O mundo mágico da Globo

Por Adilson

Caro Nassif

segue texto publicado no blog (http://eagora-dil.blogspot.com/)

Globo acusa o golpe (literalmente?!)

Depois da gigantesca repercussão na blogosfera sobre as entrevistas do casal do JN a emissora é forçada a divulgar nota oficial tentando convencer o público de que não é golpista.

Lembro que essa já é a TERCEIRA vez que prestam esclarecimentos em menos de 45 dias pra dizer que "não são".

1º Na Globo News e no Fantástico, ao mesmo tempo, foi lida uma carta onde explicavam que não torciam contra a seleção.

2º No principal programa de esporte, o apresentador vem a público se retratar, explicando que a emissora não tem nenhum preconceito contra o povo do Paraguai.

3º Agora, divulgam nota pra dizer que o telejornal da Globo é imparcial e que o papel do jornalismo global não é levantar nem derrubar nenhum candidato, ou seja, afirmam que não possuem DNA golpista.

Mais do que uma bandeira sem precedentes, o que estamos assistindo é histórico no Brasil, um sinalizador inequívoco dos tempos em que vivemos. Eles não armam e nem mutretam mais nada "impunemente" no nosso país. Distorcem, mentem e manipulam de lá que a gente pressiona, pressiona e pressiona de cá e eles tem que vir a público pra esclarecer tudo.

E quando fazem isso se entregam, claro, pois parafraseando o saudoso Barão de Itararé, do mesmo jeito que quem é não diz que é, quem muito diz que não é na verdade é justamente aquilo que jura de pé junto que não é".

Eu poderia me estender sobre isso, mas prefiro divulgar um trecho da fala do deputado Brizola Neto sobre o assunto, muito pertinente:

"..A Globo tenta desmentir o que todo mundo viu. Aliás, essa é uma tendência da emissora desde que a sua direção foi assumida por Ali Kamel, que se dedica a provar que não existe preconceiro racial no Brasil. Kamel tenta reescrever a história do Brasil e da TV Globo sob sua ótica. Garante que a Globo não ocultou ao máximo a campanha das Diretas Já, que não atuou no caso Proconsult, que tentou roubar de meu avô a eleição a governador do Rio, em 1982, e que não manipulou a edição do debate entre Lula e Collor, em 1989. O diretor da Globo vive no país do faz de conta e acha que alguém acredita nele..."

Eu não resisto e concluo, Ali Kamel, vive sim no mundo mágico de sua ilusão, absorto em seus pensamentos e idéias ultra-conservadoras/reacionárias; completamente distante da realidade do Brasil, do nosso Brasil que mudou e só a Globo não viu..

O padrão Globo de manipular, distorcer e surrupiar a realidade para convencer os leitores e telespectadores mais incautos está com os dias contados e acho, sinceramente, quer eles já começam a perceber isso.

O fato de nunca terem sido forçados a lidar com o contraditório – como agora acontece com a força crescente e inexorável da mídia alternativa eletrônica – os fizeram também descansar e relaxar em suas artimanhas - é só notar como ficam completamente desnorteados, desconfortáveis, perdidos mesmo, quando seus velhos métodos são revelados e repercutidos.

Tenho certeza que seus dias de armações ilimitadas (e impunes) estão contados. Como tenho certeza que não tardará muito ver um Brasil onde cada vez mais e mais pessoas – de qualquer ideologia, cor, raça, crença ou time de futebol - terão vergonha de dizer que leram no Globo, que viram na Globo que ouviram na CBN etc_ pois revelar isso será como passar atestado de ingênuo, desinformado, de tolo mesmo. 

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102 comentários
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Danilo

Eu, minha esposa e filhas há anos fazemos a campanha "não consuma a globo".

Ela com seus alunos, eu com meus clientes, minhas filhas com seus amigos.

 
 
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Nilson Fernandes

Adilson, você escreveu isto no seu blog ontem. Hoje o Kamel aprontou outra na revista Época.

Mas deixa ele, 2011 está chegando com Dilma presidente.

Eles vão ter que responder tudo isto na justiça !

A justiça dos homens pode falhar, mas a justiça e a mão de Deus é pesada !

 

Nilson Fernandes

 
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Leall

Os filhos do Roberto Marinho  agora  são  patriotas e nacionalistas estão com medo do capital estrangeiro.

Prefiro uma Petrobrás brasileira que um grupo de maus brasileiros desinformando e mal formando quem deveria ser o seu público e o seu mercado: os brasileiros.

 
 
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Fernando Curi

E viva a blogosfera, a nova realidade da presença humana, em tudo, assim como o ar. A Globo, assim como todo o PIG, devem dar graças por terem uma quantidade imensa e cada vez maior, de preocupados com eles e dando-lhes a oportunidade de serem inseridos no novo mundo civilizado da ética e do compromisso com a verdade. Verdadeiro construtor, não só do novo Brasil, nas do novo mundo.

 

"Tudo me é lícito mas nem tudo me convém" Contra o Preconceito e a Discriminação, o repúdio e a Lei.

 
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Alencastro Penaverde

Simples assim: concordo em número, gênero e grau. E tenho dito!

 
 
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Marco St.

A queda da Globo é inexorável!

 

"Se você não cuidar, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo." Malcolm X

 
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Fuhgeddaboudit™

Não tenho porque gostar dos acionistas e principais executivos grupo. Mas, colocar a imagem dessa profissional no meio das discussões, onde o fanatismo assustaria  até um candidato a "homem-bomba", é próprio de quem não a conhece, nem tem sensibilidade para inferir. Enfim, é algo simplesmente ..................... deixe-me pensar ......... ah, sim, VULGAR !!!!! 

Sugiro, então, que faça a doação do seu automóvel para a igreja do concorrente (mas, pelas contas da Promotoria Pública de São Paulo, um bom percentual deve ir para o Bolso dele); ela precisa comprar um jatinho de longo alcance. Agora está procurando uma área ao lado do Vaticano onde o nosso "Papa" pretende construir sua igreja. Na inauguração, vai se auto-proclamar "PAPA ABOLIÇÃO CLXXI"

 

Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.

 
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edisilva

Então porque não gosto da grobo e suas manipulações, tenho que gostar da record? Não, amigo. Não gosto de nenhuma. E se fosse diferente, isto não tiraria o erro da poderosa.

 
 
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Fuhgeddaboudit™

 

Eu também, não.

Mas quem é "a poderosa"; a emissora ou a digna, culta e excelente profissional ?

O criador do PIG fez sua fama graças à GLOBO e, agora, "cospe no prato em que comeu".

Seria este um jornalista imparcial; agora representante e porta-voz do dono da Igreja que só perde em processos, como ré, de concessionárias de serviços públicos e Bancos?  

 

Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.

 
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Nilson Fernandes

Eu queria ver o Bonner cair da nave !

 

Nilson Fernandes

 
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Salvador J. Ferreira

FA-BU-LO-SO! Não podia haver nada tão chegado a realidade do que está próximo acontecer.

Parabens.

 
 
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Gil Teixeira

Assisti duas vezes só pra rir de novo.

ótimo!

 
 
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Fuhgeddaboudit™

WILLIAM BONNER PARA PRESIDENTE?

Num tempo que celebra a internet como realização das utopias democráticas, a TV ainda é o centro do espaço público nacional Estadão/WEB - 14 de agosto de 2010 | 16h 00

A sequência de entrevistas com os candidatos à Presidência da República no Jornal Nacional, ao longo da semana que passou, revelou pouco sobre os meandros das negociatas políticas que cimentam com barro débil as alianças eleitorais e corroem com ácido mortal a credibilidade dos que ainda têm alguma. Dilma, Marina, Serra e Plínio saíram das entrevistas mais ou menos como entraram. Sangraram pouco, sorriram outro tanto, fingiram estar à vontade. Já William Bonner, o condutor do programa, este sim se saiu bem.

Não porque tenha sido elogiado pelas multidões; ele ouviu reclamações, isto sim, dos cabos eleitorais de uns e outros. Mas saiu reforçado, legitimado, pela aquiescência quase reverente dos seus entrevistados, que foram ao JN como quem rende homenagens à instância máxima da opinião pública no Brasil.

Nisso, não estavam de todo errados. Se não mostraram nenhum fato inédito e bombástico sobre a biografia dos concorrentes, as entrevistas explicitaram, uma vez mais, a centralidade que o mais antigo telejornal em exibição no Brasil ainda ocupa no debate político que a nação é capaz de entabular.

Num tempo que festeja o livro digital, celebra as redes sociais e reverencia o celular como prodígios tecnológicos e como realização de todas as utopias democráticas, a televisão, a velha, a manjada, a previsível televisão de todo santo dia ainda é o centro do espaço público nacional. Não tem jeito. E se a televisão é o centro de gravidade, a Rede Globo ainda é o centro do centro. Quanto ao JN, ele é o centro do centro do centro. Gostem ou desgostem, é assim.

Há muitos anos, uma marca de cigarro fazia sua propaganda evocando paisagens que seriam o retrato de sua "terra natal". Pois então: o torrão em que nascera aquele cigarro era um ambiente de descampados míticos e selvagens, com jeito de Velho Oeste americano, mas tinha a particularidade conveniente de não ter localização definida. "É lá que os homens se encontram", entoava o locutor dos comerciais. Os jornalistas faziam piada: "Mas ninguém sabe onde fica".

Hoje, o estúdio do JN, com seu cenário de torre de comando da nave Enterprise, de Jornada nas Estrelas, numa estética de ficção científica dos anos 70, de um futurismo retrô, lembra um pouco a Terra de Marlboro. A ambientação, sem janelas nem plantas, situa-se num lugar fora dos lugares geográficos. Assim como o sotaque dos apresentadores, que soa como um híbrido sem origem. O estúdio do JN pode muito bem ter seu endereço no Rio, na Mooca ou em São Joaquim da Barra que não faz diferença. Ele não tem raízes no chão. Paira como um zepelim prateado no céu da Pátria. Mas - atenção para isso - é lá que os homens se encontram. Melhor: é lá que os candidatos à Presidência se revezam e dão explicações para William Bonner, o porta-voz do eleitorado. A TV. Ainda a TV. Nada como a TV. E, no meio dela, William Bonner e Fátima Bernardes.

Em junho passado, a Secom divulgou os resultados de uma pesquisa - que encomendou ao Instituto de Pesquisa Meta - sobre os hábitos de informação dos brasileiros. Foi uma enquete ambiciosa, que entrevistou 12 mil pessoas em 924 pontos do País, que, entre outras coisas, revelou que para nada menos de 73,6% dos entrevistados, os telejornais são o principal veículo informativo sobre atos do governo federal. Para 33,7%, Bonner é o apresentador mais confiável. Depois dele, vêm Fátima Bernardes, com 18,15, e Boris Casoy, da Bandeirantes, com 4%.

Os ressentidos resmungam, dizendo que essa liderança é produto da alienação do povo ou dos "monopólios da mídia". Estão errados. Sem dúvida, existe concentração de propriedade na radiodifusão brasileira. No entanto, a razão do sucesso do JN não tem mais a ver com isso. Esse programa, que atingiu o ápice do chapa-branquismo durante a ditadura militar e se manteve assim na segunda metade dos anos 80, conseguiu descrever uma impressionante trajetória de reposicionamento de imagem (e de atitude). Para a largada da travessia, o conforto do monopólio contribuiu. Para o resto do percurso, não. Ao longo do caminho, o JN ganhou objetividade e credibilidade. Conquistou a percepção do público de que sabe ser informativo e equilibrado. Tropeçou - e tropeça - em pedregulhos e ribanceiras, mas caminhou na direção de um distanciamento crítico que jamais teve em relação ao poder. Hoje, apresenta ao País um jornalismo laico - precioso num período em que a TV se entrega cada vez mais ao fanatismo religioso e partidário.

Uma das provas desses méritos veio nessa semana, com o reconhecimento que Bonner recebeu dos três principais candidatos. A deferência com que todos responderam ao que lhes era perguntado atestou a legitimidade do telejornal. Apenas Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) criticou o programa. Não foi subserviente nem cínico, mas criticou sem razão. Disse que seu tempo de entrevista (3 minutos) era exíguo, enquanto Marina, Dilma e Serra tiveram, cada um, 12 minutos.

Na opinião dele, foi uma discriminação. O programa reagiu corretamente: não apenas exibiu o protesto como explicou ao telespectador seu critério: os candidatos teriam tempo proporcional à pontuação de cada um nas pesquisas eleitorais. Plínio, com cerca de 1%, não poderia receber o mesmo tempo que um candidato com 30%. O critério é justo. Na semana que passou, os entrevistadores do JN (William Bonner e Fátima Bernardes) souberam apertar Dilma Rousseff sobre o apoio do PT ao PMDB dos Sarneys no Maranhão, e souberam exigir esclarecimentos de Serra sobre sua aliança com o PTB, cujo presidente foi cassado no escândalo do mensalão. Não militaram para proteger um lado ou outro.

Não bajularam, mas também não desrespeitaram ninguém. Até agora, o momento alto da campanha aconteceu no Jornal Nacional - mais do que no debate na Bandeirantes. Só na Grande São Paulo, 5,9 milhões de telespectadores viram o que Dilma e Serra falaram. O JN se saiu bem e isso é bom para a democracia. Que ele tenha sido tão adulado pelos candidatos - à exceção de Plínio - talvez não seja tão bom. Às vezes, os entrevistados respondiam a William Bonner como se fossem alienígenas de um planeta em apuros mendigando pela simpatia do Capitão Kirk, da Enterprise. Ao menos por enquanto, o nome de William Bonner não está na cédula eleitoral.

*Eugênio Bucci é jornalista, professor da ECA-USP e autor de 'Videologias' (Boitempo)

Re: O mundo mágico da Globo
 

Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.

 
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Marco Santo

Neles NUNCA foram golpistas, mas sempre foram GOLPEADORES da democracia e contra o povo brasileiro, pelo menos, a favor da elite, do rico, do privilegiado pela atividade financeira (bancos,Bolsa de Valores), sempre em detrimento ao trabalho. Pau neles, que desculpa.

 
 
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Leilaqdiz

Nassif, qdo penso que sei  tudo sobre seus escritos, vc aparece com essa pérola de texto fortificador e surpreendente. Meu amigo, sua análise foi brilhante  e totalmente realista.Sim, dessa vez a queda dos conservadores não será apenas na política, mas tb seu braço direito, o monopólio da comunicação.E se os 144 desaparecidos jovens políticos não foram enterrados dignamente, temos a certeza nesse momento histórico que vivemos, que não foi em vão.Obrigada em por em letras o que se passa em nosso corações.

 
 
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Luis Fraga

E eu me pergunto... Quando será que os Marinhos se tocarão que já passou muito da hora de demitirem o Ali Kamel?

Ou será que eles não sabem que  (a TV, Jornais e todo conglomerado) aquilo é um negócio?

É o negócio estúpido!!!

Numa época em que toda empresa se preocupa com sua imagem junto aos potenciais clientes, eles ficam brincando de exercitar o poder... ridículos!!! Em plena era da Internet .

 

"Tudo que é demais, é muito meu filho" - Uma senhora muito velhinha do interior de Goias.

 
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Antonio Carlos Silva - RJ

 

Eles já captaram uma (AINDA)insipiente germinação de boicotes aos produtos dos anunciantes que ficanciam os seus alienantes telejornais .

Para que um boicote seja um sucesso, basta APENAS algumas dezenas de pessoas focarem nas empresas que financiam a baixaria, boicotem os produtos e imediatamente comuniquem aos SAC´s destas empresas o motivo do boicote .

As empresas sobrevivem com concorrentes predadores, e JAMAIS admitirão perder um milésimo pra um concorrente, por causa da irresponsabilidade de um veículo de mídia .

 
 
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Rogerio Martins

Na campanha de 2006 participei de um movimento desse tipo originario no orkut.  Mas campanha assim não se sustentam. É muito desarticulada. Pelo menos essa foi a impressão de quando participei da outra. Talvez hoje ela esteja mais madura.

 

O que não entendo é a mimosidade que o governo federal trata esse pessoal que vira e mexe deita o pau, inclusive, penso que certas atitudes da imprensa, em especial das orgizações Globo, Folha e Estadão são verdadeira práticas criminosas de sabotagem contra o país.  Não tem essa de liberdade da imprensa. OU SE ALINHAM COM A LEI E COM OS PRECEITOS DEMOCRATICOS ou que sejam responsabilizados pelo peso da lei. Penso...

 
 
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Leilaqdiz

Desculpe Nassif, o texto me parece que não foi seu

 
 
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Paulo Bomfim

Um texto que poderia ser classificado como ode à bobagem. Meu Deus! E o pessoal a Globo ainda dá bola pra vocês e fica pedino desculpas pelo que não fez!!!

 
 
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Gilson Raslan (Jaru-RO)

Paulo, sua idiotice pode levá-lo a um MAU FIM.

 
 
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Paulo Bomfim

Ah, é mesmo?

Então, Nassif, aqui ninguém pode chamar o Lula de ignorante, mas chamar de idiota e dizer que eu posso ter um "mau fm" (e não me venham dizer que é piada com meu nome, pois, estas eu aceito) pode?

É isso?

Só para acabar: o criatura que escreveu isso que use o neurônio para provar que sou idiota.

E eu não sei quantos juízes deixariam de considerar isso como ameaça.

Parabéns, Nassif, você consegue juntar o pior da internet aqui - e lhe culpo, sim, por deixar isso passar.

 
 
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luisnassif

Paulo, foi um trocadilho sem graça apenas.

 
 
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edisilva

Paulo, o seu comentário é a prova.

 
 
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Paulo Bomfim

Ah, sim, entendo: discordar de vocês é ser idiota. Vamos lá, amigo! Prova que a Globo tem satisfações a dar àqueles que só querem que ela baixe a cabeça ao governismo!

 
 
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Paulo Bomfim

pedindo*

 
 
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Marco Cardoso

Concordo no otimismo, mas não se pode descansar e esperar. Tem muita luta ainda até chegar lá.

Lembrem que ainda tem uma grande parcela da população que não tem acesso às mídias eletrônicas e que se informam basicamente pelo Jornal Nacional ou, quando muito, lêem os jornais da grande mídia. E mesmo no pessoal incluído, ainda tem o pessoal que acredita em tudo que lê (basta pensar no número de correntes que vc recebe por e-mail).

Recomendo a leitura de 2 posts do PHA mais ou menos nessa direção:

A classe “C” vai eleger a Dilma. E depois, o Berlusconi ?Classe C pode eleger o Piñera, depois da Dilma. Ley de Médios já !

 
 
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Anselmo Ferreira

Pois é, Adilson, eu também não resisto e replicarei um comentário que fiz, reiterando: Escrevi que não perco meu tempo ouvindo ou vendo veículos e pessoas sem credibilidade e sem vergonha na cara, e acrescento, com compromisso apenas com seus umbigos e os de alguns grupos a que pertencem ou desejam pertencer.

Vide a imensa perda de credibilidade e de assistentes desse veículo  e dessas pessoas que você cita e de outros que fazem parte desse jogo promíscuo e asqueroso.

Suas constatações são uma bela realidade e sabe o que significa ? Que hoje podemos pautar nossas decisões em informações de qualidade.

Sabe o que causa ? A nítida sensação de que conversamos a respeito de coisas de nosso interesse com pessoas que desejam, como nós, o melhor para todos, independentemente das diferenças.

 
 
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Nilson Fernandes

Nassif, olha o texto do Merval Pereira que pesquei no Blog Óleo do Diabo. A análise consiste em investir na Marina para tentar levar Dilma e Serra para o segundo turno.

sábado, 14 de agosto de 2010 Globo 14/08 - - Merval Pereira Fiel da balança

A candidata do Partido Verde, Marina Silva, continua sendo o obstáculo a que a eleição presidencial se resolva no primeiro turno, confirmando o temor do governo de que o seu lançamento poderia atrapalhar os planos de polarização da eleição.

Com a confirmação, pela pesquisa do Datafolha divulgada ontem, de que Dilma Rousseff abriu oito pontos de vantagem sobre José Serra antes do programa eleitoral do rádio e televisão que começa na terça, dia 17, a manutenção de sua popularidade em torno dos 10% torna-se crucial tanto para o governo quanto para a oposição.

Ela está, sozinha, fazendo o papel que foi, na eleição de 2006, dos candidatos Heloisa Helena, do PSOL, e Cristovam Buarque, do PDT, que terminaram o primeiro turno com 9% dos votos somados, levando a eleição entre Lula e Alckmin para o segundo turno.

Dilma está a três pontos de vencer no primeiro turno, enquanto Serra mantém a esperança de virar o jogo contando com a realização do segundo turno.

Mantendo essa tendência de estabilidade, a candidata do PV consegue iniciar a campanha no horário eleitoral gratuito em situação favorável, para compensar o pouco tempo de exposição que terá.

E exorciza, pelo menos por enquanto, o perigo de ser atropelada ou pela polarização entre os candidatos do PT e do PSDB ou pelo radicalismo alternativo do candidato do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio.

Mesmo depois de ter se tornado a estrela do primeiro debate na televisão, ele não conseguiu ainda pontuar nas pesquisas, o que coloca o PSOL em situação de não ter influência política na eleição até o momento.

Ao que tudo indica, a estratégia de campanha da candidata do Partido Verde continuará sendo a de se apresentar como uma terceira via para governar o país, recusando o clima de confrontação que domina a disputa entre PT e PSDB.

Ela está se preparando para superar com criatividade o pouco tempo de rádio e televisão que tem, e tentará convencer o eleitorado de que é a que tem condições de unir os melhores momentos dos governos de Fernando Henrique e Lula, sem a clivagem que predomina nas ações políticas de PT e PSDB.

O ponto central da estratégia política de Marina Silva é o que seus coordenadores denominam realinhamento histórico da social-democracia brasileira, que não se limitaria ao PSDB, mas se estenderia ao PT, que sempre reagiu a essa classificação, mas já atua dentro desse espírito, mesmo que conserve atuante e influente um grupo político que ainda defende a implantação do socialismo, a exemplo dos dissidentes que fundaram o PSOL.

O próprio ex-presidente Fernando Henrique formulou a melhor síntese do desalinhamento entre os dois partidos que polarizam a política brasileira desde 1993, quando ele assumiu o Ministério da Fazenda e comandou a implantação do Plano Real: PSDB e o PT disputam para ver quem vai liderar o atraso. A governabilidade de ambos é dada pelas respectivas alianças com o ex-PFL, hoje DEM, e com o PMDB ou anteriormente com um conjunto de partidos fisiológicos via mensalão.

A intenção é dar a Marina uma governabilidade mais coerente, analisa Alfredo Sirkis, um dos coordenadores da campanha.

Ele vê diferenças de estilo nos dois partidos, mas dentro do espectro da social-democracia europeia: O PT, mais do estilo do grande partido de origem sindicalista (SPD alemão, Labour, SD sueco), e o PSDB, mais classe média (PS francês e português). A campanha de Marina Silva acredita que há mais elementos programáticos em comum entre eles do que dissonantes.

Mas uma feroz disputa de poder, e subjacente animosidade com epicentro na política paulista, impediria uma aproximação.

Acreditam os do Partido Verde que, embora ambos estejam contaminados pelo fisiologismo, praga que também afeta o PV, admitem, esses dois partidos ainda são diferentes de um PMDB ou um DEM, cujo objetivo primordial, na visão de Sirkis, seria sempre participar de algum naco de poder, de alguma forma, como sócios menores, seja qual for o governo, mas sempre mamando nas tetas do estado.

Nessa visão, compartilhada pela candidata Marina Silva, PT e PSDB são partidos que, como o PV, ainda têm objetivos programáticos e um componente importante de quadros que se movem por si.

Como não é possível governar sem garantir uma maioria no Congresso, especialmente em um governo que se pretende reformista, a melhor dentre as possíveis bases parlamentares seria uma que os una ao PV num eventual governo Marina, somando a esse bloco adesões individuais complementares e alguns pequenos partidos de esquerda.

Pela disputa de poder que existe há quase 20 anos, tucanos e petistas jamais se juntariam num governo presidido por um adversário, mas seria Marina, que tem boas relações com ambos, quem poderia operar esse difícil, porém indispensável, realinhamento na política brasileira, analisa Sirkis.

Penso que, na hipótese da vitória de Marina, topariam, sim, e isso lhes faria um imenso bem, permitindo em ambos partidos a emergência do que têm de melhor.

Quanto à declaração de Marina na entrevista à TV Globo de que existem pessoas de bem em todos os partidos, inclusive PMDB e o DEM, diz Sirkis que elas poderiam complementar essa eventual maioria parlamentar, embora não a lastrearprimordialmente.

Ele menciona alguns com os quais pelo menos discutiríamos: senadores Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos e, do DEM, o candidato a vicepresidente de Serra, deputado federal Indio da Costa.

A base seria social-democrata, diz Alfredo Sirkis, para imprimir uma direção que vai além das limitações da social-democracia, brasileira ou não: o caminho da economia verde, dos programas sociais de terceira geração, da sustentabilidade, da revolução na educação e da reforma política baseada nas boas práticas republicanas com o fim do aparelhamento fisiológicoassistencialista do Estado brasileiro.

http://oleoclipping.blogspot.com/2010/08/globo-1408-merval-pereira.html

 

Nilson Fernandes

 
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Mary A.S.

Só mesmo Merval Pereira para sugerir que Marina teria uma chance nesse tsunami que se aproxima. Vã tentativa de dar gás para uma candidatura pequena e não reconhecida por grande parte da população, sem bases fortes e com discurso dúbio, com o intuito de levar o pleito para o segundo turno e favorecer #Serranic. Se não funcionar, seria capaz até de elogiar Plinio (o candidato mais radical) para o mesmo fim?

Que ele continue com seus devaneios, porque o povo mesmo está atento e se manifestando a respeito. A quem ele ainda pensa que engana?

 

...Indo e vindo...Caminhando e cantando...

 

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