O planejamento do Barcelona

Por Gregório de Mattos

Blog do Renê

Gerente de Projetos da Luzio Consultoria em Planejamento Estratégico

5 de maio de 2011

A Estratégia a serviço da Paixão: Como o case do Barcelona pode inspirar o futebol Brasileiro?

A verdadeira beleza da metodologia do Mapa Estratégico é a sua capacidade de traduzir e, muitas vezes, elucidar a estratégia da organização, independente do seu mercado de atuação. Dos mais distintos setores da atuação empreendedora, a ferramenta do Mapa Estratégico se apresenta como um poderoso recurso de endereçamento da estratégia. Quando a liderança da organização, através da correta comunicação e clareza dos seus atos, descreve de forma clara a estratégia para os colaboradores, os desdobramentos resultantes desenvolvem-se de forma natural, quase orgânica, com a agenda da empresa.
Na figura acima apresento o Mapa estratégico do F.C. Barcelona, equipe de futebol vencedora e admirada, que nas últimas décadas transformou-se em verdadeira referência de futebol arte, através de times que privilegiam o jogo envolvente, de toque de bola e com uma natural vocação para o espetáculo.
Além de sua importância no cenário futebolístico, o Barcelona é também a mais clara manifestação de orgulho cultural da Catalunha, região do nordeste espanhol que acumula tensões políticas históricas com o estado central (Castelhano e Monárquico) em busca de uma maior autonomia política e cultural. Esta situação agravou-se ainda mais após a revolução Espanhola (1936-1939), período trágico da história do país, onde a cidade, que abertamente defendeu a causa legalista e republicana, foi sumariamente oprimida pelo Franquismo durante as décadas seguintes. O Ressurgimento da cidade e do orgulho de seus cidadãos só seria plenamente restaurado nos jogos Olímpicos de 1992. O Catalão, língua oficial da região, chegou a ser proibido nas escolas e ofícios públicos, numa clara tentativa de sufocar as aspirações políticas locais através do cerceamento de suas manifestações culturais mais elementares.
Essas cicatrizes ainda persistem, e o F.C. Barcelona canaliza, ao menos em parte, o orgulho e as aspirações catalãs. Obviamente, o seu grande rival é o Real Madri, outro gigante do futebol mundial, que representa de certa maneira a Espanha “Oficial”, a cultura dominante castelhana e sua clara referência à Monarquia, que se choca com uma cidade que se orgulha de suas posições separatistas e republicanas. Esta contextualização histórica é importante para entendermos o peso que o F.C. Barcelona tem para os seus torcedores. De fato, não se trata apenas de um clube. É também, uma bandeira que expressa orgulho cívico e protesto político.
E o futebol, como outras áreas de atividade, tem a competição (neste caso acrescido de uma paixão e uma rivalidade inigualáveis) como uma importante força impulsionadora, que move a estratégia das equipes num mercado que movimenta bilhões de dólares anualmente. Portanto, é um feito e tanto que uma equipe futebolística, cercada de tanto simbolismo e carga emocional, consiga transcrever uma estratégia de forma tão clara e simples. Trata-se de um feito notável.
Este Mapa, datado de 2007 e publicado num texto acadêmico da Universidade de Barcelona, conserva traços que ainda hoje são claramente percebidos na equipe Catalã. Na verdade, imagino eu, o mapa em grande parte traduz e materializa uma estratégia institucional já bem anterior à publicação do mesmo. Desde Cruyff , craque holandês dos anos 70, o Barcelona aposta em atletas com uma clara identidade associada ao futebol arte. Maradona, Ronaldo, Romário, Rivaldo e o hoje celebrado Messi são jogadores símbolos desta cultura esportiva, construindo a imagem do Barcelona como a equipe do futebol arte, do jogo bem jogado e envolvente.
Ao olharmos a perspectiva Processos Internos do mapa acima encontraremos duas elipses com essa clara intenção: manter a competitividade e a conquista de títulos e principalmente jogar um futebol atrativo, fazendo da partida um grande espetáculo. E, na Perspectiva Pessoas (normalmente chamada de Aprendizado & Crescimento) uma elipse que, de forma harmônica, responde aos anseios das elipses da Perspectiva seguinte: formar um time competente e engajado com os nossos valores.
É por este motivo, e não outro, que o Barcelona vem demonstrando, nas últimas décadas, preferência por jogadores latino-americanos (em especial Brasileiros e Argentinos) e Holandeses, cujas escolas de futebol claramente praticam o futebol de toque de bola, habilidade de seus atacantes e pela proposta de jogo claramente focada no ataque, na objetiva plasticidade do jogo e do gol como proposta filosófica natural. É raro perceber em suas equipes jogadores alemães, italianos ou de outras escolas claramente identificadas com a aplicação técnica de seus atletas, com a preocupação excessiva com o sistema defensivo e com o pragmatismo de suas propostas competitivas. Para o Barcelona, não basta ganhar. É preciso dar espetáculo. No estádio Camp Nou, esta é a ambientação: um teatro gigantesco onde o gramado ocupa o papel de um grande palco.
Nas Perspectivas restantes, respectivamente Mercado e Consumidores e Financeira, a clara decorrência dos objetivos estratégicos das perspectivas anteriores. Destacam-se os dois temas bem distintos, na Perspectiva Mercado e Consumidores: marca e mercado, que objetivam o aumento da audiência e do mercado por suas partidas e produtos, e a conquista de consumidores (e torcedores) na Ásia e nos EUA, cuja relação de causa e efeito é direta com as elipses que objetivam a conquista de títulos e da vocação para o jogo bonito e o espetáculo. Desta maneira, o Barcelona arregimenta muitos torcedores, que através da compra de produtos licenciados com a sua marca e o consumo de seus jogos via transmissões abertas e a cabo, manifestam, de forma clara, sua predileção por uma filosofia de jogo que privilegia o espetáculo, em detrimento de equipes duras, de zagueiros rígidos e ataques pouco criativos. O Barcelona é, portanto, uma marca que expressa uma filosofia de um tipo de jogo, um símbolo de beleza e bossa esportiva. É claro, não podemos ignorar os vínculos óbvios e já descritos da equipe com a sua cidade, que se traduz num confortável fluxo de receitas oriundas de uma base respeitável de 165.000 associados.
No tema estratégico marca, da mesma Perspectiva Mercado e Consumidores, destaco um objetivo estratégico ao mesmo tempo corajoso e visionário: posicionar o clube mundialmente como sinônimo de paixão. Poderoso e belo, ao mesmo tempo.
Encontramos, portanto, na Perspectiva Financeira, as elipses que capturam a estratégia desenhada abaixo e que objetivam o aumento das receitas oriundas das vendas dos direitos televisivos, com a venda de ingressos e produtos licenciados. Toda a estratégia está baseada, obviamente, no peso da Marca Barcelona e no seu verdadeiro código cultural para os amantes do esporte.
O resultado financeiro positivo e óbvio retroalimenta a estratégia. Geração após Geração, o Barcelona consolida-se como case de sucesso, cumprindo a Missão da Instituição, que é a de se tornar “referência em gestão e no desporte”.
Por fim, destaco o uso de conceitos de gestão e Estratégia tão avançados por um time de futebol, desmistificando o entendimento equivocado que algumas pessoas têm sobre os mesmos ferramentais, cuja aplicação é reservada somente para grandes empresas em complexos e competitivos setores de atuação.
Imagino se as equipes brasileiras, muitas delas donas de torcidas numerosas e apaixonadas, pudessem incorporar tamanho ferramental estratégico, aliançadas numa disciplina institucional e no conseguinte suporte político de suas diretorias. Decerto os grandes times brasileiros não estariam tão fragilizados, endividados e forçados a vender os seus talentos tão logo despontam, quebrando os vínculos emocionais entre a torcida e os seus ídolos de forma tão atribulada e precoce.
É possível desenvolver uma efetiva estratégia de resgate de marcas tão poderosas, tornando nossos campeonatos produtos competitivos e financeiramente viáveis. Afinal de contas somos, ainda, referência neste esporte e representamos o estado da arte do futebol. Até quando, no entanto, não sabemos.
A Experiência do Barcelona está ai, pronta para ser compartilhada.

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Marco St.

Aqui o Flavio Gomes explica o "planejamento" no Brasil...

SÃO PAULO (hora de parar tudo) – O futebol brasileiro hoje levou uma sova no Japão. E o único que percebeu isso, pelo que pude ler e ouvir por aí, foi o topetudo Neymar. “Hoje a gente aprendeu a jogar futebol”, ele disse. Não sei se exatamente com essas palavras. Mas falou em “aula”, em “lição”. Sacou, acredito, que nada mais será como antes. Ao menos para ele.

Foi precisamente isso, uma aula, uma lição. Mas não apenas porque o Barça enfiou quatro e poderia ter feito mais. Só quem não vê o Barça jogar (e passa toda semana nos canais ESPN) pode ter ficado surpreso com o jogo preciso, bonito, às vezes até chato de tão perfeitinho que é. Não foi a goleada, a lição. Foi muito mais.

Foi a vitória sobre a soberba brasileira. Brasileira do Brasil que se acha melhor que os outros e que não reconhece a superioridade estrangeira. Estou falando de esporte, só, e por enquanto. A vitória sobre a soberba dessa gente que ganha muito mais do que merece, que vende um peixe que não tem, que se autopromove o tempo todo e que conta com a colaboração dos veículos de comunicação de massa para iludir o público, aliados e sócios que são.

O que se viu hoje foi um choque de realidade. Não que todos os times europeus sejam melhores que os brasileiros. Claro que não é disso que estou falando. Mas uma demonstração de como é, de verdade, ter filosofia, princípios, linha de pensamento, conduta, projeto. Jogar o jogo, jogar bonito. “Joga bonito”, aliás, me parece ser algo que a Nike escreve nas camisas da seleção brasileira. Que não joga bonito faz 30 anos. Puro marketing. É isso o que está acontecendo com o esporte no Brasil: está virando puro marketing, produto para vender cota de TV.

O presidente do Santos faz aquela pirotecnia toda para não vender o Neymar e o resto do time é uma merda. Marketing. O tal de Ganso parece um dândi aborrecido, mas é tratado como uma espécie de Zico dos novos tempos. Marketing. O Corinthians contrata um gordo descompromissado como Adriano, o cara nem joga, mas vende camisa. Marketing. O São Paulo traz de volta o centroavante bichado, coloca 40 mil pessoas no Morumbi e ele só joga seis meses depois. Marketing. O Flamengo paga (ou não paga, sei lá) os tubos para ter o dentuço, o dentuço não joga nada, mas se comporta como se fosse algum tipo de deus sobrenatural. Marketing.

Neymar, coitado, ótimo jogador, virou marketing puro. Tem fila de empresas querendo patrociná-lo, para alegria das agências de publicidade. Virou, em definitivo, uma celebridade nacional, um sex-symbol, aparece em “Caras”, no “Fantástico”, nas “Altas Horas”, nos programas da Angélica e da Ana Maria Braga, no CQC, na Gabi, sei lá onde mais. Normalmente, não tem quase nada de relevante a dizer. Retorno, é tudo que querem. Retorno.

Enquanto isso, se for possível, que o futebol não atrapalhe muito. Só que uma hora atrapalha. Como hoje, quando foi preciso jogar futebol, e foi uma humilhação danada, um time do tamanho e da história do Santos olhando o Barça jogar e brincar de roda, deu até dó. O primeiro tempo, então, beirou o ridículo. Massacre da serra elétrica. Aí acaba o jogo e vem o Muricy, cara de quem eu gosto, admiro mesmo, falar a seguinte merda: ”O sistema que eles usaram, no Brasil, seria considerado um absurdo. Eles jogaram em um 3-7-0, porque perderam (os atacantes) Sánchez e Villa e entraram com mais um meio-campista (Thiago Alcântara). Se você faz isso no Brasil, é caso de polícia, mandam prender”.

Quem manda prender? A torcida? A imprensa? O dirigente? Cadê a coragem, os colhões? (É “colhões” ou “culhões”?) Cadê a personalidade, a confiança no taco? Qual técnico no Brasil é capaz de fazer um time jogar como o Barça? Dá um trabalho danado. Tem de treinar, treinar, treinar. Olhar para a molecada da base, dar chances a garotos, estimular a criatividade, a graça, a molecagem. E treinar, treinar, treinar.

E não ter medo.

O futebol brasileiro, salvo a raríssima exceção de uns caras lá no Canindé (digam o que quiserem, caguei para todos vocês que vão falar as merdas de sempre sobre a Série B etc; vi a Portuguesa jogar neste ano e vocês não viram, e se for assim o resto da vida, jogando para a frente, com alegria e sem se importar com vitórias ou derrotas, para mim está bom), é feito de gente medrosa, em toda sua hierarquia. Só tem cagão de merda, como diria o sábio Dunga.

Eu, pessoalmente, nem acho o tipo de espetáculo produzido pelos impecáveis catalães o mais agradável de todos. É belo, não se nega, mas por vezes entendiante e pouco emocionante. Quase sempre sabe-se o resultado, não há sobressaltos. Mas aí é questão de gosto. Não se nega, também, que é um time que joga bola, e que joga para fazer gols, e que seus jogadores se divertem. E não fazem faltas, não desprezam ninguém, fazem aquilo que aprenderam a fazer desde moleques, lá no terrão deles que deve ter uma grama legal e, especialmente, professores decentes. Professor, ao contrário do que acham os brasileiros, não é o picareta que sai cagando regra para seus jogadores e para a imprensa, 4-3-2-1, coloquei fulano para ocupar aquele setor, para dar mais qualidade ao meio-campo, para contra-atacar com mais velocidade pelos lados. Professor é quem pega um menino de 8, 9, 10 anos, e ensina. Ensina a brincar com a bola, a respeitar o adversário, a dar um passe, a buscar o gol, a se divertir. Ensina a ser gente, enfim.

O futebol brasileiro é dirigido e frequentado por pessoas da pior espécie, a começar do topo da pirâmide, o presidente da CBF. Não são, em sua maioria, pessoas respeitáveis — de novo, em toda a hierarquia. Os poucos que são sucumbem. É um ambiente retrógrado, reacionário, conservador, promíscuo.

O Barça é tudo isso ao contrário. Essa é a grande lição deste domingo e que deveria ser aprendida por aqui. Mesmo num mundo cada vez mais idiota, e aí não estou falando mais só de esporte, é preciso alguma pureza de propósitos e gente de bem disposta a defendê-los. Quando se tem, dá até para ganhar jogos e campeonatos, afrontar o sistema, dar um tapa na mediocridade. E o futebol, este vilipendiado, talvez seja a única coisa capaz de fazer as pessoas perceberem isso, de vez em quando.

http://flaviogomes.warmup.com.br/2011/12/a-licao-do-japao/

 

"Se você não cuidar, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo." Malcolm X

 
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Filipe Rodrigues

O grande mérito do Barcelona foi apostar na prata da casa ou formar jogador no clube, a maioria dos  campeões de hoje jogam juntos desde os 11-15 anos.

O Barcelona é a base da seleção espanhola campeã mundial, nos últimos anos por causa da globalização estavamos assistindo uma triste tendência de uma invasão estrangeira nos principais campeonatos europeus, há times da Europa sem jogadores locais (A Inter de Milão campeã italiana das últimas temporadas não tem 1 italiano sequer entre os titulares enquanto a Itália vai mal das pernas, eliminada na 1º fase da Copa e com uma equipe com média de idade elevada).

O título do Barcelona reforça a tese de exigir um máximo de jogadores locais e o mínino de estrangeiros para resgatar o bom futebol e sua identidade, não foi implementado ainda por causa das leis da UE de livre circulação, a mesma UE incapaz de resolver os problemas da economia.

Por falar em economia a comparação é inevitável, reforça a tese que o pêndulo vira para uma era mais protecionista daqui pra frente, o Barcelona decidiu investir mais no jogador espanhol, assim como a economia brasileira que por causa dos altos "impostos" (de importação) conseguiu salvar sua indústria, enquanto nossa elite está preocupada se o Iphone no Brasil é mais caro que no resto do mundo, mesmo que não seja fabricado e gere empregos aqui.

 
 
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Tulio

Talvez o Gregório não tenha lido essa notícia sobre a divida milionaria do Barcelona e atrazo no pagamento de salarios. Parece que o planejamento e gestão não têm sido tão eficientes assim. Não podemos ignorar que corrupção e lavagem de dinheiro ocorrem no futebol europeu, assim como no Brasil. Esse mundo imaginário que descrito em relação ao Barcelona de fato inexiste. A realidade é essa... Isso é o que tem por traz desse futebol, que é realmente fantástico, mas que nos bastidores se sustenta por práticas nocivas como a lavagem de dinheiro.

 

 

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/10/gazetaesportes/lancenews/minuto_lance/1002804-presidente-do-barcelona-revela-divida-milionaria.html

 

LANCE

 

A dívida do Barcelona, apenas com jogadores, chegou a 60 milhões de Euros (cerca de R$146 milhões). É o que garante Sandro Rosell, presidente do clube.

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- Em algumas semanas, tínhamos que pagar 100 milhões (R$244 milhões), pois além destes 60, deviam mais de 30 milhões (R$73 milhões) para a Segurança Social - revelou Rosell.

O presidente ainda declarou à Justiça que seu antecessor, Joan Laporta, poderia ter que responder pela dívida. Rosell queria mover uma ação por responsabilidade social de 48 milhões de euros (R$117 milhões).Rosell ainda criticou a antiga gestão, dizendo que usava números irreais. E ainda defendeu-se, afirmando que os investidores sentem mais segurança em investir nos dias atuais.

 

http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=31647095

 

Consultora do Banco Mundial alerta para risco de lavagem de dinheiro no futebol brasileiro | Agência Brasil

 

Alex Rodrigues

Repórter Agência Brasil

Brasília - A crise financeira europeia e o bom momento da economia brasileira têm favorecido o futebol brasileiro. Embora endividados, os clubes do país oferecem salários cada vez maiores, não só para trazer de volta atletas que jogam no exterior, mas, também, para manter os novos talentos, como Neymar, que recusou propostas para se transferir para clubes europeus e decidiu permanecer no Santos. Esse bom momento do futebol nacional, contudo, é um atrativo para organizações criminosas internacionais.

O alerta é da consultora do Banco Mundial (Bird) Brigitta Maria Jacoba Slot. Uma das autoras do primeiro estudo a avaliar mundialmente o envolvimento do crime com o futebol, Brigitta garante que países emergentes como Brasil, Rússia e China estão na mira de quadrilhas internacionais que precisam legalizar o dinheiro obtido de forma ilegal.

De acordo com Brigitta Slot, que é holandesa, a lógica é simples: quanto mais dinheiro circular no mundo do futebol, mais interesse esse mercado despertará o interesse do crime organizado. 'É necessário que o país combata o problema desde já, pois, mais tarde, será ainda mais difícil. O futebol segue o dinheiro, de forma que as mudanças na economia global levarão a mudanças também na destinação do dinheiro dessas organizações criminosas', disse ela em um seminário sobre lavagem de dinheiro no futebol brasileiro, promovido pelo Ministério da Justiça, em Brasília.

Segundo a consultora, o estudo dela, concluído em 2009, identificou que os mecanismos de regulação e fiscalização do futebol são frágeis e insuficientes em praticamente todo o mundo. Além disso, falta transparência na condução dos negócios futebolísticos, como contratação de atletas e investimentos feitos por dirigentes de clubes e federações.

'Concluímos [no estudo] que o futebol é vulnerável à lavagem de dinheiro e a outros crimes, como tráfico de pessoas e corrupção', disse Brigitta Slot. Para ela, o endividamento e a má governança dos clubes - inclusive os milionários times europeus, que também têm alto grau de endividamento -, a falta de fiscalização adequada por parte dos governos e a paixão que o esporte desperta são alguns dos fatores que contribuem para agravar o problema.

Como os demais palestrantes que participaram do seminário, a consultora do Bird classificou como injustificáveis e insustentáveis os altos salários pagos a jogadores e treinadores, além dos valores envolvidos nas transações entre clubes. 'O futebol é intocável na maioria das sociedades. Ás vezes, as pessoas se perguntam quem controla quem? São os governos que impõem regras aos clubes ou é o contrário?', perguntou ela, provocando na plateia.

A íntegra do estudo do Bird está disponível, em inglês, na internet. Há também uma versão em espanhol na página eletrônica do banco.

 
 
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Delim

Se com toda essa dor de cabeça, os caras fizeram o que fizeram, imagine o que fariam (e farão) com a cabeça fria... Não importa muito, neste caso, a situação financeira, que é idêntica ao que vemos por aqui. Dentro do campo, os jogadores simplesmente jogaram bola. Trocaram os topetes pela simplicidade, as chuteiras coloridas pelos passes magistrais, as reboladinhas de comemoração de gol pelo abraço entre seus companheiros e pelo respeito ao adversário. Deram uma aula de profissionalismo, de objetividade, de futebol. Algo que não temos mais, e jamais teremos, pelo jeito como as coisas vão caminhando por aqui....

 
 
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Marcelo Macêdo

Túlio, dívida por dívida, os clubes brasileiros têm e estão falidos. Devem a Deus e ao mundo. O que é preciso é modéstia a jogadores e, principalmente, aos técnicos. O do Corínthians e o da seleção pensam que são filósofos; o do Palmeiras se acha um espartano; o do Flamengo se acha inigualável, superior a qualquer um; e por aí vai. Muricy, não desprezo sua competência, deixou o Fluminense numa fase decisiva da Libertadores, alegando falta de condições, mas o que faltou foi coragem e dignidade de  dizer que seu projeto pessoal estava acima de qualquer ética profissional. Ele foi para o Santos pois vislumbrava, pelo elenco endeusado que tinha, de ser mais uma vez campeão da Libertadores e tentar outras conquistas. Para mim, seu ato com o Fluminense foi reprovável, contrário ao de CUCA. Muricy,no auge do pedestal, disse que queria ver era Guardiola treinando aqui no Brasil. Na verdade, não era Guardiola que ele queria ver por aqui, mas ele que queria o lugar do treinador do Barcelona. 

Ao Pelé, Sua Excelência - pois é assim que exige ser chamado-, não se pode discutir que Neymar é um bom jogador, mas dizer que ele é melhor do que Messi, prova que Sua Majestade além de péssimo cantor e um horrível analista de futebol, entende! Pelé, Neymar virou um produto que está sendo explorado ao máximo. O pior é que ele vai na onda, sem se dar conta do que está acontecendo. Ganso só se preocupar em ganhar dinheiro, jogar é algo que há muito tempo ele deixou de fazer. 

A mídia de seus galvões age, motivada por vantagens econômicas, como os portugueses que aqui chegaram e cujos relatos usavam superlativos para descrever para a coroa o que cá encontraram.

O fiasco de 2014 não se dará na estrutura da copa, mas dentro do gramado. Esse jogo contra o Barcelona associado a tudo que não se fez desde de 2002 é um prenúncio de uma tragédia que, talvez, nem chegue a um "maracanaço", por ocorrer antes da final.

Parabéns ao futebol pela vitória MAIÚSCULA de um talento que se faz na prática e não nas palavras.  

 

Marcelo Macêdo

 
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FabioREM

Numa Espanha quebrada, não faz sentido que seus clubes de futebol estejam com dinheiro sobrando. 

 
 
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Delim

Mas estão com futebol sobrando, isso sim...

 
 
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jefcandido

Uma coisa é a filosofia do jogo, do futebol propriamente dito, dentro das quatro linhas. E o mérito aí, dessa filosofia do Barcelona, é do Guardiola, talvez o único técnico de futebol realmente "útil" ou importante para uma equipe. Duvido que o Barcelona jogaria desse jeito sem ele (e não sou dos que dão tanta importância ao técnico do time, já que o fundamental é ter bons jogadores, o que o Barcelona tem). Fora do campo, não tem santo. Quem é o atual presidente do Barcelona? Sandro Rossel, bem conhecido no Brasil. A única filosofia aí é: how to make money? Em inglês mesmo, já que estamos falando de um "case" de sucesso...

 
 
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armando botelho

Este timaço do Barcelona so foi possivel pelos craques que tem , não se consegue montar um time com perna de pau, o Santos da era Pelé , tinha o Zito, Dorval, Pepe, Coutinho ,Gilmar , e alguns bons codjuvantes , o de agora so tem mesmo o Neimar de diferenciado os outros  jogadores estão bem abaixo . O Flamengo alem do Zico tinha o Junior , Leandro , Raul, Andrade , Nunes e alguns outros que não eram craque  mas tinham muita raça , o Cruzeiro dos áureos tempos tinha Dirceu , Tostão  , Piaza , Natal , Zé Carlos e mais alguns esforçados . Enfim como uma so andorinha não se faz verão...

 
 
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Derli

O primeiro e mais importante item do planejamento do Barcelona foi não ter o ronaldinho gaúcho na final. 

 
 
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Alexandre Weber - Santos -SP

Desde quando jogar na banheira é planejamento?

Time sem criatividade nenhuma, um bando de robos em campo, nenhuma jogada que não tenha sido ensaiada desde o jardim da infância pelos craques de laboratório do Barça.

Jogo horrível, não vão ser os reis da bola nem em mil anos, vão é estragar o futebol com este jogo chato de bolas recuadas para o goleiro para sempre recomeçar uma jogada decorada.

Pena que o Santos tomou o primeiro gol, no próximo ano vamos dar o troco.

 

Follow the money, follow the power.

 
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Marcelo Cid

Xii!! Ei, fala baixo!! Os caras jogando na retranca e sem criatividade nenhuma fizerem isto. Sem eles souberem que podem atacar e serem criativos... O calcanhar do Messi, aliás, foi um erro de planejamento... O quarto gol então, entrando com bola e tudo... Eles vão ter que treinar à exaustão para que estas falhas nunca mais aconteçam. rs

 
 
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Alexandre Weber - Santos -SP

Realmente parece ser sobrehumano a capacidade de concentração e velocidade de raciocínio dos jogadores do Barça, pena que o Messi e o Daniel, para citar apenas dois não rendam nas seleções dos seus países como no time, parece que jogar no Barcelono acelera a mente.

Fora a atitude fingida nas desculpas depois das faltas, pois foi a violência que tirou o Danilo logo no começo do jogo.

Prá mim, tem gato na tuba.

 

Follow the money, follow the power.

 
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jefcandido

Ou são as seleções que não rendem?

 
 
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Delim

Pois é, meu amigo santista... Confesso que, assim como você, eu, embora não seja santista, estou morrendo de inveja de ver o que os caras estão jogando por lá, e que nosso futebol é o que é, e não vai ter jeito mesmo... Levamos um baile, ainda estamos procurando a bola, não tem um jogador, um jornalista esportivo, um torcedor brasileiro que consiga acreditar que, realmente, a vaca foi pro brejo. Não é nada contra o Santos, é o futebol brasileiro que não evoluiu, e não vai evoluir jamais... não com a mentalidade que temos no país, como um todo...

 
 
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Kruguer

É uma grande farsa falar que o Barcelona tem essa posse de bola toda porque só tem craques.
A verdade é que são feitos treinamentos específicos para alcançar isso.
Diferente do que é aqui no Brasil, onde os técnicos não treinam esse tipo de toque de bola dentro de esquemas táticos. No Brasil os técnicos não dão importancia e não fazem esse tipo de treinamento.Jogam a culpa de que falta entrosamento (outra farsa)! Oque falta é treinar os fundamentos.O jogador brasileiro não treina passes.
Os melhores jogadores são daqui e nao sabem tabelar,trocar passes.
A posse de bola ,o toque de bole,o passe,é treinado exaustivamente lá.
E não é só com craques que esse time mantém esse estilo de jogo.
O tipo de treinamento que o Barcelona faz,deveria ser estudado e aplicado em clubes aqui no Brasil e na seleção.
Não é necessário um time de craques para saber tocar a bola e dominar o jogo dentro de um esquema tático.Isso é treinamento! É filosofia de jogo. A reflexão que se faz é essa!

 
 
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janes salete

 

Jogaço de bola do Barcelona!

 
 
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Franklin Caetano de Freitas

Eu vi o jogo e o Barcelona jogou muito mesmo, mas o Santos não jogou. O time santista amarelou, essa é a verdade que ninguém quer falar, o Neymar entrou com cara de choro, o Murici só foi levantar do banco quando o Santos já perdia de dois. Os caras travaram mesmo e o técnico também. O time que não me lembro o nome acho que era arabe, perdeu de quatro para o Barcelona também, só que o Santos é muito mais time. Fica o recado o Neymar é um menino e não conseguiu segurar o rojão. A questão não é ganhar o jogo, mas tem que jogar não é ficar como bebê chorão, há como eles são bons. Se o Santos tivesse jogado tinha chance de ganhar o jogo, o Inter fez isso em 2006 com aquele Barcelona que era inferior ao atual, mas também o Inter era inferior ao Santos atual. 

 

Franklin.

 
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Derli

O Inter tinha o ronaldinho gaúcho, porisso venceu o Barcelona.

 
 
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Luiz Gonzaga da Silva

Um vexame! Há muito que o futebol brasileiro não passava essa vergonha. O Santos do senhor Muricy Ramalho desistiu do Brasileirão em função dessa disputa, então, esperava-se muito mais.

O time, principalmente no primeiro tempo, amarelou. Jogou, se é que se pode afirmar isto, com as pernas tremendo. Os comentarista da Globo falaram em excesso de respeito, mas na verdade,os jogadores medraram. O Santos, se não reforçar o time, corre o sério risco de viver em 2012 a maldição do centenário. Desse time só se pode confiar no Rafael e Neymar. O Ganso tem técnica, mas é facilmente marcado e tímido.

Foi constrangedor na cobertura da Globo quando a Glenda Koslowisky chamou o Pedro Bassan em Barcelona para mostrar a animação do torcedor catalão. Bem, na cidade parecia que não tinha havido jogo algum. O torcedor europeu não esta nem aí para esse “mundial”. Os clubes vão para ganhar um dinheirinho e, só. Igualmente constrangedor foi apostar na vitória do Santos, parece que o Globo Espetacular foi montado em cima dessa hipótese. O resultado foi uma impressionante “enche(ç)ssão de lingüiça”. Só restou, aos comentaristas, elogiar o Barcelona até com certo exagero.

Esse ano, um clube daqui da minha cidade, comemorou o que eles chamam de sua maior conquista. Qualquer torcedor carioca, mesmo não torcendo para o badalado time, sabe que este já ganhou títulos muito mais importantes. O Maracanã já assistiu a finais memoráveis com lotação de 150 mil torcedores, tanto em brasileiros quanto no antigo Cariocão. Não consta que outros times façam esse tipo de comemoração.

Lá pelos anos 60 existiu certa mística com o “tira-teima” Europa X América do Sul. Os jogos eram decididos em melhor de três. Sendo que na necessidade do terceiro jogo, este se dava em campo neutro. Na disputa entre Santos X Milan, os santistas perderam de 4 x2 em Milão e ganharam de 4 X 2 num Maracanã lotado e extasiado com o time de Pelé & Cia. Pelo regulamento, o terceiro jogo deveria ser, se não me engano, em Montevideu. Um acordo permitiu que o velho Maraca fosse o palco da decisão. Resultado, Santos 1 X 0 e, bi- campeão.

Logo depois, uma decisão da Sul Americana de incluir os vices na competição continental afastou os clubes brasileiros da Libertadores. Nesse ínterim os argentinos deram as cartas, só o Estudiantes conseguiu três campeonatos seguidos. Nessa época, devido as armações argentinas, os europeus desistiram de fazer o jogo,  de ida ou volta, na América do Sul. Num dos últimos jogos, o confronto  entre o Racing da Argentina e Celtic da Escócia terminou em pancadaria na cidade de Glasgow.

Nos anos 80,  a montadora japonesa Toyota ressuscitou o “mundial”. A partir do fim dos  anos 90, a FIFA resolveu patrocinar. Na primeira versão, um  teste, o campeão “mundial” foi um time sediado na maior e poderosa cidade brasileira que sequer tinha ganho o título continental. Aliás, ganhar um título continental tem sido a pedra no sapato do glorioso Time(ão). Eles lá e, nós botafoguenses cá, padecemos com as gozações dos libertadores das Américas.

Pode ser que com o tempo esse campeonato da FIFA atinja, realmente, o coração do torcedor mundial. Por enquanto é uma badalação da nossa mídia esportiva com pouca ou nenhuma repercussão externa como a Copa do Mundo de seleções. A entidade anunciou que um dos próximos será sediado no Marrocos. É uma tentativa de fazer com que a competição deixe de ser um evento para japoneses e brasileiros assistirem. Quando não tem  time brasileiro é apenas coisa de japones. Ano passado quando o Inter foi eliminado, a final passou em branco.

Enquanto isso os brasileiros poderiam dar maior importância ao Brasileirão. Atualmente, o time classificado para Libertadores ou Mundial desiste do campeonato, as exceções foram o Vasco desse ano e do Cruzeiro que ganhou o Mineiro, Copa do Brasil e Brasileirão. .

Hoje em dia, quando um treinador assume sua primeira promessa é classificar o time para a competição continental. Ser quarto ou quinto colocado passou a ser o máximo. É como se o Brasileirão fosse um mero torneio classificatório. Parece que ser campeão brasileiro ou regional perdeu importância. Tá na hora de mudar essa situação.

 

 

 
 
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Alex A Sampaio

Extraído do site do ESPN/PVC

(http://espn.estadao.com.br/pauloviniciuscoelho/post/231796_APESAR+DO+PLA...)

Rodney Montosa

Como ouvi de minha filha: - peixe no Japão tem vida curta! Prá mim, o Santos não jogou nem bem, neymar. Já o barça jogou bem, o time deles se messi prá cá, se messi prá lá, tem um piqué. Acho que os caras aprenderam com a shakira! O barça é o melhor do mundo iniesta questão não há dúvidas. A xavi do sucesso deles é a fabrega de craques que eles tem em casa. Aqui, em geral, os dirigentes preferem que se busquets jogadores já formados, abidal de contas, os nossos cartolas precisam fazer negócios, e essa coisa de custo zero, não dá lucro, né? Valdes as coisas mudem rapidamente e não precisemos esperar mascherano para voltar ao Japão e vencermos, pois numa revanche, é melhor que eles que se dani alves de nóis. Thiago mais prá dizer mas esqueci, então finalizando... puyol que está, não dá prá ficá, ou dá?

 
 
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Delim

Dá sim, meu amigo. Dá, e vai ficar muito "puyol", pode ter certeza....

 
 
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Jofran Oliva

Os técnicos brasileiros tem dois anos para aprenderem o novo futebol, objetivo, científico e produtivo, caso não aprendam e não será fácil, vamos passar vergonha na Copa do Mundo.

 

Jofran Oliva

 
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uelinton

Minha opinião, o Santos não jogou absolutamente nada, o Barça jogou muito, é verdade, mas agora a imprensa brasileira ficar levantando a bola deles é demais, a Espanha ganhou um titulo agora em 2010 ( sem merecer, jogo sofrivel contra o Paraguai, perdeu pra Suiça na estréia, quase não passa da 1º fase, a Alemanha era a melhor, a Holanda a Segunda, Uruguai a terceira, Espanha jogou apenas um futebol "eficiente" pra ganhar de 1x 0  e ser campeão) é a base desse time que o povo do Brasil tá endeuzando, a verdade é que só tem jogador de seleção, os caras são entrosadissimos, o time joga para o Messi, quando chega na seleção dele não joga merda nenhuma, não é melhor que Pelé, Maradona, Romario, Boniek, Beckembauer,Platini, Zidane, Zico,Ronaldo Fenômeno, todos esses carregavam uma seleção sozinho nas costas) ele só joga no Barcelona, pra mim ele não joga nem o que o Riquelme e Batistuta Jogavam.

 
 

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