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O poder das mulheresEnviado por luisnassif, ter, 07/12/2010 - 08:48
Por André
Minha cara, meu medo em relação às feminazis (sempre lembrando que este é apenas e tão somente um termo que ganhou popularidade por sua eficiência em resumir feministas radicais) é justamente pelo fato de elas me verem como um inimigo a ser exterminado, sendo que nada fiz a elas para merecer isso (ainda que elas me achem um estuprador e todo aquele blablablá que conhecemos). Não somente eu, mas qualquer homem é visto por elas como algo a ser exterminado e que só não o fazem porque não lhes foi dado poder substancial para irem adiante em seus propósitos. Talvez me diga que não vivemos um ambiente feminazi, mas nossa capacidade de raciocínio permite projetar o destino que movimentos radicais tomam se lhes for dado espaço, destino esse que acaba apresentando certas invariabilidades em seu fim, por mais diferentes que sejam os extremismos naquilo que defendem. nto, se as feminazis são minoria das minorias (em que pese terem atos tresloucados que prejudicam a grupos maiores do que elas), é porque as pessoas são suficientemente safas para saber aonde isso pode chegar sem que precise chegar a talSobre violência, devemos pôr na conta da história também aquela perpetrada pelos governos de gente como Hatshepsut (a Rainha Faraó), a rainha Vitória e outras que, no poder, mostraram não haver diferença substancial entre uma mulher e um homem no poder, seja para o bem ou para o mal. Portanto, é o velho lance de bons governantes serem justos, independente do sexo que tenham. Vide aí o exemplo de Oscar Arias ser sucedido por Laura Chinchilla. Laura já disse claramente que seu plano é de a Costa Rica ser o primeiro país latino-americano de Primeiro Mundo, algo perfeitamente exequível se pensarmos no que é aquele país, sua história e a forma como a coisa pública é lá conduzida. Espero eu que Dilma siga o mesmo caminho, em que pese a primeiro-mundialização do Brasil ser mais difícil que a costa-riquenha (e aqui por coisas que fogem ao controle, como o tal lance de um amplíssimo aparato antiprimeiro-mundializante aqui instalado e que sempre entra em funcionamento quando se tenta fazer daqui algo tão bom quanto lá fora). Também não me culpe por não achar que toda pancada do mundo vai na lomba das mulheres. Considero essa compartimentação e isolamento de causa impróprio. Nunca esqueçamos que a maioria absoluta da força de trabalho nas profissões mais sujas, mal pagas e perigosas é de homens, homens esses que não vêm tendo a visibilidade merecida para seus dramas. Também não esqueçamos do problema que é a violência sexual que homens sofrem em cadeias, algo tão grande numericamente quanto a violência sexual sofrida pelas mulheres, mas que também não tem a visibilidade que estupros de mulheres ganham. Também lembremos que câncer de próstata mata tanto quanto o de mama, mas recebe menos verbas de pesquisa, por exemplo. Isso pra não falar das mortes em guerras, que majoritariamente são de homens jovens. Portanto, é preciso pensar mais amplo do que segmentar as coisas, em que pese segmentos terem certas especificidades, até por todos estarem em um mesmo barco chamado Terra e fazerem parte de uma mesma espécie. Cheguei inclusive a notar que substancial número de pessoas olha para as questões dos homens, quando estas são expressas abertamente, como se quem dissesse isso tivesse jogado pedra na cruz e pego jacaré com as tábuas dos Dez Mandamentos, como pude notar ao lembrar do Dia do Homem. Sobre contexto e texto, novamente lembro que entendi perfeitamente o contexto que Dilma usou sobre o apedrejamento, mas não posso deixar de reconhecer que o que ela disse pode dar margem a mal-entendidos ou distorções intencionais. A sugestão é a de que ela também reconheça que os homens são tão vítimas de apedrejamentos no Irã quanto as mulheres, justamente para que se reconheça o todo de uma coisa e evite que alguém diga que ela é algo que não é e nunca foi. Aqui, apenas antevi o que certas pessoas podem fazer com a declaração dela, assim como fizeram muita coisa com declarações de Lula, por exemplo. E, claro, repito: até agora e pelo que vi, nada há em Dilma que possa caracterizá-la como feminazi. Apenas o que notei é que a declaração dela deu margem a que alguns a teçam como tal, sem que haja qualquer coisa que diga isso.
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Comentários + votados
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raq_uel
07/12/2010 - 09:07
André, bebeu?
Feminazi? Dilma? Como assim?
Sua namorada andou te contando sobre o bicho papão Feminázi para fazer vc não pular a cerca?
Que loucura é essa? Que mundo é esse?...
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Medusa
07/12/2010 - 09:16
Tenha medo, muito medo, rapaz.
Você nem imagina do que é que sou capaz.
Posso esgotar suas reservas totais:
mentais, emocionais e sexuais.
Posso dizer pra todo mundo que você não é de nada na cama;...
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Andréa
07/12/2010 - 09:19
"A sugestão é a de que ela também reconheça que os homens são tão vítimas de apedrejamentos no Irã quanto as mulheres"
Pelo jeito o governo brasileiro não consegue ganhar nesse caso: quando a...
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Bruno Cabral
07/12/2010 - 10:11
Trazendo um pouco a discussão para o ambiente brasileiro, nossas Leis protegendo as mulheres foram escritas numa época em que elas não trabalhavam e que seus maridos as deixavam.
Essa situação mudou...
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Roberto Andrade
07/12/2010 - 10:37
Concordo 100%, e parabéns ao André por ter colocado o tema em discussão. O risco é que tentam lhe ridicularizar, e isso não deixa de ser uma arma retórica para quem não quer debater.
Não entendo...
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José H C Fonseca
07/12/2010 - 10:41
Quando se quer depreciar uma posição politica e visão de mundo sem se dar ao trabalho de discutir seus méritos e suas limitações o mais fácil é inventar um carimbo que remeta tais posições a outras...
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Luiz Lima
07/12/2010 - 10:44
Não sei, não. A impressão que eu tenho, nesta história, é de que as pessoas estão horrorizadas com a pena em si (lapidação) como se ela fosse "mais bárbara" do que outras formas de execução,...
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Luiz Lima
07/12/2010 - 10:45
Não sei, não. A impressão que eu tenho, nesta história, é de que as pessoas estão horrorizadas com a pena em si (lapidação) como se ela fosse "mais bárbara" do que outras formas de execução,...
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roberto andrade
07/12/2010 - 10:48
Nada disso que vc citou me dá medo, Medusa.
O que me dá medo é uma legislação previdenciária injusta com os homens, um Poder Judiciário tendencioso para as mulheres, um sistema de saúde que é mais...
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raq_uel
07/12/2010 - 10:56
André, eu já tinha lido a contenda qnd eu expressei o meu comentário.
E continuo achando que vc tomou água que passarinho não bebe.
Não sei porque RAIOS vc tirou que a fala da Dilma desse margem a...
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Gão
07/12/2010 - 10:57
O problema é o direcionamento ao irã quando é uma prática disseminada em vários países e usam o irã pra tirar atenção de países que "se comportam bem", bem mal , mas são amiguinhos dos...
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Luciana Mota
07/12/2010 - 11:02
Como se um texto que parte de uma premissa estúpida, pudesse chegar a uma conclusão brilhante...
Quanta besteira...
LM
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raq_uel
07/12/2010 - 11:04
E que oportunidade mais SENSATA de parar de explicar uma PARANÓIA INFUNDADA o rapaz perdeu.
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Amon B.
07/12/2010 - 11:06
Comecei a ler.
Li Feminazi e a explicação tortuosa dada pelo autor para usar o termo. Lembrei de Petralha, tucanalha...
Pensei: é ainda pior. Comparar ou esboçar comparação entre feministas...
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Gão
07/12/2010 - 11:15
Cara ninguem embarca mais nessas histórias de fadas encantadas, talvez esse texto caisse melhor à um tempo atrás, as pessoas eram mais ingênuas, a Dilma teve votação menor entre as mulheres e...
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Daniel Campos
07/12/2010 - 11:29
Minha experiência particular com as mulheres diz que o "sexo frágil" na verdade somos nós, homens.
Que ô "bichinho" difícil de se lidar que é uma mulher, quanto mais tentar entender (já concluí que...
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Marcia
07/12/2010 - 11:30
André, falar é fácil.
Poderia nos apresentar números, estatísticas?
Sinceramente, acho que vc carregou nas tintas.
Venho de uma família de mulheres muito fortes, no entretanto,...
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Charada
07/12/2010 - 11:52
Tadim dos homim.
Pra começar, em todas as culturas, eles é que são obrigados a se matar nas guerras.
Em Israel, botaram as mulheres pra fazer serviço militar obrigatório. Bem feito!
As mulheres ficam...
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van
07/12/2010 - 11:55
Acho que esta entrevista com John Lennon e Yoko Ono sobre a música "woman is the nigger of the world" e a polêmica que causou, refletem bem como o Sr. que escreveu o texto é machista e sem noção....
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André
07/12/2010 - 11:58
Gão, o que expliquei para a colega raq_uel também lhe serve perfeitamente. E, claro, espero que finalmente entenda e não pule para conclusões.
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andré,
fiquei com dó destas marias...
André, bebeu?
Feminazi? Dilma? Como assim?
Sua namorada andou te contando sobre o bicho papão Feminázi para fazer vc não pular a cerca?
Que loucura é essa? Que mundo é esse?
Pára que eu quero descer!
"Para ser tolerante, é preciso fixar os limites do intolerável." (Umberto Eco)"
Bebi não. O referido comentário que virou postagem foi feito nesta postagem anterior em resposta a este comentário que, por sua vez, derivou deste comentário que fiz em resposta a este outro comentário que foi feito em resposta a um receio que manifestei em relação a possíveis interpretações equivocadas daquilo que Dilma disse ao Washington Post. E, como verá, deixei claríssimo em meu receio que Dilma nem de longe é feminazi (termo esse que é maneira sintetizada de definir feministas radicais e que, por sua eficiência em definir algo, acabou se arraigando), mas que a maneira como o comentário foi feito pode gerar mal-entendidos se não for levado em conta o contexto em que foi dito.
Vale lembrar que o primeiro comentário também gerou outra linha de comentários iniciada pela colega baarbaaraa, que falava sobre o termo "feminazi", ao que prontamente respondi, explicando justamente o que explico agora. Pouco antes, resposta foi dada àquilo que o colega Dener Azevedo disse.
Convenhamos que, com a coisa devidamente explicada em sua vida pregressa, tudo fica mais fácil de se entender, não acha?
Rastreado 24 horas/dia via patrulha ideológica
André, eu já tinha lido a contenda qnd eu expressei o meu comentário.
E continuo achando que vc tomou água que passarinho não bebe.
Não sei porque RAIOS vc tirou que a fala da Dilma desse margem a acusações de Feminázi. Ela pode dar margem a diversas outras coisas ( mencionadas no tópico) MENOS de extremismo feminino. Nem na época da campanha boca suja do Serra alguém levantou essa bola. É a mesma coisa de querer acusar o Obama de extremismo negro pq meia-dúzia ( menos até) de movimentos acreditam numa supremacia black.
Só loucos ( e mal-intencionados) vão fazer tal comparação. Na boa, nem merece ser debatido aqui no blog.
"Para ser tolerante, é preciso fixar os limites do intolerável." (Umberto Eco)"
Vamos lá, de maneira bem didática. Dilma disse o seguinte na entrevista ao Washington Post:
[Mas] eu não endosso o apedrejamento. Eu não concordo com práticas que possuem características medievais [quando se trata de] mulheres. Não há nuances; não faço concessões nesse assunto.
Como pode ver, ela falou de mulheres. Dá para entender pelo contexto que ela falava especificamente do caso de Sakineh. Porém, o que ela disse pode gerar mal-entendidos se pensarmos que homens também são tão vítimas quanto da tal prática. E, claro, alguns poderão deliberadamente distorcer o que Dilma disse e dizer que ela só acharia bárbara tal prática quando praticada contra mulheres e não contra homens. Claro que qualquer pessoa de bom senso sabe que foi algo dito no calor do contexto e que é de se esperar que a presidente eleita condene igualmente a prática quando contra homens.
De onde tirei que a fala dela desse margem a acusações? Ora, não posso antecipar certos raciocínios alheios se conheço a mecânica dos mesmos? Por que falei de feminazi? Pelo fato de o raciocínio feminazi ser na base do "pras mulheres tudo, para os homens, pedras, balas, obuses e tudo aquilo que puder exterminá-los". Repito novamente: Dilma não é feminazi, mas o que ela disse, dependendo da má intenção de quem estiver lendo tal coisa, poderá gerar interpretações equivocadas. Com certeza se lembra daquele lance do suposto "excesso de liberdade de imprensa" que José Dirceu teria dito em uma palestra. Porém, quem olhasse a íntegra da referida notava perfeitamente que não havia qualquer intenção totalitária e cerceadora naquilo que ele disse, bem como a frase inteira mostrava isso. Só duas semanas depois é que a Folha deu um "Erramos" a esse respeito, tempo suficiente para que o estrago já houvesse sido feito. Espero que tenha entendido agora.
Se só loucos e mal-intencionados comparariam Dilma às feminazis, concordo perfeitamente, mas, como já disse antes, não me culpe por saber da mecânica da má fé e antecipar os raciocínios que alguém de má fé poderia fazer sobre tal declaração. Na melhor, merece sim ser discutido no blog e inclusive, até por dizer respeito a alguém que foi legitimamente eleita pelo povo, mas que terá de vigiar cada palavra que proferir, sob o risco de fornecer munição a quem dela não gosta. Espero ter sido entendido agora. Grato.
Rastreado 24 horas/dia via patrulha ideológica
André,
Se vc queria discutir uma possível manipulação do discurso da Dilma vc escolheu simplesmente um jeito muito equivocado de fazer porque gerou muitas dúvidas.
Reconhecer o poder de um discurso "Dilma Nazifemi" é de uma certa maneira presumir que o público é ingênuo. A afirmação é absurda e eu acredito que grande parte das pessoas acham isso absurdo.
Se vc quiser contra-argumentar lembrando o histórico da eleição, eu já adianto: o poder de manipulação é limitado. Se fosse pleno a Dilma não seria eleita. Fora que ninguém tem a certeza númerica daqueles que realmente mudaram o voto por causa dos boatos.
Não coloque na roda a manipulação da imprensa com o Dirceu. São situações com históricos bem diferentes. Dirceu se diz massacrado pela imprensa, só que a porrada não seria tão grande se ele não fosse tão arrogante. A inocência dele ainda é uma coisa nebulosa, mesmo pegando as suas declarações na íntegra muitas dúvidas pairam no ar.
"Para ser tolerante, é preciso fixar os limites do intolerável." (Umberto Eco)"
raq_uel, no caso do Dirceu e no que tange à suposta declaração de que no Brasil haveria excesso de liberdade de imprensa, quem olhar a palestra na íntegra notará que houve sim distorção deliberada daquilo que ele disse com fins de passar a impressão de que ele havia dito outra coisa. Portanto, sejamos justos.
E, claro, tendo o ser humano capacidade de antecipar raciocínios alheios por conhecer a mecânica deles, não me culpe por ter antecipado o raciocínio que alguém de má fé poderia ter da referida declaração de Dilma. E, claro, leia na íntegra o que escrevi, inclusive negritos, para só daí extrair conclusão adequada.
Rastreado 24 horas/dia via patrulha ideológica
André,
Em nenhum momento eu te culpei por falar em mecanismo de manipulação. Mesmo pq isso não é novidade alguma, a maldade existe desde que o ser humano existe. O meu ponto é que vc tá dando mto crédito para um discurso lunático reconhecendo que ali pode ter um grau de perigo maior do que efetivamente ele tem. Eu acho que um desvirtuamento de sentido na fala da Dilma como algo feminista extremado simplesmente não vai colar entre o grande público. Logo isso não se configura como um PERIGO real. Não é qualquer mentira que se pode transformar em verdade.
"Para ser tolerante, é preciso fixar os limites do intolerável." (Umberto Eco)"
A grande sorte de o poder das feministas radicais não ser maior reside no fato de o fenômeno ter ganho algum vulto que fosse já em um tempo em que a sociedade está malandreada o suficiente para não fornecer condições para que extremismos cresçam.
E que ótimo que eventuais desvirtuamentos nas falas de Dilma não colem entre o público. Aqui, no caso, cai em descrédito eventual distorcedor, ainda que jogando para baixo consigo a qualidade da mídia, se dela o for.
Sobre o perigo das feminazis, apenas estou pensando de maneira prudente, uma vez que é sempre preciso vigiar eventuais riscos de novos totalitarismos surgirem, pois em que pese haver menos risco e sociedades mais malandreadas, o perigo sempre existe e existirá.
Rastreado 24 horas/dia via patrulha ideológica
Tenha medo, muito medo, rapaz.
Você nem imagina do que é que sou capaz.
Posso esgotar suas reservas totais:
mentais, emocionais e sexuais.
Posso dizer pra todo mundo que você não é de nada na cama;
que seu membro viril é minúsculo e, pior, não funciona.
Posso cantar com o Chico, e fazer todo um auê: "tantos homens me amaram bem mais e melhor que você"...
Posso divulgar pra todo o lado que você é um fracassado.
Posso denunciar às autoridades as suas falcatruas contábeis.
Posso lhe dar o golpe da barriga. Posso fazer muita intriga.
Posso ornamentar sua fronte com chifres e chifres aos montes.
Pior que tudo, se me amas, posso te esnobar na boa e amar somente as damas.
Quando mãe, posso abortá-lo.
Ou pior: ignorá-lo, maltratá-lo, humilhá-lo.
Você que imagina que me usa... Muito cuidado com Medusa!
Nada disso que vc citou me dá medo, Medusa.
O que me dá medo é uma legislação previdenciária injusta com os homens, um Poder Judiciário tendencioso para as mulheres, um sistema de saúde que é mais ineficiente para os homens, uma cultura que joga os homens no mercado de trabalho mais cedo e para funções mais perigosas, e por aí vai.
Tadim dos homim.
Pra começar, em todas as culturas, eles é que são obrigados a se matar nas guerras.
Em Israel, botaram as mulheres pra fazer serviço militar obrigatório. Bem feito!
As mulheres ficam em casa na boa enquanto os homens se arriscam lutando no front. E algumas ingratas ainda traem seu guerreiro com o Ricardão.
A coisa só complica pras mulheres quando os exércitos inimigos é que vencem a guerra e invadem o território. Aí rola um estuprozinho básico. Nada que uma mulher não tire de letra, não é?
Ai do homem que tenha medo de barata.
Ai do homem que se deixe seduzir por uma especialista em Golpe da Barriga. A esperta vai viver nababescamente com a pensão do otário (20% dos rendimentos declarados do bocó!), pelo menos até o filhote completar 21 anos!
Ai do homem que tente honestamente corrigir sua fêmea com uns doces tabefes. Baixa a Lei Maria da Penha em cima dele!
Ai do homem, ele não pode se dar ao luxo de seguir carreira de teúdo e manteúdo. Mulher, sim. E quer carreira melhor?
Se a mulher é esperta e sabe ficar no seu devido lugar, sempre vai ter um homem para mandar nela e sustentá-la: pai, depois marido, depois filho.
Em troca, é só ela desempenhar aquelas funções indignas de um homem: limpar a bunda das crianças, dos velhos e dos doentes na família.
Se for dondoca, ela conseguirá pagar para... outra mulher fazer isso, é claro. Basta ser bonita e arrumar um dono rico.
Enfim, mulher é um ser privilegiado. E homem um ser injustiçado.
Taí o Pimenta Neves que não me deixa mentir.
Amigo, a função mais perigosa que existe é a de esposa. Veja as estatísticas. A mais importante causa mortis de mulheres jovens é violência doméstica. Para homens jovens, o que mais mata e mutila é violência criminal (que ocorre com aqueles que, em vez de trabalhar, entram para o crime).
É o hino das nazis !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
"A sugestão é a de que ela também reconheça que os homens são tão vítimas de apedrejamentos no Irã quanto as mulheres"
Pelo jeito o governo brasileiro não consegue ganhar nesse caso: quando a administração Lula se absteve na condenação ao apedrejamento de uma mulher no Irã é porque é ausente, omisso , cúmplice e blablabla, quando a presidente Dilma reconhece que mulheres não devem ser tratadas de forma medieval (ao responder sobre esse mesmo caso) reclamam que não cita os homens....
As penas de morte são brutais, quer sejam por apedrejamento, injeções letais ou fuzilamentos; e até as extraoficiais, amplamente praticadas em várias partes do mundo , que são as torturas que levam à morte.
Agora, segundo esse artigo de agosto do Estadão a aplicação da pena de apedrejamento para homens e mulheres não é idêntica não...
http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,25-pessoas-aguardam-exe...
25 pessoas aguardam execução por apedrejamento no Irã, estima ONGArícia Martins - estadão.com.br
SÃO PAULO - Além de Sakineh Mohammadi Ashtiani, de 43 anos, condenada à morte acusada de adultério e por supostamente conspirar para o homicídio do marido, outras 25 pessoas, entre homens e mulheres, aguardam pena de morte por apedrejamento no Irã, segundo o Comitê Internacional Contra Apedrejamento, ONG que monitora execuções deste tipo na República Islâmica.
Segundo a ativista iraniana Mina Ahadi, coordenadora do comitê, podem haver 50 pessoas esperando serem apedrejadas no país. Segundo outra ONG, a Campanha Global pelo Fim da Morte de Mulheres por Apedrejamento (SKSW Campaign, na sigla em inglês), desde 2006, sete pessoas morreram deste modo no país.
O sistema judiciário iraniano considera ilegal que cidadãos monitorem suas ações. Por isso, organizações de direitos humanos têm dificuldade em saber quantas pessoas estão atualmente esperando a sentença de apedrejamento, e quantas morreram desse modo nos últimos anos.
Além disso, para não despertar protestos, o Judiciário executa os condenados em segredo, em locais remotos ou mesmo nas prisões. Em alguns casos, os corpos nem mesmo são retornados às famílias.
Este tipo de sentença não é compatível com a cultura do Irã, cuja população condena essas execuções, dizem as ONGs. Segundo Ahadi, no passado os apedrejamentos eram públicos, mas nos últimos anos essa prática se tornou velada. A ativista conta que haviam casos em que as pessoas presentes na execução pegavam pedras do chão e as jogavam contra as autoridades do governo e autoridades religiosas presentes.
O próprio termo "apedrejamento" é proibido na imprensa iraniana, para evitar protestos. O caso de Sakineh só veio à tona no país depois que ganhou repercussão na comunidade internacional. Seu advogado, Mohammad Mostafaei, escreveu um artigo em seu blog clamando pela vida da cliente. Dias depois, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofereceu o Brasil como 'asilo humanitário' para a iraniana, o que foi descartado pelo governo.
Onde é aplicada
O apedrejamento está previsto na lei islâmica, a Sharia, para punir tanto mulheres como homens adúlteros e homossexuais. Alguns países muçulmanos, como o Irã, o Sudão e a Nigéria instituíram esta visão radical do Islã em seu sistema judicial. A prática resiste também no Afeganistão e no Paquistão, que já aboliram esta pena.
Nesses países, a pena é raramente aplicada pelo Estado, o que não significa que pessoas não sejam apedrejadas até a morte. Encorajadas pela Sharia, comunidades aplicam o apedrejamento como uma forma de fazer justiça com as próprias mãos, e mulheres que, ao contrário de Sakineh, não tiveram sequer um julgamento, morrem em silêncio, muitas vezes pelas mãos dos homens da própria família.
A pena de morte por apedrejamento voltou a ser imposta no Irã após a Revolução Iraniana de 1979, quando o país passou a ter um regime teocrático islâmico. Desde então, 109 pessoas morreram apedrejadas, segundo o Comitê Internacional Contra Apedrejamento. Mesmo que o judiciário iraniano regularmente suspenda as execuções por apedrejamento, frequentemente os condenados são executados de outras maneiras, como na forca.
Dificuldades legais
As mulheres são mais propensas a ser acusadas de adultério no Irã porque elas não podem requerer o divórcio, ao contrário de seus maridos, que podem o fazer quando estiverem insatisfeitos. Além do homem ter o direito de se casar com cinco mulheres, ele também pode manter relações sexuais com uma mulher solteira por meio do "casamento temporário".
Essa opção legal não existe para as mulheres, que só podem ter relações dentro do casamento, mesmo após a morte de seu marido. Assim, se uma mulher se relacionar com outro homem, e ainda não for casada com ele, mesmo sendo viúva, como Sakineh, estará cometendo o crime de adultério.
As mulheres também são desfavorecidas na própria aplicação da pena. Em alguns casos, se o condenado a apedrejamento conseguir escapar durante a execução da sentença, pode ser libertado. No entanto, o artigo 102 do Código Penal Islâmico iraniano determina que os homens que serão apedrejados devem ser enterrados até a cintura, ao passo que as mulheres devem ser cobertas até a altura do peito, o que dificulta a sua fuga.
Segundo o artigo 106 do código, as pedras não podem ser grandes o suficiente para matarem a pessoa em um ou dois golpes, nem muito pequenas.
Enfrentar a Justiça é outro desafio para as mulheres iranianas. Em Estados onde o apedrejamento é previsto na lei, o adultério precisa ser provado na corte por quatro testemunhas oculares apenas homens ou três homens e duas mulheres. O crime também pode ser provado por meio de quatro confissões separadas do acusado perante o juiz.
O artigo 105 da lei iraniana, no entanto, prevê que uma pessoa pode ser condenada por adultério com base na "intuição" ou "conhecimento" do magistrado responsável pelo caso, o que dá brecha para julgamentos arbitrários. Sakineh foi condenada por adultério com base no "conhecimento" de três juízes.
O que diz o Corão
Apesar de não haver menção ao apedrejamento no Alcorão - que estipula a pena de cem chibatadas ou de prisão perpétua para adúlteros - defensores deste tipo de condenação afirmam que ela está no Hadith, uma compilação sagrada de leis, lendas e histórias sobre Maomé e, por isso, faz parte da Sharia, a lei muçulmana.
No entanto, não há consenso na comunidade islâmica sobre a validade da prática do apedrejamento. Em 2002, o então chefe do Judiciário iraniano, o aiatolá Mahmoud Hashemi-Shahroudi, ordenou a suspensão das execuções por apedrejamento. Contudo, juízes locais ainda podem ordenar apedrejamentos, enquanto as leis não forem integradas.
O problema é o direcionamento ao irã quando é uma prática disseminada em vários países e usam o irã pra tirar atenção de países que "se comportam bem", bem mal , mas são amiguinhos dos poderosos, porquê não incluir a arábia saudita e outros nesse negócio ? e guantânamo ? e abu drabi ?. Que o diga a confusão atômica um bando de terroristas atômicos tiram a atenção do seu arsenal pra apontar o dedo pra o irã que "estaria pensando em ter sua bombinha". e durma-se com um barulho desse.
Quanta besteira!
Que belíssima oportunidade de ficar calado esse rapaz perdeu.
Luciana.
E que oportunidade ainda mais bela de não pular para conclusões e entender o contexto daquilo que escrevi essa moça perdeu.
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E que oportunidade mais SENSATA de parar de explicar uma PARANÓIA INFUNDADA o rapaz perdeu.
"Para ser tolerante, é preciso fixar os limites do intolerável." (Umberto Eco)"
Não vou parar de explicar, até porque é meu exercício diário de democracia e quero que as pessoas entendam exatamente aquilo que eu disse, sem que tentem pensar outra coisa ou me encaixar em arquétipos. Trinta minutos após o que você disse aqui, eu escrevi minha resposta para colocação anterior sua. Espero finalmente ser entendido.
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Acho que tb. é por causa de homens truculentos e intransigentes como vc., André, que tem tantas pessoas querendo mudar de sexo.
Respect!
http://www.youtube.com/watch?v=7AGvUP3UlHk
Não obrigatoriamente. Antes essas pessoas riem quando alguém pula para conclusões apressadas e tenta encaixar a outrem em um determinado arquétipo, baseando-se em leituras diagonais, quando na realidade deveria ler atentamente cada letra, cada palavra e cada frase em vez de dizer que alguém é algo que nunca foi só porque disse algo que polêmica gera se erradamente lido for.
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Pois é, André.
Pode ser que muita gente aqui tirou conclusões precipitadas baseadas em arquétipos - mas não foi o meu caso e acredito que de algumas pessoas também. Até o momento vc está só se defendendo e não propondo aquilo que vc queria no post anterior - mostrar o perigo de uma possível correlação do discurso da Dilma com um pensamento Nazifémi, certo?
Se vc não propor argumentos coerentes e sobretudo, RACIONAIS, para justificar esse temor. Eu vou continuar achando que esse medo é tão louco e paranóico qnt o discurso dessas extremistas.
"Para ser tolerante, é preciso fixar os limites do intolerável." (Umberto Eco)"
Racional estou sendo desde o início. Irracional está sendo quem extrai conclusões mirabolantes baseadas em leituras apressadas. Já disse anteriormente que meu medo é o de que gente de má fé interpretasse equivocadamente aquilo que a Dilma disse e insinue que ela seria feminista radical que prega a extinção do gênero masculino (AKA feminazi).
E para que alguém interprete equivocadamente, basta, por exemplo, tirar o contexto daquilo que foi dito. Se estou me defendendo? Claro que estou, até para que ninguém venha dizer que eu disse algo que jamais disse ou distorça o sentido daquilo que eu disse. Portanto, os argumentos racionais foram postos desde o início e seguiram sendo postos, devendo as pessoas que recebem tal mensagem entender a coisa exatamente da maneira como eu quis que fosse entendida.
E, claro, não esqueçamos que textos maiores do que 140 caracteres também são perfeitamente compreensíveis, bastando que as pessoas não os leiam apressadamente ou usem de curtos-circuitos cerebrais para gerar conclusões mirabolantes.
Rastreado 24 horas/dia via patrulha ideológica
Penso que a Dilma dispensa esse seu cuidado com as palavras que ela profere. Tenho certeza de que ela não profere (como o fez na campanha) palavra sem pensar muito, especialmente agora como presidente eleita, já que é muito inteligente e tem suficiente experiência com patrulhas de todos os lados.
concordo com você André, o Brasil é um país muito conservador e essa última eleição mostrou de forma clara que existe a tendência de consolidação de um ultraconservadorsimo aos moldes dos EUA, se manipulação irá os levar a algum lugar eu não sei, mas eles expõem suas opinões, e sempre a ouvidos para quem diz.
Estas en la diabla metiejo kien mi ŝatas labori.
Trazendo um pouco a discussão para o ambiente brasileiro, nossas Leis protegendo as mulheres foram escritas numa época em que elas não trabalhavam e que seus maridos as deixavam.
Essa situação mudou. Hoje as mulheres trabalham e ELAS deixam os maridos. No entanto ainda são protegidas pelas Leis, com pensão, com guarda das crianças, com suposta "união estável", com a visão sexista de que os homens são malevolos esquivando-se totalmente da discussão das tantas golpistas que veem os homens como meros provedores financeiros sem a contrapartida do companheirismo, lealdade, amizade ou mesmo familia.
Basta ver quantas mães solteiras estão hoje na rua. Quantas mulheres que trabalham E ganham pensão. Quantas não se dispõe a manter um núcleo familiar pela menor dificuldade que se encontre pelo caminho.
Nada mais de "saude e na doença" ou "na pobreza e na riqueza".
Nossas leis precisam ser reformuladas.
Concordo 100%, e parabéns ao André por ter colocado o tema em discussão. O risco é que tentam lhe ridicularizar, e isso não deixa de ser uma arma retórica para quem não quer debater.
Não entendo porque hoje uma mulher que não tem filhos se aposenta cinco anos mais cedo do que um homem que tem, por exemplo, quatro filhos. Não há qualquer explicação para essa injustiça.
Em 97% dos casos onde há disputa pela guarda do filho, as muilheres ganham na justiça.
90% dos acidentes de trabalho ocorrem com homens, que exercem os mais perigosos.
O Estado e os planos de saúde gastam mais com as mulheres do que com os homens, apesar de a biologia ser mais favorável a elas.
Os garotos, principalmente os mais pobres, são compelidos a entrar no mercado de trabalho mais cedo, o que tem tornado as faculdades uma área feminina.
E por aí vai.
Durante muito tempo as mulheres reclamaram e reverteram injustiças históricas.
Esta na hora de rever possíveis injustiças contra os homens.
Não sei como ainda se discute a importancia das mulheres , isto ja esta definido a milhões de anos , os gêneros se complementam agora é evidente que houve uma evolução atravéz dos tempos no papel de um e do outro e isto é dinâmico certamente continuara mudando e para melhor .
Quando se quer depreciar uma posição politica e visão de mundo sem se dar ao trabalho de discutir seus méritos e suas limitações o mais fácil é inventar um carimbo que remeta tais posições a outras - perversas e quase consensualmente maléficas. O uso de "feminazi" (para feministas "radicais" - e quem decide o que é radical é normalmente quem usa o carimbo) e gayzista (para ativistas dos movimentos de homosexuais) é simplesmente uma maneira de estigmatizar, de isolar, de equiparar a nazistas posicões que são tudo menos isso. Trata-se na verdade de agressão covarde, porque dissimulada, de indivíduos sem caráter, incapazes de assumir suas posições de fato: conservadoras quanto ao papel da mulher ou quanto a liberdade de opção quanto a orientação sexual. Esse tipo de atitude só pode merecer o desprezo daqueles que defendem uma sociedade mais justa e livre.
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