O ensino do holocausto no Rio

Por Stanley Burburinho

Escolas municipais do Rio:

De O Globo

PROJETO

Alunos da rede municipal de ensino devem ter aulas sobre o Holocausto - Projeto de autoria da vereadora Teresa Bergher do PSDB-RJ.

Publicada em 25/04/2011 às 23h52m

Ruben Berta

RIO - Os alunos da rede municipal devem contar em breve com uma novidade nas aulas de história. A Câmara aprovou na semana passada, em segunda discussão, um projeto de lei de autoria da vereadora Teresa Bergher (PSDB) que "torna imprescindível a ênfase no ensino sobre o Holocausto" nas escolas da prefeitura. Caso seja sancionada pelo prefeito Eduardo Paes, a nova regra deve começar a valer efetivamente no próximo ano letivo, já que foi estabelecido um prazo de 180 dias para a adaptação dos colégios.

- O Holocausto é um assunto que sequer é tratado ou é tratado de forma muito superficial nas aulas de história, quando se fala sobre a 2ª Guerra Mundial. Tive a ideia de apresentar o projeto quando a ONU (Organização das Nações Unidas), em 2005, instituiu o dia 27 de janeiro como data em memória das vítimas (27 de janeiro de 1945 foi a libertação do campo de extermínio de Auschwitz). Na época, houve também uma recomendação da entidade para que houvesse ênfase no tema na educação - explicou Teresa Bergher.

A vereadora tenta emplacar o ensino do Holocausto na rede municipal desde 2007, sem sucesso. O projeto foi aprovado pela Câmara em 2008, mas vetado pelo então prefeito Cesar Maia. O Legislativo derrubou o veto e a lei foi promulgada. Mas, em seguida, a prefeitura entrou na Justiça contra o texto, arguindo inconstitucionalidade. O TJ considerou que somente o Conselho Federal de Educação poderia estabelecer tal norma.

Em outubro passado, Teresa reapresentou o projeto, com alterações. O texto, agora, diz que o "ensino sobre o Holocausto nazista será desenvolvido junto ao conteúdo programático da disciplina de história sem prejuízo das normas expedidas pelo MEC", o que evitaria a inconstitucionalidade.

Segundo a vereadora, representantes da comunidade judaica demonstraram intenção de apoiar a lei oferecendo capacitação para os professores.

(...)

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/04/25/alunos-da-rede-municipal-de-e...

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169 comentários
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Luiz Alves

Olha o sionismo de volta!
Porque não o ensino sobre a matança e exploração dos indígenas e dos negros,desde a descoberta do Brasil, que por sinal foram e são em números de cidadãos bastante superiores aos judeus.
Isto me cheira a um oportunismo, confrontação desecessária, principalmente, porque quer queria ou não vai se discutir em sala de aula o judaísmo, e aí, vai polêmica à vista, com os alunos de outro credo.

Será que esta vereadora não algo mais significante para fazer na câmara?

 
 
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JoãoPVC

Deve-se discutir sim o judaísmo, bem como o islamismo, o budismo e, principalmente, o ateísmo. Qual é o problema em haver "polêmicas"?

Quanto ao projeto da vereadora, parabéns! 

 
 
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Sublimação da Arte

ATENÇÃO DESCENDENTES DE ALEMÃES QUE VIVEM NO RIO  !!! 

Passem a jurar, de pés juntos, que são descendentes de centenárias famílias de Austríacos. 

 

O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.

 
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Marco Antonio L.

Hitler nasceu na Áustria.

 
 
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Sublimação da Arte

Eu sei, mas todas as aulas poderão ser abertas com esse vídeo para acalmar.

 

O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.

 
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walter araujo

É verdade.

E acrescentar na lei da vereadora

o massacre dos tutsi, hutus, Apaches,

moicanos, Krenacaores, bantos, iraquianos,

do povo líbio, do afgão entre outros menos votados...

 

 
 
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Anarquista Lúcida

E sobretudo o que o Estado de Israel está fazendo na Faixa de Gaza...

 
 
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Sublimação da Arte

Wakter,

Deve ser, também, acrescentado o "Massacre dos Aposentados Brasileiros, Desiguais", em Fevereiro de 2011, pelo ministro Guido e sua "miraculosa inflação de 6,666%". Nem Delfim fez melhor em 1974. A dele foi de 5% vis-à-vis 17%. A de mantega foi cruel: 6,666% vis-a-vis uma Real de 22,5%, para quem ganhava de 1 a 4 SM.

 

O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.

 
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Pernambuco Vive

Índios abatidos, negras molestadas, negros perseguidos, assassinados, limpeza étnica em Ruana, Bósnia, Sudão, Palestina...

E só os judeus que devem ser estudados? O que o poder do dinheiro não é capaz de fazer, não é verdade?

Não é que o Holocausto não deva ser respeitado, mas o fato é que ciganos, eslavos tantos outros morreram no Holocausto e fica a ideia de que apenas os judeus foram vitimados, uma pena tudo isso. E o que é pior, os negros estão há tanto tempo querendo colocar o estudo de História da África no país e não conseguem. Que país é este, meu povo?

 
 
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Marcia

Mudou?

 

Estudei  sobre o holocausto em História Geral!!

 
 
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Marcia

Respeite minha mãe, uma  senhora já  falecida e que tinha horror a discussoes.

 
 
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diogojfaraujo

Não era a sua Marcia, mas sim do anônimo... E como sabemos, anônimos não tem mãe...

 

ANTIFA!

 
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Marcia

OK, ainda bem que vc esclareceu, mas tem algum  anonimo aqui, nesse post?

 
 
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diogojfaraujo

Pra mim quem não está cadastrado é anônimo... Ainda mais aqui que todo mundo meio que se conhece... 

 

ANTIFA!

 
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Sublimação da Arte
Re: O ensino do holocausto no Rio
 

O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.

 
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Sublimação da Arte

Creio que vc é aquele que recebe biscoitinhos do NETO quando faz tudo certinho para defender o AVÕ.

 

O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.

 
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Marcia

LN, não adianta  eu reclamar, até minha mãe já foi  gravemente ofendida e  vc não vê.

 

 
 
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Marcia

Como não existe moderação e vc ofendeu minha mãe devo lhe  dizer que vc defende tanto os  judeus porque a sua mãe teve um caso com o rabino!!!

 
 
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diogojfaraujo

Marcinha querida, o meu comentário foi uma resposta ao primeiro comentário deste post, não ao seu... É só prestar atenção... E quanto a reclamar, clique no botão denunciar, se vc ainda acha que eu lhe desrespeitei... E, que eu saiba, minha mãe não teve caso com nenhum rabino... Mas também não ponho minha mão no fogo, vai saber...

 

ANTIFA!

 
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Marcia

Pois eu aposto que tanto a minha  quanto a sua se tratam de  senhoras decentes,

 

Desculpe a confusão, agora que me toquei que vc  se referia ao primeiro comentário do  post, autoria não verificada.

 
 
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politicsbuz

diogojfaraujo e Marcia,

por favor, como eu já havia sugerido a vários colegas, procurem usar VOCATIVOS ao escrever a outros colegas.

a informação, mesmo tomando cuidado, cria ruidos ao longo do percurso, mesmo qdo se trata só do emissor e receptor...
imagine num fórum....

sendo repetitivo, a todos, procurem usar vocativos, para saber O Q SE FALA E PARA QUEM SE FALA.

há muito mais pessoas mal intencionadas aqui no site, e as boas não deveriam "brigar" entre si.

obrigado e desculpem-me pela intromissão, mas fico chateado de ver pessoas de boa índole se "estranhando" desnecessariamente.

obs.: se tiver dúvidas, PERGUNTE ao colega antes de concluir q ele está agindo de má fé, principalmente se vc já "conhece" a pessoa há tempos.

 
 
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Marcia

Obrigada politic,  valeu o "toque".

 
 
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O Baiano

Israel e seus aliados procuram sempre lembrar esse ato insano ocorrido na Segunda Guerra e que agora pertence à História - menos grave talvez que o EXTERMINIO da civilização Maia e Azteca pelos espanhóis -, para defender a causa sionista e justificar sua expansão, tentando incutir nas mentes dos jovens do mundo inteiro que eles são uns pobres coitados, sempre perseguidos e incompreendidos! As atrocidades e os assassinatos de inocentes que cometem contra o povo palestino é que deveriam ser ensinadas porque são ATUAIS e não podem ser aceitas por todos aqueles que lutam pela paz, pela dignidade e autonomia dos povos. Devemos ensinar que os israelenses são os maiores fabricantes de armas do mundo, junto com os Estados Unidos, que os apoiam. Ambos vivem em função da guerra e da intimidação! Essa lei é inoportuna e oportunista! O Brasil é partidário da PAZ e não porta-voz dos generais israelenses e seus interesses subliminares!

 
 
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politicsbuz

Luiz e demais colegas,

verdade o q vc disse: o sionismo internacional precisa "colonizar e ensinar" as mentes ao redor do mundo para manter alguns "PEQUENOS" privilégios, e tbém para q os servos (NÓS, para quem não sabe, os goys - forma pejorativa de tratamento - ou gentios) não questionemos as aberrações e "consideração" a q somos submetidos.
(antes q alguém me critique gratuitamente, estou criticando o cartel sionista, não uma etnia, por ex. os judeus, alguns dos quais aprendi a admirar)

leiam tbém: http://blogdobourdoukan.blogspot.com/
e tbém: http://www.vho.org/aaargh/fran/livres6/OTalm.pdf
(os dois INTERESSANTÍSSIMOS)

vejam o seguinte artigo e durmam com um barulho desses:
(o link está no final do artigo)

"De onde nasce a impunidade de Israel
Por Manuel Freytas 04/06/2010 às 18:46

Definitivamente, temem que as empresas, as universidades, as organizações e as fundações internacionais sionistas que financiam e/ou promovem suas ascensões e postos na maquinaria do sistema os declarem "antisemíticas" e os deixem sem trabalho, sem férias e sem aposentadorias.

"Não resta outra solução além da nossa!", erigindo-se basicamente em um milagre da contradição oclofóbica. Trata-se de uma poderosa rede excludente: um sistema de elite capaz de se perpetuar no poder por meio de múltiplas pseudotransformações ideológicas e/ou deformações midiático-sistêmicas. Economiza-se em favor das minorias, governa-se para monopolizar, criam-se novas religiões para desespiritualizar, educa-se para excluir, civiliza-se hipnopedicamente para subjugar e constrói-se todo um mundo repleto de leis vazias de justiça". (Pablo Allegritti ? As Redes Secretas do Poder, ed. Planeta)

Viernes 4 de Junio de 2010

Os donos do sistema

O poder oculto: De onde nasce a impunidade de Israel

(IAR Noticias) 04-Junio-2010

A grande cumplicidade internacional com os massacres periódicos israelenses não se gesta por medo de Israel, senão por medo do que representa o Estado judeu. Israel é o símbolo mais emblemático, a pátria territorial do sionismo capitalista que controla o mundo sem fronteiras desde os diretórios dos bancos e corporações transnacionais. Israel, basicamente, é a representação nacional de um poder mundial sionista que é o dono do Estado de Israel tanto como do Estado norte-americano, e do resto dos Estados com seus recursos naturais e sistemas econômico-produtivos. O que controla o planeta desde os bancos centrais, as grandes cadeias midiáticas e os arsenais nucleares militares.

Por Manuel Freytas (*)

manuefreytas@iarnoticias.com

A) O poder oculto

Israel é a mais clara referência geográfica do sistema capitalista transnacionalizado que controle desde governos até sistemas econômicos produtivos e grandes meios de comunicação, tanto nos países centrais como no mundo subdesenvolvido e periférico.

O Estado judeu, mais além de sua incidência como Nação, é o símbolo mais representativo de um poder mundial controlado em seus resortes decisivos por grupos minoritários de origem judia e conformado por uma estrutura de estrategistas e tecnocratas que operam as redes industriais, tecnológicas, militares, financeiras e midiáticas do capitalismo transnacional estendido pelos quatro pontos cardeais do planeta.

Com uma população ao redor de 7,35 milhões de habitantes, Israel é o único estado judeu do mundo.

Porém, quando falamos de Israel, falamos (por extensão) da referência mais significante de um sistema capitalista globalizado que controla governos, países, sistemas econômicos produtivos, bancos centrais, centros financeiros, arsenais nucleares e complexos militares industriais.

Quando falamos de Israel, falamos antes de mais nada de um desenho estratégico de poder mundial que o protege, interativo e totalizado, que se concretiza mediante uma rede infinita de associações e vasos comunicantes entre o capital financeiro, industrial e de serviços que converte aos países e governos em gerências de enclave.

O lobby sionista que sustenta e legitima a existência de Israel, não é um Estado no distante Oriente Médio, senão um sistema de poder econômico planetário (o sistema capitalista) de bancos e corporações transnacionais com judeus dominando a maioria dos pacotes acionários ou hegemonizando as decisões gerenciais desde postos diretivos e executivos.

Quem se der ao trabalho de investigar o nome dos integrantes dos diretórios ou dos acionistas das grandes corporações e bancos transnacionais estadunidenses e europeus que controlam desde o comércio exterior e interior até os sistemas econômicos produtivos dos países, tanto centrais como "subdesenvolvidos" ou "emergentes", poderá facilmente comprovar que (em uma importante maioria) são de origem judia.

As direções e acionistas das primeiras trinta megaempresas transnacionais e bancos (as maiores do mundo) que cotizam o índice Dow Jones de Wall Street, são em sua maioria de origem judia.

Megacorporações do capitalismo sem fronteiras como: Wal-Mart Stores, Walt Disney, Microsoft, Pfizer Inc, General Motors, Hewlett Packard, Home Depot, Honeywell, IBM, Intel Corporation, Johnson & Johnson, JP Morgan Chase, American International Group, American Express, AT & T, Boeing Co (armamentista), Caterpillar, Citigroup, Coca Cola, Dupont, Exxon Mobil (petroleira), General Electric, McDonalds, Merck & Co, Procter & Gamble, United Technologies, Verizon, são controladas e/ou gerenciadas por capitais e pessoas de origem judia.

Estas corporações representam o creme do creme dos grandes consórcios transnacional judeu sionista que, através do lobby exercido pelas embaixadas estadunidenses e européias, ditam e condicionam a política mundial e o comportamento dos governos, exércitos, ou instituições mundiais oficiais ou privadas.

São os amos invisíveis do planeta: os que manejam os países e presidentes por controle remoto, como se fossem títeres de última geração.

Quem investigue com este mesmo critério, ademais, os meios de comunicação, a indústria cultural ou artística, câmaras empresariais, organizações sociais, fundações, organizações profissionais, ONGs, tanto nos países centrais como periféricos, vai se surpreender com a notável incidência de pessoas de origem judia em seus mais altos níveis de decisão.

As três principais cadeias televisivas dos EEUU (CNN, ABC, NBC y Fox), os três principais diários (The Wall Street Journal, The New York Times y The Washington Post) estão controlados e gerenciados (através de pacotes acionistas ou de famílias) por grupos do lobby judeu, principalmente novayorquino.

Da mesma forma as três mais influentes revistas (Newsweek, Time y The New Yorker), e consórcios hegemônicos da Internet como Time-Warner (fundidos com América on Line) o Yahoo, estão controlados por gerenciamento e capital judeu que opera a nível de redes e conglomerados entrelaçados com outras empresas.

Colossos do cinema como Hollywood e do espetáculo como The Walt Disney Company, Warner Brothers, Columbia Pictures, Paramount, 20th Century Fox, entre outros, formam parte desta rede interativa do capital sionista imperialista.

A concentração do capital mundial em mega-grupos ou mega-companhias controladas pelo capital sionista, em uma proporção aplastante, possibilita decisões planetárias de todo o tipo, na economia, na sociedade, na vida política, na cultura, etc., e representa o aspecto mais definido da globalização imposta pelo poder mundial do sistema capitalista imperial.

O objetivo central expansivo deste capitalismo sionista transnacionalizado é o controle e o domínio (por meio de guerras de conquista ou de "sistemas democráticos") de recursos naturais e sistemas econômico-produtivos, em um sistema que seus defensores e teóricos chamam "políticas de mercado".

O capitalismo transnacional, em escala global, é o dono dos estados e de seus recursos e sistemas econômico-produtivos, não somente do mundo dependente, senão também dos países capitalistas centrais.

Portanto, os governos dependentes e centrais são gerencias de enclave (pela esquerda ou direita) que, com variantes discursivas executam o mesmo programa econômico e as mesmas linhas estratégicas de controle político e social.

Este capitalismo transnacional "sem fronteiras" do lobby sionista que sustenta o Estado de Israel se assenta em dois pilares fundamentais: a especulação financeira informatizada (com assento territorial em Wall Street) e a tecnologia militar-industrial de última geração (cuja máxima de desenvolvimento se concentra no Complexo Militar Industrial dos EEUU).

O lobby sionista internacional, sobre o qual se assentam os pilares existenciais do Estado de Israel, controle desde governos, exércitos, polícias, estruturas econômicos produtivas, sistemas financeiros, sistemas políticos, estruturas tecnológicas e científicas, estruturas socioculturais, estruturas midiáticas internacionais, até o poder de polícia mundial assentado sobre os arsenais nucleares, os complexos militares industriais e os aparatos de deslocamento militar dos EEUU e das potências centrais.

A esse poder, e não ao Estado de Israel, é o que temem os presidentes, políticos, jornalistas e intelectuais que calam ou deformam diariamente os genocídios de Israel no Meio Oriente temerosos de ficarem sepultados em vida, sob a lápide do "anti-semitismo".

B) O lobby imperial

O lobby sionista pró-israelense, a rede de poder oculto que controla a Casa Branca, o Pentágono e a Reserva Federal não rezam nas sinagogas senão na Catedral de Wall Street. Um detalhe a ter em conta, para não confundir a religião com o mito e com o negócio.

Quando se referem ao lobby sionista (ao que denominam de lobby pró-israel) a maioria dos expertos e analistas falam de um grupo de funcionários e tecnocratas, em cujas mãos está o desenho e a execução da política militar norte-americana.

A este lobby de pressão se atribui o objetivo estratégico permanente de impor a agenda militar e os interesses políticos e geopolíticos do governo e do Estado de Israel na política exterior dos EEUU.

Como definição, o lobby pró-israel é uma gigantesca maquinaria de pressão econômica e política que opera simultaneamente em todos os estamentos do poder institucional estadunidense: Casa Branca, Congresso, Pentágono, Departamento de Estado, CIA e agências da comunidade de inteligência, entre os mais importantes.

Por meio da utilização de seu poder financeiro, de sua estratégica posição nos centros de decisão, os grupos financeiros do lobby exercem influência decisiva na política interna e externa dos EEUU, a primeira potência imperial, além de seu papel dominante no financiamento dos partidos políticos, dos candidatos presidenciais e dos congressistas.

A nível imperial, o poder financeiro do lobby se expressa principalmente por mio da Reserva Federal dos EEUU, um organismo chave para a concentração e reprodução do capital especulativo a nível planetário.

O coração do lobby sionista estadunidense é o poderoso setor financeiro de Wall Street que tem direta implicação e participação na nomeação de funcionários chaves do governo dos EEUU e dos órgãos de controle da política monetária e instituições creditícias (nacional e internacional) com sede em Washington e Nova York.

Os organismos econômicos financeiros internacionais como a OCDE, o Banco Mundial, o FMI, estão sob o controle direto dos bancos centrais e dos governos dos EEUU e das potências controladas pelo lobby sionista internacional (Grã Bretanha, Alemanha, França, Japão, entre as mais relevantes).

Organizações e alianças internacionais como a ONU, o Conselho de Segurança e a OTAN estão controladas pelo eixo sionista USA-União Européia, cujas potências centrais são as que garantem a impunidade dos extermínios militares de Israel no Meio Oriente, como sucedeu com o último massacre de ativistas solidários com o povo de Gaza.

As principais instituições do lobby (Goldman Sachs, Morgan Stanley, Lehman Brother, etc.) e os principais bancos (Citigroup, JP Morgan e Merrill Lynch, etc.) influem decisivamente para a nomeação dos titulares da Reserva Federal, o Tesouro, e a secretaria de Comércio, ademais dos diretores do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional.

C) O mito do "anti-semitismo"

É este fenômeno de "poder capitalista mundial judeu", e não a Israel, que temem os presidentes, políticos, jornalistas e intelectuais que evitam tremulamente condenar ou nomear os periódicos genocídios militares de Israel em Gaza, repetindo o que já fizeram durante o massacre israelense no Líbano em 2006.

A grande cumplicidade internacional com os massacres periódicos israelenses não se gesta por medo do Estado de Israel, senão por medo do que representa o Estado de Israel.

Não se trata de Israel, um Estado sionista a mais, senão do "Grande Israel", a pátria do judaísmo mundial (com território roubado dos palestinos), da qual todos os judeus do mundo s sentem seus filhos pródigos dispersos pelo mundo.

Não se trata de Israel, senão das poderosas organizações e comunidades judias mundiais que apoiaram em bloco o genocídio militar de Israel em Gaza, que utilizam seu poder e "escala de prestígio" (construída mediante sua vitimização histórica com o Holocausto) para converter em um leproso social aquele que se atreva a criticar ou levantar a voz contra o extermínio militar israelense em Gaza.

Os governos do mundo capitalista, os jornalistas, intelectuais, organizações sindicais e sociais não temem Israel, senão a sua lapidação social como "antisemítica" (mote que se lhe outorga ao que enfrenta /ou denuncia o sionismo judeu).

Não temem o Estado de Israel, senão aos filhos de Israel camuflados nos grandes centros de decisão do poder mundial, sobretudo econômico-financeiros e midiático-culturais.

Os políticos, intelectuais e jornalistas do sistema não temem Israel, senão que temem aos meios de comunicação, organizações e empresas judias, e sua influência sobre os governos e processos econômico-culturais do sistema capitalista sionista apoiados por todos os países em escala planetária.

Definitivamente, temem que as empresas, as universidades, as organizações e as fundações internacionais sionistas que financiam e/ou promovem suas ascensões e postos na maquinaria do sistema os declarem "antisemíticas" e os deixem sem trabalho, sem férias e sem aposentadorias.

Essa é a causa principal que explica porque os intelectuais, acadêmicos e jornalistas do sistema vivem elucubrando sérias análises da "realidade" política, econômica e social sem a presença da palavra judeu o do sistema capitalista que paga por seus serviços.

Se bem que há um grupo de intelectuais e de militantes judeus de esquerda (dentre eles Chomsky e Gelamn, entre outros) que condenarão e protestaram contra o genocídio israelense em Gaza, a maioria considerável das comunidades e organizações judias em escala planetária apoiou explicitamente o massacre de civis em Gaza argumentando que se tratava de uma "guerra contra o terrorismo".

Apesar de que Israel não invadiu nem perpetrou um genocídio militar em Gaza com a religião judia, senão com aviões F-16, bombas de racimo, helicópteros Apache, tanques, artilharia pesada, barcos, sistemas informatizados, e uma estratégia e um plano de extermínio militar em grande escala, quem questione esse massacre é condenado por "anti-semita" pelo poder judeu mundial distribuído pelo mundo.

Apesar de que o lobby judeu sionista que controla Israel, tanto como a Casa Branca, o Tesouro e a Reserva Federal dos EEUU não rezam nas sinagogas senão na Catedral de Wall Street, aquele que critique é alcunhado de imediato como "anti-semita" ou "nazi" pelas estruturas midiáticas e culturais controladas pelo poder judeu mundial.

As campanhas de denúncia de anti-semitismo com as quais Israel e as organizações judias buscam neutralizar as críticas contra o massacre, abordam a questão como se o sionismo judeu (sustentáculo do Estado de Israel) fosse uma questão "racial" ou religiosa, e não um sistema de domínio imperial que abarca interativamente o plano econômico, político, social e cultural, superando a questão da raça ou das crenças religiosas.

O lobby sionista não controla o mundo com a religião: o maneja com bancos, transnacionais, hegemonia sobre os sistemas econômico-produtivos, controle sobre os recursos naturais, controle da rede informativa e de manipulação mundial, o manejo dos valores sociais através da publicidade, a cultura e o consumo estandardizado e globalizado pelos meios de comunicação

En definitiva, el lobby judío no representa a ninguna sinagoga ni expresión racial, sino que es la estructura que maneja el poder mundial a través del control sobre los centros económicos-financieros y de decisión estratégica del sistema capitalista expandido como civilización "única".

Antes que por sua religião e raça, o lobby sionista e suas redes se movem por uma ideologia política funcional: o sionismo capitalista-imperial que antepõe o mercado, a concentração de riqueza, a "política de negócios", a qualquer filosofia que roce nas noções do "bem" ou do "mal" entendidos dentro de parâmetros sociais.

Então: De que falam quando falam de "anti-semitismo" ou de "anti-judaísmo religioso? Em que parâmetros referenciais se baseiam a condição de "anti-semita"? Quem é anti-semita? Quem critica os judeus por sua religião ou por sua raça nas sociedades do mundo?

Em síntese, aos judeus, como está provado na realidade social de qualquer país, não se os critica pro sua religião ou condição racial, senão pelo seu apego excessivo ao status do dinheiro (também cultivado por outras coletividades) e por integrar estruturas ou hierarquias de poder dentro de um sistema injusto de opressão e de exploração do homem pelo homem, como é o sistema capitalista.

Exceto os grupos minoritários de fanáticos e racistas que só representam a si mesmo, nas sociedades (salvo o nazismo alemão e algumas exceções) quase nunca houve "perseguição religiosa ou racial" do judeu, senão que houve uma associação do judeu com a "pior cara do capitalismo", representada no sistema econômico-financeiro especulativo.

Em resumo: O lobby sionista que protege o Estado de Israel (pela "direita" e pela "esquerda") está conformado por uma estrutura de estrategistas e tecnocratas que operam as redes industriais, tecnológicas, militares, financeiras e midiáticas do capitalismo transnacional estendido pelos quatro pontos cardeais do planeta.

Suas redes se expressam através de uma multiplicidade de organizações dedicadas a promover o atual modelo global, entre as quais se encontram principalmente: The Hudson Institute, The RAND Corporation, The Brookings Institution, The Trilateral Commission, The World Economic Forum, Aspen Institute, American Enterprise Institute, Deutsche Gesellschaft für Auswärtigen Politik, Bilderberg Group, Cato Institute, Tavestock institute, e a Carnegie Endowment for International Peace, entre outras.

Todos estes think tanks ou "bancos de cérebros" reúnem os melhores tecnocratas, cientistas e estudiosos em seus respectivos campos, egressos das universidades dos EEUU, Europa e todo o resto do mundo.

O lobby não responde somente ao Estado de Israel (como afirmam os analistas da "cara direitista" dos neocons) senão a um poder mundial sionista que é o dono do Estado de Israel tanto como do Estado norte-americano, e do resto dos Estados com seus recursos naturais e sistemas econômico- produtivos.

O lobby não somente está na Casa Branca, senão que abarca todos os níveis das operações do capitalismo em escala transnacional, cujo desenho estratégico está na cabeça dos grandes charmans e executivos de bancos e consórcios multinacionais que se sentam no Consenso de Washington e repartem o planeta como se fosse um pastel.

Nem a esquerda, nem a direita partidária falam deste poder "totalizado" pela sensível razão de que ambas estão fundidas (a modo de alternativas falsamente enfrentadas) aos programas e estratégias do capitalismo transnacional que controla o planeta.

Portanto, e enquanto não se articule um novo sistema de compreensão estratégica (uma "terceira posição" revolucionária do saber e do conhecimento) o poder mundial que controla o planeta seguirá perpetuando-se nas falsas opções de "esquerda" e "direita".

E o lobby judeu de "direita" dos republicanos conservadores seguirá sucedendo ao lobby judeu "de esquerda" dos democratas liberais em uma continuidade estratégica com as mesmas linhas reatoras do Império sionista mundial.

E os massacres do Estado de Israel seguirão, como até agora, impunes e protegidos pelas estruturas do sistema de poder mundial sionista capitalista que o considera como sua "pátria territorial".

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(*) Manuel Freytas es periodista, investigador, analista de estructuras del poder, especialista en inteligencia y comunicación estratégica. Es uno de los autores más difundidos y referenciados en la Web.

Ver sus trabajos en Google y en IAR Noticias
Trad. Vera Vassouras

Nota: Há, no entanto, um terceiro pilar de sustentação no plano místico/psicológico e religioso: a falsa ruptura entre os assassinos de cristo e os que dizem falar em seu nome, com apoio explícito dos últimos e a institucionalização do judaísmo como propaganda da tortura e do assassinato. Crucifixos, evangelização e roubo de dinheiro e da sanidade dos povos submetidos à hegemonia pseudo-religiosa. Além disso, a permissiva imbecilização dos povos, como cordeiros imolados nos altares dos holocaustos diários, uma aberração chamado estado constitucionalmente organizado em nome do "deus" judaico-cristão, de direito. E de fato."

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fonte: http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2010/06/472795.shtml

 
 
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gaúcho

Esse projeto é flagrantemente inconstitucional, ressaltar um fato ocorrido com um grupo étnico ou religioso em detrimento de outros fatos como p.e. o massacre dos índios brasileiros e latinos, ou dos negros trazidos à força da África fere o direito de tratamento igualitário e isonômico.

Ademais, pelo princípio da proximidade geográfica, aprender sobre fatos ocorridos em outro continente em detrimento daqueles ocorridos no próprio continente dos alunos gera ums distorção de aprendizado e de interesse.

Lei  esquisita.

 

 
 
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Alceste Pinheiro

É de se esperar o bom senso dos professores e que ensinem também como os homossexuais, ciganos e eslavos foram trucidados pelo nazismo.

E que mostrem as práticas do sionismo nos dias que correm.

 
 
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Marcia

E  a matança de crianças inocentes (inclusive) na Faixa de Gaza!!!!

 
 
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Mario Blaya

não exagere!! ao mentir assim vc vai contra a causa palestina, por torna-la uma fraude com essas fantasias!

 

"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." Max Frich

 
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Gilberto Marotta

Escuta aqui, ô Mario Blaya, qual é a sua? por acaso você está brincando? porque o assassinato de crianças na Faixa de Gaza pelas forças israelenses é de conhecimento público, reconhecido pela ONU e até o Instituto Millenium, ninho confortável do que há de mais reacionário no Brasil, reconhece isso, como você pode ver abaixo. Se a sua intenção foi brincar, ser engraçado, vou te falar: não acho que assassinato de crianças seja um tema para brincadeiras...

Brasil pede maior empenho da ONU no processo de paz do Oriente Médio
Instituto Millenium

O Conselho de Segurança da ONU precisa desempenhar um papel maior no apoio ao processo de paz no Oriente Médio. A declaração é da embaixadora brasileira na ONU, Maria Luiza Ribeiro Viotti.

Segundo ela, o Brasil pediu aos líderes mundiais que enfrentam manifestações pacíficas para que defendam as liberdades fundamentais e se engajem em um diálogo significativo em prol das reformas necessárias. “Estadismo, visão ampla e vontade política são essenciais para atender as demandas legítimas da população dos países do Oriente Médio por um ambiente de paz e estabilidade”, disse ela.

A embaixadora brasileira também disse que o Brasil condena veementemente o recente assassinato de um garoto israelense de 16 anos, atingido durante ataque a um ônibus escolar, e os assassinatos de civis, incluindo crianças, como resultado de represálias israelenses contra militantes na Faixa de Gaza.

Ela também observou que “a violência de colonos contra colonos atingiram níveis chocantes” e que “todos os envolvidos nestes atos devem ser rapidamente levados à justiça”.

Fonte: People’s Daily Online

http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/instituto-millenium/2011/04/27/b...

 

"Ou o Brasil acaba com a mídia canalha, ou a mídia canalha acaba com o Brasil"

 
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JoãoPVC

Esse post nem é sobre sionismo, mas já que tocaram no assunto ...

Crianças inocentes morreram nos dois lados do conflito árabe-israelense. Porque os anti-sionistas só lembram das crianças palestinas? As crianças israelenses vítimas do conflito não contam? Eu vejo sim um toque antisemita aí, me desculpem. Podem falar o que quiserem. 

O anti-sionismo radical assim como o sionismo radical são duas faces da mesma moeda, a do extremismo fanático. O radicalismo legítimo necessita honestidade de argumentos. Querem ser radicais, OK. Mas condenar a violência pregando violência é um contrasenso. 

Tem muitos israelenses progressistas que superaram esse dualismo maniqueísta, assim como alguns palestinos, como o caso do médico Izzeldin Abuelaish que perdeu 3 filhas no conflito em Gaza de 2009 e não deixou de pregar a paz entre os dois povos, com dois estados distintos independentes. Por outro lado, tem pessoas que nem conhecem Israel ou israelenses e ficam no conforto de seus teclados pregando a sua destruição. O Dr. Izzeldin é um homem que estudou e trabalhou em Israel, e, como médico, tratou de israelenses e palestinos. Apesar de sua tragédia familiar, ele tem muito mais sensatez do que os anti-sionistas de plantão. 

 
 

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