O limite de terras para estrangeiros

Por Rubem

Impondo limites:

Do Terra

AGU aprova limite de venda de terras do País a estrangeiros
23 de agosto de 2010 • 18h59

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o advogado-Geral da União, ministro Luís Inácio Lucena Adams, aprovaram nesta segunda-feira um parecer da Consultoria-Geral da União (CGU) que limita a venda de terras brasileiras a estrangeiros ou empresas brasileiras controladas por estrangeiros. O documento, segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), levou em consideração alterações no contexto social e econômico no Brasil, assim como aspectos como a valorização das mercadorias agrícolas, a crise mundial de alimentos e o desenvolvimento do biocombustível.

Com a nova interpretação, as compras de terras serão registradas em livros especiais nos cartórios de imóveis. Todos os registros feitos por empresas brasileiras controladas por estrangeiros devem ser comunicados trimestralmente à Corregedoria de Justiça dos Estados e ao Ministério do Desenvolvimento Agrário.

O parecer prevê, entre outras restrições, que as empresas não poderão adquirir imóvel rural que tenha mais de 50 módulos de exploração indefinida. Só poderão ser adquiridos imóveis rurais destinados à implantação de projetos agrícolas, pecuários e industriais que estejam vinculados aos seus objetivos de negócio previstos em estatuto. Esses projetos devem ser aprovados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário.

As restrições alcançam também o tamanho da terra. A soma das áreas rurais pertencentes a empresas estrangeiras ou controladas por estrangeiros não poderá ultrapassar 25% da superfície do município.

Histórico
Em 1994, a pedido do Ministério da Agricultura, a CGU emitiu parecer argumentando que só poderia haver restrições à compra de terras por empresas brasileiras de capital estrangeiro caso esse impedimento estivesse expresso no texto constitucional, o que não ocorria, segundo o entendimento da época, em conformidade com Constituição Federal de 1988. Mais tarde, em 1998, o parecer foi ratificado pela AGU.

Nas duas primeiras manifestações, a AGU sustentou que as restrições impostas aos estrangeiros na aquisição de imóveis rurais no Brasil não era extensível às empresas brasileiras controlas por estrangeiros. 

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10 comentários
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Leosphera

A soma das áreas rurais pertencentes a empresas estrangeiras ou controladas por estrangeiros não poderá ultrapassar 25% da superfície do município.

Nossa, que limite rígido!

Plínio 50

 
 
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hc.coelho

O cara acertou mais uma. Que coisa!

 
 
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gão

Isso significa que eles podem ser donos de um quarto do país!

 
 
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walter araujo

Para os apressadinhos:

"So poderão ser adquiridos imóveis rurais

destinados à implantação de projetos agrícolas,

pecuários e industriais que estejam vinculados

aos seus objetivos de negócio previsto em estatuto.

Estes projetos devem ser aprovados pelo

Ministério do Desenvolvimento Agrário".
Alguém se habilita?

 
 
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O Ministro Gilson Dipp descobriu um registro imobiliário de um terreno particular com 410 milhões de hectares...

A área TOTAL do Brasil tem 850 milhões de hectares... Ou seja, a metade do BraZil tem dono... (Ha ha ha ha ), de quem é tanta terra???

http://g1.globo.com/politica/noticia/2010/08/cnj-anula-5-mil-registros-imobiliarios-supostamente-irregulares-no-para.html

 
 
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walter araujo

Não é verdade.  Isso é uma bobagem. Não cabe na cabeça de ninguém.

Este registro vale menos que uma nota de tres dólares.

 
 
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mariazinha

Mais uma vez, LULA acerta. Pimba na testa dos alienígenas. Fora, cambada de chupacabras.

 
 
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Almir Wagner

Tem que lembrar que o Brasil possui municípios enormes. 25% pode ser muita terra.

 
 
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Orlando Soares Varêda

 

A senadora Kátia vai reclamar com o Gilmar Mendes. Querem cercear a livre propriedade de terras, trombeteia a presidente dos latifundiários brasileiros. Como? Assim vai destruir os postos de trabalho escravo no país. Isso é uma subversão da família, propriedade privada e das liberdades da democracia agrária do Brazil S. A.

Orlando

 
 
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EnéiasCarneiro

Totalmente correto. To cansado de extrangeiros comprarem terra barata com seu salario de 5.000 euros e eu ter que trabalhar 30 anos que nem um burro de carga pra poder comprar um 1 hectares. Vão empora daqui.

 
 

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