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O pedido de desculpas de Ricardo SettiEnviado por luisnassif, dom, 08/05/2011 - 15:03Atualizado às 15:02, com a íntegra de reportagem repudiada Por daSilvaEdson Um exemplo de dignidade. Ainda mais significante quando parte de um Jornalista da Veja: "Errei feio, comentando suposta passageira "clandestina" no avião presidencial e exigindo a demissão do comandante. Peço desculpas a ele e aos leitores, e conto o que se passou" Vale a pena ler. E cumprimentar o Setti. Da Coluna do Ricardo Setti, na Veja Amigos, errei, errei feio, reconheço o erro e vou tentar, aqui, repará-lo. Trata-se de post que publiquei no dia 7 de abril passado, e que já retirei do blog, sob o título "Passageira clandestina no avião presidencial é o fim da picada, é uma desmoralização: Dilma tem que demitir o coronel responsável". No caso, tratava-se da irmã de uma das sargentos comissárias de bordo do avião, que viajou a bordo na ida de Brasília para a cidade de Natal, próxima à qual a presidente Dilma passou os feriados de Carnaval, e também na volta. Eu me baseei, para o comentário, em noticiário a respeito publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo, que mencionava ainda a existência de uma "crise" no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), responsável pela segurança dos presidentes. Com base no material do Estadão, que reputo um jornal confiável, postei o comentário dizendo que ocorrera uma falha na segurança da presidente, atribuí a responsabilidade pelo caso ao coronel-aviador Geraldo Corrêa de Lyra Júnior, comandante do avião presidencial e comandante da Base Aérea de Brasília, e pedi sua demissão. Mas errei, e, cumprindo um dever ético elementar para um jornalista, peço aqui publicamente desculpas ao coronel-aviador Lyra, bem como à jovem, cujo nome não vou mencionar para não causar-lhe mais embaraços do que a nota original já provocou. Passo, também, a contar o que realmente se passou. O comandante do avião presidencial não autoriza nem desautoriza ninguém a embarcar, nem é responsável pela segurança da presidente. A viagem da passageira foi autorizada por quem de direito: o major-brigadeiro Francisco Joseli Parente, chefe da Secretaria de Coordenação e Acompanhamento de Assuntos Militares do GSI, que acompanhou todos os vôos do ex-presidente Lula durante seu mandato e que continua nas mesmas funções com a presidente Dilma, e também pelo chefe de gabinete de Dilma, Giles Azevedo. Ou seja, a passageira não embarcou desautorizada, nem escondida. Seu nome estava na lista de passageiros autorizados a viajar no avião presidencial e, durante o vôo, ela sentou-se ao lado de uma das agentes de segurança femininas de Dilma e não distante do general-de-brigada Marco Antônio Amaro dos Santos, chefe da segurança pessoal da presidente. A passageira, diferentemente do que publicou o jornal e do que reproduzi, não utilizou mala de viagem idêntica à utilizada pela tripulação, de cor preta, mas uma mala comum, de cor roxa. A presidente Dilma soube do caso devido à repercussão e obteve, do brigadeiro Joseli, a informação de que ele e o chefe de gabinete Giles Azevedo haviam autorizado o embarque. Dilma não havia sido previamente informada da carona por Giles e não deu importância ao episódio. O noticiário a respeito e sua repercussão, inclusive o post de minha autoria, causaram dissabores ao coronel Lyra, a quem a presidente Dilma, antes do embarque para a recente viagem oficial à China, abraçou e disse para esquecer o episódio. Comentário Alguns leitores estranharam o fato de eu ter elogiado Ricardo Setti, quando de sua contratação para blogueiro da Veja. Este é o Setti, grande jornalista e grande caráter. Outro ponto que tenho chamado a atenção é o processo pelo qual passa a sucursal do Estadão em Brasilia. Apesar de contar com grandes profissionais, está sob a influência da "folhificação", que destoa de uma tradição secular de sobriedade e rigor com que o jornal sempre tratou as informações. PS - Não se confunda posição política com caráter. Posição política não é defeito moral. No quesito caráter, não há quem não respeite Setti, depois de conhecê-lo, De van
Aqui, a matéria picuinha do Provinção. O autor, não é piada do PH, é Leandro Colon, naturalmente colonista do prestigiado e ilibado jornal. LEANDRO COLON - Agência Estado O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República admitiu hoje que houve falha no processo que permitiu a carona da professora de Educação Física Amanda Patriarca no avião presidencial que levou a presidente Dilma Rousseff para descansar em Natal (RN) no carnaval. "Houve um equívoco no processo de autorização de viagem da passageira em questão, que não fazia parte da comitiva da Presidenta da República", afirmou o GSI, em nota divulgada à imprensa. O GSI afirmou ainda que a presença da passageira, convidada pelo comandante do avião, Geraldo Lyra Júnior, não colocou em risco a segurança da comitiva presidencial. "Todos os passageiros do voo em questão foram previamente identificados e submetidos aos procedimentos usuais de segurança", disse. Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo publicada hoje revelou que o coronel Geraldo Júnior infiltrou uma amiga nos voos de ida e volta que levaram Dilma para descansar em Natal no carnaval. O episódio abriu uma crise no GSI, responsável pela segurança da presidente. Convidada pelo coronel, a professora Amanda Patriarca é irmã de Angélica Patriarca, comissária da mesma aeronave. À reportagem, Amanda disse que o coronel ajudou a colocá-la no avião de última hora porque ele é "amigo" de sua família. Ela afirmou que a presidente Dilma Rousseff não sabia de sua presença. Todos viajaram a Natal e ficaram na cidade a passeio entre 4 e 8 de março.
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Comentários + votados
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Vladimir
05/05/2011 - 09:27
"Com base no material do Estadão, que reputo um jornal confiável..."
Não adianta nada o jornalista vir,agora,mais de um mês após o ocorrido,lamuriar-se diante da barriga cometida.
Qualquer um que...
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Marcio B. Martins
05/05/2011 - 09:36
É ainda reflexo da "Serração", impusionado pela "Vejificação" e "folicação". Se oA rthur Virgílio estivese no Senado, o assunto já teria ganhado ares de crise institucional, não pelo fato em si, mas...
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Marcos - da periferia de Sp
05/05/2011 - 09:42
Alguns detratores do passado estão dando um passo atrás para rever suas posições...
Está sendo assim com esse blogueiro, e está sendo assim também com a GROBO, que ultimamente vem relatando a má...
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Carlo
05/05/2011 - 09:49
O buraco é mais embaixo!
É claro que é positivo um blogueiro da (argh) Veja vir a público e pedir desculpas, como faz esse rapaz. Mas vê-se claramente nas linhas e, principalmente, nas entrelinhas de...
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Alberto Porem Junior
05/05/2011 - 09:50
Este não foi o primeiro erro de Setti.
Houve um post sobre um avião, o Lineage que seria cedido pela Embraer para uso da Presidenta em que houve clara má fé do jornalista....
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aleXandre
05/05/2011 - 09:52
"Com base no material do Estadão, que reputo um jornal confiável, "
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André LB
05/05/2011 - 09:57
Faço coro com quem gostaria de explicações também por parte do Estado, digo d'O Feudo de São Paulo. Desse jeito o Feudão vai de mal a pior.
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aleXandre
05/05/2011 - 09:59
"citando, informações do jornalista Roberto Godoy, respeitado especialista em aviação e assuntos militares."
O setti é gente boa mas tá completamente por fora. daqui a pouco cita o...
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José Carlos Fix
05/05/2011 - 10:09
Também acho. "Pau que bate em Chico..."
Já que o jornalista assume que informou errado (e como tal esta é sua função: informar), fez acusação em cima do erro e exigiu - exigiu - um pedido de demissão...
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José Carlos Fix
05/05/2011 - 10:12
Pedir desculpas é lindo, Nassif. Realmente um avanço, principalmente vindo de onde vem...
Mas cadê a coerência? Se ele exigiu a demissão do responsável pela "carona", porque ele próprio não toma a...
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Claudia Guerra
05/05/2011 - 10:13
A parte as questões políticas e partidárias referentes ao caso, eu pergunto: É bacana jornalista pedir a demissão de alguém?
Nunca li nada desse Ricardo Setti, mas agora tenho muita pouca vontade de...
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diogojfaraujo
05/05/2011 - 10:21
Ah não, vou cancelar minha assinatura!!!!!
Onde já se viu, um blogueiro dessa grande publicação ofender alguém a troco de nada????????? De onde será que vem o mau exemplo???
Tem que aprender a ser...
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carlos a.
05/05/2011 - 10:30
como diria renomado intelectual tupiniquim, é brincadeira! a versão que o simpático cidadão mas, hoje, péssimo jornalista apurou décadas depois do fato ter ocorrido era corrente, para quem desejasse...
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Deroe
05/05/2011 - 10:31
Muito louvavel um pedido de desculpas...
Mas ele, tendo o poder da imprensa nas mãos, tinha que pensar um pouco mais e evitar "chupar" uma informação sem pesquisar mais a fundo. Dá nisso...
Antes de...
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VLN
05/05/2011 - 10:33
Se a notícia fosse verdadeira, um pedido de desculpas do responsável resolveria a situação? Ou continuaríamos com a constante "malhação"?
Do mesmo modo que o Setti pediu a demissão do responsável,...
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Gardenal
05/05/2011 - 10:44
A denúncia publicada originalmente, sem os devidos cuidados que devem ser cumpridos em tal situação, no blog do jornalista, pode até ser produto ou influencia da “folhificação”. Mas, a forma como se...
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Silvio Torres
05/05/2011 - 11:01
É, perda de prestígio, credibilidade e vendas/assinaturas fazem cada coisa....Quem sabe daqui a alguns anos e com um elenco totalmente reformulado a veja não volter a ser uma revista de verdade.
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JB Costa
05/05/2011 - 11:02
Entendo de Comunicação e, dentro desta, de jornalismo assim como da matemática dos fractais; ou seja, nada.
Isto não impede de levantar uma questão: como se praticar um jornalismo decente se a...
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Jorge Magalhães
05/05/2011 - 11:10
SE esse jornalista é mesmo um grande profissional como você afirma Nassif, se não se demitir da Veja, vai viver pedindo desculpas.
PS: Eu que sou metalurgico sei que o EStadão não é um jornal tão...
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"Com base no material do Estadão, que reputo um jornal confiável..."
Não adianta nada o jornalista vir,agora,mais de um mês após o ocorrido,lamuriar-se diante da barriga cometida.
Qualquer um que tenha minimamente seriedade deveria,antes de atacar a reputação de qualquer pessoa,averiguar com a seriedade que a situação requer.
Se este cidadão tivesse pelo menos citado em seu blog que tal acusação fundava-se somente na notícia publicada no jornal dos Mesquita,dava até para aceitar um pouco o pedido de desculpas mas,ao omitir que tratava-se somente de um comentário sobre uma notícia que não tinha certeza ser verdadeira,assumiu inteira responsabilidade pela sua irresponsabilidade. Não adianta agora querer explicar que o Estadão isso ou aquilo.
Foi mau caratismo e o pedido dde desculpas não ajuda em nada.Só reforça este lado mau caráter.Bater e esconder a mão.
Também acho. "Pau que bate em Chico..."
Já que o jornalista assume que informou errado (e como tal esta é sua função: informar), fez acusação em cima do erro e exigiu - exigiu - um pedido de demissão do faltoso. Ora, agora fica fácil: pede prá sair, fanfarrão!
Foi confiar no Estadão e passou vergonha. Me admiro muito que um jornalista supostamente experiente como ele não saiba que o Estadão é 105% inconfiável!
Demóstenes Torres na cadeia: uma campanha pelo bem do Brasil!
Aqui, a matéria picuinha do Provinção. O autor, não é piada do PH, é Leandro Colon, naturalmente colonista do prestigiado e ilibado jornal.
LEANDRO COLON - Agência Estado
O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República admitiu hoje que houve falha no processo que permitiu a carona da professora de Educação Física Amanda Patriarca no avião presidencial que levou a presidente Dilma Rousseff para descansar em Natal (RN) no carnaval. "Houve um equívoco no processo de autorização de viagem da passageira em questão, que não fazia parte da comitiva da Presidenta da República", afirmou o GSI, em nota divulgada à imprensa.
O GSI afirmou ainda que a presença da passageira, convidada pelo comandante do avião, Geraldo Lyra Júnior, não colocou em risco a segurança da comitiva presidencial. "Todos os passageiros do voo em questão foram previamente identificados e submetidos aos procedimentos usuais de segurança", disse.
Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo publicada hoje revelou que o coronel Geraldo Júnior infiltrou uma amiga nos voos de ida e volta que levaram Dilma para descansar em Natal no carnaval. O episódio abriu uma crise no GSI, responsável pela segurança da presidente. Convidada pelo coronel, a professora Amanda Patriarca é irmã de Angélica Patriarca, comissária da mesma aeronave.
À reportagem, Amanda disse que o coronel ajudou a colocá-la no avião de última hora porque ele é "amigo" de sua família. Ela afirmou que a presidente Dilma Rousseff não sabia de sua presença. Todos viajaram a Natal e ficaram na cidade a passeio entre 4 e 8 de março.
Vladimir,
De qualquer maneira, ainda que tardiamente o jornalista retratou-se e reconheceu o erro o que é muito em se tratando da postura que o PIG tem adotado nesses anos sombrios de cobertura facciosa, levada as ultimas consequências em defesa do projeto neoliberal dos tucanos e contra os interesses do povo brasileiro. Vindo de um jornalista que está na veja, a atitude que tomou é digna de aplauso, antes tarde do que nunca.
Qual foi mesmo o(a) jornalista que assinou a matéria do Estadão?
momento raro do jornalismo brasileiro.
merece ser celebrado por este outro momento raro da música.
E o gerador da notícia, o Estadão, não tem nada a dizer?
Tô fora destes elogios !
Um exemplo de indignidade :
13/09/2010
às 6:17 \ Política & Cia Apetite do PMDB e saúde de Dilma fazem combinação preocupante
Até pelo escândalo das violações de sigilo da filha do candidato José Serra e de vários tucanos, diminuiu o noticiário sobre o quinhão pretendido pelo PMDB num futuro governo Dilma Roussef. Diminuiu o noticiário, mas não a gula do PMDB, nem a sucessão de conversas entre as duas partes. Diante do ranger de dentes de cardeais petistas, a turma do PMDB já está exibindo a fatura do apoio.
Querem metade de tudo, repartido entre ministérios, cargos gordos em estatais e bancos oficiais, diretorias de agências reguladoras, indicação de ministros dos tribunais superiores – e por aí vai.
JIBÓIA FAMINTA E INSACIÁVEL — Mas não é para estranhar, amigos. A 13 de junho, quando Dilma, na convenção nacional do PMDB, saudou o presidente do partido, deputado Michel Temer (SP), como seu vice, o PT, ela própria e seu mentor Lula abraçaram uma jibóia faminta e insaciável, acostumada, há décadas, a triturar e digerir aliados – e a querer mais, sempre mais.
Assim, pode não ser agradável, mas é importantíssimo lembrar que Dilma sofreu de uma doença grave, por ora debelada mas que pode voltar. Nenhuma pessoa de bem, nem os mais ferrenhos adversários ou críticos de Dilma, querem, é claro, que haja recidiva em seu câncer.
Mas pode acontecer, como acaba de ocorrer com o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia, que por isso decidiu desistir de sua candidatura ao Senado pelo PMDB. E também pode acontecer um dia – toc, toc, toc, tomara que não –, o pior. Em política, o pior nunca deve ser desconsiderado. E, se acontecer, o PMDB estaria instalado na Presidência. Sim, o velho PMDB, o partido “deste país” que mais ama a coisa pública.
Dilma Rousseff em 2009, depois do tratamento de quimioterapia ainda usando peruca e, em maio de 2010, durante uma entrevista
SAÚDE DE CANDIDATO É DE INTERESSE PÚBLICO — Dilma, no recente debate entre candidatos à Presidência promovido pelo UOL, considerou “um pouco deselegante” a pergunta sobre sua saúde feita pelo jornalista Rodrigo Flores, gerente de notícias do portal. Deselegante coisa nenhuma. A pergunta era obrigatória: saúde de um candidato à Presidência é assunto de estado, é de alto, fundamental interesse público. Em democracias maduras, como os Estados Unidos, divulgam-se periodicamente relatos completos sobre o estado físico dos presidentes. E os candidatos, inclusive ao Congresso e aos governos estaduais, revelam sua ficha médica completa para o público.
Lembremos um caso relativamente recente em que a saúde jogou papel importante na cena política: o então popularíssimo ex-prefeito republicano de Nova York, Rudolph Giuliani, afastou-se da disputa pela candidatura do partido em 2002, em que teria boa chance, quando um exame de rotina diagnosticou-lhe um câncer de próstata.
O CASO DA DOENÇA DE ALENCAR — Muito diferente do que se passa entre nós. O presidente Juscelino Kubitschek escondeu um enfarte sofrido durante seu mandato (1956-1961). O “resfriado” que acometeu em agosto de 1969 o marechal-presidente Costa e Silva consistia, na verdade, numa trombose cerebral que resultou na tomada do poder por uma junta militar e em sua morte, três meses depois. Há outros exemplos, antigos ou recentes. Ainda agora temos o caso do bravo, do valente vice-presidente José Alencar, submetido desde 2006 a várias cirurgias e sucessivos e desgastantes tratamentos como parte de sua ferrenha luta contra um câncer no abdômen.
José Alencar após receber alta no Hospital Sírio-Libanês, onde foi submetido a mais uma operação contra o cancêr, em 2009
Na antevéspera mesma da posse como vice no segundo mandato de Lula, que se deu a 1º de janeiro de 2007, Alencar, que sofrera 60 dias antes uma segunda cirurgia em quatro meses para combater o mal, se submetera a uma sessão de quimioterapia em Nova York. Quer dizer, como o primeiro turno da eleição presidencial ocorreu a 2 de outubro de 2006, quase três meses antes se sabia que o vice concorrendo na chapa do presidente era portador de uma doença grave, de incerta perspectiva de cura. Tanto que Alencar necessitou de várias outras cirurgias e volta e meia retorna à quimioterapia. Por sinal, o vice-presidente precisou ser internado novamente na sexta-feira, devido a um edema pulmonar.
Mas naquela eleição ninguém – nem Lula, nem o próprio Alencar, nem o PT, nem qualquer ministro, assessor ou auxiliar do presidente ou de seu comitê eleitoral – parece ter dedicado um único segundo de atenção a essa circunstância como relevante a ponto de pesar na manutenção ou não de Alencar na chapa presidencial. Apesar dos méritos e qualidades que Alencar possa ostentar e do respeito notório que merece de Lula, é como se o cargo de vice, e o aspirante a ele, não tivessem a menor importância.
“A UMA BATIDA DE CORAÇÃO” DA PRESIDêNCIA — E, no entanto, os americanos, inventores do presidencialismo, costumam dizer, em expressão a um só tempo poética e terrível, que o vice, esquecido a mofar no dia-a-dia da política, está permanentemente a apenas “uma batida de coração” da Presidência. De fato. Dos 43 presidentes americanos desde o primeiro, George Washington, nada menos que doze foram vices que acabaram assumindo o cargo em definitivo (e só um deles, Gerald Ford, por renúncia do titular, Richard Nixon, em 1974).
No Brasil, desde os primórdios da nossa tremelicante República temos vivido o que chamei em textos anteriores de “o paradoxo do vice”: o camarada não tem importância nenhuma, até que os insondáveis sortilégios da política ou da vida o fazem ter a suprema importância. Na República Velha (1889-1930), três vices se efetivaram no cargo. Na efêmera democracia de 1946 a 1964, dois dos seis presidentes – um terço deles, portanto – foram vices que assumiram, Café Filho (1954-1955) e João Goulart (1961-1964). E, como todos nós nos lembramos, dos cinco presidentes posteriores à redemocratização de 1985, dois se elegeram como vices, José Sarney (1985-1990) e Itamar Franco (1992-1995).
A conclusão é que precisamos ter mais cuidado na escolha dos vices – e tal cuidado, além de itens como competência técnica, aptidão política e uma série de qualidades adicionais, deve obrigatoriamente incluir a preocupação com o estado de saúde dos candidatos. Agir de outra maneira, como fizeram Lula e Alencar, configura uma demonstração de falta de transparência e de irresponsabilidade que o país e os cidadãos não deveriam tolerar. Imaginem então quando se trata da escolha do candidato a presidente.
DILMA CONTINUA DEVENDO INFORMAÇÕES – Nessas eleições, nenhum dos três candidatos principais cumpriu a obrigação elementar de esclarecer o público a respeito de tema tão crucial. José Serra (PSDB) aparentemente não sofre de maiores males, o que não o exime desse dever moral. Marina Silva (PV) tem notoriamente saúde frágil, e pouco se sabe a respeito.
A Dilma, entretanto, como candidata diagnosticada com doença muito grave há pouco mais de um ano, com a responsabilidade adicional de ser a candidata favorita segundo pesquisas de intenção de voto, incumbe, mais que ninguém, prestar esclarecimentos. Ela respondeu à pergunta supostamente “deselegante” dizendo estar em ótima forma, tanto é que suporta com galhardia a massacrante maratona de candidata. Sua aparência, de fato, transparece vitalidade. Mas ela continua devendo a “este país” uma exposição clara, o mais completa possível, sobre seu real estado de saúde.
Tags: câncer, Dilma Rousseff, José Alencar, Lula,
Mich
el Temer
Fez em bem o Setti em pedir desculpas a quem merecia tal pedido, mas a historia nao continua muito estranha? Dai acho que perguntar nao ofende: da proxima vez que Dilma vier à Europa pra algum compromisso, se calhar de ser a época da minha volta ao Brasil, sera que me autorizam a voltar com ela de carona no aviao presidencial? Ou preciso ter parentesco com alguma pessoa da tripulaçao ou da segurança da presidente?
Não justifica nem acho correto, todavia esse tipo de "carona" é institucionalizado pela FAB. Isso é recorrente.
Sem problema dar carona num avião, melhor do que ir com uma ou duas pessoas quando tem capacidade de 100, mas tem que ter critérios, tipo pessoas com problema de saude ou idosos ou mesmo cargas de interesse público
Pois é!
A irmã da comissória não poderia ter viajado no avião presidencial. O fato de ter sido autorizada, pra mim, deixa a história pior ainda.
Deveria depositar o dinheiro equivalente a uma passagem na conta da União.
É ainda reflexo da "Serração", impusionado pela "Vejificação" e "folicação". Se oA rthur Virgílio estivese no Senado, o assunto já teria ganhado ares de crise institucional, não pelo fato em si, mas pela estridência com que ele vociferava.
MarcioBMartins
CPI da carona Já !!!
"E se o coronel mexer com a minha família, eu quebro-lhe a cara!!!"
Arthur e suas passagens peripatéticas memoráveis com um microfone!
Olá Nassif
É muito facil e conveniente pedir desculpas , mas é preciso que antes de publicar a notícia seja averiguada a autenticidade da informação. Chega de primeiro se destruir a honorabilidade das pessoas e depois dar desculpas esfarrapadas. A noticia foi maldosa e de má fé, é tipico da imprensa mal intencionada e de nenhuma credibilidade. Chega de termos que aguentar essa imprensa sem responsabilidade e nenhum compromisso com a verdade.
Concordo inteiramente com você...agora com o "pedido de desculpas" é só colocar o "seu" Setti para correr...RECOLHENDO AS PENAS DA CALÚNIA QUE LANÇOU AO VENTO...
Depois que todo mundo leu...fica difícil não esperar "ONIPOTÊNCIA" dele, para apagar o que escreveu...
Se não fosse dia das mães e eu não estivesse tão boazinha...BOTARIA A MÃE DELE NA RODA !!!!
Soltou seus cachorros em todo mundo, pediu a cabeça de um profissional...e pede desculpas ???
Me poupe!
Concordo com você e dessa vez vou discordar do meu amigo daSilvaEdison
O nível do jornalismo na imprensa tradicional anda de tão baixo nível que achamos que devemos parabenizar um jornalista por confessar ter errado. Tudo bem que estamos desacostumados com demonstrações de ética vinda de jornalistas desses veículos, mas acho que ética profissional é OBRIGAÇÃO e o Setti não fez mais do que a sua ao descobrindo que não tinha informado corretamente reparar o dano que ele mesmo causou. O contrário disso é que seria um ato reprovável.
Visitem o Blog Ponto & Contraponto. Twitter: @len_brasil Robozinho do blog: @pontoXponto
Alguns detratores do passado estão dando um passo atrás para rever suas posições...
Está sendo assim com esse blogueiro, e está sendo assim também com a GROBO, que ultimamente vem relatando a má situação dos transportes públicos na cidade de São Paulo.
Por que não fez isso na época das eleições ? Todos sabemos que o problema é antigo !
Ou seja, hoje se publica uma coisa sem ao menos verificar a veracidade das coisas... coisas de VEJA !!!
O buraco é mais embaixo!
É claro que é positivo um blogueiro da (argh) Veja vir a público e pedir desculpas, como faz esse rapaz. Mas vê-se claramente nas linhas e, principalmente, nas entrelinhas de seu humilde pedido de desculpas, que fatos como este continuarão a acontecer tanto em seu blog como no local onde está hospedado. Ele não está nada arrependido do que fez. Pede desculpas apenas porque foi flagrado em posição de sentido, com as calças arriadas, atrás da vaca! Dizer o quê?
Este não foi o primeiro erro de Setti.
Houve um post sobre um avião, o Lineage que seria cedido pela Embraer para uso da Presidenta em que houve clara má fé do jornalista. Eu mandei comentário para correção do post mas o mesmo ficou de revisar e esqueceu. O que incomoda não é a opinião, mas sim a mentira.
O post de 13/03/2011 e meu comentário com resposta:
- Passeie dentro do avião "digno de príncipe árabe" que Dilma vai usar por um ano.
"Os cortes no Orçamento necessários — mas talvez não suficientes — para enfrentar a alta da inflação, congelaram ataé 2012 a compra dos 36 jatos supersônicos que modernizarão a frota da Força Aérea Brasileira (FAB). E também os ainda vagos planos, vindos do governo anterior, para que fossem adquiridos 2 grandes aviões, de custo entre 220 e 300 milhões de dólares, que serviriam para uso da presidente Dilma e como aviões-tanque para reabastecimento no ar de aparelhos de combate, os Airbus modelos A330MRTT e A340, que logo foram apelidados de “Aerodilma”.
A Embraer cedeu sem custo à Presidência
Mas a presidente vai ganhar um avião “digno de príncipe árabe”, como definiu o jornalista Roberto Godoy, do Estadão, grande especialista na área e em assuntos militares. É essa aeronave que convidamos você a conhecer por dentro: o Lineage 1000, versão especial do Emb-190 que, a um custo mínimo de 50 milhões de dólares, é o mais caro e maior jato da Embraer, mas que foi cedido pela empresa, por empréstimo e sem custo, para o Grupo de Transporte Especial (GTE) da FAB, encarregado das viagens da Presidência.
A suíte presidencial tem ducha, cama, TV e outros confortos
Dilma deve utilizá-lo para viagens dentro do país em substituição aos dois modelos Emb-190 comprados durante o lulalato e que estão sendo submetidos a revisão, um por vez, até o final do ano.
O Lineage pode levar até 122 pessoas, mas, adaptado para a Presidência, tem capacidade para 19 passageiros e dispõe ainda de quatro salas, três lavatórios e uma suíte presidencial, com ducha, cama, TV e outros confortos."
Meu comentário:
Alberto Porém Júnior-13/03/2011 às 10:49
Não é “pegar no pé”, mas você, um renomado jornalista escrever uma frase como esta é simplesmente incabível:
“O Lineage pode levar até 122 pessoas, mas, adaptado para a Presidência, tem capacidade para 19 passageiros…”
Aonde você leu isso? O Lineage é um jato executivo , uma adaptação tendo como base o EMB-190!
O Lineage 1000 não pode levar 122 pessoas!
Quem leva 122 pessoas é o jato comercial EMB-190!
Quem falou que o Lineage foi adaptado para a Presidência?
Sobre o Lineage 1000, maior jato executivo da Embraer:
-O Lineage 1000 é o maior jato executivo da Embraer e seu design prioriza conforto e luxo. Configurado para acomodar até 19 passageiros em uma cabine com volume total de 115,7 metros cúbicos (4.085 pés cúbicos), o interior da aeronave oferece cinco áreas privativas distintas, até três lavatórios e um banheiro com chuveiro. A grande variedade de configurações de cabine atende a todas as necessidades dos passageiros, com espaço suficiente para trabalho, descanso e reuniões
- O primeiro Lineage 1000 foi entregue em 07 de maio de 2008 para a Prestige Jets de Abu Dhabi.
E uma última informação:
-o GTE (Grupo de Transportes Especiais) da Força Aérea Brasileira recebeu da Embraer um jato executivo Lineage 1000, que será utilizado para o transporte VIP do governo brasileiro,
Não só da presidenta como quer supor.
Inacreditável, Ricardo, inacreditável.
Espere os comentários e verá que sua colocação errônea surtiu “o efeito desejado de sangue”.
Uma pena. Adeus.
Resposta de Ricardo Setti:
Caro Alberto,
Vou rechecar essas informações e, se errei, vou retificar, o que nunca me neguei a fazer aqui.
Utilizei, citando, informações do jornalista Roberto Godoy, respeitado especialista em aviação e assuntos militares.
"citando, informações do jornalista Roberto Godoy, respeitado especialista em aviação e assuntos militares."
O setti é gente boa mas tá completamente por fora. daqui a pouco cita o "Renomado perito Molina".
Alberto Porem Junior (quinta-feira, 05/05/2011 às 09:50),
Gosto dos comentários de daSilvaEdson. Tenho mais facilidade de acompanhar o Blog de Alon Feuerwerker onde há menos comentaristas e menos posts. Em 2009 há dois comentários dele no blog do Alon Feuerwerker que foram bem marcantes para mim. O primeiro até que eu não penso que Alon Feuerwerker tenha tirado a conclusão da forma como DaSilvaEdson dissera que Alon Feuerwerker afirmara, mas mesmo assim o comentário dele procurando negar a relação da criminalidade com a pobreza é muito bom. O comentário de DaSilvaEdson fora enviado quinta-feira, 15/10/2009 às 18h02min00s BRT para junto do post "Os limites do sociologismo" de segunda-feira, 19/10/2009 e pode ser visto no seguinte endereço:
http://www.blogdoalon.com.br/2009/10/os-limites-do-sociologismo-1910.html
O segundo é uma crítica muito bem fundada ao equívoco de Alon Feuerwerker em afirmar que havia incongruência dos dados de geração líqüida de emprego em 2008 e em 2009. O segundo comentário de DaSilvaEdison fora enviado sexta-feira, 11/12/2009 às 16h06min00s BRST para junto do post "Discursos não pagam as contas" de sexta-feira, 11/12/2009 encontrado no seguinte endereço:
http://www.blogdoalon.com.br/2009/12/discursos-nao-pagam-as-contas-1112.html
Agora esse pedido de desculpa é mais indicativo de interesse em trazer o debate de novo à baile. E nesse sentido com certa razão. Deveria ter uma forma de se utilizar esses vôos da FAB, seja para levar carga, seja para levar funcionário público a serviço ou para pessoas em situações de maior necessidade desse tipo de transporte e não ficar uma coisa ao acaso (a menos que for através de sorteio). É bom lembrar que pode haver obrigatoriedade de as finanças públicas arcarem com qualquer indenização que um acidente vier a causar nesses caroneiros.
Bem, insistir em fazer esse comentário para poder acrescentar uma pequena história que dá um pouco de razão à você em não dá muito crédito a Ricardo Setti. O fato aconteceu em 2006 e uma vez ou outra eu o reconto aqui ou ali. A última vez que lembro que eu o recontei aqui no Blog de Luis Nassif foi junto ao post "A volta dos cabeças de planilha" de segunda-feira, 29/11/2010 às 14:36 em que Luis Nassif comenta artigo de Gino Olivares saído no Valor Econômico e intitulado "Guerra cambial: qual é o inimigo?".
No post de luz há um comentário de Tomás Rosa Bueno enviado segunda-feira, 29/11/2010 às 16:07 e para ele eu enviei um comentário com réplica de Tomás Rosa Bueno e finalmente com uma tréplica minha enviada segunda-feira, 13/12/2010 às 01:19. O comentário todo vale à pena ser lido, pois aborda muitas questões e traz muitos links. Deixo aqui o link da primeira página do post onde se encontra o comentário:
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-volta-dos-cabecas-de-planilha
Vou, entretanto, transcrever a parte em que eu falo do episódio que diminuiu um pouco a minha consideração pelo Ricardo Setti que quanto ao estilo escreve muito bem. No trecho que interessa de imediato, eu disse o seguinte para Tomas Rosa Bueno (de Bariloche):
"Seu comentário fez-me lembrar de muitas coisas. Eram tantas as coisas que eu nem tive tempo de responder. Primeiro me lembrou uma das razões para eu achar importante minha participação nos blogs. Eu achava que minha opinião pudesse influir na opinião dos outros. Em uma das minhas primeiras intervenções, eu corrigi o Ricardo Setti em um post em que ele dizia que O Cláudio Lembo tinha raiva de FHC porque FHC o derrotara em 1978. Eu o corrigir dizendo que quem derrotou Cláudio Lembo foi Franco Montoro. No dia seguinte, o post de Ricardo Setti havia desaparecido do blog dele. Desde então eu fico tentando fazer com que os autores dos post corrijam as observações que eu considero equivocadas, mas isso nunca mais se repetiu".
Bem era isso. DaSilvaEdson aproveita melhor a capacidade dele se não perder tempo com Ricardo Setti. Agora posso estar enganado, pois a resposta que ele deu para você me pareceu correta mesmo que coubesse a crítica que AleXandre em comentário enviado quinta-feira, 05/05/2011 às 09:59 fez à resposta dele.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 07/05/11
"Com base no material do Estadão, que reputo um jornal confiável, "
Faço coro com quem gostaria de explicações também por parte do Estado, digo d'O Feudo de São Paulo. Desse jeito o Feudão vai de mal a pior.
Pedir desculpas é lindo, Nassif. Realmente um avanço, principalmente vindo de onde vem...
Mas cadê a coerência? Se ele exigiu a demissão do responsável pela "carona", porque ele próprio não toma a iniciativa de pedir demissão? AFinal, o objetivo básico de um jornalista é informar. Se informou errado...
O adágio popular cai como uma luva: "pau que bate em Chico..."
Quando li essa nota, também, pensei: se o "colonista" pediu a cabeça do comandante por um erro (que não foi um erro), não seria o caso, por questão de coerência e, principalmente, dignidade, pedir demissão?
Qualquer outra atitude, pedir desculpa, por exemplo, perde o sentido ou valor.
Demissão, já.
A parte as questões políticas e partidárias referentes ao caso, eu pergunto: É bacana jornalista pedir a demissão de alguém?
Nunca li nada desse Ricardo Setti, mas agora tenho muita pouca vontade de ler.
Ah não, vou cancelar minha assinatura!!!!!
Onde já se viu, um blogueiro dessa grande publicação ofender alguém a troco de nada????????? De onde será que vem o mau exemplo???
Tem que aprender a ser educado que nem nosso Tio Rei, aquele A-M-O-R de pessoa!!!!
ANTIFA!
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