O fim de Ophir: a chance para o renascimento da OAB

Autor: 

A crise da OAB nacional, na figura de seu presidente Ophir Cavalcanti Jr., deve servir de alerta para o fim da instrumentalização política do órgão. E o início de uma reação capaz de eleger uma figura de peso, acima do oportunismo e das paixões partidárias que marcaram as últimas gestões.

O caso Ophir é emblemático. Os detalhes de sua atuação política sepultam definitivamente suas pretensões à reeleição. Mas que sirva de anticorpo contra a entrada de outros aventureiros.

Anos atrás houve um movimento na OAB do Pará visando desalojar grupo político que há aons dominava a entidade. O líder do movimento foi Sérgio Couto, que, além de desalojar o antigo grupo, teve uma gestão combativa, questionando a magistratura o tempo todo. Ophir participava do grupo.

Sérgio elegeu a sucessora Avelina Hesketh. Depois dela, foi eleito Ophir Jr.

Ophir, pai, foi presidente da OAB nacional, sucedendo Márcio Thomas Bastos. Mas fez sua carreira sempre ligado ao PSDB, mais ainda que Márcio com o PT. Foi consultor jurídico do governo Almir Gabriel, depois no de Simão Jatene. Deixou o cargo quando eleita Ana Júlia e retornou com a volta de Jatene.

No Pará, a OAB sempre girou em torno de dois grupos políticos, Ophir pelo PSDB, Jarbas Vasconcellos pelo PT.

Nas últimas eleições, Sérgio voltou a se candidatar tendo Jarbas como vice. Ophir buscava a OAB nacional. Na última hora, César Britto, ligado ao PT, conseguiu fechar um acordo entre Jarbas e Ophir - este apoiando Jarbas para a OAB Pará e sendo apoiado para a OAB nacional. Sérgio foi traído por Ophir e perdeu as eleições.

Durante a campanha apareceu o dossiê contra Ophir, mostrando seu cargo público, no estado, o fato de também ter uma banca de advocacia privada e, às vezes, advogar contra o próprio estado, entre outros pecados. Ophir teve oportunidade de regularizar a situação na época, mas julgou que, presidente da OAB nacional, estaria blindado.

Mais tarde, a OAB nacional decidiu intervir na OAB do Pará devido à venda de um imóvel em Altamira, onde será Belomonte. O Conselho Federal da Ordem, em sessão histórica, decretou a intervenção. O prazo de intervenção, aliás, termina em abril.

Ali houve o rompimento entre os dois aliados de ocasião. Mas não foi um rompimento qualquer. Segundo amigos comuns, Jarbas passou a devotar a Ophir um ódio intestino e irrevogável, data venia.

A disputa ganhou caráter nacional. E as denúncias foram ampliadas devido ao fato de Ophir, na ânsia de ganhar espaço na mídia, ter-se convertido em uma espécie de Catão das pequenas denúncias da imprensa, desempenhando um papel pequeno.

A guerra custará a reeleição de Ophir. Mas é um bom momento para os advogados repensarem o papel da Ordem.

Nos últimos anos os candidatos preferenciais à presidência foram ex-tesoureiros, homens incumbidos das decisões de investimento da OAB. Define uma sede para determinada cidade, a OAB nacional banca 4/5, a cidade 1/5. Esse poder acabou fazendo com que a OAB se transformasse em um sistema cartorial em nada diferente do modelo político brasileiro.

Chegou a hora dos grandes nomes da advocacia firmarem um pacto extra-partido que exorcize os Ophirs, D'Ursos e Jarbas, e permita à entidade retomar o papel relevante que já teve em outros momentos da história.

Nenhum voto
27 comentários
imagem de jpedroso
jpedroso

No Pará, a OAB sempre girou em torno de doids grupos políticos, Ophir pelo PSDB, Jarbas Vasconcellos pelo PT.   Não entendi, Jarbas Vasconcelos do PT ? Por ventura, se trata de um homônimo do pernanbucano?

 
 
imagem de luisnassif
luisnassif

Homônimo, sim.

 
 
imagem de Alberto Lima
Alberto Lima

Trabalhei nas Centrais Elétricas do Pará (1992), onde o Jarbas Vasconcelos era o advogado do Sindicato dos Urbanitários.

Impressionante como as pessoas mudam. Ou melhor, como o poder muda as pessoas.

Quanto ao Ophir, nem comento, basta ler algumas reportagens dele pra perceber como gosta de holofotes!

 

A casa caiu!!...Pra ambos...

 
 
imagem de Ivan Moraes
Ivan Moraes

Eh isso mesmo! A gente quer OUTRO grupo de oportunistas na OAB.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
imagem de Kleber.S
Kleber.S

Não acredito nem um pouco em renovação, essa classe de advogados, salvo raríssimas exceções, não merece confiança.

Os advogados decentes(minoria)deviam iniciar um movimento pela promoção da ética na classe, uma campanha pelo fim do não-merecido título de doutor, por exemplo, que esses bacharéis desqualificados(com perdão do pleonasmo) ostentam apenas para portar uma suposta superioridade que não possuem.

No Brasil, advocacia é antônimo de cidadania.

 
 
imagem de Carlos J. R. Araújo
Carlos J. R. Araújo

A classe jurídica, desde a Grécia de Demóstenes, é a classe mais odiada do mundo. E razões não faltam para tanto. Os advogados, talvez, sejam os menos odiados, decerto porque estão mais expostos, são os mais frágeis da cadeia corporativista e, comparados às categorias "chapa branca" (juizes, promotores, procuradores), são menos corporativistas.

Daí as exceções de sempre, de ontem e de hoje. O Ophir apenas reproduz o modelo, age como tal e goza da "proteção" midiática. Pior: um exemplo lastimável. Solução? No tocante à categoria de advogado, acabar com a OAB, pois, tudo ou quase tudo que acontece de ruim no mundo dos advogados é oriundo do corporativismo, este velho e insano modelo medieval das corporações profissionais, insanidade que nem um Raimundo Faoro consegue restaurar ou dignificar. 

 
 
imagem de alexandrerp
alexandrerp

Nós, Nassif, que pagamos mais de R$700,00 de anuidade, queremos é votar para o presidente da OAB Nacional. Diretas Já na OAB!

 
 
imagem de Lavrentry Beria
Lavrentry Beria

Eu sou advogado e queria uma coisa só: NÃO TER RELAÇÃO ALGUMA com a OAB.

Duas coisas que pago com desprezo e ódio: IPVA e OAB.

Abs

 
 
imagem de Geraldo Galvão
Geraldo Galvão

Eu como usuário da justiça te afirmo com 100% de certeza: Se eu precisar de um advogado com certeza vou contratar um que esteja cadastrado na OAB.

 
 
imagem de Breno Gonzaga
Breno Gonzaga

Geraldo, e você acha que tem escolha? Inexiste advogado sem OAB... pelo menos legalmente.

Quanto ao pagamento da anuidade da OAB, mais da metade dos advogados pagam essa taxa contrariados, pois na maioria das vezes ela chega a ser  extorsiva quando comparada às outras anuidades de outros conselhos de classe.

 
 
imagem de Bruno Moreno
Bruno Moreno

Nassif, muito boa a análise, embore acredite que o Cezar Britto tenha sido um bom presidente da OAB e que é impossível que os candidatos à OAB não tenham diálogo com partidos políticos. É um espaço político e como tal recebe tais influências. Tal fato, no entanto, não significa afastar a entidade de suas bendeiras principais que são a defesa da democracia e dos valores republicanos.


Acho que o exemplo da recuperação da OAB-RJ serve de parâmetro para a atuação da OAB Nacional. A OAB-RJ durante um bom período teve sua direção revezada por pessoas ligadas a duas famílias, os Fontenelles e os Zveiter. Se "revezavam" no poder tal qual se fazia na época da política do café-com-leite.


As candidaturas de Wadih Damous e Lauro Schuch eram os contrapontos a esse grupo. Uma vez unificada a oposição, conseguiu-se chegar à vitória e o legado deixado por duas gestões do Dr. Wadih Damous (esta última sem Lauro Schuch) é imensamente positivo não só para a advocacia fluminense, como também para a democracia. Podemos ver na TV Brasil as inserções pela abertura dos arquivos da ditadura. Podemos ver o presidente da seccional se manifestar cobrando explicações do mau funcionamento das justiças no Rio de Janeiro e também atuando de forma a cobrar explicações sobre as estranhas movimentações reveladas pela COAF. Tudo isso sem cair no demagógico discurso da boa moral e dos bons costumes.


Muitas vitórias foram conquistadas para os advogados, como por exemplo o fim da revista no Forum, e atualmente com a formulação do projeto de lei que isntitui os honorários de sucumbência na Justiça do Trabalho, projeto este que significa benefício não só para os advogados, mas também para os trabalhadores, que em regra acabam tendo que pagar honorários contratuais maiores pelo fato do advogado não ter direito aos honorários de sucumbência.


Não pretendo fazer média de neutralidade. Apoiei Wadih Damous em suas duas campanhas e seria uma ótima surpresa sua eleição como presidente do Conselho Nacional. 

 
 
imagem de Lucinei
Lucinei

Sei não.

A OAB hoje em dia é uma cruza de sindicato - que não é nem nunca foi - e órgão fiscalizador do exercício da profissão - que deveria ser mas faz muito mal. O Minstério público mais e mais assume o papel de fiscalizar a execução da lei.

O papel de ser "representante da sociedade civil" vem de um tempo - e de uma geração - que não enxergava - por várias razões - alguma organização da sociedade civil.

Hoje alargou-se o espectro do associativismo e, mesmo no Direito, a "comunidade de intepretes da constituição", a partir de 88. A tendência é a de que a OAB decline mesmo do papel quase monopolista da "voz" da sociedade.

E isso em progressão geométrica: por um lado em razão da desinteligência desse fato, que levará (ao contrário do que supõe Nassif) mais e mais indivíduos menores tentando abocanhar o que resta dela para aparecer; e, por outro lado, pela desinteligência, quase generalizada de outros campos das ciências humanas na formação dos profissionais do Direito, que, ou são de família com boas conexões, ou procuram se especializar em manjar as "charadinhas" das seleções engendradas pelos Excelentíssimos Cavalheiros que cerebrinam as provas dos concursos para os cargos públicos

Enfim, a quase totalidade dos "operadores" do Direito simplesmente ignora - desde os bancos escolares - noções básicas de Sociologia, História e Filosofia do Direito. Não vão "ver o mato crescer". Vão ficar com os artigos, incisos e alíneas sem sequer saber onde o galo cantou.

 
 
imagem de Antonio só
Antonio só

Ophires e D´Ursos amesquinharam a OAB até o talo. CANSEI!!!

 

O socialismo é uma finalidade sem fim. Você tem que agir todos os dias como se fosse possível chegar ao paraíso, mas você não chegará. Mas se não fizer essa luta, você cai no inferno. Antonio Cândido

 
imagem de Egler
Egler

As mazelas existentes na OAB nacional teem como causa a eleição colegiada (indireta).

Apoio o alexandrerp (acima).

ELEIÇÕES DIRETAS NA OAB!

 
 
imagem de Gustavo Belic Cherubine
Gustavo Belic Cherubine

Ivan Moraes, eu te adoro!

A OAB é uma corporação do século 19 com recursos do capitalismo do século 21.

Nunca entendi por que a OAB não fiscaliza os cursos de direito Brasil afora, preferindo punir os formandos pelo exame da ordem, cobrando caro por essa punição.

Imaginem: a OAB, com os recursos e a capilaridade que possui, avaliando, exigindo qualidade, bibliotecas e estágios de criteriosos, durante os cinco anos dos cursos de direito?

Imaginem fazendo isso por meio de uma parceria com o MEC?

Mas não, preferem o exame, e cobram por ele, reprovando os que passaram cinco anos ao largo de qualquer contato, fora o estágio, com a entidade.

A atividade de advogado, a profissão que mais coloca "operadores" do direito na vida social do pais, merecia mais atenção.

A OAB é um atraso monumental tanto quanto esse judiciário que temos.

Gustavo Cherubine.

 
 
imagem de RODRIGO C MOREIRA
RODRIGO C MOREIRA

Lógico. A OAB vai ter uma estrutura para fiscalizar as mais de mil faculdades de direito no Brasi que o MEC insiste em permitir que sejam mantidas abertas para alimentar a "indústria" do concurso público.

Amigo, o critério da prova da ordem é simples: estudou, passou. Nao estudou, abraço.

 
 
imagem de Fernando Ferreira
Fernando Ferreira

         Luís Nassif,

                           No processo sucessório da OAB, chamaria sua atenção para o atual Secretário-Geral, Marcos Viniciius Furtado Coelho. Maranhense, de nascimento, onde tem fortes ligações com a família Sarney, fez toda a sua carreira no Piauí. Especialista em Direito Eleitora, tem trânsito livre em todos os partidos políticos: do DEM, tendo sido Procurador-Geral do Estado no governo ex-governador Hugo Napoleão, ao PT, no qual foi advogado do ex-governador, e, hoje, senador, Welington Dias. No meio jurídico, é dado como o sucessor de Ophir.

                               Fernando Ferreira

 
 
imagem de Alan Souza
Alan Souza

NAssif, tem uma situação que eu acho um grande problema nas eleições de OAB - e eu vejo isso desde 1989, quando entrei na faculdade de Direito: um número muito, muito grande de advogados vota não pensando em manter a relevância e a boa imagem da Ordem, ou pensando na boa gestão ou no que será o melhor pra classe, mas sim com base em relações de amizade.

Sempre me engajei nas eleições da OAB, e quando a gente ligava pros colegas pra pedir voto era costumeiro ouvir (4 ou 5 em cada dez ligações) "ah, mas eu vou votar no fulano, pois ele é meu amigo/amigo do meu primo/amigo do meu amigo...", ou coisa parecida.

Enfim, uma expressiva fatia da votação dos vencedores deriva de meras relações de amizade e co

 

Demóstenes Torres na cadeia: uma campanha pelo bem do Brasil!

 
imagem de filho
filho

Nassif, não sonhe não a guerra apenas começou.

 
 
imagem de MAXIN BELÉM
MAXIN BELÉM

Não sou advogado, mas na minha família tem pelo menos duas pessoas que são advogados, sempre falou-se muito da OAB, sempre elogiou-se muito por suas participações na cobrança dos direitos dos cidadãos, mas de um tempo pra cá o que vemos é a o uso político da Ordem, Ophir quando presidente da OAB-PA, por diversas vezes inquerido pela imprensa sobre os desmandos dos governos do PSDB, foi sagaz e disse "a ordem nao fala sobre política", mas não o fez no governo PT quando até ação a ordem moveu ou quis mover na apuração de descalabros petistas, ora como crer em uma ordem independente, se lá são feitos acordos politicos..como diria nosso Raimundo Mario Sobral "Valho-nos quem?" 

 
 
imagem de Ana Cruzzeli
Ana Cruzzeli

 Agora eu tó entendendo essa indignação do Ophir no caso de Pinheirinho. Eu estranhei muito esse cansado, agora a estranhesa não existe mais.

  É a eleição,  ó xente...

  A meu deus como a conveniencia move algumas pessoas.

 
 
imagem de Gabriel Ciríaco Lira
Gabriel Ciríaco Lira

Nassif, 

há muito tempo não tem tradição de reeleição na OAB. Nunca o presidente Ophir cogitou a reeleição, há um acordo tácito de que não há reeleição para presidente da OAB Nacional. 

Abraços


Gabriel 

 

Gabriel Ciríaco Lira

 
imagem de divogadu sem ob
divogadu sem ob

fica parecendo que os "grandes juristas" do passado eram melhores que atuais, nao faziam politica partidaria e eram tao serios que criaram sistema de eleicao pelo colegia, moldes da ditadura militar....


NAO SE ILUDAM, OAB SEMPRE FOI LIXO QUE VEMOS HJ, diferenca que hj temos mais informacoes,,,,


internete virou um cancer para picaretada

 
 
imagem de Advogada Paraense
Advogada Paraense

Nassif, você esqueceu de informar que o Dr. Sérgio Couto e a Dra. Avelina, mesmo depois de traídos pelo Ophir, com ele se juntaram, na sessão do Conselho Federal que decretou a malsinada intervenção na OAB-PA, pedindo votos aos Conselheiros Federais a favor da intervenção, desfilando lado a lado com o Ophir pai e o grupo do Ophir Jr. Aliás, nós advogados paraenses queremos saber quem pagou as passagens de Sérgio Couto e Avelina. Será se foi nossa anuidade?

 
 
imagem de Advogada Paraense
Advogada Paraense

No processo sucessório da OAB, o ex-Presidente Cezar Britto recebeu de seu antecessor a OAB com as dívidas pagas e as contas em dia. No entanto, ao passar o cargo para seu sucessor Ophir Jr, que aliás foi tesoureiro na sua gestão, deixou dívidas e mais dívidas, talvez isso explique porque o Cezar Britto, que se dizia ligado aos movimentos de esquerda e de vanguarda; defensor da democracia e dos valores republicanos, tenha ficado calado na sessão que decretou a intervenção, concordando passivamente com este modelo de governo de épocas ditatoriais. VAMOS ABRIR O CAIXA DA OAB. MUITOS PODRES APARECERÃO! VAMOS VER QUEM SE SUSTENTAR COM O DISCURSO DA FALSA MORALIDADE. ELEIÇÃO DIRETAS NA OAB!

 
 
imagem de Pedro Castilho
Pedro Castilho

É interessante, como o golpe foi dado na OAB/PA, o pai do Ophir é consultor geral do Estado do Pará, cuja assembléia legislativa está envolvida num escândalo de mais de 120 milhões de reais, o tal do Jarbas Vasconcelos levantou a bandeira da moralidade e pediu a prisão dos envolvidos nesse escândalo, repentinamente, veio essa estória de um terreno foi vendido por preço vil, detalhe que quem pediu a venda e avaliou o imóvel é um advogado que é corretor em Altamira - Otacílio Lino Júnior, aliado de Ophir, que inclusive o defende numa causa em que esse senhor Otacílio responde por ter supostamente fraudado um processo, pasmem!


O que está claro para os advogados paraenses é que esse Ophir não Traiu somente o Sérgio Couto, como trai a todos os que um dia se aliam a ele, mas os advogados paraenses estão se esforçando para que nunca mais esse Ophir volte para a instituição, pelo menos através do voto - Ophir nunca mais!

 
 
imagem de FÁTIMA PINHEIRO
FÁTIMA PINHEIRO

 Tudo isso que está acontecendo aqui na nossa secional do Pará e, também, em outras seccionais e no próprio Conselho Federal, é muito lamentável. A OAB não deve servir de trampolim para cargos políticos eletivos e/ou de apoio aos advogados ligados a partidos políticos. Deve servir sim, a classe dos advogados e a sociedade, defendendo a democracia. É muito triste, uma profissão que tem assento constitucional, está nesse situação. Mas tudo isso é bom demais para passarmos a limpo a OAB.


 


 


 


 

 
 

Postar novo Comentário

O conteúdo deste campo é privado não será exibido ao público.
CAPTCHA
Esta questão é para testar se você é um visitante humano e impedir submissões automatizadas por spam.
CAPTCHA de imagem
Digite os caracteres exibidos na imagem acima.

Faça seu login e aproveite as funções multímidia!