tribunais superiores, em caso de recurso. Homens e mulheres de toga que assim agirem estarão considerando a dignidade humana e planetária que clama por um Estado não privatizado. Belo Horizonte, 17 de janeiro de 2011.

http://www.gilvander.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id...

 
 
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Gardenal

Tudo bem que agora o Aócio e seus correligionários(eles não tem companheiros, isso é coisa de partido diferenciado) estejam esconjurando as privatizações. Mas, quem disse que para manter a politica anti-privatista a gente precisa da ajuda deles? Muito bem que eles aplaudam a politica do PT e de sua base. Parabéns para eles. O PERIGO MORA EM MINAS. E, pior...DIRIGE BÊBADO

 
 
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vejam que quem privatizou o estado foi o PT, Palocci esta ai para provar isso.

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

 
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Gardenal

Só hoje, em noticia de jornal de BH, descobriu-se que os demofrênicos-tucanopatas privatizaram mais de 50 vagas na Estatal CEMIG-a energia mais cara do Braisl, entregando as, em ano eleitoral, registre-se,  a ex-prefeitos derrotados, com salário de 5.000,00, para trocarem lâmpadas. Esse é o choque de jeitão do senador Bêbado.

 
 
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edv

Eu, que não sou petista, diria que quem percebe o PT privatizando o estado precisa, no mínimo, de óculos, aparelho auditivo, um cão farejador...

Dizem que o pior cego...

 
 
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aliancaliberal

"diria que quem percebe o PT privatizando o estado precisa," não seria assim a frase. quem não percebe o PT privatizando o estado precisa.............

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

 
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IV AVATAR

Foram os PSD(bistas) que na Era da Privataria tucan deram a Vale, de 300 bi, por meros 3 bi, sendo que estes 3 bi foram dados pelo BNDES aos sortudos compradores que fizeram o favor de aceitar a Vale assim de mão beijada. Sem falar no Sistema Telebrás, cujo imóveis, sendo vendidos, já valeriam o valor pelo qual ela(Telebrás) foi doada para Daniel Dantas, o brilhante de FHC

 
 
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aliancaliberal

Como vai a sinecura avatar.

Se a Vale foi vendida tão barata pq vc não comprou então?

E da uma olhada no preço da Rio Tinto e da BHP BILITON a epoca e compare.

Lógico que vc também esquece de dizer que foi apenas 27% das ações da Vale que foram vendidas.

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

 
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Geraldo Galvão

Voltando de uma noitada? Duvido que ele estivesse só bêbado; ainda mais ele que corre atrás de uma brilhante carreira.

 
 
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zéluiz

O Ministério da Saúde deveria baixar portaria, proibindo imediatamente a produção, comercialização e uso do que esse pessoal do PSDB toma durante suas reuniões. Alucinógeno de primeira.

 
 
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Gardenal

Caso não vingue sua obsessão pelo planalto, dado o seu passado, o mais previsível é que abrace, ou melhor, aspire, uma carreira no campo esportivo. É provável, também,  que o Hospital Mater Dei, em BH manifeste interesse (retorno garantido) nesse patrocínio. Ah, que angústia que dá essa espera pelo Dossiê Itagiba! E, por falar nisso, cadê o tal "Porões da privataria"?

O PERIGO MORA EM MINAS. E, pior...DIRIGE BÊBADO 

 
 
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Gardenal

Caso não vingue sua obsessão pelo planalto, dado o seu passado, o maisprevisível é que abrace, ou melhor, aspire, uma carreira no campo esportivo. Éprovável, também, que o Hospital Mater Dei, em Bhmanifeste interesse (retorno garantido) nesse patrocínio. Ah, que angústia que dá essa espera pelo Dossiê Itagiba! E, por falar nisso, cadê o tal "Porões da privataria"? O PERIGO MORA EM MINAS. E, pior...DIRIGE BÊBADO.

 
 
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Luiz Horacio

Mas essa "declaração de intenções" cria uma discussão deveras interessante, não?

Se um carro errou o caminho e viajou muito tempo na direção errada, sempre há tempo de fazer meia-volta e voltar para o caminho "certo".

Melhor isso do que nada, quero dizer, a gente sabe que há vários modos de entortar de novo lá na frente. Pode-se, por exemplo, esvaziar as atribuições, criar outras figuras jurídicas e administrativas, nomear pessoas-chave para os principais cargos e assumir o controle de carreira da organização, etc. Que luta os funcionários do Banco do Brasil não travam desde que foi criado o Banco Central (O BB tinha também essas funções), ou desde que a Conta Movimento foi extinta. Não vou comentar os efeitos disso, a maioria foi benéfica, só que estou avaliando sob outra perspectiva, que era a de tirar o BB definitivamente do mercado, como empresa pública ou estatal, seguindo o interesse dos bancos privados. Mas se isso tivesse ocorrido, o que teria acontecido com o Brasil?

Mas vamos à crítica. Se o PSDB quiser retomar a sua "patente" - a social-democracia brasileira, tem de ir adiante e manifestar essa (nova ou velha?) convicção de maneira mais resoluta, sem deixar margem a dúvida. Mesmo porque, se a gente olhar para as receitas do Consenso de Washingon (a era Bush), elas não deram nem um pouco certo e criaram uma crise gigantesca no mundo todo, especialmente nos EUA, enquanto Rússia, Índia, China e Brasil avançaram, com o novo "capitalismo de Estado".

Teremos de voltar ao momento exato dessa ruptura, quando Franco Montoro foi "superado" por Fernando Henrique e Serra, e houve uma adesão gradativa, um desvio gradativo, até chegar onde chegou, a implosão do próprio partido. O que quero dizer é que Montoro estava certo, e FHC e Serra estavam redondamente equivocados. As opções políticas "pragmáticas" que fizeram restringiu e reduziu o projeto do PSDB a uma coleção de estigmas e de erros muito graves cometidos nessa trajetória. Se restou ainda um pequeno campo onde podem reavaliar e recomeçar, que façam isso, mas não se esquecendo dos anos passados e recentes. Uma nova teimosia agora seria um atestado definitivo de incompetência política e de fato o fim dos tucanos.

Essas estatais foram, juntamente com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, mais um pequeno grupo de empresários dissidentes dos rumos do regime militar, liderados na época por Antônio Ermírio, e outro de empresários progressistas, como Lawrence Pih e José Mindlin, a mola mestra da redemocratização. Foram os atores decisivos da derrocada do governo militar. São, portanto, a base da nova democracia brasileira e pesam diretamente na balança política, ainda mais do que os partidos. São o nosso solo, o nosso alicerce. Se pegarem os registros na história, irão conferir que as greves do ABC, acompanhadas pelo movimento de defesa das estatais e depois pelas declarações dos empresários citados, minaram toda a base do antigo regime.

 
 
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Fernando Augusto Botelho

Devemos incluir na PEC: as empresas do Sistema Eletrobrás, a Telebrás, a TV Brasil, o BNDES, Correios, e tudo que for possível incluir, apresentando emendas para aumentar sua abrangência ao máximo. Tornar essa PEC um tiro que vai sair pela culatra.

Independente da hipocrisia dos tucanos eu vejo uma boa oportunidade de blindar as estatais, para tentar evitar que um futuro governo de direita num outro ambiente político venha privatizá-las, partindo da possibilidade que um dia retomarão o poder, o que acho inevitável

 
 
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Zezinho

O que o PSDB vai propor com essa PEC não é suficiente. Acho que o para o PSDB obter o perdão do povo brasileiro, teria de propor, também, a reestatização da Vale do Rio Doce, pelo valor pago à época  mais juros de mercado. E olhe lá!!!

 
 
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Fernando Fonseca

Essa história do PSDB dizer que agora não é privativista e não quer a privatização da Petrobrás, do Banco do Brasil e da Caixa me lembra a história da velhinha de Bagé.

 

Ela dizia que nao tinha preconceito quanto a cor.

 

- Eu até aperto a mão de crioulo !

 

O PSDB é a mesma coisa, eles estão citando a princípio as três únicas estatais que não privatizariam.

 

Ou seja, as demais adeus.

 

A TRASPETRO, por exemplo é um grande pedaço da Petrobrás, que foi amputada da primeira para privatizão pelo FHC.

 

Só não foi privatizada na época devido aos vazamentos provocados por falta de manutenção (retirada de verba) pelos tucanos.

 

A idéia dos tucanos é ir amputando as partes da PETROBRAS (Unidades de negócios) e ir privatizando aos pedaços.

 

Quando o povo brasileiro acordar só restará o prédio do EDISE, dirigindo coisa nenhuma.

 

Neste ponto pderá também ser arrendado ou implodido.

 
 
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Andre Araujo

A TRANSPETRO foi privatizada para o PMDB já faz tempo e a galeria do bar de batidas abte palmas enquanto a Confederação dos Maritimos manda documentos para a CGU sobre navios parados no Mar Vermelho por falha de valvulas compradas por dezenas de vezes o sue valor. Esse é o melhor dos mundos para a esquerdolandia, mantem estatal e entrega para o PMDB administrar, como Furnas, ah, ah, ah.

 
 
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Fernando Fonseca

Bom mesmo é privatizar como o metro do Rio,  a Flumitrens, a Light e a Ceg

 

É tão bom que as barcas navegam a deriva todos os dias,  os trem viajam sem maquinista.

 

Os bueiros da Light são bombas temporizadas.

 

e a Ceg só tem uma equipe de manutenção para todo o estado.

 

Ainda falando da CEG, as instalações que receberam de graça em 1992 /1993 pelo Moreira Franco estão abandonadas, mas continuam operando com elevadas pressões.

E pensar que o Gasoduto Reduc-Bayer passa por dentro das comunidades do Rio Sarapuí.

 

Privatizar é bom, mas para poucas pessoas.

 

Para o Brasil é péssimo.

 
 
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DanielQuireza

Podem ter probelmas, como muitas privadas também os têm. De qualquer maneira a administração do Lula, através de Petrobras, BB e CEF, entre outras, mostrou que dá para se fazerem estatais bem administradas ao contrário do período anterior, é só comparar.

 

@DanielQuireza

 
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carlosc

Fernando.

Você conhece bem a história.

A Transpetro só não foi para a economia privada porque o Plano de Privatizar a Petrobras "aos nacos" não deu certo.

A privatização da Transpetro daria de mão beijada toda a logística de transporte da Petrobras. E sem logística de transporte, o resto iria muito facilmente.

Fazer declaração de que não são privatistas eles já fazem em todas eleições.

Precisam é demonstrar que não são por ações e não por declarações.

Continuam descarados

 
 
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Assis Ribeiro

Só para lembrar aqueles que sofrem lavagem mental aqui mesmo noNassif foidebatido o tema;

http://blogln.ning.com/profiles/blogs/a-mudanca-de-nome-da-petrobras?xg_...

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-petrobrax-e-o-governo-fhc

Capa da Folha de São Paulo que anunciou a Petrobrax :

 

Assis Ribeiro

 
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aliancaliberal

Não há no mundo pessoa de bom senso que não defenda que os setores estratégicos devem ser geridos pela força estatal - ou seja, pelo povo. Apenas se incorre em erros ao classificar como não estratégicos alguns setores. A Petrobrás tem (justamente) o monopólio do petróleo no Brasil. De fato o setor energético é estratégico, mas há outro muito mais importante para a sobrevivência da nação em caso de uma conspiração internacional: o setor alimentício.
O Povo é capaz de subsistir sem energia, mas é impossível para Ele sobreviver sem alimentos. O maior problema que enfrentaremos para a estatização do setor alimentício está no congresso. Além do fato de absolutamente todos os nossos deputados serem neoliberais de extrema-direita (fascistas, inclusive), eles ainda são os proprietários (ou seja, eles usurparam do Povo) das terras produtivas para benefício próprio.

A estatização imediata das terras do Povo brasileiro acabará de imediato com dois problemas: o dos sem-terra e o da fome. O primeiro problema é óbvio, mas o segundo, creio (enquanto Povo) que merece uma explicação mais detalhada. Para isso serão usados os seguintes argumentos:

1. O Estado é sempre mais eficiente e justo que o mercado;
2. O Estado não é excludente como o mercado;
3. O Estado é mais representativo que o mercado.

Na verdade, esses três tópicos não são exatamente "argumentos", mas premissas lógicas irrefutáveis e como tal serão tratadas no curso desta argumentação:

Primeiro, se o Estado é sempre mais eficiente e justo que o mercado (e ele é!), o Estado é mais eficiente e justo que o mercado no setor alimentício.

Segundo, se o Estado não é excludente como o mercado (e não é!), o Estado não exclui ninguém do acesso aos bens alimentícios.

Terceiro, se o Estado é mais representativo que o mercado (e é!), o Estado representa melhor a população enquanto administrador dos bens divididos coletivamente pelo Povo.

Naturalmente, aceitar isso como verdade é um exercício lógico complexo e restrito às mentes mais iluminadas, como as mentes do Povo, e é por isso que os burgueses e conservadores e neoliberais (que são, de fato, um único grupo) são incapazes de compreender a vantagem de se ter uma gerência estatal sobre tudo, regulamentando nossas vidas (e a deles). Por isso é necessário explicar a todos eles (da classe burguesa e cia), à força, se necessário, que o Estado (quando gerido por forças populares, e não por burgueses, como ocorre atualmente em nossa falsa democracia) não falha jamais.

por Servidor Público Federal

http://migre.me/4G5R4

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

 
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Fabio SP

É até engraçado... de 2002 para cá o PT se apropriou praticamente de todas as bandeiras do PSDB e agora, de repente, o PSDB revela que quer pegar só uma deles e ficam todos atarantados...

 
 

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