O jornalismo de qualidade

Na reunião da ANJ, bateu-se muito no bordão do "jornalismo de qualidade" (a dos jornalões)  versus o jornalismo sem qualidade (dos blogs).

Sugiro ler os jornais de hoje, Folha, Estadão e Valor. Confira os temas que estão sendo tratados, agora:

1. No Estadão, análise das pesquisas eleitorais e a conclusão de que a onda Dilma não surgiu pós-campanha de TV mas vem desde dezembro. Até a semana passada, só os blogs traziam essa constatação - desde dezembro.

2. A falta de competitividade da candidatura Serra. Só agora caiu a ficha. Há mais de um ano, a turma daqui já analisava com objetividade esse quadro.

3. A reorganização partidária. Análises saindo só agora - na Folha e no Valor - sobre temas e análises que nossa turma vem discutindo há pelos menos quatro meses.

4. A nova era da democracia de massa, reeditando o modelo norte-americano do século 19. Belo artigo de Luiz Werneck Vianna, no Valor. Por aqui, essa discussão já rola há meses.

5. Os furos do Datafolha. Só ontem o iG derrubou a barreira do receio e entendeu que pode enfrentar a Folha de igual para igual. Aqui, desde março se mostrou porque Vox e Sensus estava certo e o Datafolha errado.

Daí, eu pergunto: onde está o jornalismo de qualidade, nas maluquices do jornal, ou nessa comunidade extraordinária  do Blog que ajuda a construir o conhecimento, com analistas superiores que, em um quadro de monopólio da opinião, jamais conseguiriam ser ouvidos pela velha mídia.

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53 comentários
imagem de Anônimo

Os "analistas de hora-vaga" aqui do Blog dão de goleada nos "profissionais" da imprensa por um motivo muito simples:

Aqui existe integridade intelectual. Ninguém aqui têm medo de perder o emprego por falar a verdade.

Ninguém aqui têm que seguir a pauta da redação.

A imprensa e boa parte dos hjornalistas que nela trabalham confundiu sua função social com seus interesses comerciais.

Por causa disso estão perdendo ambos! 

 
 
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Emilio GF

Deve ter sido erro de digitação, mas adorei esse "hjornalista".

Explico. Ocorre que os camelôs utilizam uma tática denominada, "fazer um H". Esse "H" é o cara que, pré-mancomunado com o vendedor, finge enorme interesse pelo produto oferecido, elogia e "compra" alguns exemplares. Isso estimula alguns observadores que estavam em dúvida a comprar também.

 

Substitua agora as palavras do parágrafo acima, da seguinte forma: 

"H" por H-jornalista,

vendedor por Serra,

produto por candidato e

observadores por néscios.

 

Mas, se o produto oferecido é muito ruim, nem uma legião de "Hs" resolve.

 
 
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to rolando de dar risada ... :)

 

nunca um "typo" caiu tão bem!!!

 
 
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Marco Santo

Chegou a hora da Blogsfera avançar mais. Com certeza os melhores profissionais da imprensa, sairão e formalizarão seus Blogs pessoais. Assim, encontraremos a diversidade da informação por livre escolha e vontade. Uma contribuição para a democratização da informação, passando a rede internet e banda larga o principal artifice desse avanço democratico. Quanto aos "jornalões" perderam o "bonde" da história. Que assim seja.

 
 
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Ivan Bispo

Nassif, hoje estou mais otimista com nossa mídia, agora começa a ver a realidade. Por isso digo: antes tarde do que nunca.

 
 
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antonio carlos alves dos santo ...

Nassif, voce tem razão. Eu que nada entendo de política - sou um  pobre economista -  já havia discutido estas questões no meu Blog.  Com a internet, tempo e domínio do inglês é possível se informar e  arriscar algumas analises, que as vezes, são melhores que as dos profissionais.  Isto é assustador, pois deveria ser o contrário.

 

antonio carlos alves dos santos

 
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Jair Fonseca

O jornalismo de qualidade não está nas maluquices de jornal. Nem nos interesses escusos que tornaram estúpida (e em vias de ser superada) a velha mídia. Midiota.

Ou seja, vivamos nós!

 
 
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O Brasileiro

Para quem não leu o post do Rodrigo Vianna, segue abaixo o link:

http://www.rodrigovianna.com.br/palavra-minha/velha-midia-enganou-a-stephanie.html

 

 
 
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AnaLucia

A mesma reação da Stephanie se vê agora, aos montes, no Twitter, território claramente dominado (ainda) pela moçadinha elitista e modernosinha, que ama o CQC (tucanos), a Penelope Nova da MTV (antiDilma) e quetais.

Nas últimas semanas, proliferaram o choque e a incredulidade em comentários do tipo. "Todo mundo fala mal da Dilma, como é possível que ela esteja ganhando nas pesquisas?"

Ou então: "Não conheço uma única pessoa que vote na Dilma, como ela pode estar liderando as pesquisas?"

Alguns poucos começam a colocar o tico e teco pra funcionar no tranco, e começam a desconfiar que o mundão lá fora não está representado no twitter nem nos jornalões e nem nas revistas semanais. Mas a síndrome de Stephanie ainda prevalece. Tontos, eles nem desconfiam que foram enganados pela velha mídia esse tempo todo.

Mas como culpá-los, se até o Serra foi enganado pelos jornalões?

 
 
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Fernando Curi

Nassif:

Particularmente o que tenho assistido nesses últimos dias, com o que saiu das reuniões da ANJ, com o reconhecimento, embora ainda tímido e com veladas esperanças de virada do jogo, por parte do PIG, é o reconhecimento que que estão diante de um concorrente poderosíssimo: a blogosfera. Na medida que avançam em suas reflexões sobre seu futuro, inevitavelmente consideram o potencial da rede, o muito que ainda temos pela frente e o resultado é que estão literalmente apavorados pela falta de soluções imediatas. A blogosfera veio, não só para ficar, mas, até mesmo, em governanr sem ser eleita, com influencias diárias sobre o poder constituído, através de todas as ferramentas possíveis, influenciando, diretamente, na vida política e social de uma comunidade. É a possibilidade da blogosfera promover uma "reforma política" de baixo para cima e combatendo avelha mídia representativa das elites radicais, em seu campo de batalha. É o futuro que se apresenta, faltando, com isso é claro, a necessária organização da sociedadepara submeter o poder polítido de fato ao poder político da rede representativa da maioria. Já imaginou a comunidade "monitorar" os vereadores e prefeito de uma cidade, exigindo o cumprimento de promessas de campanha, influenciando diretamente em ações governamentais, etc. e etc.? Não é uma pequena amostra da quebra do poder do PIG e suas elites?

 

"Tudo me é lícito mas nem tudo me convém" Contra o Preconceito e a Discriminação, o repúdio e a Lei.

 
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Ivan Moraes

Uma bizarra inversao da realidade:  constatar que aqueles que inventaram Homer sao Homer, totalmente despreparados, andando pela rua sem saber sequer ler os nomes delas.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Orides

Reposta: o jornalismo de qualidade esteve e continua aqui.

Dúvida: se lá vierem a praticar o "jornalismo de qualidade", quantos vão acreditar? A qualquer momento eles lá podem engatar marcha-a-ré novamente. Quem trai uma vez, trai mil.

 

 
 
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Paulo Dib

Bom dia Nassif,

Espero que não venha acontecer o que se tornou praxe na televisão, a Globo contratando as revelações do concorrente e apagando-o dentro de sua programação. Será que corremos este risco?

 
 
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Peço ao Nassif que não revele meu email a eles se tentarem me contratar como comentador. Dinheiro não é tudo, como dizia o cantor Falcão, é 100%.

 
 
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Mario Sergio

Falando em jornalismo de qualidade, hoje temos a Folha com matéria "bombástica" de novo:

Diz que as licitações das rodovias federais puderam ter descontos (??!!) porque o tráfego nessas rodovias foi subestimado.

Claro que isso está sendo dito com todo o cuidado para não permirtir qualquer inferência com as rodovias de SP. Ou não? Ou isso é uma maquiavélica matéria para que todos leiam e imediatamente pensem: oh! se com essa "malandragem", ainda assim os pedágios federais nos ultimos anos são 30% do valor das rodovias de SP, o que será que aconteceu nestas?

Da série "Mirei o meu pé e consegui acertar"

 http://www.folha.com.br/cs,77569,643457

 
 
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odair de souza

Com certeza não estavam falando do "blog do Senhor pra baixo" Sr. Nassif. Mas sim, do " blog do senhor pra cima".

hehehe

 
 
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luka

Burrice da grande mídia não se aproveitar da contribuição dos seus leitores para dai formar uma opinião.

Preferem buscar informações com 1 ou 2 analistas oráculos comprometidos.

Mesmo no mar de radicalismos e bobagens da internet a pluralidade e a contribuição ainda falam mais alto.

 
 
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T Fraile

Caro Nassif,

Este post poderia inaugurar uma nova série o blog: "A série do EU JÁ TINHA INFORMAÇÃO". Nós, freqüentadores do blog, já tínhamos informação.

E Informação é poder. O seu trabalho nos proporciona poder. Obrigado.

Grande abraço.

 

Tomás Fraile

 
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Alexandre Porto

O Zé Toledo escreve hoje no Estadão (http://bit.ly/99jl92) que "a onda Dilma vem de longe". Há meses o Marcos Coimbra é duramente atacado por dizer exatamente isso. 

 

“A propaganda eleitoral começou na TV e fez Dilma Rousseff (PT) disparar nas pesquisas”. Nada mais factual, simples e equivocado. Em eleições, como em todo o resto, não há causa única para consequências avassaladoras.

A entrada da TV no processo eleitoral é a gota d’água que transborda o copo, o grão de areia que provoca uma avalanche, o último tapinha no fundo da garrafa que faz esparramar o catchup. Não houvessem as condições necessárias, um estado crítico, não haveria a onda Dilma.

É um equívoco comum: as tensões acumuladas ao longo de meses, anos, se liberam de uma só vez e debita-se ao último fato de uma cadeia de eventos a responsabilidade pelo ocorrido. [...] 

[...] Assim, não se pode creditar o crescimento de Dilma apenas ao horário eleitoral. Segundo o Datafolha, só 1 em cada 3 eleitores viu os primeiros programas dos presidenciáveis. A onda vem de longe.

 

Será que tem direitos autorais para opinião?

 
 
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Vivian S.

A Associação Nacional de Jornais perdeu a credibilidade ao endossar a maneira como os jornais e revistas têm praticado o jornalismo. Essa afirmação de que o jornalismo de qualidade é praticado pelos jornais, so intensifica mais a impressão de que a ANJ "perdeu" a noção do que significa bom jornalismo. 

 
 
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Mentir para si próprios e acreditar na mentira é uma parte do problema. Tão iguais parecem seitas.

Outro é que no atacado estes empresários de mídia estão envolvidos em vários negócios paralelos, tvs, jornais, rádios, provedores de internet, tvs a cabo, gráficas comerciais e estão de olho é na sobrevivência dos negócios.

E outro é que no varejo são parlamentares ou são ligados a políticos profissionais. Agora muitos estão numa corda-bamba tentando se reelejer sem se opor a candidata do Lula, depois de ficarem 4 anos criticando-os de forma dura.

 
 
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Mário Latino

É por isso que me orgulho de participar deste fórum.

 
 
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NeyLima

Um dos grandes desserviços recentes desta mídia foi a adesão (principalmente da Veja e mais uma de suas capas terroristas) à campanha contra o desarmamento civil. Eles parecem não desejear uma sociedade civilizada. Mas aos poucos vão colhendo os frutos das suas escolhas

 
 
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Ginaldo Cardoso de Araújo

Oi Nassif,

Simplesmente fantástica esta matéria. Fez-me lembrar do episódio globo versus diretas já. quando não tinha como mais esconder foi pra rua fazer cobertura. Isso explica também o porque do crescimento da informação via internet. É muito mais qualidade e agilidade com  a informação e o conhecimento.

 
 
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Lionel Rupaud

Fato é que as 4 famiglias perderam o bonde do novo Brasil em gestação.

È muito simples ver isto: as únicas empresas que conheço, e operam no Brasil, e vendem cada vez menos em volume (nem falo de valor médio), são a Abril (revistas), FSP, Globo e ESP...

São as únicas tambêm que "oferecm" estágios zero ou pessimamente remunerados para formandos e recem formados (o que faz que os jornalistas recem formados que eu conheço se inscrevem em concursos públicos para tudo o que aparecer).

È o fim de uma época, e acho que Nassif, PHA, Azenha deveriam pensar numa evolução em direção a um "modelo de negócio" (de informação não de racket).

Se Assis Chateaubriand renasceu nesses anos por obra do FHC, ele está sendo enterrado de novo, e sem pompa.

Abraços,

Lionel

 
 
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Remindon Sauim

O jornalismo brasileiro é o de balcão, além da venda avulsa e assinaturas, de uma publicidade cativa a seus esquemas de prêmio por volume ás agências de publicidade, da isenção de diversos impostos e dos empréstimos governamentais, diversificaram seus negócios usando a imprensa como alavanca. Ora, com tantos negócios deve-se crer que o produto informação, antes o principal, passa a ser secundário, atrelado as políticas das empresas. A teoria da cauda longa passa a ser mais importante do que a teoria da informação e arriscam-se mesmo a sumirem do mercado, substituídos por uma rede noticiosa  plural, ainda incipiente, mas já dando mostras do seu potencial. Assim que mais e mais pessoas tiverem acesso a rede, com a implantação da banda larga subsidiadas pelo Estado, com informações variadas, gratuitas e sem donos da verdade, mais forte a rede se tornará, até chegar ao ponto em que os jornais e as televisão ou mudam ou desaparecerão. 

 
 
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Marcos Vinicius

Caro Nassif,

 

acho que é bom para o debate sobre jornalões x blog sair da geléia geral e estabelecer alguns matizes. A maior parte dos exemplos que você citou referem-se a análises, não à apuração de fatos e dados, conclusões ponderando-se os diversos prismas das questões obtidos em entrevistas, fontes e documentos. Isso é jornalismo de qualidade, algo que os blogs não fazem - ainda que a possibilidade colaborativa ocorra, temos que admitir que ela é errática e está longe de ser uma pesquisa sistemática. Os blogs normalmente não tem recursos para essa tarefa. Infelizmente os jornalões estão abrindo mão de fazer jornalismo com apuração e investigação que vá além das mesmas fontes de sempre, apesar do Estadão e do Valor ainda mostrarem alguma qualidade nesse sentido.

 

Já em análise, os blogs estão levando fácil. Indo para o terreno das suposições, acho que os blogs, além de possibilitarem maior diversidade de opiniões e do contraditório, eliminaram a intermediação editada da opinião dos especialistas. É por isso que os jornalões se ressentem de coisas como o blog da Petrobrás, já que chega a ser estranho os que defendem a liberdade de expressão quererem suprimí-la para serem apenas eles os intermediários.

 
 
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Maximiliam Klimberger

Com esta análise surgiu-me uma dúvida interessante: o Jornal do Brasil anuncia e está processando a mudança de sua plataforma para a Internet com o fim do jornal impresso. Nas propostas que o JB começa a fazer fica nítida a intenção de seus editores de abrir espaço para  a blogosfera com maior amplitude de cobertura. Muito se tem criticado essa mudança do velho e querido jornal que passará a 1° de setembro a ser transmitido para as mais diferentes formas de uso da Internet (desktop, palmtop, kindle, twitter, celular, etc..)  Será que não estará o JB certo em abandonar a mídia impressa e concentrar-se apenas na Internet com mais conteudo e espaço para o internauta? Seria isso o caminho real dos jornais no futuro? Creio bom tema para debate.

 
 
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Chico Cerrito

O lema "Jornalismo de Qualidade" é tão significativo e verdadeiro na A.N.J. quanto  o lema: "Paz, Justiça e Liberdade" (acredite!) do C.V.

Não sei dizer qual das duas organizações é mais fiel ao seu lema.

Em matéria de distorção e propósitos patronais (mal) ocultos a grande imprensa de modo geral é imbativel.

Chamar o cheiro do esgoto de perfume francês não muda seu verdadeiro conteúdo..

 
 
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Nilson Fernandes

Chico, paz, justiça e liberdade é o mesmo lema do PCC aliado do C.V.

Outro tiro no pé da dona Judith !

 

Nilson Fernandes

 

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