O pássaro azul do PSDB

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O PSDB está escorado em uma tragédia e uma miragem.

A tragédia seria ter que recorrer novamente a José Serra, caso não viabilize uma candidatura alternativa. Seria o fim da legenda, apoiando um candidato rancoroso, desagregador e sob suspeita de corrupção.

Até agora, no entanto, tenta exorcizar o fantasma Serra com a miragem Aécio Neves. Nesse ponto, Serra está coberto de razão: faltam a Aécio vontade política, conteúdo programático, despreendimento em relação aos prazeres da vida.

No Senado, tem participação nula. Vivo, Itamar Franco era a voz da oposição. Morto, o cetro foi ocupado por Aluizio Nunes. Aécio parece boneco de ventríloquo: FHC manda "fala Aécio", e ele fala. Depois, queda mudo de novo.

Todo mundo sabe que a bandeira da gestão será a mais relevante para as próximas eleições, a partir do momento em que os governos Lula e Dilma ocuparam o espaço de centro-esquerda. Nas últimas eleições, a velha mídia teve que recorrer aos fantasmas de Chavez e Fidel para recriar a polarização da guerra fria. Agora, nem ressuscitando Lenin.

Aécio tem uma boa bandeira: os programas de gestão de Minas. Mas não tem nenhum conteúdo. Assim como Serra, não tem a menor ideia sobre o que aconteceu em Minas no seu governo. Foram dois governadores rigorosamente ausentes. Aécio pelo menos teve o mérito de abrir espaço para os programas de gestão e entregar a batuta para sua Dilma Rousseff, o então vice governador Antonio Anastasia. Serra, nem isso.

Se quiser pensar estrategicamente, o PSDB necessita de um plano B, um candidato que ocupe o espaço caso se realizem as profecias sobre Aécio.

Já escrevi uma vez sobre isso: o pássaro azul da candidatura, que o PSDB tanto persegue, está em Minas e seu nome não é Aécio: é Anastasia. Além de ser um gestor do calibre de Dilma, Anastasia é muito articulado, está em linha com os princípios mais modernos de gestão pública, sabe discorrer com notável didatismo sobre os pontos relevantes em educação, saúde, segurança.

Não há outro candidato à vista.

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136 comentários
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marcos nunes

Do jeito que você fala, periga o Anastasia ser o vice da Dllma... ano que vem mesmo ele se filia ao PSB. Vamos começar a rodada de apostas!

 

Perplexidade aflita diante da perspectiva caótica

 
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Edmundo

É uma pena mesmo...azul...

 
 
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marcos nunes

Eu só fico sem saber a cor da plumagem do PT nos dias que correm. Será vermelho-furta-cor?

 

Perplexidade aflita diante da perspectiva caótica

 
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Marco Antonio L.

O problema dos tucanos não é a cor azul, é a cor vermelha.

 
 
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Edmundo

cliquei no lugar errado, meu comentário não era para ser uma resposta ao seu.

 
 
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SáeBenevides

Não. O furta-cor foi apropriado por bandos de tucanos durante a privataria.

 
 
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cesarT

O que fazer com Eduardo Campos?.....entregar de mão beijada aos demo-tucanos?. Nem pensar.

 
 
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ANTONIO ATEU

os tucanos não tem DNA POLITICO. Sao todos  Finanacistas. 

A carta dos professores de Minas Gerais a Débora Falabella

Prezada Débora Falabella,

Às vezes vale a pena recusar alguns trabalhos apenas para não decepcionar milhares de fãs.

Às vezes vale a pena procurar mais informações sobre o personagem que você irá representar.

Milhares de professores, alunos e comunidades foram extremamente prejudicados pelo governo de Minas Gerais em 2011 e o que você afirma através das peças publicitárias não corresponde à realidade.

No sentido de informá-la da real situação da educação mineira, apresentamos informações:

– O Governo mineiro investe apenas 60% do total dos recursos que deveria investir em educação. O restante vai para fins previdenciários;

– Desde 2008, há uma diminuição do investimento do governo estadual em educação;

– No que se refere à qualidade da educação, o Estado de Minas Gerais tem resultado abaixo da média da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE);

– Apenas 35% das crianças mineiras até cinco anos frequentam estabelecimentos de ensino em Minas Gerais. Onde está o direito à educação de 65% destas crianças?

A realidade do Ensino médio é igualmente vergonhosa:

– nos últimos 6 anos houve uma redução de matrículas no Ensino Médio de 14,18%;

– O passivo de atendimento acumulado no ensino médio regular entre 2003 e 2011, seria de 9,2 milhões de atendimentos. Isso quer dizer que nem todos os adolescentes tiveram o direito de estudar garantido;

– Minas Gerais, comparativamente à média nacional, tem a pior colocação em qualidade da escola: 96% das escolas não têm sala de leitura, 49% não têm quadra de esportes e 64% não têm laboratório de ciências

Os projetos e programas na área da educação são marcados pela descontinuidade e por beneficiar uma parcela muito pequena de alunos.

Veja:

– O Projeto Escola de Tempo Integral beneficiou 105 mil alunos, num universo de 2,5 milhões de alunos;

– O programa professor da família não atinge as famílias mineiras que necessitam de ajuda e tampouco é feito por professores, mas por pessoas sem a formação em licenciatura;

– O Estado não tem rede própria de ensino profissionalizante, repassando recursos públicos à iniciativa privada.

A respeito dos dados sobre o sistema de avaliação, é importante que saiba que são pouco transparentes, com baixa participação da comunidade escolar e ninguém tem acesso à metodologia adotada para comprovar a sua veracidade.

Quanto à valorização dos profissionais da educação relatada nas peças publicitárias, a baixa participação em inscrições para professor no concurso que a Secretaria de Estado realiza comprova que esta profissão em Minas Gerais não é valorizada.

O Governo de Minas não paga o Piso Salarial Profissional Nacional, mas subsídio. Em 2011, 153 mil trabalhadores em educação manifestaram a vontade de não receber o subsídio. Ainda assim o Governo impôs esta remuneração.

Em 2011 o governo mineiro assinou um termo de compromisso com a categoria se comprometendo a negociar o Piso Salarial na carreira. Mas o governo não cumpriu e aprovou uma lei retirando direitos, congelando a carreira dos profissionais da educação até dezembro de 2015.

Compromisso e seriedade com os mineiros são qualidades que faltam em Minas Gerais.

Todas as informações são comprovadas por dados publicados pelo próprio governo estadual e estão à sua disposição. Por fim, a convidamos para conhecer uma escola estadual mineira para comprovar que o personagem das peças publicitárias não corresponde à realidade em Minas Gerais.

 
 
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Jorge Vieira

O Nassif, como analista político, está tocando um cavaquinho cada vez melhor. (Isto é só uma piada infame, pois considero o Nassif um excelente analista político como, também, um ótimo músico).


Nesse plano B do Anastasia, só tá faltando o PSDB combinar com o Serra e, especialmente, com o Aécio.


Tá parecendo aquele caso do Feola com o Garrincha e os russos.


Quer dizer que depois de todos esses anos de embate político entre Serra e Aécio, o Aécio cede a vez dele para o Anastasia ?


É a maior piada política do ano.


Nem o Anastasia aceita. Ele quer a reeleição em Minas. E depois o Senado pois, em Minas, Aécio só será descartado para a Presidência depois de perder pelo menos duas eleições.


A chance do Anastasia só vai aparecer em 2022.


 


 

 

Jorge Vieira

 
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Pima

Jorge, salvo engano Anastasia não pode ser reeleito pois tomou posse nos últios 6 meses do mandato passado (2008-2011). 

Pelo que entendi o Nassif está querendo dizer que o único candidato que poderia fazer frente ao PT no novo paradigma "eleitoral" de gestão seria o Anastasia. Não que isso vá acontecer, mas seria a única possibilidade do PSDB entrar na disputa.

Ou fui eu quem entendi errado Nassif? Nesse caso acho que realmente está equivocado.

 
 
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neideg

Até lá o Anastásia e todos nós já caducamos e o candidato a Presidente será um neto dele ou quem sabe, um nosso. Previsão política com mais de dois anos é coisa para tarô, búzios ou horóscopo.

 
 
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ed.

Eu fico na torcida pelo Serra, o candidato mais preparado:

Para solapar o DEM e o próprio PSDB.

Para dar transparência pública ao jogo sujo neoliberal.

E porque ... perde!

Como até o momento ainda sou Dilma, apesar de não entender bem certas "profundidades" dela (afinal é mulher e sabe-se que entendê-las não é tarefa trivial, mas magistral), não mudaria por nenhuma opção visível até o momento.

 
 
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João Paulo Ferreira de Assis

Só se a nossa presidenta for muito burra para isso acontecer.


 


Libera nos a malo!

 
 
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Clever Mendes de Oliveira

Marcos Nunes (sexta-feira, 10/02/2012 às 15:31),


Há um post interessante lá no blog de Na Prática a Teoria é Outra (NPTO - Celso Ribeiro de Barros) intitulado "A Eleição e a Economia" de 08/06/2010 e que pode ser visto no seguinte endereço:


http://napraticaateoriaeoutra.org/?p=6425


Há vários comentários. Destaco, por exemplo, os comentários de Manoel Galdino. Trata-se de alguém da academia e trazendo aquilo que as pesquisas informam e não meramente a opinião dele, mais abalizada do que a minha, em razão da especializade dele, mas opinião como a minha. E chamo atenção do post pelo comentário de Lauro Mesquita. Se você não deixar o intensedebate baixar então o comentário dele vai aparecer como sendo o de número (#74) e foi enviado em 08/06/2010 às 10:09 pm. Não tenho a autorização de Lauro Mesquita nem do dono do blog, mas dentro do limite do razoável penso que é lícito e bastante pertinente transcrever aqui o comentário dele que tratava, naquela época, da disputa para o governo de Minas Gerais em que Hélio Costa estava à frente. Diz lá então Lauro Mesquita:


"Desculpe, por que nem li todos os comentários e não sei se isso já foi falado. Mas além de ser um movimento (em minha opinião apenas aparente) para agradar o PMDB, o apoio a Helio Costa tem outro destinatário – Aécio Neves.


Tudo que Lula não quer é uma campanha que reproduza a disputa nacional em Minas Gerais. Sabe que a disputa de popularidade entre ele e Aécio no Estado iria tirar mais votos do que uma polarização meramente regional. Por isso sua insistência em não lançar ninguém do PT.


Aécio queria tudo, menos Pimentel em MG. O petista tem uma imagem muito colada no ex-governador (que o chamava de "meu prefeito") e essa proximidade certamente poderia embolar a continuidade de seu projeto em MG. Lula também sabia disso e não queria a popularidade do candidato ao senado pelo PSDB em serviço contra uma candidatura do PT.


Mais do que entregar o governo ao PMDB, com essa chapa, o PT entrega o governo a Anastasia. Em três meses, Helio Costa já perdeu 20% de seu eleitorado percentual. A ladeira abaixo é certa e o candidato pemedebista, se bobear fecha a eleição com menos de 20%. Anastasia está com a fatura liquidada nesse caso. Se eu fosse de um PC do B ou de um PSB da vida, tratava de lançar um candidato, por mais fake que ele seja. É a chance de engordar bastante a participação no eleitorado".


Chamo atenção deste comentário porque na época achei o comentário dele muito bom, mas discordava dele em relação a quem venceria a corrida para governador de Minas Gerais porque eu tinha a certeza dos cépticos que A. Augusto Junho A. não tinha condições de ganhar de Hélio Costa.


Aliás o que eu disse sobre a possibilidade de A. Augusto Junho A. ganhar as eleições em Minas Gerais está em meu comentário de 09/06/2010 às 4:44 pm. E vale também o transcrever a seguir. Disse eu lá:


"Lauro Mesquita (#74) (08/06/2010 às 10:09 pm)


Desculpe a falha do comentário anterior (#101) de 09/06/2010 às 04:27 pm.


E repetindo o início [do meu comentário anterior que saiu truncado], muito bom seu comentário. Talvez eu até tenha posto em algum comentário meu alguma idéia retirada do seu comentário, principalmente quando você diz que a ação do PT além de agradar o PMDB tinha Aécio como destinatário e visava evitar a disputa nacional em Minas Gerais. Não li nada parecido em outros comentários ou posts neste e em outros blogs e eu mesmo nas várias conversas com amigos não havia apresentando o imbróglio de Minas Gerais dessa maneira que depois que o Ovo de Colombo foi posto de pé, parece-me a melhor maneira de compreender a ação petista. Que eu espero que também esteja impregnada de visão federalista e a ação do PT tenha tido como fito também não deixar que o PT ganhe em Minas Gerais numa eleição para presidente de uma petista de Minas Gerais, pois se isso acontecesse o Estado poderia ser beneficiado além do correto. Não fica parecendo com o governo de Mário Covas que recebeu todos os benefícios federais do governo do PSDB de FHC.


Não concordo com você, entretanto, sobre o trunfo de A. Augusto Junho A. Em minha avaliação não há nenhuma possibilidade de Augusto Junho ganhar a eleição".


Aí fica visível que eu sou um péssimo futurólogo. Nem por isso deixo de aventurar por esse ramo da atividade humana. Foi o que eu fiz em comentário que enviei sexta-feira, 10/02/2012 às 18:32 para Luis Nassif e que se encontra na quarta página deste post "O pássaro azul do PSDB".


Repito o que eu disse lá. Não vejo como plausível A. Augusto Junho A. vir a se tornar o candidato do PSDB à presidência da República.


E tanto no comentário para Luis Nassif como em dois outros comentários meus que também estão na quarta página deste post “O pássaro azul do PSDB”, um enviado sábado, 11/02/2012 às 21:00 para junto do comentário de Jura que ele enviou sexta-feira, 10/02/2012 às 19:03, e o outro enviado sábado, 11/02/2012 às 15:12 para junto do comentário de Jotavê enviado sexta-feira, 10/02/2012 às 19:15, eu questiono bastante a idéia de Luis Nassif de que "a bandeira da gestão será a mais relevante para as próximas eleições".


Também no caso da avaliação das questões cruciais em uma eleição, considero importante os comentários que tratam desse tema junto ao post "A Eleição e a Economia" no blog de Na Prática a Teoria é Outra. Vale à pena uma leitura do post tentando evitar que se baixe o intensedebate, pois assim os comentários aparecem em ordem e datados.


E vale também ir junto ao primeiro post em que Luis Nassif apóia a candidatura de A. Augusto Junho A. pela oposição. Trata-se do post "Anastasia, o pássaro azul da oposição" de sexta-feira, 20/05/2011 às 09:00 e que pode ser visto no seguinte endereço:


http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/anastasia-o-passaro-azul-da-oposicao


No post Luis Nassif esclarece o uso do termo pássaro azul que viria da lenda do "pássaro azul da felicidade", que resumidamente nas palavras de Luis Nassif diz:


"A pessoa sai pelo mundo atrás do pássaro e acaba encontrando-o na porta da própria casa".


Não sei se Luis Nassif quer criar uma lenda ou acredita nela.


Clever Mendes de Oliveira


BH, 11/02/2012

 
 
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Vânia

Plano B do PSDB? Fácil... Um Psolista. Dos antigos, poderia seria a HH. Dos novos, quem sabe o Marcelo Freixo? 

Parece que já existe uma coligação PSDB+PSOL para alguma prefeitura este ano. Não estou lembrada exatamente em qual cidade e quem são os candidatos.

Re: O pássaro azul do PSDB
 
 
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Vânia

PSOL, PSDB e PPS fazem aliança para concorrer em Macapá

A disputa pela prefeitura de Macapá, capital do Amapá, ganhará contornos político-partidários um pouco inusitados este ano. Uma reunião nesta segunda-feira (6) selou a parceria entre o PSOL, o PSDB e o PPS para se aliarem na disputa pelo comando da cidade. O grupo, cujas lideranças são o deputado estadual Michel JK (PSDB), Allan Sales (PPS), e o senador Randolfe Rodrigues (PSOL), considera positiva a união das três siglas para as eleições de 2012 em Macapá.

 

http://sul21.com.br/jornal/category/bastidores/

 
 
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Wilsoleaks Alves

Em Macapá será o mó pega pra capá!

 
 
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Guga - o não registrado

Ah vá!

 
 
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Jair Fonseca

O PSOL fez aliança com os tucanos também na greve da PM baiana.

 
 
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Vânia

Certamente, Jair

Daí vem a pergunta que não quer calar...

Re: O pássaro azul do PSDB
 
 
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Ivan Moraes

Quanto mais leio a respeito, mais detesto esse tal de Psol, viu?

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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FJP

Tenha raiva não, Ivan. Tenha pena!

 
 
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wander!

E o que dizer do PT em Minas? A capital mineira vem servindo de moeda de troca de no jogo politico nacional fazem anos. Não sem motivos, quando das eleições presidenciais, o PT perdeu na capital mineira no primeiro turno pra Marina e no segundo pro Serra. O PT e o PSDB em BH, por pressão do PT nacional próximos de pimentel, estão de mãos dadas pra colocarem o  empresário prefeito Marcio Lamerda na prefeitura. Antes do escandalo das coxinhas e da reação dos belorizontinos, Leo Burguês, lider do PSDB na capital e amigo de "carreiras" do senador carioca Aético Neves,  era cotado pra figurar de vice na chapa.

Patrus já defende abertamente a aliança PSB/PSDB/PTConforme antecipado por Novojornal, Patrus defende em reunião da corrente petista “Articulação” apoio à aliança com Marcio Lacerda Confira tambémMagistrados querem previdência com tratamento diferenciadoDesembargador de MG cobrava por liminares, acusa MPFTCU multa em R$ 7 mil irmão de ministroMPF apela ao TRF3 para que prossiga ação penal contra Dantas"Mensalão": Marcio Lacerda poderá ficar inelegível  InteraçãoImprimirEnviar por e-mail  DeliciousDiggGoogle bookmarksRedditWindows liveYahoo my web

Ex-ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, em reunião da corrente petista “Articulação” ocorrida em Belo Horizonte neste sábado, (4) defendeu a aliança com o prefeito Marcio Lacerda, cedendo à vontade da presidente Dilma na defesa dos interesses de um projeto nacional e influenciada por Pimentel, conforme informou o secretário da Presidência da República, Gilberto Carvalho, em recente visita a capital mineira.

A Prefeitura de Belo Horizonte, há muito transformada em ‘”caixa financeira” e “moeda de troca” em projetos nacionais por grande parte dos dirigentes do PT mineiro, já não consegue mais esconder este fato da população que vai aos poucos abandonando a idéia de que o PT teria um projeto para cidade. Este comportamento subalterno tem prejudicado Belo Horizonte até mesmo no recebimento de obras e outros benefícios do Governo Federal ocupado pelo PT desde 2002.

Afastado do cenário político em 2010, quando foi candidato a vice-governador na chapa do ex-senador Hélio Costa (PMDB), que já prepara sua ida para o PSD, Patrus é considerado essencial para que o PT firme parceria com Lacerda, por ser a principal liderança da corrente petista Articulação, que tem entre outros, Luiz Dulci, Maria do Carmo e Nilmário Miranda detendo cerca de 30% da legenda.

O ex-ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias (PT), sem saída, admitiu nesse sábado que considera a perspectiva de apoiar a aliança entre petistas e o prefeito Marcio Lacerda (PSB), para a reeleição do socialista. Ele pediu aos correligionários que trabalhem para a união do partido e o envolvimento de todos em um pleito único.

“Não estamos afastando, estamos considerando a possibilidade da aliança. Mas queremos que ela se faça envolvendo todo o partido. A posição que for majoritária tem que incorporar democraticamente a minoria”, afirmou.

“Estamos abrindo o processo de debate com as bases. Queremos ouvir a militância e identificar os pontos programáticos, buscando uma sintonia com a direção nacional”, afirmou o deputado estadual André Quintão. A direção nacional já se posicionou. O presidente Rui Falcão defende a aliança com Lacerda, com o argumento de que o PSB é primordial ao PT no pleito de 2014, quando a presidente Dilma Rousseff deve tentar a reeleição.

Quintão, um dos nomes cotados para integrar a chapa com Lacerda, afirmou: “Nossa posição não está condicionada à escolha do vice. Caso optemos por apoiar o prefeito, a escolha do vice deve buscar a unidade do partido e o reforço de um conteúdo programático”, afirmou. Além dele, está no páreo o deputado federal Miguel Corrêa Júnior, preferido do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel.

Um grupo de petistas, liderado pelo vice-prefeito Roberto Carvalho, ainda luta para derrotar a possibilidade de aliança. Em março, todos os grupos do PT se reunirão para bater o martelo sobre a sucessão. Patrus, em seu discurso, deixou de mencionar que a aliança com Lacerda incluirá oficialmente o PSDB.

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Até tu, Patrus?

 
 
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MarFig

Por isso nossa cidade está abandonada às traças. Adicione-se a essa turma a "imprensa" local, muito bem remunerada, por sinal, e temos a trinca psdb-pt-mídia, imbatível na próxima eleição.

 
 
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David Campbell

 

Esta porcaria de partido está fadada à extinção, assim como, aconteceu com a outra porcaria de partido: o PFL... (camuflado no DEM)

Nunca antes, houve na democracia, um partido que personificou, totalmente, a elite mesquinha deste país, este partido chama-se: PSDB...

A Arrogância, a Soberba, já eram marcas registradas deste Partido... Em breve, conheceremos sua outra marca, que fora mais camuflada, isto é: a Marca da Corrupção...

O PSDB é o partido mais imundo deste País..., pois tem membros infiltrados na Mídia, Judiciário e na Polícia... Eles estão envolvidos com tudo que é de ruim neste país..., ou seja: Com os bandidos do colarinho branco (os pilantras cheirosos), e, com a milícia policial de vários estados Brasileiro...

O PSDB é um encosto que o povo Brasileiro precisa livrar-se...

 

 

 
 
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Alan Souza

Isso não causa espanto a ninguém em Macapá. Nas eleições de 2010, DEM e PC do B estavam coligados, numa chapa encabeçada por um cara do PP...

 

Demóstenes Torres na cadeia: uma campanha pelo bem do Brasil!

 
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Lucinei

É claro que não tem futuro, gente! Uma social democracia CONTRA OS SINDICATOS! Uma social democracia cuja bandeira maior era avançar CONTRA os Direitos Sociais! Uma socialdemocracia  que se alia - e aplica o programa - dos (neo)liberais, CONTRA os chamados "entulhos" da ERA VARGAS!

Não era para durar muito tempo mesmo! A UDN durou - ainda dura - mais. Lembremos: PSDB quer dizer: Partido da Social Democracia à Brasileira. Sim, à Brasileira; deveria se chamar PSD do B.

A minha maior torcida era para que eles tivessem pelo menos a metade da sapiência que pensam ter; assim teríamos uma oposição melhor e sairíamos de vez dessa neurose-de-guerra-fria de DCE.

São muito chiques...

 
 
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YRD

Chapa PURO SANGUE, chegou a hora do PT mostra que está fora deste tipo de coligação oportunista.

O exemplo da oposição de 2005 de "deixar sangrar" mostrou-se falha, não podemos cometer o mesmo erro e cair na vala comum de "são todos iguais" - ou é agora ou nunca.

 

Batalhas são travadas e guerras são ganhas com ousadia - ou marcamos território e nos tornamos hegemonicos e mais puros, voltando as raízes, ou uma nova alternativa deverá surgir a este movimento cinza.

 
 
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wander!

Márcia Denser: Kassab ingressa no ninho petista

 

Colunistas
Os novos bad-guys

 

“Uma eventual aliança PT/Kassab nos remete inevitavelmente a George Orwell e ao final de ‘A Revolução dos Bichos’: ‘E olhou alternadamente para homens e porcos (…) e não viu nenhuma diferença entre um e outro.”

 

por Márcia Denser, no Congresso em Foco

 

10/02/2012 07:00

 

Os EUA são mestres em inventá-los: de dez anos para cá – e tomo os filmes de Hollywood como testemunha – 1) devido à consolidação da indistinção política entre democratas e republicados; 2) ao envelhecimento das bandeiras neoconservadoras, tais como a cruzada anti-muçulmana, o “renascer do patriotismo”, o “moralismo religioso texano-americano”, sem contar o próprio “terrorismo” como pretexto neo-imperialista – o “bandido”se materializa na figura do vice-presidente, tendo Dick Cheney, vice de Bush, que “absolutamente não via diferença entre interesses públicos e privados”, como parâmetro e inspiração.

 

Ainda que a famosa proporção – 99% de pobres para 1% de ricos, detentores da riqueza global – não tenha se alterado sequer milimetricamente.

 

Voltando à questão dos vices: os exemplos na filmografia, nos quais não vou me alongar, abundam, citando apenas o recentíssimo “Red” (“Aposentados e Perigosos”), concentrando na figura de extrema direita, autoritária, implacável, corporatista, anti-políticas sociais,etc., o Inimigo – que, por sua vez, concentraria o Ódio Coletivo –, enquanto o presidente se manteria intocável, incólume, imaculado e de touca (como se isto fosse possível), uma Entidade Benigna Onipresente – ou pós-Deus-ex-machina  – ao qual “seria possível recorrer em caso extremo”( outra besteira não menos extrema).

 

O próprio Brasil de Dilma não é exceção ou o vice-Michel Temer é o quê?Além do nosso bad-guy de plantão?

 

Conquanto, para muitos, a exemplo do meu querido Luís Nassif, a estratégia política de Dilma tenha sido tão eficiente a ponto de haver deixado o quadro político nacional praticamente “sem oposição”. Diz ele que “se Lula foi uma espécie de Pelé da política brasileira contemporânea, Dilma Rousseff tem se revelado um Coutinho.”

 

Ele tenta explicar o atual dilema da oposição, lembrando o Brasil pós-Sarney, onde as ideias políticas quase sempre acompanharam, com alguma defasagem, as grandes ondas internacionais. A Constituição de 1988 foi o grande documento a sinalizar os novos valores que acompanhariam o país nos anos posteriores. Uma das ideias-força foi a descentralização, revertendo o pesado espólio do regime militar; outra, a questão da cidadania, das políticas sociais, da universalização dos direitos civis, do renascimento da sociedade civil.

 

FHC empunhou a bandeira da modernização, mas jogou-a fora na crise do câmbio em 1999 e no apagão, que novamente foi assumida por Lula. Na década que marcou o ressurgimento da sociedade civil brasileira, o PSDB fugiu do povo.

 

Nassif: “Beneficiado pela explosão dos preços internacionais de commodities, Lula conseguiu atender a todos os setores da economia e deixar de herança a explosão do mercado de consumo de massa. Trouxe o PT para perto do centro e tornou-o o primeiro partido socialdemocrata brasileiro no estilo europeu – porque casando bandeiras sociais com alianças econômicas e, principalmente, com participação popular através dos sindicatos e movimentos sociais. Tirou do PSDB sua bandeira.”

 

Sem bandeira, restou à oposição o discurso da negação: apontar as vulnerabilidades do governo Lula. A partir daí, poderia juntar os cacos e se preparar para as próximas eleições, desde que conseguisse mostrar o contraponto na sua principal vitrine: São Paulo.

 

Ainda segundo Nassif, aí entra a habilidade de Dilma: “1.Gestão. Há anos aponta-se a ineficiência do Estado e exige-se melhoria na gestão. O governo Dilma instituiu a Câmara de Gestão, definiu maneiras gerenciais de trabalhar o PPA (Plano Plurianual), montou sistemas de monitoramento online nos ministérios e conseguiu a consultoria da maior bandeira brasileira de gestão, o empresário Jorge Gerdau. Com exceção de Minas, nenhum outro estado tucano conseguiu implementar práticas gerenciais modernas. 2. Aparelhamento da máquina. Ponto sensível das críticas à Lula. No primeiro ano do governo Dilma, sete ministros caíram e a força política que herdou do seu padrinho tem permitido enquadrar os aliados.3. Conflitos com a mídia. Desde o primeiro dia Dilma praticamente desarmou os antigos críticos.”

 

E conclui: “A essência do governo Dilma não mudou em relação ao governo Lula. Mas ela conseguiu esvaziar praticamente todas as bandeiras da oposição. Não é à toa que chega ao final do primeiro ano com índices de popularidade recorde enquanto, na outra ponta, o PSDB se desmancha. A única esperança do PSDB seria o governador Geraldo Alckmin montar uma gestão inesquecível, eficiente. Se depender do que foi mostrado até agora, o país caminha para um quadro politicamente delicado: um governo sem oposição.”

 

Inesperadamente, após tantos elogios, a questão retorna (“lacanianamente: o retorno do reprimido?”) – incontornável e indigerível – (editorial de Carta Maior de 8/2): como enfiar um Kassab na nave eleitoral do PT em Sampa, isto é, na vitrine principal apontada por Nassif?

 

Aliás, como definir a abrangência duma frente política? Até onde é possível ampliá-la sem reduzir diferenças históricas a ilusões? O dilema não é novo na trajetória da esquerda e já rendeu frutos desastrosos na forma de rendição ou isolamento. O assunto volta com força na campanha municipal de São Paulo, onde o PT debate a hipótese de uma aliança com o PSD, do atual prefeito Gilberto Kassab, que indicaria o vice na chapa encabeçada pelo ex-ministro Fernando Haddad.

 

Derrotar o PSDB em São Paulo era uma meta importante– aliás, para muitos, como Nassif – ele já estaria derrotado. E, nesse caso, a aliança PT/Kassab, pupilo de Bornhausen, não teria sentido, pois significaria a inclusão da extrema- direita – extrema direita espertamente enrustida sob a “demonologia do embaço” incolor, inodora, insípida e auto-autista kassabiana e seu bom-mocismo de araque e à guisa de contramedidas que são “a alegria da galera hiper-neo-con paulistana” – tornando o vatapá literalmente indigerível.

 

E inevitavelmente nos remetendo a George Orwell e ao final de “A Revolução dos Bichos” – espécie de alegoria antológica, que virou bizantina, da disputa entre stalinistas e trotkystas: “E olhou alternadamente para homens e porcos, porcos e homens, e não viu nenhuma diferença entre um e outro.”

 

Afinal, com esse tipo de amigos, quem precisa de inimigos? Vice-presidente incluído.

PS do Viomundo: Partidos existem para ganhar eleições. É da natureza dos partidos. A transição de Lula (forjado nas lutas sindicais) para Dilma (tecnocrata) já diz muito sobre as mudanças no Partido dos Trabalhadores. O PT está em vias de se transformar no grande partido do establishment brasileiro. E é absolutamente natural, deste estrito ponto-de-vista, que se alie a quem quer que seja para ganhar em São Paulo. Por mais que a gente torça o nariz. Qual é exatamente a distância ideológica entre Gerdau e Kassab

 
 
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Jc

Agora o PT aliado ao PSDB e Aecio na prefeitura de Belo  ´não tem problema. Fala serio

 
 

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